Viver no Espaço não é o mesmo do que viver na Terra. Como respiram os astronautas? De onde vem a água que bebem? O que é preciso para nos tornarmos exploradores do Espaço? No dia 6 de Fevereiro, sábado, às 16h30, venha descobrir quais os principais desafios humanos à adaptação de vida no Espaço no colóquio Próxima paragem: Espaço! Desafios à vida fora da terra.
O investigador Manuel Paiva, da Agência Espacial Europeia, e Mário Ferreira, o 1.º turista espacial português, debatem com o público do Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva as suas experiências sobre expedições ao Espaço. No final do colóquio será realizado um sorteio de foguetões e naves espaciais e haverá uma sessão de autógrafos do livro Como respiram os astronautas do investigador Manuel Paiva.
Este colóquio insere-se no ciclo Expedições Extremas, que tem como ponto de partida a nova exposição interactiva EXTREMOS Viver no Limite. A entrada é gratuita.
Para as famílias também haverá “actividades extremas” durante todo o sábado. Das 11h30 às 13h e das 14h às 16h30 os mais novos poderão construir veículos lunares e foguetões de água. Poderão ainda descobrir os segredos do Universo no Planetário Portátil e explorar a exposição Extremos Viver no Limite.
Programa completo em: http://www.pavconhecimento.pt/download/programa_extremos.zip
Tradução simultânea em Língua Gestual Portuguesa – Inscrição obrigatória com uma semana de antecedência para acesso@pavconhecimento.pt
quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010
Ministério da Cultura quer museus sob tutela das autarquias
Ministra da Cultura, Isabel Canavilhas, apresentou um plano para a área museológica e garantiu que um dos objectivos visa alcançar «boas práticas de gestão inovadora» em prol do desenvolvimento cultural» e como factor de atracção turística.
A ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, apresentou no Museu de Arte Popular, um documento que contempla algumas das novas orientações do Ministério da Cultura para a área museológica, entre elas, encontram-se: a passagem de Museus para tutelas municipais, o ensaio de um modelo de gestão, e a monitorização e avaliação do planeamento estratégico.
A ministra considerou que com tal aposta, pretende-se alcançar «boas práticas de gestão inovadora» não só como «instrumento para o desenvolvimento cultural»
como também factor de atracção turística.
Para os museus do século XXI, o documento estipula em quatro pontos as medidas a tomar, começando por um reenquadramento dos museus tutelados pelo Ministério através do Instituto de Museus e Conservação. Neste sentido, o documento prevê que alguns museus numa «transição faseada» passem para tutelas municipais ou sejam afectos às direcções regionais de Cultura.
Os museus serão seleccionados «com base em critérios patrimoniais e Museológicos» e essa transição de tutela é feita com base em contratos-programas. Gabriela Canavilhas pretende, assim, recuperar uma ideia lançada pela ex-ministra Isabel Pires de Lima: a efectivação de uma rede integrada de equipamentos culturais na zona de Ajuda/Belém, em Lisboa, implicando parcerias quer com a Câmara quer com a Associação de Turismo da capital. O documento prevê ainda a constituição de uma Rede Nacional de Reservas Arqueológicas.
Fonte: Café Portugal
A ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, apresentou no Museu de Arte Popular, um documento que contempla algumas das novas orientações do Ministério da Cultura para a área museológica, entre elas, encontram-se: a passagem de Museus para tutelas municipais, o ensaio de um modelo de gestão, e a monitorização e avaliação do planeamento estratégico.
A ministra considerou que com tal aposta, pretende-se alcançar «boas práticas de gestão inovadora» não só como «instrumento para o desenvolvimento cultural»
como também factor de atracção turística.
Para os museus do século XXI, o documento estipula em quatro pontos as medidas a tomar, começando por um reenquadramento dos museus tutelados pelo Ministério através do Instituto de Museus e Conservação. Neste sentido, o documento prevê que alguns museus numa «transição faseada» passem para tutelas municipais ou sejam afectos às direcções regionais de Cultura.
Os museus serão seleccionados «com base em critérios patrimoniais e Museológicos» e essa transição de tutela é feita com base em contratos-programas. Gabriela Canavilhas pretende, assim, recuperar uma ideia lançada pela ex-ministra Isabel Pires de Lima: a efectivação de uma rede integrada de equipamentos culturais na zona de Ajuda/Belém, em Lisboa, implicando parcerias quer com a Câmara quer com a Associação de Turismo da capital. O documento prevê ainda a constituição de uma Rede Nacional de Reservas Arqueológicas.
Fonte: Café Portugal
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Notícias
AP Magazine - Accessible Portugal
Agradeço à Accessible Portugal pela entrevista. Encontra-se disponível em: http://www.apmagazine.net/2010/January/interview.htm
Interview with…
Sónia Santos
Master degree in Museology, thesis entitled "Accessibilties in Museums"
By João Durão da Silva
Sónia Santos has been developing a career related with accessibility in cultural places, in particular, in museums. A subject she considers as “a truly gratifying work”, both in a professional and in a personal level.
After a graduation in Modern Languages and Literature, Sónia Santos took a pos-graduation and a Master Degree in Museology, at Faculdade de Letras do Porto, with her thesis entitled “Accessibilities in Museums”. During this period, in 2005, Sónia had the opportunity to make an internship in Museu do Papel Moeda, owned by Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, where she created a Manual of Accessibilities.
Today, she's still in the museum, working in the Educational Services Department, doing also several presentations for students and professionals of the field. Moreover, Sónia has its own blog (http://acessibilidadeemmuseus.blogspot.com - in Portuguese), where she approaches many subjects related with accessibility, a theme that she says that is part of her life since very soon. Let's know why…
How did you get involved with accessibility issues?
It happened very soon. I've a brother with cerebral palsy. Since my seven years old that I have been dealing closely with disability and I know how much it's difficult for people with special needs to achieve a “normal” life, having a job, accessing health care, accessing culture and leisure.
When I was in the second year of my pos-graduation in Museology, one proposed me to develop a Manual of Accessibilities for the Museu do Papel Moeda. I didn't have any doubt that it'll be a truly gratifying work, not only in an academic/professional level, but also in a more personal one. All these things are connected, so I ended to develop the thesis of my Master degree on this subject and, after that, working with people with special needs.
Personally, which are the major challenges that you find in this kind of work?
The great challenge is to create accessibilities in all the matters. Not only eliminating architectonical barriers, but also those ones related with contents and mostly with prejudice. People still have fear of everything that is different, everything that is not “normal”, and disability is just one of these cases. It's necessary to lose the fear of communication.
Lucky, there is already a concern in museums to arrange exhibitions for ALL. Even so, most of them think that accessibilities require huge costs, when comparing to the small percentage these visitors represent in annual statistics. This means that most of the times they ignore accessibilities or develop sporadic accessible projects. It's important to think in every citizen, but it has to be a constant concern if we want to achieve good results and even more confidence for this work keep going on.
In your opinion, which are the most important factors when we think to turn cultural places accessible?
There are several ones! Physical accessibility is fundamental and putting a ramp somewhere is not enough. We have to respect legislation and make efficient adaptations. Nowadays, we see unthinkable things like huge ramps, insurmountable doors and so many other alleged accessibilities that, in fact, they not only don't function as they should do, but also they turn themselves as disguised barriers.
At the same time, as I said before, it's important to eliminate fears and prejudices that many people still have from the different and promote communication… we must know how to communicate. Today, museums are changing, becoming increasingly distant from those elitists and closed ones that existed in the past, and accessibility is a vital issue in this process. Having accessible contents for all is fundamental. If we go to a museum and we come out from there without understand anything we saw or read, we won't certainly wish to repeat the experience.
Our society is more and more heterogeneous and I'm not referring only to disabled people. There are the elderly, tourists and many levels of alphabetization and culture. The challenge is attend all the people and for that we can't have a static and unchangeable communication, neither insurmountable physical/architectonical barriers.
There has been much discussion concerning the intervention in several cultural places, many of them considered national heritage, due to its age and architecture. How do you evaluate this problem?
It has to be a balance. It's true that many places can't be changed and we must respect that. We can't demand a total adaptation of some buildings, but we can search for solutions. I think multidisciplinary teams should be created, including people with special needs, and we have to put together all the efforts to find new solutions. They might not be the most desirable ones, but they should be minimally inclusive at least.
However, there are other buildings which support the necessary adaptations, without interfere with their integrity, and those ones must be adapted!
Do you consider that there is sensibility and desire from responsible authorities to face the problem?
I think this subject was a taboo for a very long time, but situations have been changing in the last years, in a slowly but progressively way. People are more receptive to this issue; now it's also necessary a huge will to address the problem and, for me, that will has to grow even more.
Back to your professional life, which are your next projects?
As much as you do, it's never enough… there is always more to do… there is always more to learn and that's the great challenge: do not stop! In this moment, the Museu do Papel Moeda (where I'm working) is already well accessible. There are ramps, elevator, adapted WC, Braille guides, amplified guides, tactical resources, software for reading and amplifying, software and hardware for support of people with neuromotor disabilities. Even the employees – from the receptionist to the technician of Educational Service – have formation [to work with deaf and visual impaired people], which was taken [respectively] in Associação de Surdos do Porto and in ACAPO-Porto.
Nevertheless, there is more to be done… there's always more! It's necessary to resume contacts, create new and attractive activities, disseminate information… well, it's necessary to open doors to all the audiences and make them feeling welcome and eager to return. Making links!
Just before we conclude this interview… Would you like to add something?
Yes… Museums are adopting competitive functions, broadening their horizons and skills. It's not enough to have some collections and preserve them. Visitors are acquiring a fundamental importance for the survival of cultural entities.
However, this search for visibility is also perverse because its features and its statistics are their visit card, when museums are trying to raise funds, sponsorships and patronages… When we focus on people with special needs, we conclude that guided visits can't present the same features than those with other groups. These visits are longer, require more dedication and can include a maximum of 10 participants. They can't compete, for example, with school visits with 30 students per session, but they equally worth it and should be stimulated and recognized by their value… Even if statistically they only represent an almost invisible target.
Thank you very much.
Interview with…
Sónia Santos
Master degree in Museology, thesis entitled "Accessibilties in Museums"
By João Durão da Silva
Sónia Santos has been developing a career related with accessibility in cultural places, in particular, in museums. A subject she considers as “a truly gratifying work”, both in a professional and in a personal level.
After a graduation in Modern Languages and Literature, Sónia Santos took a pos-graduation and a Master Degree in Museology, at Faculdade de Letras do Porto, with her thesis entitled “Accessibilities in Museums”. During this period, in 2005, Sónia had the opportunity to make an internship in Museu do Papel Moeda, owned by Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, where she created a Manual of Accessibilities.
Today, she's still in the museum, working in the Educational Services Department, doing also several presentations for students and professionals of the field. Moreover, Sónia has its own blog (http://acessibilidadeemmuseus.blogspot.com - in Portuguese), where she approaches many subjects related with accessibility, a theme that she says that is part of her life since very soon. Let's know why…
How did you get involved with accessibility issues?
It happened very soon. I've a brother with cerebral palsy. Since my seven years old that I have been dealing closely with disability and I know how much it's difficult for people with special needs to achieve a “normal” life, having a job, accessing health care, accessing culture and leisure.
When I was in the second year of my pos-graduation in Museology, one proposed me to develop a Manual of Accessibilities for the Museu do Papel Moeda. I didn't have any doubt that it'll be a truly gratifying work, not only in an academic/professional level, but also in a more personal one. All these things are connected, so I ended to develop the thesis of my Master degree on this subject and, after that, working with people with special needs.
Personally, which are the major challenges that you find in this kind of work?
The great challenge is to create accessibilities in all the matters. Not only eliminating architectonical barriers, but also those ones related with contents and mostly with prejudice. People still have fear of everything that is different, everything that is not “normal”, and disability is just one of these cases. It's necessary to lose the fear of communication.
Lucky, there is already a concern in museums to arrange exhibitions for ALL. Even so, most of them think that accessibilities require huge costs, when comparing to the small percentage these visitors represent in annual statistics. This means that most of the times they ignore accessibilities or develop sporadic accessible projects. It's important to think in every citizen, but it has to be a constant concern if we want to achieve good results and even more confidence for this work keep going on.
In your opinion, which are the most important factors when we think to turn cultural places accessible?
There are several ones! Physical accessibility is fundamental and putting a ramp somewhere is not enough. We have to respect legislation and make efficient adaptations. Nowadays, we see unthinkable things like huge ramps, insurmountable doors and so many other alleged accessibilities that, in fact, they not only don't function as they should do, but also they turn themselves as disguised barriers.
At the same time, as I said before, it's important to eliminate fears and prejudices that many people still have from the different and promote communication… we must know how to communicate. Today, museums are changing, becoming increasingly distant from those elitists and closed ones that existed in the past, and accessibility is a vital issue in this process. Having accessible contents for all is fundamental. If we go to a museum and we come out from there without understand anything we saw or read, we won't certainly wish to repeat the experience.
Our society is more and more heterogeneous and I'm not referring only to disabled people. There are the elderly, tourists and many levels of alphabetization and culture. The challenge is attend all the people and for that we can't have a static and unchangeable communication, neither insurmountable physical/architectonical barriers.
There has been much discussion concerning the intervention in several cultural places, many of them considered national heritage, due to its age and architecture. How do you evaluate this problem?
It has to be a balance. It's true that many places can't be changed and we must respect that. We can't demand a total adaptation of some buildings, but we can search for solutions. I think multidisciplinary teams should be created, including people with special needs, and we have to put together all the efforts to find new solutions. They might not be the most desirable ones, but they should be minimally inclusive at least.
However, there are other buildings which support the necessary adaptations, without interfere with their integrity, and those ones must be adapted!
Do you consider that there is sensibility and desire from responsible authorities to face the problem?
I think this subject was a taboo for a very long time, but situations have been changing in the last years, in a slowly but progressively way. People are more receptive to this issue; now it's also necessary a huge will to address the problem and, for me, that will has to grow even more.
Back to your professional life, which are your next projects?
As much as you do, it's never enough… there is always more to do… there is always more to learn and that's the great challenge: do not stop! In this moment, the Museu do Papel Moeda (where I'm working) is already well accessible. There are ramps, elevator, adapted WC, Braille guides, amplified guides, tactical resources, software for reading and amplifying, software and hardware for support of people with neuromotor disabilities. Even the employees – from the receptionist to the technician of Educational Service – have formation [to work with deaf and visual impaired people], which was taken [respectively] in Associação de Surdos do Porto and in ACAPO-Porto.
Nevertheless, there is more to be done… there's always more! It's necessary to resume contacts, create new and attractive activities, disseminate information… well, it's necessary to open doors to all the audiences and make them feeling welcome and eager to return. Making links!
Just before we conclude this interview… Would you like to add something?
Yes… Museums are adopting competitive functions, broadening their horizons and skills. It's not enough to have some collections and preserve them. Visitors are acquiring a fundamental importance for the survival of cultural entities.
However, this search for visibility is also perverse because its features and its statistics are their visit card, when museums are trying to raise funds, sponsorships and patronages… When we focus on people with special needs, we conclude that guided visits can't present the same features than those with other groups. These visits are longer, require more dedication and can include a maximum of 10 participants. They can't compete, for example, with school visits with 30 students per session, but they equally worth it and should be stimulated and recognized by their value… Even if statistically they only represent an almost invisible target.
Thank you very much.
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Notícias
quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010
Escola Superior de Educação de Coimbra celebra Dia do Interprete

Para marcar este dia, celebrado a 21 de Janeiro, a Escola Superior de Educação de Coimbra convidou profissionais da área de Língua Gestual Portuguesa: Joana Sousa e Rafaela Silva, intérpretes, e Ana Cláudia Nogueira, finalista do Curso de Língua Gestual Portuguesa na Escola Superior de Educação de Coimbra.
Esta emissão conta com a apresentação de “Um conto na Floresta”, um trabalho de Tânia Martins, licenciada em Língua Gestual Portuguesa pela ESEC, e uma interpretação musical de Rafaela Silva, do tema “Oh que calma vai caindo”, do grupo Quarto Minguante.
A Profissão e o Ensino foram discutidos neste programa, também traduzido para Língua Gestual Portuguesa, pela intérprete Neuza Santana.
Para ver na quarta-feira à noite na RTP2.
ESEC TV – Produção de Audiovisuais
Escola Superior de Educação de Coimbra
Praça Heróis do Ultramar – Solum
3030 - 329 Coimbra
Tel: 239793161 / Fax: 239401461
esectv@esec.pt, esectv@gmail.com
www.esec.pt/esec-tv
esec-tv.blogspot.com
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Eventos
Extremos - Viver no Limite
(clique na imagem para ampliar)
Programação dos colóquios Expedições Extremas no âmbito da exposição Extremos – Viver no limite. A partir de Fevereiro todos os colóquios irão ter tradução em língua gestual portuguesa (inscrição obrigatória com uma semana de antecedência.
Também a partir de Fevereiro, as visitas às exposições e participação em actividades terão o apoio de um monitor surdo quer para grupos quer para individuais (inscrição obrigatória com uma semana de antecedência).
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Eventos
sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010
Rivelino - Nuestros Silencios

Lisboa é a primeira cidade europeia a acolher Nuestros Silencios, uma exposição de arte pública do escultor mexicano Rivelino que vai entrar em itinerância pela Europa, até 2011, passando por Madrid, Bordeaux, Bruxelas, Roma, Berlim e Londres. Em Lisboa, a exposição estará patente no Marquês de Pombal até 10 de Janeiro de 2010.
Trata-se de uma obra monumental que integra dez esculturas em bronze de 3.5 metros de altura, e que representa “tudo o que os seres humanos preferem não dizer”, segundo o seu autor. A mostra inclui uma peça em aço denominada cubo táctil, de dois metros de lado, que comporta no seu interior quatro esculturas, que poderão ser igualmente apreciadas através do tacto.
Em Lisboa, esta exposição é co-organizada pela Câmara Municipal e pela Embaixada do México em Portugal, no âmbito da XIX Cimeira Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo.
Rivelino nasceu em San José de Gracia, Jalisco, em 1973, e é formado pela Escola de Cerâmica do Instituto Nacional de Belas-Artes do México.
Rivelino - Nuestros Silencios
Até 10 Jan 10 - Praça Marquês de Pombal
Lisboa é o ponto de partida do percurso que 10 gigantes silenciosos irão realizar por diversas capitais europeias. Trata-se de um conjunto de esculturas com mais de 3m de altura, feitas em bronze pelo artista mexicano Rivelino. A mostra inclui ainda uma peça em aço, denominada Cubo Táctil, de 2m de lado, que comporta no seu interior quatro esculturas, que podem ser igualmente apreciadas através do tacto.
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Notícias
Notícia do New York Times sobre um fotógrafo cego

When the coming revival of William Gibson’s “Miracle Worker,” starring Alison Pill as Annie Sullivan and Abigail Breslin as Helen Keller, opens in March, a blind photographer will have helped bring it to Broadway.
John Dugdale, whose blindness came as the result of an AIDS-related stroke in 1993, works with an assistant, Dan Levin, who helps him shoot using an antique large-format camera.
“All I have to do is speak out loud with the slightest direction, and he makes the photographs with me in a way that I feel like I’m making them myself,” Mr. Dugdale said of Mr. Levin.
In this exclusive video, produced by Art Meets Commerce, a theatrical interactive agency, Mr. Dugdale talks about the challenges of being a blind photographer, and offers a look at his photo shoot with Ms. Pill and Ms. Breslin. (More information about Mr. Dugdale and his work is at his Web site.)
The hiring of Mr. Dugdale comes as protests have trailed the show. Last October, the Alliance for Inclusion in the Arts, an advocacy group for blind and deaf actors, among others, opposed a decision by the producers to not audition actresses for the role of Helen who shared her disabilities. (Readers’ comments on the controversy are here.)
In December, the producers announced that Kyra Ynez Siegel, a vision-impaired 10-year-old, would be Ms. Breslin’s understudy.
“The Miracle Worker” begins previews at Circle in the Square on Feb. 12 and opens on March 3.
Fonte: The New York Times
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Notícias
Soluções Especiais PT e TMN para pessoas com deficiências e incapacidades - Acessibilidade e Subsidiação

Tema: Soluções Especiais PT e TMN para pessoas com deficiências e incapacidades - Acessibilidade e Subsidiação
Local: Auditório do Instituto Nacional para a Reabilitação, Lisboa - Av. Conde de Valbom, 63
Data: 28 de Janeiro de 2010, QUINTA-FEIRA
Hora: das 15h00 às 17h30
O primeiro Fórum deste ano terá como dinamizadores o Eng. Luís Apolinário e Eng. Miguel Cavaco.
A entrada é livre, sem inscrição prévia e terá Serviço de Intérprete de Língua Gestual Portuguesa.
www.inr.pt - AGENDA
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Eventos
Controvérsia sobre acessibilidade na Web
Mais de 60 milhões de norte-americanos não são capazes de aceder à internet sem a ajuda de um leitor de ecrã, um teclado, ou rato especial. Paradoxalmente, os Estados Unidos, considerado uma das maiores potências mundiais, não tem legislação específica que obrigue as empresas a tornarem os seus sites acessíveis a pessoas com deficiência.
No entanto e felizmente, a discussão sobre a importância da acessibilidade da internet chama a atenção de cada vez mais programadores e web designers, assim como das grandes empresas que actuam na Web, e que pretendem tornar a experiência da rede mundial acessível à maior diversidade de usuários possível.
Segundo Cnet Judy Brewer, directora do núcleo de Iniciativas para Acessibilidade na Web da organização World Wide Web (W3C) (consórcio internacional que define padrões para a internet), existe cada vez maior preocupação e envolvimento em torno da temática da acessibilidade, especialmente por parte das grandes empresas. A garantia de acessibilidade para todos está a tornar-se uma premissa primária na construção e desenvolvimento de Web sites.
Uma nova linguagem padrão de programação para Web denominada Html 5 está a ser desenvolvida pelo núcleo de Judy Brewer na W3C e por outros núcleos do consórcio, tendo como principal objectivo conseguir um suporte para todas as necessidades de acessibilidade.
Segundo um artigo publicado pelo Cnet, duas das maiores empresas de internet, a Yahoo e a Google já tornaram a acessibilidade um factor fundamental no seu trabalho. O Yahoo, por exemplo, exige que todos os seus novos colaboradores tenham formação especial sobre acessibilidade e que os novos designers de livros electrónicos passem pelo Laboratório de Acessibilidade. Já a Google adicionou recentemente uma ferramenta ao YouTube que permite que os usuários adicionem automaticamente legendas aos seus vídeos, o que facilita o acesso para pessoas com problemas auditivos.
A internet está cada vez mais dinâmica, o que torna as exigências de acessibilidade mais aliciantes para os designers e programadores. Segundo a WebAim (organização ligada à Universidade de Utah), um dos equipamentos mais utilizados por deficientes visuais, os leitores de ecrã, encontram sérios problemas com a maioria das configurações dos sites existentes, já que a maioria das imagens e fotografias apresentadas nas páginas Web não possuem textos \ legendas que lhes correspondam, factor que impossibilita a correcta leitura pelo programa.
Fonte: ajudas.com
No entanto e felizmente, a discussão sobre a importância da acessibilidade da internet chama a atenção de cada vez mais programadores e web designers, assim como das grandes empresas que actuam na Web, e que pretendem tornar a experiência da rede mundial acessível à maior diversidade de usuários possível.
Segundo Cnet Judy Brewer, directora do núcleo de Iniciativas para Acessibilidade na Web da organização World Wide Web (W3C) (consórcio internacional que define padrões para a internet), existe cada vez maior preocupação e envolvimento em torno da temática da acessibilidade, especialmente por parte das grandes empresas. A garantia de acessibilidade para todos está a tornar-se uma premissa primária na construção e desenvolvimento de Web sites.
Uma nova linguagem padrão de programação para Web denominada Html 5 está a ser desenvolvida pelo núcleo de Judy Brewer na W3C e por outros núcleos do consórcio, tendo como principal objectivo conseguir um suporte para todas as necessidades de acessibilidade.
Segundo um artigo publicado pelo Cnet, duas das maiores empresas de internet, a Yahoo e a Google já tornaram a acessibilidade um factor fundamental no seu trabalho. O Yahoo, por exemplo, exige que todos os seus novos colaboradores tenham formação especial sobre acessibilidade e que os novos designers de livros electrónicos passem pelo Laboratório de Acessibilidade. Já a Google adicionou recentemente uma ferramenta ao YouTube que permite que os usuários adicionem automaticamente legendas aos seus vídeos, o que facilita o acesso para pessoas com problemas auditivos.
A internet está cada vez mais dinâmica, o que torna as exigências de acessibilidade mais aliciantes para os designers e programadores. Segundo a WebAim (organização ligada à Universidade de Utah), um dos equipamentos mais utilizados por deficientes visuais, os leitores de ecrã, encontram sérios problemas com a maioria das configurações dos sites existentes, já que a maioria das imagens e fotografias apresentadas nas páginas Web não possuem textos \ legendas que lhes correspondam, factor que impossibilita a correcta leitura pelo programa.
Fonte: ajudas.com
Pedido de colaboração - ICOM
A Comissão Nacional Portuguesa do ICOM está a preparar para 2010, em colaboração com o ICOM-Brasil, uma reunião em Lisboa das comissões nacionais do ICOM nos países de língua oficial portuguesa.
Um dos principais objectivos dessa reunião será a constituição de uma rede, contribuindo de forma significativa para o estabelecimento de Comissões Nacionais do ICOM nos países de língua portuguesa onde estas ainda não existem, nomeadamente Cabo Verde, Moçambique, São Tomé, Timor e Guiné.
Neste sentido, o ICOM-PT solicita a todos os membros que conheçam profissionais de museus nos países de expressão portuguesa (excepto Brasil), e que eventualmente estariam interessados em participar nesta reunião, que contactem:
Marta Lourenço
Secretária ICOM-PT
mclourenco@museus.ul.pt
Os contactos não precisam de ser membros do ICOM.
Para além dos contactos, todas as informações que disponham e que considerem relevantes são bem vindas.
Muito agradecemos a vossa colaboração.
Luís Raposo
Presidente do ICOM-Portugal
Um dos principais objectivos dessa reunião será a constituição de uma rede, contribuindo de forma significativa para o estabelecimento de Comissões Nacionais do ICOM nos países de língua portuguesa onde estas ainda não existem, nomeadamente Cabo Verde, Moçambique, São Tomé, Timor e Guiné.
Neste sentido, o ICOM-PT solicita a todos os membros que conheçam profissionais de museus nos países de expressão portuguesa (excepto Brasil), e que eventualmente estariam interessados em participar nesta reunião, que contactem:
Marta Lourenço
Secretária ICOM-PT
mclourenco@museus.ul.pt
Os contactos não precisam de ser membros do ICOM.
Para além dos contactos, todas as informações que disponham e que considerem relevantes são bem vindas.
Muito agradecemos a vossa colaboração.
Luís Raposo
Presidente do ICOM-Portugal
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Prémios "Novo Norte" - CCDRN

Encerrará já a 15 de Fevereiro o período de candidaturas aos Prémios “NOVO NORTE”, iniciativa promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, o Jornal de Notícias e o “ON.2 – O Novo Norte” (Programa Operacional Regional do Norte), que visa distinguir boas práticas e realizações de excelência em seis temas prioritários do desenvolvimento da Região do Norte: Inovação, Criatividade, Empreendedorismo, Sustentabilidade, Cidades e Inclusão.
Toda a documentação e informação sobre a iniciativa está disponível no website www.ccdr-n.pt/premios e no portal www.jn.pt/dossies A submissão de candidaturas é realizada através do formulário disponível em http://norteemrede.inescporto.pt/planeamento-regional/norte-2015-boas-praticas-1/norte-2015-boas-praticas
O galardão “NOVO NORTE” visa distinguir pública e regularmente as iniciativas de desenvolvimento regional mais inovadoras, concretizadas nos últimos cinco anos, naquelas seis categorias seleccionadas, que apresentem efeito demonstrativo e potencial de transferibilidade.
Dos seis premiados, a anunciar no mês de Abril, um (o vencedor “NOVO NORTE”) será candidato pela Região do Norte aos prémios anuais da União Europeia “RegioStars” ou “European Enterprise Awards” (desde que se enquadre nos temas definidos pela Comissão Europeia), contando com o apoio técnico, logístico e de comunicação da CCDR-N e JN.
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quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010
GERA - Gabinete de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade em Portugal

O GERA foi criado em 2005 pela Ataraxia é o primeiro Gabinete de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade em Portugal, especializado na promoção da acessibilidade em locais de uso público para todos, independentemente da sua condição ou limitação.
O GERA é especializado no desenvolvimento de conceitos comunicativos, adaptados para todos, com vasta experiência de diagnóstico, projecto e intervenção no espaço físico quer sejam edifícios ou áreas exteriores públicas. .
Dada a cada vez maior importância de todos os espaços públicos – edifícios ou áreas exteriores – serem acessíveis a todos os cidadãos – mesmo com limitações temporárias ou permanentes – a Ataraxia disponibiliza os seguintes serviços:
- Diagnóstico de necessidades.
- Projecto de Acessibilidade Inclusiva.
- Intervenções no espaço físico.
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Seminário "Serviços Educativos em Espaços Culturais"
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SEMINÁRIO: SERVIÇOS EDUCATIVOS EM ESPAÇOS CULTURAIS
O que são Serviços Educativos? Para que servem? Que actividades e que metodologias desenvolvem? A quem se dirigem? Como estão organizados? Como são formados os seus profissionais?
Nas últimas décadas e em muitos espaços culturais (museus, bibliotecas, teatros, monumentos e sítios, centros de ciência, …) foram estruturados Serviços Educativos com actividade permanente, dinamizados por profissionais que asseguram a mediação entre os programas científicos, culturais e artísticos e os diversos públicos, particularmente escolares. As visitas ao património histórico, a educação científica e ambiental, a estimulação de capacidades criativas, entre outras, integram também a programação desses espaços.
O Seminário “Serviços Educativos em Espaços Culturais” irá realizar uma reflexão retrospectiva sobre experiências portuguesas e analisar perspectivas evolutivas, convidando alguns dos mais experientes especialistas em serviços educativos, para conjuntamente com gestores e programadores, docentes e artistas, explicitarem pontos de vista, debaterem modelos conceptuais e metodologias, analisarem alguns.
Este Seminário dirige-se aos profissionais da cultura e da educação, da área pública e privada, professores e investigadores, gestores culturais e programadores, técnicos de projectos educativos, estudantes que pretendam formar e profissionalizar em serviços educativos.
Local: CENTRO CULTURAL DE LAGOS
27, 28 e 29 de Janeiro de 2010
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Eventos
segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009
A experiência de visita ao Museu
Título: A experiência de visita ao museu: visitas aos museus: expectativas e percepções, a experiência de consumo e factores críticos de satisfação
Autor: Matos, Joana Isabel Barreiro Alves de
Orientador: Vale, Rita Miguel Ramos Dias Coelho do
Data: Mar-2009
Editora: Instituto Superior de Economia e Gestão
Citação: Matos, Joana Isabel Barreiro Alves de. 2009. "A experiência de visita ao museu: visitas aos museus: expectativas e percepções, a experiência de consumo e factores críticos de satisfação". Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.
Resumo: Este estudo vem analisar a necessidade de aplicação do marketing aos museus, analisando e identificando um conjunto de factores críticos de satisfação e de experiência de visita. A experiência de visita aos museus analisada de acordo com as expectativas e percepções dos visitantes revela algumas oportunidades de gestão dos museus do ponto de vista da aplicação do marketing. Numa época em que as actividades de marketing cada vez mais condicionam e influenciam a resposta dos consumidores, é de extrema relevância que também instituições que habitualmente não seguem uma óptica puramente comercial comecem a utilizar estratégias de marketing para captarem o interesse dos consumidores. Neste estudo foram analisados um conjunto de factores tipicamente considerados críticos em serviços, como a tangibilidade, a fiabilidade, a compreensibilidade, a confiança e a empatia, bem como novos factores inovadores, dos quais se destacam as políticas de preços, as novas tecnologias, factores ambientais (infra-estrutura, o tamanho do museu), e actividades culturais e sociais. Através da análise de impacto na visita foi possível verificar que a empatia é o factor que mais contribui para a satisfação dos visitantes embora curiosamente não seja o mais importante em termos de expectativas. Os visitantes esperam poder confiar no serviço do museu, valorizam o seu ambiente, a política de preços onde se incluem as campanhas, e a gratuitidade das entradas. Ao fazermos análises separadas para participantes do sexo masculino e feminino, apercebemo-nos ainda que a nostalgia é um factor relevante para as mulheres mas insignificante para os homens. Os resultados mostram também que os factores identificados neste estudo permitem medir a satisfação, e que esta explica a lealdade, isto é, a intenção de repetição da visita. Finalmente, ao analisarmos a probabilidade de recomendação da visita identificámos que esta está condicionada conjuntamente pela satisfação experimentada e pelo nível de lealdade. A satisfação é um factor mediador e, por essa razão, só através dela é que é possível a lealdade explicar também a recomendação ("word-of-mouth"). Este estudo permitiu também encontrar diferenças na satisfação dos visitantes em função do seu género, bem como detectar diferenças entre a realidade dos museus nacionais e estrangeiros. As novas tecnologias contribuem para a satisfação dos visitantes no contexto dos museus estrangeiros, o que leva a crer que este aspecto possa constituir uma melhoria nos museus nacionais. Finalmente, este estudo veio realçar a importância da valorização da experiência de visita aos museus, contribuindo para a identificação de alguns factores inovadores para esta realidade.
Descrição: Mestrado em Marketing
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/718
Aparece nas colecções: DG - Teses de Mestrado
BISEG - Teses de Mestrado
Autor: Matos, Joana Isabel Barreiro Alves de
Orientador: Vale, Rita Miguel Ramos Dias Coelho do
Data: Mar-2009
Editora: Instituto Superior de Economia e Gestão
Citação: Matos, Joana Isabel Barreiro Alves de. 2009. "A experiência de visita ao museu: visitas aos museus: expectativas e percepções, a experiência de consumo e factores críticos de satisfação". Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.
Resumo: Este estudo vem analisar a necessidade de aplicação do marketing aos museus, analisando e identificando um conjunto de factores críticos de satisfação e de experiência de visita. A experiência de visita aos museus analisada de acordo com as expectativas e percepções dos visitantes revela algumas oportunidades de gestão dos museus do ponto de vista da aplicação do marketing. Numa época em que as actividades de marketing cada vez mais condicionam e influenciam a resposta dos consumidores, é de extrema relevância que também instituições que habitualmente não seguem uma óptica puramente comercial comecem a utilizar estratégias de marketing para captarem o interesse dos consumidores. Neste estudo foram analisados um conjunto de factores tipicamente considerados críticos em serviços, como a tangibilidade, a fiabilidade, a compreensibilidade, a confiança e a empatia, bem como novos factores inovadores, dos quais se destacam as políticas de preços, as novas tecnologias, factores ambientais (infra-estrutura, o tamanho do museu), e actividades culturais e sociais. Através da análise de impacto na visita foi possível verificar que a empatia é o factor que mais contribui para a satisfação dos visitantes embora curiosamente não seja o mais importante em termos de expectativas. Os visitantes esperam poder confiar no serviço do museu, valorizam o seu ambiente, a política de preços onde se incluem as campanhas, e a gratuitidade das entradas. Ao fazermos análises separadas para participantes do sexo masculino e feminino, apercebemo-nos ainda que a nostalgia é um factor relevante para as mulheres mas insignificante para os homens. Os resultados mostram também que os factores identificados neste estudo permitem medir a satisfação, e que esta explica a lealdade, isto é, a intenção de repetição da visita. Finalmente, ao analisarmos a probabilidade de recomendação da visita identificámos que esta está condicionada conjuntamente pela satisfação experimentada e pelo nível de lealdade. A satisfação é um factor mediador e, por essa razão, só através dela é que é possível a lealdade explicar também a recomendação ("word-of-mouth"). Este estudo permitiu também encontrar diferenças na satisfação dos visitantes em função do seu género, bem como detectar diferenças entre a realidade dos museus nacionais e estrangeiros. As novas tecnologias contribuem para a satisfação dos visitantes no contexto dos museus estrangeiros, o que leva a crer que este aspecto possa constituir uma melhoria nos museus nacionais. Finalmente, este estudo veio realçar a importância da valorização da experiência de visita aos museus, contribuindo para a identificação de alguns factores inovadores para esta realidade.
Descrição: Mestrado em Marketing
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/718
Aparece nas colecções: DG - Teses de Mestrado
BISEG - Teses de Mestrado
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Bibliografia,
Trabalhos Académicos
terça-feira, 22 de Dezembro de 2009
Acção de sensibilização em Design Inclusivo
OBJECTIVOS
- Reflectir sobre a dimensão ética do design inclusivo enquanto processo dirigido para a melhoria da qualidade de vida, considerando conceitos como: diversidade humana; envelhecimento; deficiência; sustentabilidade e exclusão social.
- Identificar oportunidades de projecto/negócio associadas às tendências demográficas e culturais relacionadas com o envelhecimento da população e com e valorização da diversidade humana.
DESTINATÁRIOS
- Profissionais de diferentes áreas com intervenção no património edificado, estudantes e docentes do Ensino Superior, técnicos das áreas dos transportes e das TIC.
CONTEÚDOS
1. Enquadramento social do design inclusivo.
1.1. Conceitos de homem ideal, de homem médio e de diversidade humana.
1.2. Dados demográficos e económicos que suportam a necessidade do design inclusivo.
1.3. Conceitos de deficiência, incapacidade e de desvantagem.
1.4. Modelos e preconceitos sobre a diversidade humana.
1.5. O Modelo Gap como forma de interpretação da exclusão pelo meio.
2. Diferentes abordagens ao design inclusivo.
2.1. Ética e responsabilidade social da profissão de designer.
2.2. Acessibilidade – Identificação de barreiras e definição de mínimos.
2.3. O conceito de design universal.
2.4. Os sete princípios do design universal.
2.5. O conceito de design inclusivo.
3. Desenho inclusivo e as TIC – A rede EDeAN
4. Estudos de caso
3.1. A dimensão funcional e simbólica no desenvolvimento de produtos inclusivos.
3.2. O design inclusivo enquanto factor de inovação.
3.3. O design inclusivo enquanto factor de sucesso económico.
METODOLOGIAS DE ENSINO / APRENDIZAGEM
O desenvolvimento dos trabalhos assentará:
1. Em momentos de exposição de conteúdos seguidos por períodos de debate com o grupo.
2. Em exercícios práticos em pequeno grupo que permitam aprofundar os conteúdos apresentados e sua apresentação e debate com a totalidade do grupo.
3. Em momentos de reflexão e debate entre pares sobre a aplicabilidade dos conhecimentos propostos às realidades específicas dos participantes
LOCAL
Auditório da sede do INR, IP
Av. Conde Valbom, 63, 1069 – 178 Lisboa
DATA/HORÁRIO
21 de Dezembro –9h30 às 13h00 – 14h00 às 17h30
PROGRAMA
9h30 – 13h00 – Enquadramento social do design inclusivo e diferentes abordagens ao design inclusivo.
13h00 – 14h00 – Almoço
14h00 – 17h30 – Desenho inclusivo e as TIC – A rede EDeAN e estudos de caso
FORMADORES
Doutor Renato Bispo
Dr. Carlos Pereira
CONTACTOS
Manuela Branco
manuela.s.branco@seg-social.pt
Tel. 21 792 95 00
Fax: 21 792 95 09
Catarina Pereira
catarina.pereira@seg-social.pt
Tel. 21 792 95 00
Fax: 21 792 95 09
- Reflectir sobre a dimensão ética do design inclusivo enquanto processo dirigido para a melhoria da qualidade de vida, considerando conceitos como: diversidade humana; envelhecimento; deficiência; sustentabilidade e exclusão social.
- Identificar oportunidades de projecto/negócio associadas às tendências demográficas e culturais relacionadas com o envelhecimento da população e com e valorização da diversidade humana.
DESTINATÁRIOS
- Profissionais de diferentes áreas com intervenção no património edificado, estudantes e docentes do Ensino Superior, técnicos das áreas dos transportes e das TIC.
CONTEÚDOS
1. Enquadramento social do design inclusivo.
1.1. Conceitos de homem ideal, de homem médio e de diversidade humana.
1.2. Dados demográficos e económicos que suportam a necessidade do design inclusivo.
1.3. Conceitos de deficiência, incapacidade e de desvantagem.
1.4. Modelos e preconceitos sobre a diversidade humana.
1.5. O Modelo Gap como forma de interpretação da exclusão pelo meio.
2. Diferentes abordagens ao design inclusivo.
2.1. Ética e responsabilidade social da profissão de designer.
2.2. Acessibilidade – Identificação de barreiras e definição de mínimos.
2.3. O conceito de design universal.
2.4. Os sete princípios do design universal.
2.5. O conceito de design inclusivo.
3. Desenho inclusivo e as TIC – A rede EDeAN
4. Estudos de caso
3.1. A dimensão funcional e simbólica no desenvolvimento de produtos inclusivos.
3.2. O design inclusivo enquanto factor de inovação.
3.3. O design inclusivo enquanto factor de sucesso económico.
METODOLOGIAS DE ENSINO / APRENDIZAGEM
O desenvolvimento dos trabalhos assentará:
1. Em momentos de exposição de conteúdos seguidos por períodos de debate com o grupo.
2. Em exercícios práticos em pequeno grupo que permitam aprofundar os conteúdos apresentados e sua apresentação e debate com a totalidade do grupo.
3. Em momentos de reflexão e debate entre pares sobre a aplicabilidade dos conhecimentos propostos às realidades específicas dos participantes
LOCAL
Auditório da sede do INR, IP
Av. Conde Valbom, 63, 1069 – 178 Lisboa
DATA/HORÁRIO
21 de Dezembro –9h30 às 13h00 – 14h00 às 17h30
PROGRAMA
9h30 – 13h00 – Enquadramento social do design inclusivo e diferentes abordagens ao design inclusivo.
13h00 – 14h00 – Almoço
14h00 – 17h30 – Desenho inclusivo e as TIC – A rede EDeAN e estudos de caso
FORMADORES
Doutor Renato Bispo
Dr. Carlos Pereira
CONTACTOS
Manuela Branco
manuela.s.branco@seg-social.pt
Tel. 21 792 95 00
Fax: 21 792 95 09
Catarina Pereira
catarina.pereira@seg-social.pt
Tel. 21 792 95 00
Fax: 21 792 95 09
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Eventos
MuMa realiza acção de formação - "Braille, acessibilidades e orientação em museus para deficientes visuais"
A MuMa-Rede de Museus de Matosinhos irá arrancar o ano de 2010 com a realização da acção de formação/sensiblização "Braille, acessibilidades e orientação em museus para deficientes visuais".
Esta iniciativa terá lugar no dia 4 de Janeiro (10h-12h), no Centro Municipal Joaquim Neves dos Santos (Rua Conde Alto Mearim, 385, 1º, Matosinhos) no âmbito do Dia Mundial do Braille.
A acção, orientada por técnicos da ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal), visa dar a conhecer as potencialidades do sistema de leitura Braille para invisuais nos museus, assim como abordar a problemática das barreiras arquitectónicas e respectivas soluções. Será também uma oportunidade para os participantes aprenderem dicas sobre como receber e orientar deficientes visuais nos espaços museológicos.
As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas até dia 30/12 para os seguintes mails (muma@cm-matosinhos.pt/luis.soares@cm-matosinhos.pt).
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Eventos
terça-feira, 15 de Dezembro de 2009
Mensagem da Presidente da ENAT - European Network for Accessible Tourism

President's Message
Lilian Müller, ENAT President
Enabling access to tourism is our priority. First, some facts and figures. As a population we're both ageing rapidly and travelling more: older people who still want and are able to travel will soon make up 25% of the European population. Add to this the 50 million people with disabilities in Europe who want to holiday with family and friends, and we find that as many as 130 million people in Europe alone will benefit from improved access to travel and tourism services. Accessible tourism is not a niche market; it's a demographic explosion and we will all feel the effects. We have to improve access now.
Everyone in the tourism industry will know by now that people with access needs expect – and have the right to expect – the same services and opportunities as everyone else: independent travel, accessible facilities, trained staff, reliable information and inclusive marketing. Accessible tourism benefits everyone. More individuals enjoy the opportunity to travel; the tourism industry gets more visitors, longer seasons and new incomes. Society as a whole benefits from new job opportunities, more tax revenue and an accessible environment for both inhabitants and visitors.
The demand for accessible tourism, in its wide conception of tourism for all, is growing. It's now an opportunity rather than an obligation. If the tourism industry wants to maintain and develop quality, sustainability and competitiveness, it must support and develop tourism accessible for all.
ENAT, the European Network for Accessible Tourism, aims to meet these challenges. As an international network originally set up in 2006 by nine sponsor organisations with EU support, we aim to help make European tourism destinations, products and services accessible to all. We bring together all actors in the tourism sector – private, public and NGOs – to share experiences, learn from each other and collaborate in joint projects and partnerships.
We support the development and spread of good policies and practices as a means of raising awareness, knowledge and expertise on accessibility issues in European tourism.
We are a platform for all those who support accessibility in tourism, and a strong representative voice in European towards national institutions and organisations whose actions have a direct influence on the tourism sector.
ENAT started as a European Network, but we welcome members from all over the world to share in our activities and collaborate with our European members. We have only just begun our work but we have our sights clearly set on the path ahead and on the ultimate destination: accessible tourism for all.
Lilian Müller is President of ENAT and Manager of 'Tourism for All in Sweden'.
Fonte: ENAT
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Entrevistas
quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
Comemoração dos 200 Anos de Louis Braille no Museu da Ciência

Braille, 200 anos
3 a 13 de Dezembro
O dia 3 de Dezembro é, desde 1998, o "Dia Internacional das Pessoas com Deficiência".
Trata-se de uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas, com o objectivo de promover uma maior compreensão dos assuntos relacionados com a deficiência.
Para assinalar esta data, que ocorre no ano em que se celebram os 200 anos do nascimento de Louis Braille (1809-1852), o Museu da Ciência promove diversas iniciativas numa semana dedicada às pessoas invisuais, seus familiares, professores e educadores, mas também ao público em geral.
3 de Dezembro | 15h00
APRESENTAÇÃO DE UM TRADUTOR DE TEXTO COM ANOTAÇÕES MATEMÁTICAS PARA BRAILLE TÉCNICO
Miguel Filgueiras, Universidade do Porto
MATERIAIS INTERACTIVOS DE MATEMÁTICA PARA INVISUAIS
Manuel Arala Chaves e Ana Cristina Oliveira, Associação Atractor
No intuito de facilitar a produção de textos em Braille por parte de quem não conhece essa notação foi desenvolvido um programa que traduz textos com anotações matemáticas para Braille. Nesta sessão serão descritos o modo de usar o programa, as suas limitações e possíveis melhorias a introduzir.
A Associação Atractor - Matemática Interactiva planeou e construiu materiais interactivos de matemática para serem utilizados por alunos invisuais nas escolas e também por visitantes invisuais de exposições de matemática e adaptou outros, já existentes para alunos de visão normal.
Entre estes últimos, referimos alguns jogos frequentemente usados no Ensino Básico / Secundário, como o Jogo do 24 ou dominós de fracções e de geometria - que foram adaptados, por forma a poderem ser usados simultaneamente por alunos invisuais e alunos não invisuais.
Foi ainda criado material que permite veicular ideias sobre os diferentes tipos de simetria (translações, rotações, reflexões, ...) e sobre a sua utilização na classificação dos frisos e padrões.
10 de Dezembro | 17h00
APRENDER A EDUCAR CÃES-GUIAS PARA CEGOS
João Pedro Fonseca, Associação Beira Aguieira de Apoio ao Deficiente Visual
Um cão-guia para cegos é geralmente um labrador de raça retriever, educado durante dois anos para conduzir o seu dono em segurança nas suas deslocações. Ele evita que o seu dono choque com obstáculos, ajuda-o a encontrar a entrada dos locais onde pretende dirigir-se, procura um multibanco ou um telefone público, encontra a passadeira para peões e até impede que pise poças de água e excrementos de outros animais.
Nesta sessão, que conta com a presença de um cão guia, vamos aprender como se faz a sua educação e como cada um de nós pode participar directamente nessa formação.
13 de Dezembro | 11h00
DESCOBRE COMO É VER COM AS MÃOS
Manuel Arala Chaves e Ana Cristina Oliveira, Associação Atractor
Ana Cristina Abreu, Luís Barata e Lucília Vicente, Apoio Técnico-Pedagógico a Estudantes Deficientes (ATPED)
Sessão integrada no Programa Ciência em Família
Já alguma vez tentaste identificar um objecto apenas pelo tacto, sem usares a visão? Será que consegues distinguir só pelo toque um quadrado de um triângulo, um hexágono de um octógono, um ovo de uma esfera? E será que consegues distinguir só pelo tacto uma esferográfica de uma pen-drive, um baton de uma caneta de feltro? Uma pinha de um búzio? E será que consegues identificar padrões e simetrias se não puderes olhar para eles? Sabes o que é o alfabeto braille? Sabes como se escreve o teu nome em braille?
Nesta sessão serão ainda apresentados diversos materiais didácticos e jogos matemáticos que podem ser usados simultaneamente por visuais como invisuais.
3 a 13 de Dezembro
VER COM AS MÃOS - OBJECTOS DE HISTÓRIA NATURAL
Vem identificar objectos de história natural pelo tacto e descobre a relação que existe entre eles. Se souberes Braille a tarefa vai ser facilitada pois cada objecto tem uma legenda em relevo e um curto texto em Braille.
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Eventos
Revista Museologia.pt (nº3) e Museus e Património Imaterial: agentes, fronteiras, identidades.


Revista Museologia.pt n.º 3 e Museus e Património Imaterial Lançamento no Museu Nacional de Arte Antiga | 10 de Dezembro | 18h00
Hoje, 10 de Dezembro, terá lugar o lançamento das novas edições do IMC: Revista Museologia.pt (n.º 3) e Museus e Património Imaterial: agentes, fronteiras, identidades.
A sessão será presidida pelo Prof. Doutor João Carlos Brigola, Director do IMC, e terá lugar no Auditório do MNAA, pelas 18h00.
A apresentação pública das obras será efectuada, respectivamente, pela Prof. Doutora Natália Correia Guedes e pela Prof. Doutora Maria Cardeira da Silva (FCSH / UNL).
A sessão contará com a presença do Dr. Paulo M. Ramos, Presidente do Conselho de Administração da Softlimits, S.A., entidade responsável pela co-edição de Museus e Património Imaterial.
Constituindo o periódico de referência a nível nacional para a área da Museologia, o novo número da Revista Museologia.pt tem como tema central o dossiê “Museus e Inovação Tecnológica”.
O volume inclui ainda as rubricas “Projectos e Experiências”, “Exposições”, “História e Memórias” e “Internacional”, contando com a colaboração de 30 autores.
A edição "Museus e Património Imaterial. Agentes | Fronteiras | Identidades" inclui, por sua vez, um Volume de actas do Ciclo de seis Colóquios realizados pelo IMC em 2008 dedicados ao referido tema.
Amplamente ilustrado, o volume conta com textos de 33 autores, nas áreas da Museologia, Antropologia, Economia Agrária e Sociologia Rural, Etnomusicologia, Direito e Património.
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Bibliografia
quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
Conferência "Os Direitos das Pessoas com Deficiência e as boas prácticas em Intervenção Precoce"

Conferência "Os Direitos das Pessoas com Deficiência e as boas práticas em Intervenção Precoce"
10/12/2009
Das 15h00 às 18h00
Auditório 3
Entrada livre
Os resultados do estudo aprofundado realizado no âmbito do projecto-piloto "Intervenção Precoce - Construção de Boas Práticas" vão ser apresentados numa conferência que terá lugar no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, a 10 de Dezembro, pelas 15h00.
O projecto-piloto "Intervenção Precoce - Construção de Boas Práticas" acompanhou, entre 2005 e 2008, cerca de cem crianças de idade inferior a seis anos com problemas de desenvolvimento, com o objectivo de desenvolver a sua autonomia.
Simultaneamente, houve um trabalho de capacitação junto das famílias daquelas crianças, para que pudessem assumir plenamente o seu papel na educação dos seus filhos e no apoio ao seu desenvolvimento.
Este projecto deu origem a um estudo mais aprofundado, que permitiu compilar algumas práticas recomendáveis em Intervenção Precoce, adaptadas à realidade portuguesa.
Programa:
Moderador: Daniel Sampaio, Faculdade de Medicina de Lisboa
"A Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência"
Alexandra Pimenta, Presidente do Instituto Nacional de Reabilitação
Hywel Ceri Jones, Co-presidente do Consorcio Europeu de Fundações para os Direitos das Pessoas com Deficiência
"Repensar a Deficiência no Século XXI"
Don Bailey, RTI - Research Triangle Institute
"Intervenção Precoce - o Processo de construção de boas práticas: resultados do projecto apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian"
Joaquim Gronita, Universidade Aberta
A importância da avaliação de programas para a promoção da qualidade da prestação de serviços: o estudo avaliativo do projecto
Júlia Serpa Pimentel, Insituto Superior de Psicologia Aplicada
Para mais informações contactar: pgdh@gulbenkian.pt
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Eventos
sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009
IME Pre-Conference Workshop: "Re-Presenting Disability" by Dr. Richard Sandell
Quem quiser também pode consultar o livro:
Re-Presenting Disability
Richard Sandell, Jocelyn Dodd, Rosemarie Garland-Thomson
Routledge
ISBN: 978-0-415-49473-1
£23,99
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Bibliografia,
Eventos,
Textos teóricos
Turismo acessível do ponto de vista das pessoas deficientes auditivas
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Deficiência Auditiva
Profissionais de turismo aprendem língua gestual
Interagir com a comunidade surda, conhecendo sua cultura, eliminar estereótipos sobre o tema e facilitar a comunicação entre profissionais do turismo, surdos e deficientes auditivos. Esses são alguns dos temas propostos no curso básico de Libras (Língua Brasileira de Sinais), por iniciativa da Setur (Secretaria de Turismo), que começou ontem (segunda 03), com duas turmas, que assistiram a aulas inaugurais no Santuário de Santo Antônio do Valongo, no Centro Histórico, e no Aquário, na Ponta da Praia. Hoje (terça 04), das 19h às 21h, a terceira turma inicia o curso na sede da CSS (Congregação Santista de Surdos), entidade coordenadora das aulas, localizada na Rua Tocantins, 4, no Gonzaga.
Com 50 alunos inscritos, o curso é direcionado a recepcionistas bilíngues, monitoras do programa ‘Vovô Sabe Tudo’, da Seas (Secretaria de Assistência Social), e guias de turismo da Setur, além de profissionais autônomos. A carga horária é de quatro horas semanais, com encerramento previsto em dezembro.
Weslei da Silva Rocha, instrutor de Libras e professor da Seduc (Secretaria de Educação), ressalta a importância de estabelecer melhor reciprocidade na comunicação. No caso dos profissionais do ‘trade’, que mantém contato com pessoas de diversos países, o contato é realizado por meio de expressões faciais, corporais e mímicas, incorporados à língua de sinais, facilitando a comunicação entre surdos de diferentes nações. “Cada país tem seu idioma, com variações linguísticas”, afirma Rocha.
Mônica Tintore de Araújo, instrutora da CSS, explica alguns conceitos que julga importante para melhor compreensão da sociedade sobre o tema: “Na comunidade surda, fazemos uma diferenciação entre deficientes auditivos e surdos. Normalmente os primeiros são os indivíduos que perderam a audição, que não participam da comunidade surda, rejeitando aspectos culturais. Eles, por exemplo, rejeitam o uso das Libras, sendo que ela é um idioma, com aspectos linguísticos como gramática e morfologia”, disse.
A responsável da Seform (Seção de Formação Técnica dos Profissionais de Turismo), Maria Leopoldina do Patrocínio e Silva, afirmou já ter notado um aumento da demanda por parte do público com deficiências: “Temos constatado maior presença dessas pessoas fazendo turismo. A Lei de Acessibilidade determina o acesso a vários benefícios, como, por exemplo, o direito ao lazer”, afirmou.
A guia de turismo da Setur, Carina Souza, considerou proveitosa a aula inaugural: “O curso é importante para estabelecer melhor comunicação com os surdos. Já aprendi a utilizar algumas expressões de cumprimento, assim como dizer meu nome”, declarou. Já a recepcionista bilíngue Vanessa Almeida afirmou que estava realizando um antigo projeto: “Sempre tive interesse nesse curso, pois acredito que é uma boa maneira de fazer com que esse público se sinta incluído e bem-vindo à cidade”.
Fonte: Associação de Surdos de São Paulo
Com 50 alunos inscritos, o curso é direcionado a recepcionistas bilíngues, monitoras do programa ‘Vovô Sabe Tudo’, da Seas (Secretaria de Assistência Social), e guias de turismo da Setur, além de profissionais autônomos. A carga horária é de quatro horas semanais, com encerramento previsto em dezembro.
Weslei da Silva Rocha, instrutor de Libras e professor da Seduc (Secretaria de Educação), ressalta a importância de estabelecer melhor reciprocidade na comunicação. No caso dos profissionais do ‘trade’, que mantém contato com pessoas de diversos países, o contato é realizado por meio de expressões faciais, corporais e mímicas, incorporados à língua de sinais, facilitando a comunicação entre surdos de diferentes nações. “Cada país tem seu idioma, com variações linguísticas”, afirma Rocha.
Mônica Tintore de Araújo, instrutora da CSS, explica alguns conceitos que julga importante para melhor compreensão da sociedade sobre o tema: “Na comunidade surda, fazemos uma diferenciação entre deficientes auditivos e surdos. Normalmente os primeiros são os indivíduos que perderam a audição, que não participam da comunidade surda, rejeitando aspectos culturais. Eles, por exemplo, rejeitam o uso das Libras, sendo que ela é um idioma, com aspectos linguísticos como gramática e morfologia”, disse.
A responsável da Seform (Seção de Formação Técnica dos Profissionais de Turismo), Maria Leopoldina do Patrocínio e Silva, afirmou já ter notado um aumento da demanda por parte do público com deficiências: “Temos constatado maior presença dessas pessoas fazendo turismo. A Lei de Acessibilidade determina o acesso a vários benefícios, como, por exemplo, o direito ao lazer”, afirmou.
A guia de turismo da Setur, Carina Souza, considerou proveitosa a aula inaugural: “O curso é importante para estabelecer melhor comunicação com os surdos. Já aprendi a utilizar algumas expressões de cumprimento, assim como dizer meu nome”, declarou. Já a recepcionista bilíngue Vanessa Almeida afirmou que estava realizando um antigo projeto: “Sempre tive interesse nesse curso, pois acredito que é uma boa maneira de fazer com que esse público se sinta incluído e bem-vindo à cidade”.
Fonte: Associação de Surdos de São Paulo
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Deficiência Auditiva
Surdos têm guia especial no Museu Nacional de Arte Romana de Mérida
O novo serviço de "sinais-guias" para surdos do Museu Nacional de Arte Romana de Mérida, na Espanha, assegura a acessibilidade às coleções de suas instalações a mais de um milhão de pessoas surdas
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Deficiência Auditiva
Plano de acção para a integração das pessoas com deficiências ou incapacidades
Para aceder ao Plano de acção para a integração das pessoas com deficiências ou incapacidades, clique aqui!
Conteúdos:
1. Uma nova concepção de deficiência
2. Enquadramento internacional
3. Situação e desafios do sistema de integração das pessoas com deficiências ou incapacidade
4. Uma estratégia nacional para o sistema de integração das pessoas com deficiências ou incapacidade
5. Intervenção e estratégias para a qualidade de vida
6. Condições para a intervenção e execução do plano
Conteúdos:
1. Uma nova concepção de deficiência
2. Enquadramento internacional
3. Situação e desafios do sistema de integração das pessoas com deficiências ou incapacidade
4. Uma estratégia nacional para o sistema de integração das pessoas com deficiências ou incapacidade
5. Intervenção e estratégias para a qualidade de vida
6. Condições para a intervenção e execução do plano
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Bibliografia
sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Convite para jantar de comemoração dos 15 anos do Espaço T

Ex.mos /as Senhores/as,
O Espaço t – Associação para Apoio à Integração social e Comunitária, é uma Instituição particular de solidariedade social, tutelada pelo Ministério da Saúde que promove a integração de um grupo muito heterogéneo de pessoas, utilizando a arte como processo de terapia.
Fundado em 1994, o Espaço t desenvolve o seu trabalho em três áreas distintas (área Social, Cultural e de Formação) cujo objectivo principal é a integração de pessoas com problemas através da arte, de forma a fomentar a auto-estima e auto-conceito de cada uma destas pessoas.
Ao longo deste período o Espaço t tem visto o seu trabalho reconhecido, pela atribuição de prémios, atribuição em 2006, do Prémio Igualdade é Qualidade, atribuída pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e Emprego, sendo de destacar, em 2007 a nomeação pela Fundação Calouste Gulbenkian para o prémio internacional Raymond Georis Price:The Mercator Found e a atribuição em 2008, do 3º. Prémio Hospital do Futuro, na Categoria de Serviço Social, entre outros.
No ano em que celebra 15 anos de existência, sob o mote “Somos a Fada que Transforma Homens Em “Príncipes” e a Bola de Neve onde Ideias se transformam em Projectos de Sonho, a convite do Hotel Infante Sagres, estamos a organizar um Jantar comemorativo de aniversário, no próximo dia 4 de Dezembro, no Hotel Infante Sagres.
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Eventos
segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
Espectáculo de Dança | Plural Núcleo de Dança Contemporânea - Companhia de Dança Inclusiva | 4 DEZ | 21h30 | CCB

Um qualquer... é o novo espectáculo do Plural | Núcleo de Dança Contemporânea/ Companhia de Dança Inclusiva.
Resultado de uma parceria artística entre a Fundação LIGA e Escola Superior de Dança, este novo projecto é coreografado por Andreia Roque, Francisca Pinto e Mariana Pimentel. Explorar a fisicalidade, a presença e as relações entre os corpos foram os elementos impulsionadores deste processo. A criação de uma unidade através da expressão e das especificidades individuais foi um objectivo constante. A narrativa constrói-se a partir de objectos pessoais e de relações possíveis que vão surgindo ao longo do trabalho, o qual é uma partilha constante de histórias e momentos presentes em qualquer um de nós.
Sinopse
Por entre o que vejo estamos nós.
O que queres? Qualquer um que quer dar qualquer coisa.
Eu quero qualquer coisa...
Eu quero qualquer...
Eu quero...
Eu...descobri.
Coisas que tocam, que juntam, que sentem, que enchem, que explodem, que voltam, que começam.
Coreografia Andreia Roque, Francisca Pinto e Mariana Pimentel
Intérpretes Andreia Roque, Fernando Delgado, Francisca Pinto, Frederico Augusto, Mariana Pimentel, Miguel André Aguiar e Rita Pino
Desenho de Luz e Direcção Técnica Carlos Ramos
Fotografia Gonçalo Ribeiro
Consultoria Artística Carla Ribeiro e Francisco Pedro
Investigadora Sara Anjo
Coordenação Geral Cristina Passos
+ info» www.fundacaoliga.pt
Tel. 213 616 922
Preço | 10 €
Compre aqui o seu bilhete:
http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Danca/Pages/Danca.aspx#12
ou na Fundação LIGA e Escola Superior de Dança
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Eventos
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
O Sistema Braille: passado e futuro de um instrumento essencial
Seminário | Auditório da BNP | 02 Dezembro | 09h30 | Entrada livre
Seminário integrado nas comemorações dos 200 Anos do Nascimento de Louis Braille, celebrando o 40º aniversário da Área de Leitura para Deficientes Visuais da BNP e os 35 Anos de publicação da revista “Ponto e Som”.
PROGRAMA
09h30 - Recepção dos participantes
10h00 - SESSÃO DE ABERTURA
10h30 - LOUIS BRAILLE: O HOMEM E A OBRA
Moderador: representante do Instituto Nacional para a Reabilitação
• Louis Braille: o génio que supera o analfabetismo dos deficientes visuais
Augusto Deodato Guerreiro (CML) / Fernando Abreu Matos
• O Braille como meio natural de escrita e leitura para os deficientes visuais
Claudino Arieira Pinto (BNP)
• 40 anos ao serviço da promoção do Sistema Braille e outros meios complementares de acesso à leitura dos deficientes visuais
Isidro E. Rodrigues (BNP)
• A marca indelével do espírito tifloassociativo na afirmação da escrita e leitura Braille e no desenvolvimento de serviços de acesso às espécies bibliográficas destinadas às pessoas com deficiência visual
Carlos Lopes (ACAPO)
12h30 - Debate
13h00 - Intervalo para Almoço
14h30 - O SISTEMA BRAILLE NA ACTUALIDADE E NO FUTURO
Moderador: representante do Ministério da Educação
• A importância do Sistema Braille na educação das pessoas cegas
Vítor Rapoula Reino (Ministério da Educação, DREL)
• O Braille e as Tecnologias de Informação e Comunicação
Carlos Manuel dos Santos Ferreira
• Uma língua, uma grafia Braille: a importância da uniformização da grafia Braille nos países de expressão portuguesa
José Guerra (Câmara Municipal de Coimbra)
• O Braille na vida quotidiana
Ana Maria Fontes
• Domínio do sistema Braille como componente relevante na integração dos deficientes visuais em profissões de teor intelectual
Victor Calha / Carlos Jorge Barata Gonçalves
16h30 Pausa para café
17h00 Debate
17h30 SESSÃO DE ENCERRAMENTO
Organização
Área de Leitura para Deficientes Visuais da Biblioteca Nacional de Portugal, Instituto Nacional para a Reabilitação, Casa da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra, Gabinete de Dinamização Cultural da Direcção Municipal de Cultura da Câmara Municipal de Lisboa e Direcção Regional de Lisboa do Ministério da Educação.
Seminário integrado nas comemorações dos 200 Anos do Nascimento de Louis Braille, celebrando o 40º aniversário da Área de Leitura para Deficientes Visuais da BNP e os 35 Anos de publicação da revista “Ponto e Som”.
PROGRAMA
09h30 - Recepção dos participantes
10h00 - SESSÃO DE ABERTURA
10h30 - LOUIS BRAILLE: O HOMEM E A OBRA
Moderador: representante do Instituto Nacional para a Reabilitação
• Louis Braille: o génio que supera o analfabetismo dos deficientes visuais
Augusto Deodato Guerreiro (CML) / Fernando Abreu Matos
• O Braille como meio natural de escrita e leitura para os deficientes visuais
Claudino Arieira Pinto (BNP)
• 40 anos ao serviço da promoção do Sistema Braille e outros meios complementares de acesso à leitura dos deficientes visuais
Isidro E. Rodrigues (BNP)
• A marca indelével do espírito tifloassociativo na afirmação da escrita e leitura Braille e no desenvolvimento de serviços de acesso às espécies bibliográficas destinadas às pessoas com deficiência visual
Carlos Lopes (ACAPO)
12h30 - Debate
13h00 - Intervalo para Almoço
14h30 - O SISTEMA BRAILLE NA ACTUALIDADE E NO FUTURO
Moderador: representante do Ministério da Educação
• A importância do Sistema Braille na educação das pessoas cegas
Vítor Rapoula Reino (Ministério da Educação, DREL)
• O Braille e as Tecnologias de Informação e Comunicação
Carlos Manuel dos Santos Ferreira
• Uma língua, uma grafia Braille: a importância da uniformização da grafia Braille nos países de expressão portuguesa
José Guerra (Câmara Municipal de Coimbra)
• O Braille na vida quotidiana
Ana Maria Fontes
• Domínio do sistema Braille como componente relevante na integração dos deficientes visuais em profissões de teor intelectual
Victor Calha / Carlos Jorge Barata Gonçalves
16h30 Pausa para café
17h00 Debate
17h30 SESSÃO DE ENCERRAMENTO
Organização
Área de Leitura para Deficientes Visuais da Biblioteca Nacional de Portugal, Instituto Nacional para a Reabilitação, Casa da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra, Gabinete de Dinamização Cultural da Direcção Municipal de Cultura da Câmara Municipal de Lisboa e Direcção Regional de Lisboa do Ministério da Educação.
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Eventos
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Olhos Vendados - Esculturas em papel machê - Adriana Rizkallah
Uma Experiência Tátil
A exposição individual da artista plástica faz homenagem aos 200 anos de nascimento de Louis Braille, criador do Sistema Braille - código de leitura para os deficientes visuais. O Departamento Filatélico dos Correios lançará na abertura da exposição, no próximo 5 de novembro, o Selo Comemorativo ao Bicentenário de Braille, em Cerimonial, com a participação da ADEVA, Associação dos Deficientes Visuais e Amigos.
O ponto de contato entre a obra da artista plástica Adriana Rizkallah e o método desenvolvido por Louis Braille, que propiciou a leitura aos deficientes visuais, é o papel. Some-se a ele a experiência tátil e sensorial. O papel é uma das matérias-primas do elemento com que a artista desenvolve suas esculturas e objetos, dando-lhes tanto o cerne quanto a textura, também a sugestão ao tato da mensagem que as obras enviam a quem com elas interage. No Sistema Braille, o papel recebe também texturas que podem ser relevo ou perfuração, como esculturas que transmitem o que se quer revelar na possibilidade de leitura para quem vê o mundo por um olhar que não pode passar pelos olhos.
A exposição OLHOS VENDADOS é mais que uma mostra de arte, é uma proposta de experiência tátil e sensorial, de pura beleza para quem enxerga com os olhos e, especialmente, para aqueles que enxergam através de um outro tipo de olhar. O trabalho de Adriana divide-se em concreto e em orgânico. O concreto que se transforma visualmente em aço, pedra, mármore, cerâmica, sem contudo perder a leveza - o monolítico dos primórdios em que as primeiras escritas foram cravadas. O orgânico revela a vida que pulsa no seu trabalho. As peças orgânicas reagem ao sol e à umidade, alterando autonomamente sua forma e textura:
a sensação do toque agora será outro, momentos mais tarde.
Sua obra transforma o espaço, fixando-se no chão, no teto, e em suportes, cria caminhos para um passeio tátil visual e sensorial. Depois, as esculturas orgânicas e concretas se fixam nas paredes, possibilitando a exploração do “olhar” através dos sentidos. Outra vertente do trabalho de Adriana são as esferas, sugerindo globos oculares, com orifícios para que o expectador explore a obra por meio de uma vivência tátil e lúdica. Ainda, uma quarta vertente constroe “livros”, fazendo referência ao Sistema Braille, estimulando o prazer pela leitura com as mãos.
OLHOS VENDADOS é uma experiência forte em que a realidade lúdica se aplica aos sentidos através de uma identidade abstrata e de intensa emotividade. Os símbolos são grandes círculos, vazados, esferas que imitam a órbita ocular - a bola que roda para qualquer lugar como uma grande pupila, enxergando tudo ao redor, a refração da luz que irrompe e atende à visão não como atividade, mas como a libido, de olhar e ser olhado pelo toque das mãos, conferindo o desejo pelo objeto, pelas cores e pela vida.
A exposição OLHOS VENDADOS abre com Cerimonial do departamento Filatélico dos Correios para o lançamento do Selo do Bicentenário de Louis Braille. Quatro personalidades convidadas receberão o selo em estojo de couro que será marcado com o carimbo de prata. O Selo Comemorativo ficará disponível ao público em todas as agências dos Correios do país.
A exposição aliada ao lançamento do Selo Louis Braille marca uma data de grande importância para os deficientes visuais. Para o diretor-presidente da ADEVA, Associação dos Deficientes Visuais e Amigos, Markiano Charan Filho, “a importância dessa exposição, associada ao lançamento do Selo Comemorativo Louis Braille, é que o tato é um sentido vital para as pessoas com deficiência visual. É por meio do toque ou do tato que o cego participa da evolução do mundo.
Já o selo tem grande importância, pois marca o bicentenário de nascimento de alguém que pode ser considerado um gênio. Louis Braille tirou as pessoas cegas da escuridão da ignorância e da segregação social”, diz.
A exposição OLHOS VENDADOS será aberta no próximo 5 de novembro e vai até 30 de novembro de 2009, no Casarão Brasil, à rua Frei Caneca, nº 1.057, próximo à estação Consolação do Metrô, em São Paulo - Capital. O horário de visita é de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h, com entrada gratuita. Informações no fone (11) 3171-3739.
Artista Plástica: ADRIANA RIZKALLAH - contato:
adrianarizkallah@uol.com.br. Site: http://www.adrianarizkallah.com.br/
Curadoria do evento: Robert Richard, presidente da ABAPC - Associação Brasileira dos Artistas Plásticos e de Colagem. Contato:
aapc@aapc.com.br.
ADEVA - Associação dos Deficientes Visuais e Amigos - contato: Casarão Brasil – contato@casarãobrasil.com.br.
Fonte: Ler Para Ver
A exposição individual da artista plástica faz homenagem aos 200 anos de nascimento de Louis Braille, criador do Sistema Braille - código de leitura para os deficientes visuais. O Departamento Filatélico dos Correios lançará na abertura da exposição, no próximo 5 de novembro, o Selo Comemorativo ao Bicentenário de Braille, em Cerimonial, com a participação da ADEVA, Associação dos Deficientes Visuais e Amigos.
O ponto de contato entre a obra da artista plástica Adriana Rizkallah e o método desenvolvido por Louis Braille, que propiciou a leitura aos deficientes visuais, é o papel. Some-se a ele a experiência tátil e sensorial. O papel é uma das matérias-primas do elemento com que a artista desenvolve suas esculturas e objetos, dando-lhes tanto o cerne quanto a textura, também a sugestão ao tato da mensagem que as obras enviam a quem com elas interage. No Sistema Braille, o papel recebe também texturas que podem ser relevo ou perfuração, como esculturas que transmitem o que se quer revelar na possibilidade de leitura para quem vê o mundo por um olhar que não pode passar pelos olhos.
A exposição OLHOS VENDADOS é mais que uma mostra de arte, é uma proposta de experiência tátil e sensorial, de pura beleza para quem enxerga com os olhos e, especialmente, para aqueles que enxergam através de um outro tipo de olhar. O trabalho de Adriana divide-se em concreto e em orgânico. O concreto que se transforma visualmente em aço, pedra, mármore, cerâmica, sem contudo perder a leveza - o monolítico dos primórdios em que as primeiras escritas foram cravadas. O orgânico revela a vida que pulsa no seu trabalho. As peças orgânicas reagem ao sol e à umidade, alterando autonomamente sua forma e textura:
a sensação do toque agora será outro, momentos mais tarde.
Sua obra transforma o espaço, fixando-se no chão, no teto, e em suportes, cria caminhos para um passeio tátil visual e sensorial. Depois, as esculturas orgânicas e concretas se fixam nas paredes, possibilitando a exploração do “olhar” através dos sentidos. Outra vertente do trabalho de Adriana são as esferas, sugerindo globos oculares, com orifícios para que o expectador explore a obra por meio de uma vivência tátil e lúdica. Ainda, uma quarta vertente constroe “livros”, fazendo referência ao Sistema Braille, estimulando o prazer pela leitura com as mãos.
OLHOS VENDADOS é uma experiência forte em que a realidade lúdica se aplica aos sentidos através de uma identidade abstrata e de intensa emotividade. Os símbolos são grandes círculos, vazados, esferas que imitam a órbita ocular - a bola que roda para qualquer lugar como uma grande pupila, enxergando tudo ao redor, a refração da luz que irrompe e atende à visão não como atividade, mas como a libido, de olhar e ser olhado pelo toque das mãos, conferindo o desejo pelo objeto, pelas cores e pela vida.
A exposição OLHOS VENDADOS abre com Cerimonial do departamento Filatélico dos Correios para o lançamento do Selo do Bicentenário de Louis Braille. Quatro personalidades convidadas receberão o selo em estojo de couro que será marcado com o carimbo de prata. O Selo Comemorativo ficará disponível ao público em todas as agências dos Correios do país.
A exposição aliada ao lançamento do Selo Louis Braille marca uma data de grande importância para os deficientes visuais. Para o diretor-presidente da ADEVA, Associação dos Deficientes Visuais e Amigos, Markiano Charan Filho, “a importância dessa exposição, associada ao lançamento do Selo Comemorativo Louis Braille, é que o tato é um sentido vital para as pessoas com deficiência visual. É por meio do toque ou do tato que o cego participa da evolução do mundo.
Já o selo tem grande importância, pois marca o bicentenário de nascimento de alguém que pode ser considerado um gênio. Louis Braille tirou as pessoas cegas da escuridão da ignorância e da segregação social”, diz.
A exposição OLHOS VENDADOS será aberta no próximo 5 de novembro e vai até 30 de novembro de 2009, no Casarão Brasil, à rua Frei Caneca, nº 1.057, próximo à estação Consolação do Metrô, em São Paulo - Capital. O horário de visita é de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h, com entrada gratuita. Informações no fone (11) 3171-3739.
Artista Plástica: ADRIANA RIZKALLAH - contato:
adrianarizkallah@uol.com.br. Site: http://www.adrianarizkallah.com.br/
Curadoria do evento: Robert Richard, presidente da ABAPC - Associação Brasileira dos Artistas Plásticos e de Colagem. Contato:
aapc@aapc.com.br.
ADEVA - Associação dos Deficientes Visuais e Amigos - contato: Casarão Brasil – contato@casarãobrasil.com.br.
Fonte: Ler Para Ver
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Deficiência Visual,
Notícias
Nokia cria serviço de SMS para cegos

A Nokia desenvolveu um novo serviço de SMS em Braille para pessoas com dificuldades visuais. A tecnologia destina-se aos telemóveis com ecrã táctil da fabricante.Criado pelos Nokia Labs, o serviço consiste num leitor de SMS que consegue traduzir os textos escritos para Braille.
Dado que não é possível criar um texto em Braille directamente no ecrã do telemóvel, este serviço funciona através de vibrações que indicam ao utilizador qual é o caracter da mensagem.
Uma das diferenças em relação a outros serviços semelhantes, criados para outros dispositivos que lêem a mensagem em voz alta, é o facto de este ser silencioso, o que pode ser útil para manter a privacidade do SMS, caso esta seja inconveniente num determinado local.
O aplicativo pode ser descarregado em Nokia Beta Labs
Fonte: Jornal Sol
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Notícias
Novo site cria rede online com 10 mil museus e galerias

Um site online dedicado à arte contemporânea, Blablart.com, acaba de ser criado para dar acesso a 10 mil museus e galerias de todo o mundo e promover a informação e comunicação na comunidade e o público interessado.
Os fundadores do projecto são três: a jornalista portuguesa Maria Manuel Stocker, a curadora madrilena Helena Tatay e o «web master» catalão Alberto Lucas, que apostaram em construir «um site útil e actual», com informação sobre o sector proveniente de uma centena de países.
Maria Manuel Stoker justificou que esta iniciativa resultou da constatação de que «não havia um único site na internet onde fosse possível visitar o mundo da arte contemporânea na sua globalidade».
«Há muitos sites de arte contemporânea mas estão orientados por zonas geográficas, ou com um grande foco nos dois lados do Atlântico - Londres, Nova Yorque, Paris - ou então concentrados apenas no mercado americano», observou.
Maria Manuel Stocker comentou que «todo o desenvolvimento do mercado da arte contemporânea na Índia, China, Coreia, Japão, Austrália, Brasil e Médio Oriente não tem grande repercusão nos sites existentes, que se concentram em divulgar apenas as grandes galerias internacionais com representação em Deli ou em Pequim». Verificada esta «falha de informação organizada» no sector da arte contemporânea, o grupo procurou soluções que conjugassem simplicidade e, ao mesmo tempo, «um máximo de interactividade entre os utentes e o uso das tecnologias de imagem sofisticadas, dado que a imagem é fundamental na arte».
O grupo decidiu criar o Blablart.com - de acesso gratuito para quem nele se inscreva - que permitisse «a qualquer pessoa visitar as galerias e museus do mundo sem sair do sofá, e com poucos cliques». É dirigido sobretudo a profissionais da arte, galeristas, curadores, artistas, que poderão comunicar entre si dentro da plataforma e dar conhecimento à comunidade global das suas exposições, eventos e obras.
O Blablart é composto por um directório (intitulado «The Art World») com museus e galerias de cerca de uma centena de países, que demorou dois anos a criar. Contém ainda uma rede de comunicação («Who´s On») entre todas as galerias e museus que fazem parte do directório, mas também aberta a artistas, coleccionadores ou qualquer pessoa interessada em arte.
O «Talk Art» está aberto a quem quiser debater a arte contemporânea online, em qualquer línguia, tal com o site, que tem a possibilidade de ler lido em tradução Google em dezenas de idiomas. A primeira página do Blabart tem também uma secção de notícias actualizadas regularmente que cobre galerias, museus, colecções e também artes performatiivas.
Maria Manuel Stocker considera que o sector da arte contemporânea pode beneficiar da forma como o sítio está organizado, «dado o crescimento global do mercado e o interesse também óbvio do público pela cultura».
«O Blablart permite a alguém no sul da Índia visitar os museus do Canadá, as colecções brasileiras ou as galerias de Berlim, sem ter que as procurar uma a uma em sites díspares», exemplificou.
Segundo a jornalista portuguesa, o projecto começou sem financiamento, mas no ano passado a empresa Energies Nouvelles deu um apoio à execução e o site foi concretizado.
Actualmente, o grupo procura patrocínios e publicidade de empresas e serviços desde as energias limpas às seguradoras ou telecomunicações e empresas ligadas ao turismo, «com mais vocação para se anunciarem nas páginas das cidades».
Fonte: Diário Digital / Lusa
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Notícias
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
Língua Gestual Portuguesa

Ao contrário do que se possa pensar, a língua gestual é diferente em cada país e mesmo a nível nacional é possível encontrar variações dialectais correspondentes às escolas onde se desenvolveram. Por exemplo, em Portugal existem variações entre Lisboa, Porto, Algarve ou ilhas.
Calcula-se que sejam cerca de 30 mil os falantes nativos de LGP, pessoas com uma surdez mais acentuada que vão para as escolas de surdos, um número que pode ser multiplicado por quatro para obter o total de pessoas que falam esta língua.
A LGP, como outras línguas gestuais do mundo, surgiu a partir do momento em que se registou uma concentração de surdos, normalmente numa escola. A sua origem está ligada à criação da escola Jacob Rodrigues Pereira (da Casa Pia), em 1823.
Em 1998, foram criadas as unidades de apoio a alunos surdos, uma lei clarificada em 2008 quando foi assumida a educação dos surdos como bilingue, com a LGP como primeira língua e a língua portuguesa como segunda, e definido o seu programa curricular.
Mariana Martins, linguista da Unidade de Língua Gestual Portuguesa da Associação Portuguesa de Surdos, explicou que as escolas de referência devem ter formadores de LGP e intérpretes (estes a partir do 5. ano).
Existem dois cursos de LGP ministrados pelas duas associações nacionais, uma em Lisboa e outra no Porto.
Além dos surdos, que naturalmente utilizam a LGP para comunicar, há uma "diversidade imensa de pessoas a procurar os cursos", afirmou a linguísta.
Pais de crianças surdas, professores, estudantes universitários, psicólogos, polícias e enfermeiros procuram a Associação Portuguesa de Surdos para aprender a LGP.
A Associação, acreditada para dar formação nesta área, também responde a solicitações de instituições ou empresas que pretendam um curso de LGP e a especialista refere os exemplos da Loja do Cidadão, Segurança Social, Holmes Place ou El Corte Inglés.
Na lei que assume a educação bilingue dos alunos surdos, é apontada a criação de escolas de referência para este grupo e Mariana Martins especifica que o objectivo é haver "cada vez menos escolas de surdos para que estejam cada vez mais concentrados".
Fonte: SIC Online
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Deficiência Auditiva,
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sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Workshop sobre Interpretação Sensorial
O Museu do Papel Moeda e o Museu D. Diogo de Sousa, no âmbito da semana em que se comemora o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, vão realizar o Workshop sobre Interpretação Sensorial.
Workshop sobre Interpretação Sensorial
Após o sucesso do workshop no Algarve e em Lisboa, a ACAPO pretende realizar mais dois no norte de Portugal ainda este ano. É uma oportunidade de juntar-se com outros profissionais que se interessam pela interpretação sensorial e descobrir o potencial para comunicação que existe do seu museu. De uma maneira prática e participativa, são analisadas as estratégias para criar vivências aos visitantes, sempre respeitando a missão dos museus.
O papel da ACAPO é de apresentar boas práticas e fomentar a troca de experiências e ideias entre profissionais. A sessão inclui trabalho prático de grupo que reflecte a realidade dos museus nacionais.
Datas e locais:
Em Braga no dia 04 de Dezembro no Museu D. Diogo de Sousa, Rua dos Bombeiros Voluntários, 4700-025 Braga;
No Porto no dia 10 de Dezembro no Museu do Papel-Moeda, Av. Da Boavista nº 4245, 4100-140 Porto.
Horário
10h00-17h30 (com pausa livre para almoço)
Formador:
Peter Colwell, técnico de Acessibilidade da ACAPO que colabora regularmente com o IMC e em acções de formação da Rede Portuguesa de Museus.
Inscrições (8-16 participantes):
Sócios cooperantes: 20€
Estudantes: 25€
Outros: 40€
* Contacte a ACAPO para saber como se tornar sócio cooperante.
Dados para Inscrição:
- Nome
- Idade
- Profissão
- Local de trabalho
- Telefone
- E-mail
- (Fotocópia do cartão de estudante ou nº de sócio cooperante da ACAPO)
Os dados para a inscrição, bem como a taxa de inscrição, deverão ser enviados para a respectiva delegação da ACAPO até ao dia 30 de Novembro.
ACAPO Delegação de Braga ACAPO Delegação do Porto
Rua do Matadouro Velho, 51 Rua do Bonfim, 215
4700-035 Braga 4300-069 Porto
braga@acapo.pt porto@acapo.pt
Telefone: 253267766 Telefone: 225899100
Fax: 253267768 Fax: 225105924
Para mais informações sobre os conteúdos do workshop contacte petercolwell@acapo.pt
Workshop sobre Interpretação Sensorial
Após o sucesso do workshop no Algarve e em Lisboa, a ACAPO pretende realizar mais dois no norte de Portugal ainda este ano. É uma oportunidade de juntar-se com outros profissionais que se interessam pela interpretação sensorial e descobrir o potencial para comunicação que existe do seu museu. De uma maneira prática e participativa, são analisadas as estratégias para criar vivências aos visitantes, sempre respeitando a missão dos museus.
O papel da ACAPO é de apresentar boas práticas e fomentar a troca de experiências e ideias entre profissionais. A sessão inclui trabalho prático de grupo que reflecte a realidade dos museus nacionais.
Datas e locais:
Em Braga no dia 04 de Dezembro no Museu D. Diogo de Sousa, Rua dos Bombeiros Voluntários, 4700-025 Braga;
No Porto no dia 10 de Dezembro no Museu do Papel-Moeda, Av. Da Boavista nº 4245, 4100-140 Porto.
Horário
10h00-17h30 (com pausa livre para almoço)
Formador:
Peter Colwell, técnico de Acessibilidade da ACAPO que colabora regularmente com o IMC e em acções de formação da Rede Portuguesa de Museus.
Inscrições (8-16 participantes):
Sócios cooperantes: 20€
Estudantes: 25€
Outros: 40€
* Contacte a ACAPO para saber como se tornar sócio cooperante.
Dados para Inscrição:
- Nome
- Idade
- Profissão
- Local de trabalho
- Telefone
- (Fotocópia do cartão de estudante ou nº de sócio cooperante da ACAPO)
Os dados para a inscrição, bem como a taxa de inscrição, deverão ser enviados para a respectiva delegação da ACAPO até ao dia 30 de Novembro.
ACAPO Delegação de Braga ACAPO Delegação do Porto
Rua do Matadouro Velho, 51 Rua do Bonfim, 215
4700-035 Braga 4300-069 Porto
braga@acapo.pt porto@acapo.pt
Telefone: 253267766 Telefone: 225899100
Fax: 253267768 Fax: 225105924
Para mais informações sobre os conteúdos do workshop contacte petercolwell@acapo.pt
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Eventos
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – Implementação na União Europeia
APD - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DEFICIENTES
CONFERÊNCIA EUROPEIA
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – Implementação na União Europeia
16 de Novembro de 2009
PROGRAMA PROVISÓRIO
10.00h - Abertura do Secretariado
10.30h - Sessão de Abertura
· Presidente da Assembleia da República
· Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social
· Confederação Nacional dos Organismos dos Deficientes
· Associação Portuguesa de Deficientes
11.00h - Pausa para café
11.30h - Painel A - Ratificação da Convenção - Efeitos nas políticas e instrumentos europeus
Moderador – João José Fernandes - Oikos
• Procuradoria-Geral da República
• Comissão Europeia
• Ordem dos Arquitectos
12.30h - Almoço
15.00h - Painel B - O papel das ONG na monitorização da Convenção
Moderador – Plataforma Portuguesa das ONG
• Centro Regional de Informação das Nações Unidas
• Escritório da OIT em Portugal
• Fórum de Estudos da Educação Inclusiva
• Associação Portuguesa de Deficientes
16.30h - Pausa para café
17.00h - Debate
17.30h - Encerramento
Contactos: info-sede@apd.org.pt , delegacoes-sede@apd.org.pt Tel : 213 889 883
CONFERÊNCIA EUROPEIA
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – Implementação na União Europeia
16 de Novembro de 2009
PROGRAMA PROVISÓRIO
10.00h - Abertura do Secretariado
10.30h - Sessão de Abertura
· Presidente da Assembleia da República
· Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social
· Confederação Nacional dos Organismos dos Deficientes
· Associação Portuguesa de Deficientes
11.00h - Pausa para café
11.30h - Painel A - Ratificação da Convenção - Efeitos nas políticas e instrumentos europeus
Moderador – João José Fernandes - Oikos
• Procuradoria-Geral da República
• Comissão Europeia
• Ordem dos Arquitectos
12.30h - Almoço
15.00h - Painel B - O papel das ONG na monitorização da Convenção
Moderador – Plataforma Portuguesa das ONG
• Centro Regional de Informação das Nações Unidas
• Escritório da OIT em Portugal
• Fórum de Estudos da Educação Inclusiva
• Associação Portuguesa de Deficientes
16.30h - Pausa para café
17.00h - Debate
17.30h - Encerramento
Contactos: info-sede@apd.org.pt , delegacoes-sede@apd.org.pt Tel : 213 889 883
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Eventos
II Fórum Ibérico de Museologia da Educação
Últimos dias para inscrições no II FÓRUM IBÉRICO DE MUSEOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Até ao próximo dia 15 de Novembro ainda é possível efectuar inscrições e propostas de comunicações para o "II FÓRUM IBÉRICO DE MUSEOLOGIA DA EDUCAÇÃO", que se realizará em Fevereiro próximo, na cidade vianense, no Auditório Professor Lima de Carvalho do Instituto Politécnico de Viana do Castelo [IPVC].
O Fórum destina-se a todos as pessoas implicadas na preservação e estudo da herança educativa, em Portugal e Espanha, investigadores, estudantes (de licenciatura, mestrado e doutoramento), a conservadores e técnicos superiores de museus, a professores de qualquer nível de ensino, a técnicos e responsáveis autárquicos dos domínios da educação e da cultura, que tenham a conservação da herança educativa e a museologia como centro de interesse, de estudo ou de preocupação.
Após a realização do I Fórum Ibérico de Museologia da Educação, Museísmo pedagóxico en España e Portugal: itinerários, experiências e perspectivas, Santiago de Compostela, Novembro de 2001 e a assinatura da Declaração de Compostela seria de esperar um desenvolvimento e reforço das acções então em curso. Porém, contextos e dificuldades diversas marcaram estes últimos oito anos, marcados por esperanças mas também por incertezas e frustrações.
É num clima de dificuldades acrescidas, em que os gastos com os bens culturais correm o risco de ser considerados supérfluos, que nos arrojamos a reiniciar o debate então encetado sobre os caminhos da museologia ibérica.
Apesar do reconhecimento e interesse social crescente pela herança educativa, o estudo e conservação dos diversos patrimónios que a constituem enfrentam dificuldades. Por esse facto o II Fórum definiu como objectivos: analisar o contexto legal que enquadra a museologia em ambos os Estados; reflectir sobre a relação entre Museologia e História da Educação e dar início a uma análise comparativa sobre o património escolar edificado. Promover a apresentação de estudos sobre aspectos da cultura material escolar; estimular a apresentação de projectos, iniciativas e experiências realizadas ou em curso, que possam servir de estímulo a outras pessoas ou entidades, são outros dos objectivos a alcançar.
Em suma, pretende-se, com a realização do II Fórum Ibérico de Museologia da Educação, criar um espaço de debate e reflexão, incentivador de iniciativas e promotor da presença dos dois países nas redes internacionais de museologia escolar.
Nesse sentido o fórum irá desenrolar-se com a temática "Herança Educativa em Portugal e Espanha: entre esperanças e incertezas - sustentado nos seguintes eixos temáticos:
1. Legislação e normativas quanto ao património da educação em Portugal e Espanha
2. Estado actual, uso e funcionalidade dos edifícios escolares custeado pelos emigrantes (Portugal e Espanha)
3. Mobiliário escolar, manuais, material didáctico e jornais escolares
4. Museologia da Educação e História da Educação: que relação?
5. Apresentação de experiências emergentes e novas iniciativas no âmbito da Herança Educativa
As Instituições Promotoras são Núcleo de Educação, História e Museologia do Centro de Investigação e Intervenção Educativas-CIIE, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade da UP, estando a realização a cargo do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
Toda a informação sobre esta iniciativa, bem como ficha de inscrição e formulário de submissão de propostas de comunicações, encontra-se disponível no site do Fórum em www.fime2009.ipvc.pt
Até ao próximo dia 15 de Novembro ainda é possível efectuar inscrições e propostas de comunicações para o "II FÓRUM IBÉRICO DE MUSEOLOGIA DA EDUCAÇÃO", que se realizará em Fevereiro próximo, na cidade vianense, no Auditório Professor Lima de Carvalho do Instituto Politécnico de Viana do Castelo [IPVC].
O Fórum destina-se a todos as pessoas implicadas na preservação e estudo da herança educativa, em Portugal e Espanha, investigadores, estudantes (de licenciatura, mestrado e doutoramento), a conservadores e técnicos superiores de museus, a professores de qualquer nível de ensino, a técnicos e responsáveis autárquicos dos domínios da educação e da cultura, que tenham a conservação da herança educativa e a museologia como centro de interesse, de estudo ou de preocupação.
Após a realização do I Fórum Ibérico de Museologia da Educação, Museísmo pedagóxico en España e Portugal: itinerários, experiências e perspectivas, Santiago de Compostela, Novembro de 2001 e a assinatura da Declaração de Compostela seria de esperar um desenvolvimento e reforço das acções então em curso. Porém, contextos e dificuldades diversas marcaram estes últimos oito anos, marcados por esperanças mas também por incertezas e frustrações.
É num clima de dificuldades acrescidas, em que os gastos com os bens culturais correm o risco de ser considerados supérfluos, que nos arrojamos a reiniciar o debate então encetado sobre os caminhos da museologia ibérica.
Apesar do reconhecimento e interesse social crescente pela herança educativa, o estudo e conservação dos diversos patrimónios que a constituem enfrentam dificuldades. Por esse facto o II Fórum definiu como objectivos: analisar o contexto legal que enquadra a museologia em ambos os Estados; reflectir sobre a relação entre Museologia e História da Educação e dar início a uma análise comparativa sobre o património escolar edificado. Promover a apresentação de estudos sobre aspectos da cultura material escolar; estimular a apresentação de projectos, iniciativas e experiências realizadas ou em curso, que possam servir de estímulo a outras pessoas ou entidades, são outros dos objectivos a alcançar.
Em suma, pretende-se, com a realização do II Fórum Ibérico de Museologia da Educação, criar um espaço de debate e reflexão, incentivador de iniciativas e promotor da presença dos dois países nas redes internacionais de museologia escolar.
Nesse sentido o fórum irá desenrolar-se com a temática "Herança Educativa em Portugal e Espanha: entre esperanças e incertezas - sustentado nos seguintes eixos temáticos:
1. Legislação e normativas quanto ao património da educação em Portugal e Espanha
2. Estado actual, uso e funcionalidade dos edifícios escolares custeado pelos emigrantes (Portugal e Espanha)
3. Mobiliário escolar, manuais, material didáctico e jornais escolares
4. Museologia da Educação e História da Educação: que relação?
5. Apresentação de experiências emergentes e novas iniciativas no âmbito da Herança Educativa
As Instituições Promotoras são Núcleo de Educação, História e Museologia do Centro de Investigação e Intervenção Educativas-CIIE, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade da UP, estando a realização a cargo do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
Toda a informação sobre esta iniciativa, bem como ficha de inscrição e formulário de submissão de propostas de comunicações, encontra-se disponível no site do Fórum em www.fime2009.ipvc.pt
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Eventos
Jogos para leitura e escrita - Aplicação prática dos jogos
A APPDA- Setúbal, ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA AS PERTURBAÇÕES DO DESENVOLVIMENTO E AUTISMO organiza o "Jogos para leitura e escrita - Aplicação prática dos jogos"
Local: Av. Cova dos Vidros, lote 2367 R/C 2975-333 Quinta do Conde.
Contactos da APPDA - Setúbal:
Telefone / Fax: 265501681, Telemóvel: 917640469, Email: appda-setubal@sapo.pt
NIB: 003507740013867853088 da Caixa Geral de Depósitos
PROGRAMA
“Jogos para leitura e escrita - Aplicação prática dos jogos”
09h30 – Recepção dos participantes
10h00 – Aplicação de jogos para treino das pré-aptidões, que estão na base da aprendizagem da leitura e da escrita (Parte I):
- Nome de letras;
- Sons de Letras;
- Sequência Alfabética;
- Segmentação Silábica;
- Reconstrução Silábica;
11h30 – Coffe Break
12h00 – Aplicação de jogos para treino das pré-aptidões, que estão na base da aprendizagem da leitura e da escrita (Parte II):
- Segmentação Fonémica;
- Reconstrução Fonémica;
- Identificação de Rimas;
- Identificação do Fonema Inicial;
- Identificação do Fonema Final;
13h00 – Pausa para almoço
14h30 – Aplicação de oito jogos para a aprendizagem e o treino das da leitura e de escrita: descodificação e codificação (Parte I)
15h30 – Intervalo
15h45 – Aplicação de oito jogos para a aprendizagem e o treino da leitura e de escrita: descodificação e codificação (Parte II)
17h30 – Encerramento
Todas as actividades apresentadas serão abordadas de forma prática em pares ou pequenos grupos. Todos os participantes poderão experimentar a aplicação das actividades, tanto no papel de mediatizador, como no papel da criança que beneficia da actividade.
Local: Av. Cova dos Vidros, lote 2367 R/C 2975-333 Quinta do Conde.
Contactos da APPDA - Setúbal:
Telefone / Fax: 265501681, Telemóvel: 917640469, Email: appda-setubal@sapo.pt
NIB: 003507740013867853088 da Caixa Geral de Depósitos
PROGRAMA
“Jogos para leitura e escrita - Aplicação prática dos jogos”
09h30 – Recepção dos participantes
10h00 – Aplicação de jogos para treino das pré-aptidões, que estão na base da aprendizagem da leitura e da escrita (Parte I):
- Nome de letras;
- Sons de Letras;
- Sequência Alfabética;
- Segmentação Silábica;
- Reconstrução Silábica;
11h30 – Coffe Break
12h00 – Aplicação de jogos para treino das pré-aptidões, que estão na base da aprendizagem da leitura e da escrita (Parte II):
- Segmentação Fonémica;
- Reconstrução Fonémica;
- Identificação de Rimas;
- Identificação do Fonema Inicial;
- Identificação do Fonema Final;
13h00 – Pausa para almoço
14h30 – Aplicação de oito jogos para a aprendizagem e o treino das da leitura e de escrita: descodificação e codificação (Parte I)
15h30 – Intervalo
15h45 – Aplicação de oito jogos para a aprendizagem e o treino da leitura e de escrita: descodificação e codificação (Parte II)
17h30 – Encerramento
Todas as actividades apresentadas serão abordadas de forma prática em pares ou pequenos grupos. Todos os participantes poderão experimentar a aplicação das actividades, tanto no papel de mediatizador, como no papel da criança que beneficia da actividade.
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Eventos
Cartaz 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. /INR, I.P. decidiu lançar o concurso “Cartaz 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência” no valor de 500 euros.
Este concurso tem por objectivo premiar o trabalho gráfico que melhor represente a mensagem subjacente à comemoração deste dia, nomeadamente celebrar os direitos humanos das pessoas com deficiência.
Com esta iniciativa pretende-se igualmente envolver todos os cidadãos, pelo que poderão concorrer ao concurso cidadãos, instituições públicas e privadas, escolas e estabelecimentos do ensino superior, associações da sociedade civil ou quaisquer outras entidades nacionais.
O cartaz vencedor servirá para promover a campanha relativa à comemoração, a nível nacional, do dia 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
Os trabalhos submetidos a concurso deverão ser enviados para o Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. situado em Lisboa até dia 1 de Julho de 2008.
Esta é uma oportunidade para todos participarmos na criação de uma sociedade que valoriza a Pessoa e respeita as Diferenças.
Regulamento
ARTIGO 1
O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR, I.P.) cria um concurso destinado a premiar o melhor cartaz alusivo à comemoração do dia 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
ARTIGO 2
Podem concorrer ao concurso todos os cidadãos, individual ou colectivamente, e todas as entidades públicas ou privadas nacionais, com excepção dos funcionários do INR, I.P.
ARTIGO 3
Os trabalhos apresentados deverão obedecer aos seguintes requisitos:
1. Os trabalhos deverão ter como tema “Dia 3 de Dezembro 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência”.
2. Os trabalhos deverão ser apresentados em formato A2 (42x60cm).
3. Os trabalhos submetidos a concurso têm que ser inéditos.
4. Um mesmo candidato poderá apresentar até 3 trabalhos a concurso.
5. Deverá constar no cartaz o logótipo do INR, I.P.
ARTIGO 4
Os trabalhos a concurso deverão ser entregues, em mão ou via correio registado, no Instituto Nacional para a Reabilitação, até ao dia 1 de Julho de 2008, com o seguinte endereço:
Concurso 3 de Dezembro de 2008/DIPD
Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Av. Conde de Valbom, 63
1069-178 Lisboa
ARTIGO 5
Não serão aceites trabalhos cuja data de entrega ou de carimbo dos correios seja posterior à data limite. Para efeitos da recepção dos trabalhos a concurso, o horário de funcionamento do INR, I.P. é das 9h00 às 19h00.
ARTIGO 6
1. Os trabalhos devem ser entregues embalados e devidamente selados, constando no exterior o endereço referido no artigo 4.
2. No envelope deverá constar uma cópia do trabalho em tamanho original, uma cópia em tamanho A4 e um CD com o cartaz a concurso em formato digital de alta resolução – JPG com tamanho 24X60 cm, com 300 dpi’s de resolução.
3. O concorrente deverá ainda enviar o seu contacto.
ARTIGO 7
1. Os trabalhos submetidos a concurso serão avaliados por um júri constituído por 3 pessoas a designar pela directora do INR, I.P.
2. Os membros do júri serão dados a conhecer oportunamente.
3. Os critérios de apreciação serão a criatividade, mérito artístico e adequação ao tema, mensagem.
4. A atribuição do prémio será feita conforme deliberação unânime ou maioritária dos membros do júri.
5. Da decisão do júri não haverá lugar a recurso.
6. Os resultados do concurso serão comunicados directamente aos candidatos e anunciados no site do INR, I.P./ www.inr.pt, no dia 15 de Setembro de 2008.
ARTIGO 8
O prémio do Concurso “Cartaz 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com
Deficiência” é no montante de global de 500 euros a atribuir ao vencedor. Poderão ser ainda atribuídas menções honrosas.
ARTIGO 9
1. Os trabalhos apresentados a concurso serão propriedade do INR, I.P. e poderão ser expostos publicamente. Estes trabalhos não serão devolvidos aos seus autores, excepto se estes solicitarem expressamente a sua devolução.
2. O autor do trabalho vencedor autorizará a divulgação e utilização do trabalho premiado, de forma gratuita, em toda e qualquer actividade promovida pelo INR, I.P.
ARTIGO 10
Caberá ao INR, I.P. decidir sobre qualquer situação omissa neste regulamento.
Lisboa, 3 de Dezembro de 2007
Luísa Portugal
Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Fonte: Ler Para Ver
Este concurso tem por objectivo premiar o trabalho gráfico que melhor represente a mensagem subjacente à comemoração deste dia, nomeadamente celebrar os direitos humanos das pessoas com deficiência.
Com esta iniciativa pretende-se igualmente envolver todos os cidadãos, pelo que poderão concorrer ao concurso cidadãos, instituições públicas e privadas, escolas e estabelecimentos do ensino superior, associações da sociedade civil ou quaisquer outras entidades nacionais.
O cartaz vencedor servirá para promover a campanha relativa à comemoração, a nível nacional, do dia 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
Os trabalhos submetidos a concurso deverão ser enviados para o Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. situado em Lisboa até dia 1 de Julho de 2008.
Esta é uma oportunidade para todos participarmos na criação de uma sociedade que valoriza a Pessoa e respeita as Diferenças.
Regulamento
ARTIGO 1
O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR, I.P.) cria um concurso destinado a premiar o melhor cartaz alusivo à comemoração do dia 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
ARTIGO 2
Podem concorrer ao concurso todos os cidadãos, individual ou colectivamente, e todas as entidades públicas ou privadas nacionais, com excepção dos funcionários do INR, I.P.
ARTIGO 3
Os trabalhos apresentados deverão obedecer aos seguintes requisitos:
1. Os trabalhos deverão ter como tema “Dia 3 de Dezembro 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência”.
2. Os trabalhos deverão ser apresentados em formato A2 (42x60cm).
3. Os trabalhos submetidos a concurso têm que ser inéditos.
4. Um mesmo candidato poderá apresentar até 3 trabalhos a concurso.
5. Deverá constar no cartaz o logótipo do INR, I.P.
ARTIGO 4
Os trabalhos a concurso deverão ser entregues, em mão ou via correio registado, no Instituto Nacional para a Reabilitação, até ao dia 1 de Julho de 2008, com o seguinte endereço:
Concurso 3 de Dezembro de 2008/DIPD
Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Av. Conde de Valbom, 63
1069-178 Lisboa
ARTIGO 5
Não serão aceites trabalhos cuja data de entrega ou de carimbo dos correios seja posterior à data limite. Para efeitos da recepção dos trabalhos a concurso, o horário de funcionamento do INR, I.P. é das 9h00 às 19h00.
ARTIGO 6
1. Os trabalhos devem ser entregues embalados e devidamente selados, constando no exterior o endereço referido no artigo 4.
2. No envelope deverá constar uma cópia do trabalho em tamanho original, uma cópia em tamanho A4 e um CD com o cartaz a concurso em formato digital de alta resolução – JPG com tamanho 24X60 cm, com 300 dpi’s de resolução.
3. O concorrente deverá ainda enviar o seu contacto.
ARTIGO 7
1. Os trabalhos submetidos a concurso serão avaliados por um júri constituído por 3 pessoas a designar pela directora do INR, I.P.
2. Os membros do júri serão dados a conhecer oportunamente.
3. Os critérios de apreciação serão a criatividade, mérito artístico e adequação ao tema, mensagem.
4. A atribuição do prémio será feita conforme deliberação unânime ou maioritária dos membros do júri.
5. Da decisão do júri não haverá lugar a recurso.
6. Os resultados do concurso serão comunicados directamente aos candidatos e anunciados no site do INR, I.P./ www.inr.pt, no dia 15 de Setembro de 2008.
ARTIGO 8
O prémio do Concurso “Cartaz 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com
Deficiência” é no montante de global de 500 euros a atribuir ao vencedor. Poderão ser ainda atribuídas menções honrosas.
ARTIGO 9
1. Os trabalhos apresentados a concurso serão propriedade do INR, I.P. e poderão ser expostos publicamente. Estes trabalhos não serão devolvidos aos seus autores, excepto se estes solicitarem expressamente a sua devolução.
2. O autor do trabalho vencedor autorizará a divulgação e utilização do trabalho premiado, de forma gratuita, em toda e qualquer actividade promovida pelo INR, I.P.
ARTIGO 10
Caberá ao INR, I.P. decidir sobre qualquer situação omissa neste regulamento.
Lisboa, 3 de Dezembro de 2007
Luísa Portugal
Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Fonte: Ler Para Ver
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Concursos
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
Um exemplo notável...
Carta aberta para governantes, gestores e empresarios - pedido de apoio para jovem recém-doutorado com paralisia cerebral
Fernando Lobo - fernando.lobo@gmail.com - http://w3.ualg.pt/~flobo
DEEI-FCT, Universidade do Algarve
Campus de Gambelas
8005-139 Faro
27 de Outubro de 2009
O meu nome é Fernando Lobo e sou professor no Departamento de Engenharia
Electrónica e Informática da Universidade do Algarve. Escrevo esta carta aberta para
sensibilizar a sociedade portuguesa e apelar para que seja dado apoio a um jovem que tem paralisia cerebral e que concluiu o doutoramento na Universidade do Algarve. O jovem chama-se Paulo Condado. A sua tese de doutoramento é intitulada Quebra de Barreiras de Comunicação para Portadores de Paralisia Cerebral e foi defendida no dia 14/Abr/2009.
O Paulo Condado realizou um trabalho brilhante durante o doutoramento, tendo contribuído de forma signicativa para o avanço do estado da arte na àrea das acessibilidades.
Especicamente, desenvolveu um sistema informático denominado de EasyVoice (disponível gratuitamente através do endereço http://w3.ualg.pt/~pcondado/easyvoice/)
que permite que pessoas com deficiências na fala possam efectuar chamadas telefónicas
utilizando uma voz artificial gerada pelo computador. Trata-se do primeiro sistema a
nível mundial que permite a comunicação à distância usando síntese de voz. O trabalho
foi publicado nas mais conceituadas conferências mundiais na àrea de Computers
and Accessibility e foi alvo dos maiores elogios por parte de cientistas de renome internacional.
A título de exemplo, deixo um apontador para um testemunho dado por Jim
Fruchterman a propósito do EasyVoice (ver http://benetech.blogspot.com/2008/07/
austria-conference-on-access-technology.html). O artigo que descreve a essência do EasyVoice foi publicado em 2008 na International Conference on Computers Helping People with Special Needs (ICCHP-2008) e pode ser lido em http://w3.ualg.pt/~pcondado/papers/easyvoice-icchp2008.pdf
A história de vida do Paulo Condado, bem como o trabalho de investigação que realizado no âmbito do doutoramento foi alvo de uma reportagem que passou no Jornal da SIC do dia 27 de Junho de 2007. Um excerto da reportagem pode ser visto na Internet no endereço http://videos.sapo.pt/LrQnBm8lkzyLbvGPyVDP
O sonho do Paulo Condado é poder continuar a fazer investigação na àrea das acessibilidades, contribuindo assim para a melhoria a vida de muitos deficientes. Actualmente o Paulo Condado não tem trabalho. Tenho feito tudo o que está ao meu alcance para ajudá-lo mas atá ao momento não tenho tido sucesso.
Falei com um dos Vice-Reitores da Universidade do Algarve para que fosse criado
um Gabinete de Acessibilidade dentro da Universidade cuja missão seria dar apoio e
aconselhamento aos estudantes com deficiências, bem como aconselhar os professores
em como lidar com esses alunos, indicando tecnologias de acessibilidade apropriadas
a cada caso. O Paulo Condado poderia perfeitamente trabalhar num gabinete desse
tipo, podendo conciliar essas tarefas com trabalho de investigação no campo das
acessibilidades. A resposta que obtive é que a universidade não tem verba.
Escrevi no dia 8/Maio ao Ministro do Trabalho e da Segurança Social, José Vieira da
Silva, pedindo apoio. Sugeri que o Paulo Condado poderia trabalhar para o ministério
como especialista/consultor na àrea das acessibilidades. Nessa mesma data, escrevi
também para o Presidente da UMIC | Agência para a Sociedade do Conhecimento,
pedindo apoio. Em ambos os casos não obtive qualquer resposta.
Escrevi ainda à Fundação Champalimaud há cerca de 1 mês, mas também ainda não
recebi resposta.
Recentemente, soube atravás do jornal Expresso que a Microsoft celebrou
um acordo com a Associação Salvador (http://aeiou.expresso.pt/
windows-7-candidato-a-imperador-a-merce-dos-subditos=f542865), e que
está prevista uma colaboração estreita para promover o desenvolvimento de novas
tecnologias de reconhecimento de fala e síntese de texto. Penso que o Paulo Condado
tem o perfil ideal para trabalhar no âmbito deste projecto. Acabo de contactar quer
a Microsoft, quer a Associação Salvador, para que lhe seja dada uma oportunidade
de trabalho. Espero que desta vez o meu pedido seja bem sucedido.
Custa-me ver um jovem tão talentoso não ter oportunidade de colocar em prática os
elevados conhecimentos técnicos que possui. A única coisa que tenho conseguido arranjar para o Paulo são bolsas esporádicas ao abrigo de projectos de investigação. Tratam-se de bolsas com uma duração limitada e que não lhe garantem o mínimo de segurança para o futuro, sendo apenas uma solução de curto prazo. Para agravar a situação, a mãe do Paulo tem tido problemas de saúde graves. Esta situação vem reforçar a necessidade urgente de proporcionar ao Paulo Condado alguma estabilidade financeira.
Apesar do sonho do Paulo ser fazer uma carreira de investigação na área das acessibilidades, está disposto a trabalhar na área da informática em empresas/instituições (de preferência na região do Algarve onde tem o apoio familiar, mas não excluindo a possibilidade de ir para outros locais do país.) O Paulo Condado domina várias àreas da informática, desde a programação, bases de dados, redes de computadores, desenvolvimento de interfaces.
Poderá encontrar informação adicional sobre o Paulo em http://w3.ualg.pt/~pcondado.
O seu Curriculum Vitae está disponível em http://w3.ualg.pt/~pcondado/vitae-pcondado2009.pdf
A história do Paulo é um exemplo notável. Uma vida de sacrifício, de luta permanente
contra os preconceitos. Conseguiu andar pela primeira vez aos 5 anos. A sua mãe teve
de lutar contra ventos e marés para que o aceitassem no ensino regular. Inicialmente não o queriam aceitar, queriam mandá-lo para uma turma especial com crianças com atraso mental. Mas o Paulo nunca teve atraso mental: teve e tem apenas uma deficiência física que lhe afecta a fala e a coordenação de movimentos. Foi ultrapassando barreiras atrás de barreiras. Ainda em criança apaixonou-se pelos computadores, entusiasmado com as possibilidades que lhe proporcionavam na forma de se expressar e comunicar com o mundo que o rodeava. Conseguiu terminar a licenciatura em Informática e não parou por aí. Com o mesmo entusiasmou dedicou-se à investigação e fez um doutoramento, dando contribuições científicas que beneficiam outras pessoas na mesma condição.
Não sei se haverá mais alguém em Portugal que tenha paralisia cerebral e que tenha
conseguido realizar um doutoramento. Provavelmente é um caso único. Ainda mais nobre
é o facto de ele se ter especializado precisamente no campo das acessibilidades, uma àrea tão sensível na qual Portugal não tem praticamente especialistas doutorados.
Não consigo compreender como é que a Universidade do Algarve não aproveita uma
pessoa com estas qualidades para formar um Gabinete de Acessibilidade. Não consigo
entender também a falta de resposta por parte do Ministério para o Trabalho e Segurança Social, aparentando uma preocupante falta de interesse pelo assunto.
Gostaria de ver Portugal à altura da doutrina que apregoa. Uma doutrina socialista
onde haja protecção para os mais desfavorecidos, sobretudo que proteja aqueles que remam contra a maré e que fazem de tudo para não serem uma sobrecarga para o Estado. Portugal deve não só proteger como também publicitar pessoas como o Paulo, fazendo delas exemplo que possa inspirar outros na mesma situação.
A todos os leitores desta carta, e especialmente aos governantes, gestores e empresários de Portugal, apelo para que seja dado ao Paulo Condado aquilo que ele merece: uma oportunidade de trabalho condigna que potencialize as suas capacidades. Só assim é que outros como ele vão ver que os sacrificios e a perseverança valem a pena.
Grato pela atenção,
Fernando Lobo
Fernando Lobo - fernando.lobo@gmail.com - http://w3.ualg.pt/~flobo
DEEI-FCT, Universidade do Algarve
Campus de Gambelas
8005-139 Faro
27 de Outubro de 2009
O meu nome é Fernando Lobo e sou professor no Departamento de Engenharia
Electrónica e Informática da Universidade do Algarve. Escrevo esta carta aberta para
sensibilizar a sociedade portuguesa e apelar para que seja dado apoio a um jovem que tem paralisia cerebral e que concluiu o doutoramento na Universidade do Algarve. O jovem chama-se Paulo Condado. A sua tese de doutoramento é intitulada Quebra de Barreiras de Comunicação para Portadores de Paralisia Cerebral e foi defendida no dia 14/Abr/2009.
O Paulo Condado realizou um trabalho brilhante durante o doutoramento, tendo contribuído de forma signicativa para o avanço do estado da arte na àrea das acessibilidades.
Especicamente, desenvolveu um sistema informático denominado de EasyVoice (disponível gratuitamente através do endereço http://w3.ualg.pt/~pcondado/easyvoice/)
que permite que pessoas com deficiências na fala possam efectuar chamadas telefónicas
utilizando uma voz artificial gerada pelo computador. Trata-se do primeiro sistema a
nível mundial que permite a comunicação à distância usando síntese de voz. O trabalho
foi publicado nas mais conceituadas conferências mundiais na àrea de Computers
and Accessibility e foi alvo dos maiores elogios por parte de cientistas de renome internacional.
A título de exemplo, deixo um apontador para um testemunho dado por Jim
Fruchterman a propósito do EasyVoice (ver http://benetech.blogspot.com/2008/07/
austria-conference-on-access-technology.html). O artigo que descreve a essência do EasyVoice foi publicado em 2008 na International Conference on Computers Helping People with Special Needs (ICCHP-2008) e pode ser lido em http://w3.ualg.pt/~pcondado/papers/easyvoice-icchp2008.pdf
A história de vida do Paulo Condado, bem como o trabalho de investigação que realizado no âmbito do doutoramento foi alvo de uma reportagem que passou no Jornal da SIC do dia 27 de Junho de 2007. Um excerto da reportagem pode ser visto na Internet no endereço http://videos.sapo.pt/LrQnBm8lkzyLbvGPyVDP
O sonho do Paulo Condado é poder continuar a fazer investigação na àrea das acessibilidades, contribuindo assim para a melhoria a vida de muitos deficientes. Actualmente o Paulo Condado não tem trabalho. Tenho feito tudo o que está ao meu alcance para ajudá-lo mas atá ao momento não tenho tido sucesso.
Falei com um dos Vice-Reitores da Universidade do Algarve para que fosse criado
um Gabinete de Acessibilidade dentro da Universidade cuja missão seria dar apoio e
aconselhamento aos estudantes com deficiências, bem como aconselhar os professores
em como lidar com esses alunos, indicando tecnologias de acessibilidade apropriadas
a cada caso. O Paulo Condado poderia perfeitamente trabalhar num gabinete desse
tipo, podendo conciliar essas tarefas com trabalho de investigação no campo das
acessibilidades. A resposta que obtive é que a universidade não tem verba.
Escrevi no dia 8/Maio ao Ministro do Trabalho e da Segurança Social, José Vieira da
Silva, pedindo apoio. Sugeri que o Paulo Condado poderia trabalhar para o ministério
como especialista/consultor na àrea das acessibilidades. Nessa mesma data, escrevi
também para o Presidente da UMIC | Agência para a Sociedade do Conhecimento,
pedindo apoio. Em ambos os casos não obtive qualquer resposta.
Escrevi ainda à Fundação Champalimaud há cerca de 1 mês, mas também ainda não
recebi resposta.
Recentemente, soube atravás do jornal Expresso que a Microsoft celebrou
um acordo com a Associação Salvador (http://aeiou.expresso.pt/
windows-7-candidato-a-imperador-a-merce-dos-subditos=f542865), e que
está prevista uma colaboração estreita para promover o desenvolvimento de novas
tecnologias de reconhecimento de fala e síntese de texto. Penso que o Paulo Condado
tem o perfil ideal para trabalhar no âmbito deste projecto. Acabo de contactar quer
a Microsoft, quer a Associação Salvador, para que lhe seja dada uma oportunidade
de trabalho. Espero que desta vez o meu pedido seja bem sucedido.
Custa-me ver um jovem tão talentoso não ter oportunidade de colocar em prática os
elevados conhecimentos técnicos que possui. A única coisa que tenho conseguido arranjar para o Paulo são bolsas esporádicas ao abrigo de projectos de investigação. Tratam-se de bolsas com uma duração limitada e que não lhe garantem o mínimo de segurança para o futuro, sendo apenas uma solução de curto prazo. Para agravar a situação, a mãe do Paulo tem tido problemas de saúde graves. Esta situação vem reforçar a necessidade urgente de proporcionar ao Paulo Condado alguma estabilidade financeira.
Apesar do sonho do Paulo ser fazer uma carreira de investigação na área das acessibilidades, está disposto a trabalhar na área da informática em empresas/instituições (de preferência na região do Algarve onde tem o apoio familiar, mas não excluindo a possibilidade de ir para outros locais do país.) O Paulo Condado domina várias àreas da informática, desde a programação, bases de dados, redes de computadores, desenvolvimento de interfaces.
Poderá encontrar informação adicional sobre o Paulo em http://w3.ualg.pt/~pcondado.
O seu Curriculum Vitae está disponível em http://w3.ualg.pt/~pcondado/vitae-pcondado2009.pdf
A história do Paulo é um exemplo notável. Uma vida de sacrifício, de luta permanente
contra os preconceitos. Conseguiu andar pela primeira vez aos 5 anos. A sua mãe teve
de lutar contra ventos e marés para que o aceitassem no ensino regular. Inicialmente não o queriam aceitar, queriam mandá-lo para uma turma especial com crianças com atraso mental. Mas o Paulo nunca teve atraso mental: teve e tem apenas uma deficiência física que lhe afecta a fala e a coordenação de movimentos. Foi ultrapassando barreiras atrás de barreiras. Ainda em criança apaixonou-se pelos computadores, entusiasmado com as possibilidades que lhe proporcionavam na forma de se expressar e comunicar com o mundo que o rodeava. Conseguiu terminar a licenciatura em Informática e não parou por aí. Com o mesmo entusiasmou dedicou-se à investigação e fez um doutoramento, dando contribuições científicas que beneficiam outras pessoas na mesma condição.
Não sei se haverá mais alguém em Portugal que tenha paralisia cerebral e que tenha
conseguido realizar um doutoramento. Provavelmente é um caso único. Ainda mais nobre
é o facto de ele se ter especializado precisamente no campo das acessibilidades, uma àrea tão sensível na qual Portugal não tem praticamente especialistas doutorados.
Não consigo compreender como é que a Universidade do Algarve não aproveita uma
pessoa com estas qualidades para formar um Gabinete de Acessibilidade. Não consigo
entender também a falta de resposta por parte do Ministério para o Trabalho e Segurança Social, aparentando uma preocupante falta de interesse pelo assunto.
Gostaria de ver Portugal à altura da doutrina que apregoa. Uma doutrina socialista
onde haja protecção para os mais desfavorecidos, sobretudo que proteja aqueles que remam contra a maré e que fazem de tudo para não serem uma sobrecarga para o Estado. Portugal deve não só proteger como também publicitar pessoas como o Paulo, fazendo delas exemplo que possa inspirar outros na mesma situação.
A todos os leitores desta carta, e especialmente aos governantes, gestores e empresários de Portugal, apelo para que seja dado ao Paulo Condado aquilo que ele merece: uma oportunidade de trabalho condigna que potencialize as suas capacidades. Só assim é que outros como ele vão ver que os sacrificios e a perseverança valem a pena.
Grato pela atenção,
Fernando Lobo
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Notícias
quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
1º Encontro Nacional de Técnicos que enquadram as pessoas com deficiência no desenvolvimento do seu processo artístico
A Associação Nacional de Arte e Criatividade de e para Pessoas com Deficiência, ANACED, Instituição Particular de Solidariedade Social que promove anualmente iniciativas de inclusão que dão visibilidade às reais potencialidades das pessoas com deficiência e que visam contribuir para o alcance de uma sociedade na qual todos se sintam respeitados e reconhecidos nas suas diferenças, organiza no próximo dia 19 de Novembro, no Auditório da Companhia Farmacêutica GlaxoSmithKline, sito na Rua Dr. António Loureiro Borges, n.º 3, Arquiparque – Miraflores, o EN’Arte – 1º Encontro Nacional de Técnicos que enquadram as pessoas com deficiência no desenvolvimento do seu processo artístico.
O objectivo é proporcionar um espaço de partilha, debate e reflexão sobre as estratégias, métodos e técnicas utilizadas pelos referidos técnicos, enquanto instrumentos para o desenvolvimento emocional, social e intelectual das pessoas com deficiência e para a visibilidade da sua criação artística junto dos diferentes públicos, tendo em vista a sua inclusão social.
Neste sentido, vimos por este meio convidá-lo (a) a participar neste Encontro, e a enriquecê-lo com o seu contributo. Para tal enviamos o Programa em anexo.
As inscrições são gratuitas e devem ser efectuadas através do preenchimento da Ficha em anexo.
As mesmas serão aceites por ordem de chegada até ao limite máximo de capacidade do auditório e só serão consideradas válidas depois de confirmadas pela organização.
Data limite para a inscrição: 9 de Novembro
Com os melhores cumprimentos,
Pela organização
Cristina Fontes
Programa:
9h00 Recepção aos Participantes e entrega de documentação
9h30 SESSÃO DE ABERTURA
Representante do Governo *
Alexandra Pimenta
Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação
Inês d’Orey
Presidente da ANACED
Miguel Guilherme
Encenador e Actor
10h00 ABERTURA DOS TRABALHOS
PAINEL ARTES PLÁSTICAS
Daniela Lisboa Gomes
Professora de Expressão Plástica da CERCICA
Desenvolvimento e Integração na Deficiência Mental
Sílvia Maria Garcia Perloiro
Coordenadora da Oficina de Expressão Plástica da APPDA de Lisboa
Toolkit – Ferramenta de Trabalho para Pessoas com Autismo
Vítor Pi e Conchita Feijó
Coordenadores do Ligarte – Atelier de Artes Plásticas da Fundação LIGA
LIGARTE | Atelier – 15 Anos na Criatividade
11h00 INTERVALO
11h30 PAINEL TEATRO
Francisco Brás
Actor e Encenador do Grupo CRINABEL Teatro
Do Teatro da Diferença, à Diferença do Teatro
PAINEL MÚSICA
Paulo Ramos Jacob
Professor e Musicoterapeuta na APCC
A Intervenção Musical na APCC
Zélia Marques, Miguel Cruz e Tiago Soares
Professores e Técnico de Música da CERCIAG
ZABUMBAR
PAINEL DANÇA
Sara Espírito Santo e Ana Isabel Dias
Técnicas Responsáveis pelo Grupo de Dança Inclusiva Korpus da Cooperativa de S. Pedro
Residências Artísticas Korpus 2009
Rafael Alvarez e Carla Ribeiro
Coordenador Artístico e Professora de Dança Inclusiva do Plural | Núcleo de Dança
Contemporânea – Fundação Liga
Identidade e Criação Artística
13h00 ALMOÇO LIVRE
14h30 GRUPO DE TRABALHO 1 | ARTES PLÁSTICAS
Moderador: Leonor Coutinho
Artista Plástica
GRUPO DE TRABALHO 2 | DANÇA
Moderador: Inês d’ Orey
Presidente da ANACED e Mestre em Relações Interculturais
GRUPO DE TRABALHO 3 | MÚSICA
Moderador: Ana Teresa Nascimento
Professora Doutora em Educação Especial
GRUPO DE TRABALHO 4 | TEATRO
Moderador: Adalberto Fernandes
Técnico Superior do Instituto Nacional para a Reabilitação
16h30 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DOS GRUPOS DE TRABALHO
DEBATE
18h00 ENCERRAMENTO DO ENCONTRO
Mais informação:
Telefone 213636836
E-mail anaced@net.sapo.pt
O objectivo é proporcionar um espaço de partilha, debate e reflexão sobre as estratégias, métodos e técnicas utilizadas pelos referidos técnicos, enquanto instrumentos para o desenvolvimento emocional, social e intelectual das pessoas com deficiência e para a visibilidade da sua criação artística junto dos diferentes públicos, tendo em vista a sua inclusão social.
Neste sentido, vimos por este meio convidá-lo (a) a participar neste Encontro, e a enriquecê-lo com o seu contributo. Para tal enviamos o Programa em anexo.
As inscrições são gratuitas e devem ser efectuadas através do preenchimento da Ficha em anexo.
As mesmas serão aceites por ordem de chegada até ao limite máximo de capacidade do auditório e só serão consideradas válidas depois de confirmadas pela organização.
Data limite para a inscrição: 9 de Novembro
Com os melhores cumprimentos,
Pela organização
Cristina Fontes
Programa:
9h00 Recepção aos Participantes e entrega de documentação
9h30 SESSÃO DE ABERTURA
Representante do Governo *
Alexandra Pimenta
Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação
Inês d’Orey
Presidente da ANACED
Miguel Guilherme
Encenador e Actor
10h00 ABERTURA DOS TRABALHOS
PAINEL ARTES PLÁSTICAS
Daniela Lisboa Gomes
Professora de Expressão Plástica da CERCICA
Desenvolvimento e Integração na Deficiência Mental
Sílvia Maria Garcia Perloiro
Coordenadora da Oficina de Expressão Plástica da APPDA de Lisboa
Toolkit – Ferramenta de Trabalho para Pessoas com Autismo
Vítor Pi e Conchita Feijó
Coordenadores do Ligarte – Atelier de Artes Plásticas da Fundação LIGA
LIGARTE | Atelier – 15 Anos na Criatividade
11h00 INTERVALO
11h30 PAINEL TEATRO
Francisco Brás
Actor e Encenador do Grupo CRINABEL Teatro
Do Teatro da Diferença, à Diferença do Teatro
PAINEL MÚSICA
Paulo Ramos Jacob
Professor e Musicoterapeuta na APCC
A Intervenção Musical na APCC
Zélia Marques, Miguel Cruz e Tiago Soares
Professores e Técnico de Música da CERCIAG
ZABUMBAR
PAINEL DANÇA
Sara Espírito Santo e Ana Isabel Dias
Técnicas Responsáveis pelo Grupo de Dança Inclusiva Korpus da Cooperativa de S. Pedro
Residências Artísticas Korpus 2009
Rafael Alvarez e Carla Ribeiro
Coordenador Artístico e Professora de Dança Inclusiva do Plural | Núcleo de Dança
Contemporânea – Fundação Liga
Identidade e Criação Artística
13h00 ALMOÇO LIVRE
14h30 GRUPO DE TRABALHO 1 | ARTES PLÁSTICAS
Moderador: Leonor Coutinho
Artista Plástica
GRUPO DE TRABALHO 2 | DANÇA
Moderador: Inês d’ Orey
Presidente da ANACED e Mestre em Relações Interculturais
GRUPO DE TRABALHO 3 | MÚSICA
Moderador: Ana Teresa Nascimento
Professora Doutora em Educação Especial
GRUPO DE TRABALHO 4 | TEATRO
Moderador: Adalberto Fernandes
Técnico Superior do Instituto Nacional para a Reabilitação
16h30 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DOS GRUPOS DE TRABALHO
DEBATE
18h00 ENCERRAMENTO DO ENCONTRO
Mais informação:
Telefone 213636836
E-mail anaced@net.sapo.pt
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Eventos
Tese de mestrado - Os Museus e a Web 2.0
Título: Os museus e a Web 2.0 : os sítios Web dos museus portugueses
Autor: Pedro, Alexandra Raquel Fernandes
Orientador: Santos, Leonel Duarte dos
Data: 28-Jul-2009
Resumo: Na actual sociedade da informação, a Internet tem-se afirmado enquanto ferramenta de comunicação e fonte de informação, tornando importante que as mais variadas instituições marquem presença neste mundo digital online. Neste contexto, as ferramentas da Web 2.0 têm merecido destaque, pois vieram dar ao utilizador um papel mais participativo. Também os museus têm vindo a adoptar estas ferramentas na sua relação com os públicos, sendo importante o conhecimento da realidade nacional. Assim, o presente trabalho de investigação teve por objectivos a determinação tanto dos conteúdos disponibilizados pelos museus portugueses nos seus sítios Web, como das ferramentas da Web 2. O que estes utilizam no desenvolvimento das suas actividades. Neste sentido, foi elaborada uma grelha de análise mediante a qual foram analisados 72 sítios Web de museus pertencentes à Rede Portuguesa de Museus. Esta grelha de análise integra três dimensões: identificação do museu, caracterização geral de conteúdos, ferramentas Web2.0. No que respeita aos conteúdos disponibilizados nos sítios Web de museus analisados, pudemos concluir que estes oferecem sobretudo informação logística, de apresentação do museu, sobre colecções, exposições físicas e trabalho do serviço educativo, sendo a forma de comunicação privilegiada em termos de Internet a que é realizada via correio electrónico. Em relação à Web 2. O e à utilização das suas ferramentas por parte dos museus nacionais analisados, pudemos averiguar que esta está, ainda, numa fase inicial. A ferramenta mais usada é o blogue. Foram, também, identificados projectos pioneiros ao nível dos wikis, Licenças Creative Commons, Youtube, Flickr e redes sociais online. Com vista à identificação de boas práticas internacionais ao nível do uso das aplicações e serviços da Web 2.0 foram estudados 20 sítios Web de museus estrangeiros e aplicada a grelha de análise apenas na dimensão respeitante às ferramentas da Web 2.0, tendo sido seleccionados os 5 melhores para análise detalhada neste trabalho. Entre estes destaca-se o Brooklyn Museum. Os serviços e aplicações da Web 2. O podem constituir instrumentos de trabalho muito positivos para a actividade museológica nacional, ajudando os museus a cumprirem as suas funções e objectivos e a aproximarem-se dos mais variados públicos não só onsite mas sobretudo online.
Para aceder à tese clique aqui!
Autor: Pedro, Alexandra Raquel Fernandes
Orientador: Santos, Leonel Duarte dos
Data: 28-Jul-2009
Resumo: Na actual sociedade da informação, a Internet tem-se afirmado enquanto ferramenta de comunicação e fonte de informação, tornando importante que as mais variadas instituições marquem presença neste mundo digital online. Neste contexto, as ferramentas da Web 2.0 têm merecido destaque, pois vieram dar ao utilizador um papel mais participativo. Também os museus têm vindo a adoptar estas ferramentas na sua relação com os públicos, sendo importante o conhecimento da realidade nacional. Assim, o presente trabalho de investigação teve por objectivos a determinação tanto dos conteúdos disponibilizados pelos museus portugueses nos seus sítios Web, como das ferramentas da Web 2. O que estes utilizam no desenvolvimento das suas actividades. Neste sentido, foi elaborada uma grelha de análise mediante a qual foram analisados 72 sítios Web de museus pertencentes à Rede Portuguesa de Museus. Esta grelha de análise integra três dimensões: identificação do museu, caracterização geral de conteúdos, ferramentas Web2.0. No que respeita aos conteúdos disponibilizados nos sítios Web de museus analisados, pudemos concluir que estes oferecem sobretudo informação logística, de apresentação do museu, sobre colecções, exposições físicas e trabalho do serviço educativo, sendo a forma de comunicação privilegiada em termos de Internet a que é realizada via correio electrónico. Em relação à Web 2. O e à utilização das suas ferramentas por parte dos museus nacionais analisados, pudemos averiguar que esta está, ainda, numa fase inicial. A ferramenta mais usada é o blogue. Foram, também, identificados projectos pioneiros ao nível dos wikis, Licenças Creative Commons, Youtube, Flickr e redes sociais online. Com vista à identificação de boas práticas internacionais ao nível do uso das aplicações e serviços da Web 2.0 foram estudados 20 sítios Web de museus estrangeiros e aplicada a grelha de análise apenas na dimensão respeitante às ferramentas da Web 2.0, tendo sido seleccionados os 5 melhores para análise detalhada neste trabalho. Entre estes destaca-se o Brooklyn Museum. Os serviços e aplicações da Web 2. O podem constituir instrumentos de trabalho muito positivos para a actividade museológica nacional, ajudando os museus a cumprirem as suas funções e objectivos e a aproximarem-se dos mais variados públicos não só onsite mas sobretudo online.
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Trabalhos Académicos
Tese de mestrado - O museu na era da comunicação online
Título: O museu na era da comunicação online
Autor: Andrade, Juliana Filipa Dias
Orientador: Pires, Helena
Data: 16-Jul-2008
Resumo: O presente trabalho de investigação tem como objectivo reflectir sobre o uso das novas tecnologias, nomeadamente da Internet, por parte dos museus, na promoção de bens e actividades junto de públicos específicos. A facilidade de distribuição e acesso a informações via Internet e a possibilidade de interacção, transformam-na numa autêntica ferramenta de comunicação. No final da problematização propomo-nos apresentar um estudo de caso sobre o Museu Nogueira da Silva, procurando ilustrar as respectivas estratégias de gestão de identidade organizacional, bem como as suas estratégias comunicacionais. Este museu tem, igualmente, procurado utilizar a Internet na comunicação com os seus públicos. Este trabalho é fruto de uma pesquisa assente sobretudo em leituras exploratórias, que visam diferentes áreas. Esta investigação recomenda a continuação de outras pesquisas, assim como a elaboração de um modelo, que procure analisar as estratégias de comunicação via Internet, desenvolvidas pelos museus.
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Autor: Andrade, Juliana Filipa Dias
Orientador: Pires, Helena
Data: 16-Jul-2008
Resumo: O presente trabalho de investigação tem como objectivo reflectir sobre o uso das novas tecnologias, nomeadamente da Internet, por parte dos museus, na promoção de bens e actividades junto de públicos específicos. A facilidade de distribuição e acesso a informações via Internet e a possibilidade de interacção, transformam-na numa autêntica ferramenta de comunicação. No final da problematização propomo-nos apresentar um estudo de caso sobre o Museu Nogueira da Silva, procurando ilustrar as respectivas estratégias de gestão de identidade organizacional, bem como as suas estratégias comunicacionais. Este museu tem, igualmente, procurado utilizar a Internet na comunicação com os seus públicos. Este trabalho é fruto de uma pesquisa assente sobretudo em leituras exploratórias, que visam diferentes áreas. Esta investigação recomenda a continuação de outras pesquisas, assim como a elaboração de um modelo, que procure analisar as estratégias de comunicação via Internet, desenvolvidas pelos museus.
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Trabalhos Académicos
Tese de Mestrado - Serviços educativos online nos museus : análise das actividades
Título: Serviços educativos online nos museus : análise das actividades
Autor: Barbosa, Sandra Daniela Ferreira
Orientador: Carvalho, Ana Amélia Amorim
Data: 23-Nov-2006
Resumo: O presente trabalho de investigação teve como objectivo analisar as actividades dos serviços educativos nos sites dos museus portugueses. Estas actividades podem funcionar como uma vertente educacional, uma forma lúdica ou informal de aprendizagem dos conteúdos do museu, uma forma de preparação da visita ao museu ou, posteriormente, na sala de aula como prolongamento da actividade iniciada na visita ao museu in loco. Para a análise dos sites foi concebida uma Grelha de Análise das Actividades Online dos Serviços Educativos nos Museus. Esta grelha integra seis dimensões: Identificação do Museu, Informação Geral, Tipos de Actividades, Funcionalidades, Descrição Temática e Gráfica das Actividades e Apoio ao Utilizador. Cada uma das dimensões inclui subdimensões, totalizando 73 itens. Este instrumento foi avaliado por especialistas. A amostra integrou 115 sites de museus. Da análise realizada, verificámos que pouca informação é disponibilizada, não se tirando partido das potencialidades do museu online, limitando-se o site à informação básica de apresentação institucional. Constatou-se que só surgem Actividades em cinco museus online. As Funcionalidades disponíveis nos serviços educativos são poucas, incidindo sobre a análise de peças e sobre a apresentação de documentação informativa para professores/educadores. À excepção de um caso, todas as actividades online estão directamente ligadas com a temática do Museu em análise. As temáticas inserem-se nas artes decorativas, história religiosa, metrologia (instrumentos de medição) e astronomia. No que concerne ao aspecto Gráfico dos sites analisados (n=115) verificou-se que a grande maioria dos sites apresenta fundo com cor (97%) em detrimento de padrão, 74% dos sites usa caracteres sem serifa e 42% dos sites apresenta o espaçamento entre os parágrafos superior ao das linhas, o que facilita a leitura. O Apoio ao Utilizador só apareceu em 17% dos sites.
Para aceder à tese, clique aqui!
Autor: Barbosa, Sandra Daniela Ferreira
Orientador: Carvalho, Ana Amélia Amorim
Data: 23-Nov-2006
Resumo: O presente trabalho de investigação teve como objectivo analisar as actividades dos serviços educativos nos sites dos museus portugueses. Estas actividades podem funcionar como uma vertente educacional, uma forma lúdica ou informal de aprendizagem dos conteúdos do museu, uma forma de preparação da visita ao museu ou, posteriormente, na sala de aula como prolongamento da actividade iniciada na visita ao museu in loco. Para a análise dos sites foi concebida uma Grelha de Análise das Actividades Online dos Serviços Educativos nos Museus. Esta grelha integra seis dimensões: Identificação do Museu, Informação Geral, Tipos de Actividades, Funcionalidades, Descrição Temática e Gráfica das Actividades e Apoio ao Utilizador. Cada uma das dimensões inclui subdimensões, totalizando 73 itens. Este instrumento foi avaliado por especialistas. A amostra integrou 115 sites de museus. Da análise realizada, verificámos que pouca informação é disponibilizada, não se tirando partido das potencialidades do museu online, limitando-se o site à informação básica de apresentação institucional. Constatou-se que só surgem Actividades em cinco museus online. As Funcionalidades disponíveis nos serviços educativos são poucas, incidindo sobre a análise de peças e sobre a apresentação de documentação informativa para professores/educadores. À excepção de um caso, todas as actividades online estão directamente ligadas com a temática do Museu em análise. As temáticas inserem-se nas artes decorativas, história religiosa, metrologia (instrumentos de medição) e astronomia. No que concerne ao aspecto Gráfico dos sites analisados (n=115) verificou-se que a grande maioria dos sites apresenta fundo com cor (97%) em detrimento de padrão, 74% dos sites usa caracteres sem serifa e 42% dos sites apresenta o espaçamento entre os parágrafos superior ao das linhas, o que facilita a leitura. O Apoio ao Utilizador só apareceu em 17% dos sites.
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Trabalhos Académicos
Necessidades de acessibilidade e design for all no turismo para todos
A Proasolutions.pt Lda (consultora em Acessibilidade e Desenho para Todos), em parceria com a Câmara Municipal da Lousã, a Provedoria das Pessoas com Incapacidade da Lousã e a Design for All Foundation encontra-se a organizar a CONFERÊNCIA INTERNACIONAL - NECESSIDADES DE ACESSIBILIDADE E DESIGN FOR ALL NO TURISMO PARA TODOS, a realizar-se nos dias 19 e 20 de Novembro no Hotel Meliá Palácio da Lousã.
Contamos com a participação de conferencistas nacionais e internacionais de renome, peritos nesta área temática.
Por se tratar de um tema transversal, nos âmbitos de Turismo, Espaço Público, Edificações, Transportes e Mobilidade, Planeamento urbano, Saúde, Tecnologias, Comunicação e Informação, Educação e Formação, etc., queremos estender o presente convite a todos.
Gostariamos, portanto, de convidá-los a assistir ao evento e solicitamos que transmitam e divulguem, pelas vias que lhes são próprias, a informação relativa ao evento.
A inscrição no evento é totalmente gratuita. Fica ao encargo dos interessados apenas os seus gastos pessoais ao nível de deslocação, refeições e alojamento. Os interessados devem preencher o formulário e enviar para o email: tourismforall@gmail.com com a maior brevidade possível.
A realização da Conferência “NECESSIDADES DE ACESSIBILIDADE E DESIGN FOR ALL NO TURISMO PARA TODOS”, organizada pela ProAsolutions, em parceria com a Câmara Municipal da Lousã, a Provedoria Municipal das Pessoas com Incapacidade da Lousã e a Design for All Foundation, nos próximos dias 19 e 20 de Novembro, tem em vista
apresentar as vantagens económicas e sociais da aposta no Turismo Para Todos e quais os caminhos a percorrer pelos vários agentes, públicos e privados,para atingir o objectivo de uma sociedade mais inclusiva. Aos agentes públicos é importante dar a conhecer as ferramentas de gestão do espaço público ao nível da melhoria da acessibilidade para todos. Aos empresários é fundamental demonstrar as vantagens
inerentes a uma aposta num mercado em que há ainda uma enorme margem de progressão ao nível da satisfação da procura, sendo a existência de uma concertação de esforços fundamental, no sentido de uma melhoria integrada da acessibilidade do espaço
público e dos serviços turísticos. Estarão presentes neste evento alguns dos mais
consagrados peritos nacionais e internacionais, que apresentarão algumas das melhores práticas implementadas na Europa nas temáticas da Acessibilidade, Design for All e Turismo para Todos.
O objectivo deste evento é, portanto, elucidar para o facto de que o Turismo para Todos é, para além de uma obrigação social, um poderoso factor de competitividade conómica, contribuindo para o aumento da qualidade do sector, aumentando o nível de satisfação de todos os turistas, quer tenham ou não mobilidade condicionada.
Assim, apresenta-se como um factor fundamental no fortalecimento do sector turístico.
A temática da Acessibilidade é transversal a todas as áreas da sociedade, nomeadamente os municípios, no que diz respeito à gestão do espaço e edifícios públicos, e as empresas do sector turístico,considerando as instalações e serviços, o que implica não apenas projectos de construção mas também meios de transporte, sistemas de comunicação, informação e serviços.
Aprofundar o conhecimento das necessidades dos turistas com necessidades especiais (incluindo o turismo sénior), contribuirá para uma efectiva igualdade de oportunidades para estas pessoas que, muitas vezes, vêem negados os seus legítimos direitos ao lazer, por ausência de condições mínimas de acessibilidade à cadeia de serviços turísticos.
A exigência de qualidade e de conforto pressupõe total acessibilidade, o que implica o reconhecimento, por parte do mercado, do que as pessoas com mobilidade
condicionada e seus familiares representam. A concepção de um modelo, que englobe as exigências do “Turismo para Todos” num quadro de qualidade, é um passo importante para tornar possível o acesso às actividades turísticas. Desta forma, não constituindo isso um custo, mas sim um investimento, as vantagens
são facilmente visíveis e rentáveis a curto prazo.
O potencial do mercado de turismo acessível com cerca de 134 milhões de potenciais clientes (cerca de 27% da população da União Europeia), com receitas
potenciais estimadas em cerca de 83 mil milhões de euros por ano, se apenas considerarmos viajantes europeus. Se considerarmos pessoas com deficiência,
pessoas idosas, grávidas, casais com crianças, torna-se claro que entre 30% a 40% de todos os europeus podem beneficiar em grande medida de melhorias de
acessibilidade ao turismo. (ENAT, 2007).
O Design for All é uma abordagem cujo objectivo é o (re-)desenho do meio construído, dos produtos e serviços, de forma que todas as pessoas possam participar em igualdade na vida da comunidade (Aragall, EuCAN 2003, p.22). Esta filosofia de
planeamento é a que serve de base ao conceito de Turismo para Todos.
Mais info:
ProASolutions.pt
Rua do Passeio Alegre, Nº20 Sala 4.5
4150 -570 Porto
proasolutions.pt@gmail.com
tel.+351.220.145.622 +351.220.108.024
Contamos com a participação de conferencistas nacionais e internacionais de renome, peritos nesta área temática.
Por se tratar de um tema transversal, nos âmbitos de Turismo, Espaço Público, Edificações, Transportes e Mobilidade, Planeamento urbano, Saúde, Tecnologias, Comunicação e Informação, Educação e Formação, etc., queremos estender o presente convite a todos.
Gostariamos, portanto, de convidá-los a assistir ao evento e solicitamos que transmitam e divulguem, pelas vias que lhes são próprias, a informação relativa ao evento.
A inscrição no evento é totalmente gratuita. Fica ao encargo dos interessados apenas os seus gastos pessoais ao nível de deslocação, refeições e alojamento. Os interessados devem preencher o formulário e enviar para o email: tourismforall@gmail.com com a maior brevidade possível.
A realização da Conferência “NECESSIDADES DE ACESSIBILIDADE E DESIGN FOR ALL NO TURISMO PARA TODOS”, organizada pela ProAsolutions, em parceria com a Câmara Municipal da Lousã, a Provedoria Municipal das Pessoas com Incapacidade da Lousã e a Design for All Foundation, nos próximos dias 19 e 20 de Novembro, tem em vista
apresentar as vantagens económicas e sociais da aposta no Turismo Para Todos e quais os caminhos a percorrer pelos vários agentes, públicos e privados,para atingir o objectivo de uma sociedade mais inclusiva. Aos agentes públicos é importante dar a conhecer as ferramentas de gestão do espaço público ao nível da melhoria da acessibilidade para todos. Aos empresários é fundamental demonstrar as vantagens
inerentes a uma aposta num mercado em que há ainda uma enorme margem de progressão ao nível da satisfação da procura, sendo a existência de uma concertação de esforços fundamental, no sentido de uma melhoria integrada da acessibilidade do espaço
público e dos serviços turísticos. Estarão presentes neste evento alguns dos mais
consagrados peritos nacionais e internacionais, que apresentarão algumas das melhores práticas implementadas na Europa nas temáticas da Acessibilidade, Design for All e Turismo para Todos.
O objectivo deste evento é, portanto, elucidar para o facto de que o Turismo para Todos é, para além de uma obrigação social, um poderoso factor de competitividade conómica, contribuindo para o aumento da qualidade do sector, aumentando o nível de satisfação de todos os turistas, quer tenham ou não mobilidade condicionada.
Assim, apresenta-se como um factor fundamental no fortalecimento do sector turístico.
A temática da Acessibilidade é transversal a todas as áreas da sociedade, nomeadamente os municípios, no que diz respeito à gestão do espaço e edifícios públicos, e as empresas do sector turístico,considerando as instalações e serviços, o que implica não apenas projectos de construção mas também meios de transporte, sistemas de comunicação, informação e serviços.
Aprofundar o conhecimento das necessidades dos turistas com necessidades especiais (incluindo o turismo sénior), contribuirá para uma efectiva igualdade de oportunidades para estas pessoas que, muitas vezes, vêem negados os seus legítimos direitos ao lazer, por ausência de condições mínimas de acessibilidade à cadeia de serviços turísticos.
A exigência de qualidade e de conforto pressupõe total acessibilidade, o que implica o reconhecimento, por parte do mercado, do que as pessoas com mobilidade
condicionada e seus familiares representam. A concepção de um modelo, que englobe as exigências do “Turismo para Todos” num quadro de qualidade, é um passo importante para tornar possível o acesso às actividades turísticas. Desta forma, não constituindo isso um custo, mas sim um investimento, as vantagens
são facilmente visíveis e rentáveis a curto prazo.
O potencial do mercado de turismo acessível com cerca de 134 milhões de potenciais clientes (cerca de 27% da população da União Europeia), com receitas
potenciais estimadas em cerca de 83 mil milhões de euros por ano, se apenas considerarmos viajantes europeus. Se considerarmos pessoas com deficiência,
pessoas idosas, grávidas, casais com crianças, torna-se claro que entre 30% a 40% de todos os europeus podem beneficiar em grande medida de melhorias de
acessibilidade ao turismo. (ENAT, 2007).
O Design for All é uma abordagem cujo objectivo é o (re-)desenho do meio construído, dos produtos e serviços, de forma que todas as pessoas possam participar em igualdade na vida da comunidade (Aragall, EuCAN 2003, p.22). Esta filosofia de
planeamento é a que serve de base ao conceito de Turismo para Todos.
Mais info:
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Rua do Passeio Alegre, Nº20 Sala 4.5
4150 -570 Porto
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Eventos
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Câmara de Leiria recebe Bandeira de Ouro da Mobilidade

A câmara de Leiria voltou a receber, pelo segundo ano consecutivo, a Bandeira de Ouro da Mobilidade pela "eliminação das barreiras urbanísticas na área de intervenção".
O galardão foi entregue pela Appla - Associação Portuguesa de Planeadores do Território - que "congratula" o município leiriense pelo trabalho desenvolvido na sequência da sua adesão à Rede Nacional de Cidades e Vilas com Mobilidade para Todos.
Desde a adesão à rede, foram realizadas intervenções ao nível da correcção de várias barreiras, nomeadamente com o rebaixamento de passadeiras, redimensionamento dos passeios, construção de passadeiras niveladas, regularização dos pavimentos, relocalização de sinalética e candeeiros e controlo do estacionamento abusivo, faz saber a autarquia numa nota informativa.
"Leiria já evidencia, desde a sua adesão à rede, exemplos de requalificação do espaço público, eliminando barreiras que, de forma generalizada, se espalhavam pela cidade", lê-se no relatório da Appla, divulgado pela câmara de Leiria, que destaca o trabalho autárquica "sem, contudo, se afastar da sua identidade paisagística e urbana".
No relatório, a Appla destaca ainda "a utilização dos materiais que, ao longo dos tempos, foram acompanhando a história deste local, mas, simultaneamente, introduzindo-lhe sinais claros de contemporaniedade".
Na nota informativa, o município adianta que, para além da eliminação dos obstáculos diagnosticados na área de adesão, "tem vindo a desenvolver projectos de desenho urbano e gestão de tráfego e tem complementado as indicações do projecto da Rede", nomeadamente a criação de um grupo interdepartamental, reuniões de trabalho com as associações de pessoas portadoras de deficiência (Associação Portuguesa de Deficientes e ACAPO - Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal), participação em conferências e palestras relacionadas com a mobilidade e outros projectos de requalificação do espaço público.
Em 2008, a câmara leiriense tinha sido igualmente galardoada, "pela materialização de um conjunto de medidas e recomendações que tiveram um impacto positivo na melhoria das acessibilidades e na mobilidade dos cidadãos na cidade de Leiria", pode ler-se na nota informativa.
Fonte: Diário de Leiria
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Notícias
Fechar os olhos e experimentar
A Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) assinalou os seus 20 anos de existência realizando em Lisboa actividades que desafiaram quem vê a viver o quotidiano dos invisuais.
Esta iniciativa teve lugar no Centro Comercial Colombo entre as 10h00 e as 22h00 e visou dar a conhecer a missão da associação, permitindo a todos vivenciar varias componentes quotidianas da vida de uma cego.
Uma das actividades foi um workshops sobre o Alfabeto Braille, onde os participantes escreveram o seu nome em Braille num postal que levaram para casa.
No Espaço dedicado às Novas Tecnologias e Emprego esteve disponível um computador e telefone com software de voz, teclado amplificado, onde as pessoas poderão testar a acessibilidade das páginas Web e até navegar na internet com os olhos vendados.
O objectivo, segundo a associação, foi conseguir que o visitante perceba que, com ajudas técnicas, a pessoa com deficiência visual pode estudar e trabalhar.
Fechar os olhos e experimentar
"Quisemos assinalar a data demonstrando à população que actividades e serviços a ACAPO disponibiliza e ao mesmo tempo convidar as pessoas a "fecharem os olhos" e vivenciarem algumas experiências, como por exemplo aceder a uma página de Internet sem verem o teclado do seu computador", explicou Carlos Lopes, presidente da ACAPO.
No Espaço de Estimulação Sensorial e Acessibilidade, o visitante, de olhos vendados, pode "arrumar" na despensa vários produtos (frascos, embalagens, etc), pintar desenhos em alto-relevo, adivinhar alimentos e objectos através do tacto e do olfacto ou reconhecer notas e moedas em circulação.
Entre as 18h00 e as 19h00 foi a hora do conto. Daniela Santiago, jornalista da RTP, é a autora do livro "O Caramelo da Leonor", lançado em Setembro, com a particularidade de ter uma versão em Braille. O conto foi lido pela autora e por uma criança cega.
Fonte: Expresso

Esta iniciativa teve lugar no Centro Comercial Colombo entre as 10h00 e as 22h00 e visou dar a conhecer a missão da associação, permitindo a todos vivenciar varias componentes quotidianas da vida de uma cego.
Uma das actividades foi um workshops sobre o Alfabeto Braille, onde os participantes escreveram o seu nome em Braille num postal que levaram para casa.
No Espaço dedicado às Novas Tecnologias e Emprego esteve disponível um computador e telefone com software de voz, teclado amplificado, onde as pessoas poderão testar a acessibilidade das páginas Web e até navegar na internet com os olhos vendados.
O objectivo, segundo a associação, foi conseguir que o visitante perceba que, com ajudas técnicas, a pessoa com deficiência visual pode estudar e trabalhar.
Fechar os olhos e experimentar
"Quisemos assinalar a data demonstrando à população que actividades e serviços a ACAPO disponibiliza e ao mesmo tempo convidar as pessoas a "fecharem os olhos" e vivenciarem algumas experiências, como por exemplo aceder a uma página de Internet sem verem o teclado do seu computador", explicou Carlos Lopes, presidente da ACAPO.
No Espaço de Estimulação Sensorial e Acessibilidade, o visitante, de olhos vendados, pode "arrumar" na despensa vários produtos (frascos, embalagens, etc), pintar desenhos em alto-relevo, adivinhar alimentos e objectos através do tacto e do olfacto ou reconhecer notas e moedas em circulação.
Entre as 18h00 e as 19h00 foi a hora do conto. Daniela Santiago, jornalista da RTP, é a autora do livro "O Caramelo da Leonor", lançado em Setembro, com a particularidade de ter uma versão em Braille. O conto foi lido pela autora e por uma criança cega.
Fonte: Expresso
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quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Visitas cantadas no Museu do Fado

Durante o mês de Outubro o Museu promove Visitas Cantadas ao seu circuito expositivo com a participação especial de Ricardo Ribeiro e Ana Sofia Varela que interpretarão temas do repertório de Amália Rodrigues.
Dias 3, 17 e 24 - Ana Sofia Varela
Dias 4, 18 e 25 - Ricardo Ribeiro
Dias 10 e 11 - Pedro Galveias
Museu do Fado, 17h00, mediante marcação prévia
Fonte: Museu do Fado
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Fundação de Serralves mais acessível

A Fundação de Serralves passará a disponibilizar equipamentos informáticos que permitem que o público cego ou com baixa visão aceda à colecção de obras de arte contemporânea de Serralves.
Fonte: PPorto dos Museus
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Campanha “Um olhar por quem não vê”
A campanha “Um olhar por quem não vê” marcou as comemorações do Dia Mundial da Bengala Branca, assinalado a 15 de Outubro, no Algarve.
A campanha da delegação do Algarve da Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) visou angariar fundos para a instituição e sensibilizar a sociedade civil para a problemática da deficiência visual, ao nível de acessibilidades e do ponto de vista da integração socioprofissional desta população.
As actividades agendadas para dia 15 de Outubro decorreram em Faro e incluiram, no Museu Municipal, a exposição e demonstração de ajudas técnicas para a deficiência visual (10h00), uma sessão de esclarecimento sobre a mobilidade das pessoas com deficiência visual (15h00), a apresentação da campanha de angariação de fundos “Um olhar por quem não vê” (15h45) e o “Percurso dos sentidos” (16h30), onde pessoas com visão serão ‘cegas’ por uns minutos ao experimentarem a utilização de uma bengala branca, num percurso entre o museu e a Câmara Municipal.
À noite, o Auditório da Fundação Pedro Ruivo recebeu, a partir das 21h30, um espectáculo de música e poesia, organizado pelo Lions Clube, cujo valor do bilhete de entrada (5 euros) reverteu a favor da ACAPO.
Fonte: Observatório do Algarve

A campanha da delegação do Algarve da Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) visou angariar fundos para a instituição e sensibilizar a sociedade civil para a problemática da deficiência visual, ao nível de acessibilidades e do ponto de vista da integração socioprofissional desta população.
As actividades agendadas para dia 15 de Outubro decorreram em Faro e incluiram, no Museu Municipal, a exposição e demonstração de ajudas técnicas para a deficiência visual (10h00), uma sessão de esclarecimento sobre a mobilidade das pessoas com deficiência visual (15h00), a apresentação da campanha de angariação de fundos “Um olhar por quem não vê” (15h45) e o “Percurso dos sentidos” (16h30), onde pessoas com visão serão ‘cegas’ por uns minutos ao experimentarem a utilização de uma bengala branca, num percurso entre o museu e a Câmara Municipal.
À noite, o Auditório da Fundação Pedro Ruivo recebeu, a partir das 21h30, um espectáculo de música e poesia, organizado pelo Lions Clube, cujo valor do bilhete de entrada (5 euros) reverteu a favor da ACAPO.
Fonte: Observatório do Algarve
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Póvoa de Lanhoso: descobrir as plantas pelo cheiro

(Fotografia: Neptuna)
Sentir o cheiro e descobrir as diversas plantas aromáticas e medicinais através do toque foi a proposta do Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos para assinalar o Dia Mundial da Bengala Branca.
Alfazema, erva-príncipe, alecrim, caril, tomilho, absinto, cidreira, hipericão e coentros, foram algumas das ervas estudadas pelos cerca de 20 utentes da Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga (AADVDB), com sede na Póvoa de Lanhoso, a quem se dirigiu a actividade.
A ‘oficina dos sentidos’ teve como principal objectivo dar a conhecer aos invisuais as diferenças entre as várias plantas existentes na bordadura do centro. Para isso, “tentamos ao máximo que os invisuais utilizassem todos os sentidos nesta actividade, dando-lhes a conhecer as propriedades de cada uma das plantas, que são muito mais do que os próprios cheiros, toque e paladar”, disse aos jornalistas Melissa Costa, responsável pelo centro.
A jornada, que se insere no programa anual de actividades do Centro do Carvalho de Cal-vos, culminou, à tarde, com a criação de saquinhos de cheiro, onde foram servidas infusões de ervas para que os invisuais pudessem sentir o paladar das plantas que tocaram e sentiram durante a visita ao centro de interpretação.
A iniciativa teve um impacto “muito positivo, não só para os participantes como para os próprios técnicos”, acrescentou a responsável, afirmando que “de agora em diante vamos olhar para as plantas de outra forma porque apercebemo-nos de pormenores que eles (cegos) nos deram a conhecer, através da sua própria experiência”.
Em resultado das muitas perguntas levantadas pelos invisuais chegou-se à conclusão de que “andamos muitas vezes à procura de medicamentos nas farmácias quando podemos ter a solução à porta de casa”.
É objectivo do centro fazer chegar a ‘oficina dos sentidos’ aos restantes utentes da associação de deficientes visuais.
Fonte: Correio do Minho
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Exposição de fotografia em relevo para invisuais

Uma exposição de fotografia dirigida a pessoas invisuais parece ser uma brincadeira de mau gosto. Mas está bem longe de o ser.
A mostra «Fotografia em Relevo», de Paulo Abrantes, foi especialmente criada para este público e pode ser visitada no edifício da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDRA) até ao dia 29 de Outubro.
O fotógrafo usou uma técnica que assenta em imagens a preto e branco e recorre a um papel especial que adquire relevo ao ser impresso. O preto corresponde às zonas com maior relevo e o branco à ausência deste, com os cinzentos a adquirir alturas diferentes, conforme a sua intensidade. A legenda da fotografia também está inscrita em Braille.
A iniciativa foi lançada no Dia Mundial da Visão, que se celebra a 8 de Outubro. Numa sessão muito participada, já que foram muitos os alunos da Universidade do Algarve presentes, Paulo Abrantes, que já há cerca de seis anos se dedica a projectos nesta área, foi muito crítico no seu discurso.
Segundo o fotógrafo, quando revelou a sua ideia ao mundo, apenas foi incentivado a avançar pela Acapo- Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal. «Se não fosse a Acapo, nada disto existia», garantiu.
Paulo Abrantes, ainda que sem lançar nomes, disse que, quando deu a conhecer a ideia, não viu «grande entusiasmo das pessoas ligadas à fotografia, arte e cultura», nem «por parte das entidades».
Mais tarde, acabou por encontrar um entusiasta no comissário de Coimbra Capital da Cultura 2003, que lhe abriu as portas do evento. Esteve também na Faro Capital da Cultura, em 2005, com a sua mostra «Luz Táctil».
O facto de, por ocasião da inauguração desta exposição, estarem juntos na mesma sala os responsáveis pelo Governo Civil, pelas direcções regionais de Educação e de Cultura e pela Administração Regional de Saúde do Algarve (ARSA), esta última a organizadora do evento, significa, para Paulo Abrantes, «que algo já mudou no Algarve».
O artista vê as exposições que promove nesta área, que já o levaram a Espanha e ao Brasil, como «uma oportunidade de juntar as pessoas e aproximar a sociedade em geral dos que vivem directamente os problemas da visão e da cegueira».
Ricardo Martins, dirigente da Acapo a nível regional, também partilha desta visão. Até porque considera que a associação que representa, «além do dever de reabilitação e integração profissional e social» que tem para com os seus associados, também tem interesse «em estar junto da sociedade em geral».
«É neste tipo de iniciativa que a palavra inclusão está escrita com todas as letras e das quais nos sentimos orgulhosos», revelou.
«Eu já vi, em tempos, pelo que tenho noção da imagem. Mas para os que nunca viram, esta é uma experiência que certamente lhes ficará marcada na memória. Será uma oportunidade única para muitos deles», considerou Ricardo Martins.
O presidente da ARSA Rui Lourenço frisou ainda que o entendimento da entidade que dirige, em termos de saúde, «é mais lato do que a maioria das pessoas pensa».
«A saúde é também um recurso para o desenvolvimento pessoal e bem-estar da comunidade», considerou.
hugo rodrigues
Fonte: Ler Para Ver
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terça-feira, 20 de Outubro de 2009
20º aniversário da ACAPO

20º Aniversário da ACAPO: De olhos bem fechados - experiências no Centro Colombo.
Dia 20 de Outubro, a ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal) assinala o seu vigésimo aniversário, com a dinamização de várias actividades abertas ao público em geral, no Centro Colombo, entre as 10h e as 22h, no espaço ACAPO situado no Praça Equador no piso 1. O objectivo desta iniciativa é dar a conhecer a missão da Associação e permitir que as pessoas possam experienciar várias componentes quotidianas da vida de um cego.
Carlos Lopes, presidente da ACAPO afirma "Quisemos assinalar a data demonstrando à população que actividades e serviços a ACAPO disponibiliza e ao mesmo tempo convidar as pessoas a "fecharem os olhos" e a vivenciarem algumas experiências, como por exemplo aceder a uma página de internet sem verem o teclado do seu computador."
O stand da ACAPO estará organizado por áreas diversas. Durante o dia 20, serão realizados workshops sobre o Alfabeto Braille, onde os participantes podem escrever o seu nome e uma dedicatória em Braille num postal que podem levar para casa. No Espaço Novas Tecnologias e Emprego, estará disponível um computador e telefone com software de voz, teclado ampliado, onde as pessoas poderão testar a acessibilidade das páginas Web e até navegar na internet com os olhos vendados. O objectivo é que o visitante perceba que, com ajudas técnicas, a pessoa com deficiência visual pode estudar e trabalhar sem restrições.
No Espaço de Estimulação Sensorial e Acessibilidade, o visitante, de olhos vendados poderá "arrumar" na despensa vários produtos (frascos, embalagens, etc), pintar desenhos em alto-relevo, adivinhar alimentos e objectos através do tacto e do olfacto ou reconhecer notas e moedas em circulação.
A Mascote da Associação Nacional de Desporto para Deficientes Visuais vai "ajudar" a divulgar esta iniciativa da ACAPO, apelando que os transiuntes visitem as iniciativas no Centro Comercial Colombo, nomeadamente as actividades físicas mais comuns que o deficiente visual pratica.
Entre as 18h e as 19h, é a hora do conto. Daniela Santiago, jornalista da RTP, é a autora do livro "O Caramelo da Leonor", lançado em Setembro, com a particularidade de ter uma versão em Braille. O conto será lido pela autora e por uma menina cega.
Para as 19h está marcado o momento de cantar os Parabéns à ACAPO. Estão convidados algumas entidades institucionais e algumas figuras públicas para o corte do bolo.
Fonte: ACAPO
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segunda-feira, 19 de Outubro de 2009
Opening the Door to the Entire Community. How Museums are using Permanent Collections to Engage Audiences

Summary:
Museums can better serve their communities and attract a more diverse mix of visitors by using their permanent collections more creatively. This Wallace-commissioned report, the first in a three-part series, shows how careful research and informed strategic planning helped several museums to reframe their permanent collections, launch innovative programming and take an active role in issues that affect their audiences’ neighborhoods.
Published: November 1998, 37 pages
Publishing Organization: The Wallace Foundation
Document Type: Report
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Services to People: Challenges and Rewards. How Museums Can Become More Visitor-Centered

Summary:
This Wallace-commissioned report, the last in a series of three, explains how museums can provide a welcoming, satisfying environment that attracts large numbers of visitors without compromising high standards of presentation and scholarship. It examines how museums have reorganized operations or created new departments, trained staff to interact with people, upgraded ticket and admission services, improved training and used audience research to make themselves desirable places for first-time and return visits.
Published: April 2001, 67 pages
Publishing Organization: The Wallace Foundation
Document Type: Report
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Engaging the Entire Community: A New Role for Permanent Collections

Summary:
Museums may be able to increase their audiences if they respond to their communities through new activities and innovative programs. This Wallace-commissioned report, the second in a three-part series, profiles four museums that augmented their permanent collections with pioneering outreach efforts — such as teen councils, local business partnerships and public art projects — to attract new regular visitors. Such strategies can help museums increase satisfaction among their staff and the public, enhance their offerings and cultivate donor support.
Published: February 1999, 33 pages
Publishing Organization: The Wallace Foundation
Document Type: Report
Descarregue PDF aqui!
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Programa Salvador - 19 de Out. 2009

rtp1 > 19-10-2009 | 21:18 | Episodio 2 de 13 - Bento Amaral
Neste Programa:
Convidado: Bento Amaral
Campeão do mundo de vela adaptada e recordista mundial de velocidade na neve, Bento Amaral tem 40 anos, é casado e tem uma carreira de sucesso. Aos 25 anos foi apanhado numa onda e ficou tetraplégico. Neste programa, Salvador vai desafiá-lo a superar novos limites e a fazer parapente.
Fonte: RTP
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Tecnologias de informação voltadas para pessoas com deficiência visual - Daniela Ragazzi dos Santos
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Acessibilidade - Siga essa ideia
Mais info sobre a campanha "Acessibilidade, siga essa ideia" em http://acessibilidade.sigaessaideia.org.br/
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CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO: “O Direito e os Direitos de Pessoas com Deficiência”
O Instituto de Ciências Jurídico-Políticas vai organizar, para o presente ano lectivo, um curso pós-graduado sobre “Direito e Direitos de Pessoas com deficiência”.
O curso destina-se a quaisquer pessoas interessadas nestas matérias, independentemente da respectiva área de formação superior.
Coordenação: Prof.ª Doutora Carla Amado Gomes e Mestre Jaime Valle
1.ª sessão – Dia 6 de Novembro
Sessão inaugural com a presença do Prof. Jorge Miranda, Presidente do ICJP e do Secretário de Estado da Reabilitação
Conferência pelo Dr. Laborinho Lúcio: Diversidade e direitos
2.ª sessão – Dia 13 de Novembro
Perspectiva e enquadramento constitucional dos direitos fundamentais das pessoas com deficiência
Mestre António Araújo
3.ª sessão – Dia 20 de Novembro
As pessoas com deficiência como sujeitos de direitos e deveres. Incapacidades e suprimento – a visão do Sociólogo
Prof.ª Doutora Paula Campos Pinto
4.ª sessão – Dia 27 de Novembro
As pessoas com deficiência como sujeitos de direitos e deveres. Incapacidades e suprimento – a visão do Jurista
Prof. Doutor Jorge Duarte Pinheiro
5.ª sessão – Dia 4 de Dezembro
As convenções internacionais sobre os direitos de pessoas com deficiência
Mestre Jaime Valle
6.ª sessão – Dia 11 de Dezembro
O Direito Comunitário e os direitos das pessoas com deficiência
Prof.ª Doutora Ana Fernanda Neves
7.ª sessão – Dia 18 de Dezembro
Administração Pública e discriminação positiva das pessoas com deficiência
Dr. José Manuel Madeira Serôdio
8.ª sessão – Dia 8 de Janeiro
A discriminação positiva das pessoas com deficiência na sua relação com a administração fiscal
Mestre Guilherme d'Oliveira Martins
9.ª sessão – Dia 15 de Janeiro
A supressão de barreiras arquitectónicas e a promoção da acessibilidade de edifícios públicos, vias públicas e equipamentos colectivos – a visão do Arquitecto
Arq.º José Pedro Martins Barata
10.ª sessão – Dia 22 de Janeiro
A supressão de barreiras arquitectónicas e a promoção da acessibilidade de edifícios públicos, vias públicas e equipamentos colectivos – a visão do Jurista
Mestre André Folque
11.ª sessão – Dia 29 de Janeiro
Os instrumentos de planeamento urbanístico como meio de execução de políticas de inclusão
Mestre André Folque
12.ª sessão – Dia 5 de Fevereiro
Regime jurídico de acesso ao trabalho, de protecção dos direitos das pessoas com deficiência e respectiva execução
Prof. Doutor Pedro Romano Martinez
13ª sessão – Dia 12 de Fevereiro
Desporto e cidadãos com deficiência
Prof. Doutor José Manuel Meirim
Ficam ressalvadas eventuais alterações ao programa do curso
Informações:
As sessões realizam-se às sextas-feiras das 18h30m às 20h30.
Local: Faculdade de Direito de Lisboa, no Anfiteatro 4.
Propina: 700,00 Euros. (pagando-se 50% no momento da inscrição e 50% até dia 8 de Janeiro de 2010).
Para quem efectuar o pagamento integral do curso no acto da inscrição haverá uma redução de 10% no valor total do curso.
Inscrições: de 1 a 30 de Outubro de 2009
Avaliação: apresentação de um trabalho escrito, com dimensão nunca superior a 20 páginas A4, espaçamento 1,5, caracter 12, sobre um tema ou subtema do Curso.
Informações: Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
Contactos: Dra. Telma Oliveira, 2.ª a 6.ª feira das 11h30 às 13h30 e das 14h30 às 19h30.
Telefone: 217 820 265 – Tml.: 933 469 330
E-mail: icjp@fd.ul.pt
Mais info. em http://www.icjp.pt
O curso destina-se a quaisquer pessoas interessadas nestas matérias, independentemente da respectiva área de formação superior.
Coordenação: Prof.ª Doutora Carla Amado Gomes e Mestre Jaime Valle
1.ª sessão – Dia 6 de Novembro
Sessão inaugural com a presença do Prof. Jorge Miranda, Presidente do ICJP e do Secretário de Estado da Reabilitação
Conferência pelo Dr. Laborinho Lúcio: Diversidade e direitos
2.ª sessão – Dia 13 de Novembro
Perspectiva e enquadramento constitucional dos direitos fundamentais das pessoas com deficiência
Mestre António Araújo
3.ª sessão – Dia 20 de Novembro
As pessoas com deficiência como sujeitos de direitos e deveres. Incapacidades e suprimento – a visão do Sociólogo
Prof.ª Doutora Paula Campos Pinto
4.ª sessão – Dia 27 de Novembro
As pessoas com deficiência como sujeitos de direitos e deveres. Incapacidades e suprimento – a visão do Jurista
Prof. Doutor Jorge Duarte Pinheiro
5.ª sessão – Dia 4 de Dezembro
As convenções internacionais sobre os direitos de pessoas com deficiência
Mestre Jaime Valle
6.ª sessão – Dia 11 de Dezembro
O Direito Comunitário e os direitos das pessoas com deficiência
Prof.ª Doutora Ana Fernanda Neves
7.ª sessão – Dia 18 de Dezembro
Administração Pública e discriminação positiva das pessoas com deficiência
Dr. José Manuel Madeira Serôdio
8.ª sessão – Dia 8 de Janeiro
A discriminação positiva das pessoas com deficiência na sua relação com a administração fiscal
Mestre Guilherme d'Oliveira Martins
9.ª sessão – Dia 15 de Janeiro
A supressão de barreiras arquitectónicas e a promoção da acessibilidade de edifícios públicos, vias públicas e equipamentos colectivos – a visão do Arquitecto
Arq.º José Pedro Martins Barata
10.ª sessão – Dia 22 de Janeiro
A supressão de barreiras arquitectónicas e a promoção da acessibilidade de edifícios públicos, vias públicas e equipamentos colectivos – a visão do Jurista
Mestre André Folque
11.ª sessão – Dia 29 de Janeiro
Os instrumentos de planeamento urbanístico como meio de execução de políticas de inclusão
Mestre André Folque
12.ª sessão – Dia 5 de Fevereiro
Regime jurídico de acesso ao trabalho, de protecção dos direitos das pessoas com deficiência e respectiva execução
Prof. Doutor Pedro Romano Martinez
13ª sessão – Dia 12 de Fevereiro
Desporto e cidadãos com deficiência
Prof. Doutor José Manuel Meirim
Ficam ressalvadas eventuais alterações ao programa do curso
Informações:
As sessões realizam-se às sextas-feiras das 18h30m às 20h30.
Local: Faculdade de Direito de Lisboa, no Anfiteatro 4.
Propina: 700,00 Euros. (pagando-se 50% no momento da inscrição e 50% até dia 8 de Janeiro de 2010).
Para quem efectuar o pagamento integral do curso no acto da inscrição haverá uma redução de 10% no valor total do curso.
Inscrições: de 1 a 30 de Outubro de 2009
Avaliação: apresentação de um trabalho escrito, com dimensão nunca superior a 20 páginas A4, espaçamento 1,5, caracter 12, sobre um tema ou subtema do Curso.
Informações: Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
Contactos: Dra. Telma Oliveira, 2.ª a 6.ª feira das 11h30 às 13h30 e das 14h30 às 19h30.
Telefone: 217 820 265 – Tml.: 933 469 330
E-mail: icjp@fd.ul.pt
Mais info. em http://www.icjp.pt
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sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Centro de Memória Dorina Nowill / Fundação Dorina Nowill para Cegos

Programa de Orientação para Museus Acessíveis
O Centro de Memória Dorina Nowill foi criado em 2002, na FDNC - Fundação Dorina Nowiill para Cegos, com o objetivo de preservar a história da inclusão da pessoa com deficiência visual no Brasil.
O Centro de Memória também é acessível às pessoas com deficiência física. E desde 2003, vem ampliando sua atuação em prol da inclusão, com a criação do Programa de Orientação para Museus Acessíveis. O programa faz visitas de sensibilização e ministra workshops de formação sobre acessibilidade para pessoas com deficiência visual.
"Durante as visita, estamos na companhia de pessoas videntes que nos descrevem com detalhes o local, além do que, utilizamos as escadas; rampas (quando existem); sentimos sinais pódo-táteis (quando os mesmos estão lá); verificamos se existem publicações acessíveis (folhetos em braille, catálogos digitais etc) e recursos sensoriais (maquetes, réplicas, etc), além de áreas de descanso, e principalmente, se os monitores foram treinados", explica Antonio Carlos, um dos voluntários do programa.
Coordenados pela especialista em acessibilidade em museus, Viviane Panelli Sarraf, os voluntários do programa (em sua maioria pessoas com deficiência visual) já estiveram no Museu de Zoologia da USP; Museu de Geociências da USP, Museu Lasar Segall; Espaço Cultural do Banco Real; Museu do Instituto Biológico; Museu Biológico; Museu de Microbiologia do Instituto Butantã; Museu da Bíblia; MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo; Museu do Instituto Adolfo Lutz; Museu de Arte Brasileira da FAAP; e exposições na OCA; (Parque do Ibirapuera), todos no município de São Paulo.
"Os museus que efetivamente implantam programas acessíveis começam a receber mais visitas", comenta Viviane. Desde abril de 2005, a exposição "Fundação e Suas Muitas Histórias" do Centro de Memória Dorina Nowill recebeu aproximadamente 1.200 pessoas com deficiência acompanhadas de educadores. Segundo a especialista, esse número é maior ainda, somado aos visitantes espontâneos.
Para Viviane, "a acessibilidade torna o museu mais atrativo para um maior número de visitantes potenciais. As rampas para pessoas em cadeiras de rodas também são úteis para carrinhos de bebê; e sinalizações e identificações de peças em letras grandes também facilitam a leitura de crianças e de pessoas da terceira idade, por exemplo. No entanto, o grande desafio hoje é tornar a informação acessível e eliminar as barreiras mais difíceis, as atitudinais (o pré-conceito de cada indivíduo)".
Para tornar ou criar ambientes convidativos a todas as pessoas, é preciso unir forças e trabalhar em conjunto. Parcerias eficazes e de baixo custo com ONGs, instituições, órgãos públicos, escolas e universidades, centros culturais, empresas privadas, e profissionais é o melhor caminho para levar cultura a todos. Os museus são um dos melhores exemplos de como é possível que a arte esteja ao alcance de todos.
Basta querer!
Antonio Carlos e Marieta são voluntários do programa de acessibilidade em museus da FDNC. Saibam o que eles pensam sobre o assunto e conheça um pouco mais sobre o trabalho que realizam, clicando em seus nomes.
*Leandra Migotto Certeza é paulista, deficiente física, Produtora Editorial, Jornalista há oito anos (MTb 40546), Repórter e colunista voluntária da Rede SACI e do Site Sentidos. Participa da Rede de Ativistas de Direitos Humanos do Hemisfério Sul e Rede Diálogo DH da Conectas - Direitos Humanos. É Diretora de Divulgação Voluntária da ABOI - Associação de Osteogeneis Imperfecta, e voluntária do Conselho Municipal da Pessoa Deficiente de SP. Foi uma das quatro brasileiras premiadas no concurso de periodismo Sociedad Para Todos na Colômbia, e ficou em segundo lugar no "Sexto Congresso Internacional Prazeres Dês-Organizados - Corpos, Direitos e Culturas em Transformação", promovido pela IASSCS - Associação Internacional para o Estudo da Sexualidade, Cultura e Sociedade, em Lima no Peru na Categoria: apresentação de pôster sobre o projeto "Fantasias Caleidoscópicas" (ensaio fotográfico sensual de pessoas com deficiência) sobre o tema: Sexualidad y Mujeres con Discapacidad, em 2007. Desenvolve o projeto, Caleidoscópio Comunicações - Consultoria em Inclusão Social, realizando palestras, treinamentos e assessoria técnica em empresas, escolas e ONGs. Informações: inclusaosocial@yahoo.com.br e Tel: 55 (0xx11) 3453-5370 ou 8697-9067.
*Viviane Panelli Sarraf é Especialista em Acessibilidade em Museus, Pesquisadora da ECA - USP na área de Políticas Culturais de Acessibilidade em Museus, e Diretora da Museus Acessíveis Serviços Museológicos e Culturais, que presta serviços para a Fundação Dorina Nowill para Cegos, além de outros museus e/ou centros culturais. Informações: vsarraf@gmail.com.
Fonte: Sentidos
Link para a FundaçãoDorina Nowill: http://www.fundacaodorina.org.br
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Deficiência Visual
Tese - O Museu como espaço de Inclusão e Acessibilidade por Ana Cristina Alves
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Bibliografia,
Trabalhos Académicos
Temas de Museologia. Museus e Acessibilidade

Autor(es):Peter Colwell, Elisabete Mendes
Lisboa, IPM, 2004
ISBN:972-776-229-8
24x21,5 cm; 94 pp.; 14 il. cor e 19 il. p/b; capa mole; ed. port.
Disponível:Sim
PVP:€ 15.00
O segundo título da colecção Temas de Museologia tem como principal objectivo contribuir para tornar os museus e as suas colecções mais acessíveis a todos. Deste modo, analisam-se os obstáculos à plena fruição do nosso património cultural móvel, traça-se um diagnóstico inicial das situações mais graves, apontam-se recomendações e dão-se exemplos de boas práticas.
Fonte: IMC
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Bibliografia
ACESSIBILIDADE. MUSEOLOGIA 8, Série Museologia: Roteiros Práticos

editor. RESOURCE: The Council for Museums, Archives and Libraries
Coleção Série Museologia
ISBN 10: 85-314-4086-6
ISBN 13: 978-85-314-4086-1
Formato: 19,5 x 26,8 cm
Nº de Páginas: 120 pp.
Peso: 310 g
Este volume da Série Museologia trata de um tema da mais alta relevância: como garantir o acesso de todos os cidadãos aos bens culturais, particularmente os que estão disponíveis em museus, arquivos e bibliotecas do país. Segundo estimativas feitas no Reino Unido e no Brasil, os portadores de deficiências são uma parcela expressiva da população, usuários potenciais dos espaços culturais. A publicação é destinada principalmente aos profissionais prestadores de serviços que operam em áreas culturais, na forma de um guia prático e objetivo com importantes informações sobre conceitos, características e necessidades relativas às pessoas com deficiência. È uma contribuição importante para a conscientização profissional dos prestadores de serviços nessas áreas, e também para a ampliação e melhoria do atendimento, e do acesso físico, sensorial e intelectual aos bens culturais.
Fonte: EDUSP
Para fazer o download do livro clique aqui!
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Bibliografia
Projecto "Dialogue boxes on street Windows"

Invasão do centro histórico de Faro com Arte Pública made by UAlg “foi um sucesso”
Na terceira edição do programa Art Allgarve, em 2009, foi pela primeira vez integrada uma componente regional, para a qual contribuíram docentes e alunos de Artes Visuais da UAlg – os primeiros enquanto curadores, os segundos enquanto artistas. O projecto Dialogue boxes on street Windows, composto por dez instalações produzidas por quatro artistas de renome e dez estudantes da UAlg, esteve nas ruas do centro histórico de Faro durante três meses, desde Junho até ao final de Setembro, e segundo os curadores e docentes de Artes Visuais da UAlg, Mirian Tavares e Alexandre Barata, foi “a exposição mais vista do Allgarve”.
O balanço final não podia ser mais positivo: os curadores do projecto Dialogue Boxes on Street Windows, Mirian Tavares e Alexandre Barata, estão muito satisfeitos com os resultados obtidos com a participação no programa Art Allgarve. Ambos consideram que esta “foi a exposição mais vista do Allgarve, já que as pessoas circulavam pelas ruas da baixa e do centro histórico de Faro e a arte estava ali, ao lado delas”, sublinhando que “projectos como este são importantes para que as pessoas tenham consciência de que nem tudo que está exposto na via pública é arte”.
Mirian Tavares e Alexandre Barata frisam que para criar esta exposição contaram com quatro grandes artistas – António Costa Pinheiro, Ana Vidigal, Susanne Themlitz e Manuel Baptista – que criaram projectos originais para a exposição. “Todos se envolveram bastante com o projecto, mesmo aqueles que nunca tinham experimentado arte pública, e gostaram do resultado, o que a nós, enquanto curadores, nos dá uma grande satisfação”, assinalam. Aliás, dado o sucesso do projecto, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Faro desde o primeiro momento, os curadores acreditam que “este poderia ser um trabalho mais continuado para que Faro, e outras cidades, pudessem sentir como a arte é capaz de transformar o espaço que a rodeia e criar novos itinerários dentro da mesma cidade.”
Este projecto proporcionou ainda um momento único de aprendizagem para os alunos da licenciatura em Artes Visuais da UAlg bem como para os recém-formados em Artes Visuais que participaram na exposição enquanto artistas, pois “aprenderam a trabalhar em condições complicadas, em superfícies inovadoras e a criar algo para uma exposição site specific, o que não é uma tarefa fácil”. E, dizem os curadores e docentes, “saíram-se todos muito bem”.
Jovens artistas/estudantes na UAlg marcam o coração de Faro
“Na raiz do projecto Dialogue boxes on street Windows reside o conceito de arte pública”, explica Mirian Tavares, sendo o objectivo, por um lado, “recuperar a ideia inicial da arte pública como um processo de invasão do espaço urbano, promovendo a sua reconfiguração” e, por outro lado, “aproximar a arte do público que, em geral, não está habituado a ir a locais de exposição convencionais como galerias, centros de arte e museus”.
Andreia Filipe, Alexandre Lima, Guilherme Gonçalves, Gustavo de Jesus, Joana Bárbara, Mara Barth, Paulo Quaresma, Tatiana Barreiros, Tiago Custódio e Úrsula Mestre são os dez jovens artistas e estudantes recém-licenciados do curso de Artes Visuais da UAlg que invadiram o centro histórico de Faro no dia 20 de Junho, interpelando os transeuntes com várias abordagens artísticas.
Segundo Alexandre Barata, “os trabalhos dos alunos da licenciatura em Artes Visuais seguem caminhos muito diversos, desde a utilização de uma linguagem de banda desenhada, onde as personagens espreitam das janelas das casas para a rua que as envolve, até à presença de noivas suicidas, enquadradas num espaço real que se converte em espaço cénico”.
As técnicas utilizadas são as mais variadas, “passando por pinturas realizadas directamente sobre a superfície das casas até ao trabalho realizado sobre materiais, como telas e madeiras, e posteriormente colocado nas fachadas”, continua o curador.
Além dos trabalhos, que estiveram visíveis nas fachadas de algumas casas do percurso, estiveram ainda expostas peças tridimensionais que ocuparão o passeio e os largos e que abrigaram, em muitos casos, performances dos alunos/artistas, que tiveram lugar ao longo do Verão, aos sábados à noite, dando assim uma dimensão ainda mais dinâmica e intensa à relação da arte com o espaço público.
Foi o caso, por exemplo, de Úrsula Mestre, com a instalação performativa “Saia que gritas”, que aborda as questões de género no Séc. XXI através de três peças, três saias das quais três mulheres se tentam libertar, e de Paulo Quaresma, que no contexto do projecto “O meu abrigo é o meu templo” instalou um abrigo e encarnou a personagem de um sem-abrigo nas ruas de Faro uma vez por semana durante três meses.
Proposta curatorial da UAlg integra obras de quatro artistas de renome
“Nestas intervenções a arte afirmar-se-á como um espaço de promoção do diálogo entre as pessoas, envolvendo-as e questionando-as. Será um convite ao olhar crítico, à participação activa no processo de construção de uma cidade de cultura e, obviamente, para a cultura”, sublinha Mirian Tavares. A exposição Dialogue boxes on street Windows reúne, além das contribuições de estudantes da UAlg, obras de quatro criadores convidados. São eles António Costa Pinheiro, Ana Vidigal, Susanne Themlitz e Manuel Baptista, todos, de alguma forma, relacionados com o contexto algarvio.
Para Dialogue boxes on street Windows, António Costa Pinheiro decidiu recuperar parte da sua obra realizada entre 1967 e 1975, Citymobil – Arte-Projecto, que está integrada na fase conceptual do artista. “Neste trabalho ele utilizou objectos que se organizam em narrativas dentro de uma cidade que é, permanentemente, transformada pelos seus habitantes, ideia que se encaixa perfeitamente na proposta curatorial deste projecto e que continua a ser inovadora e instigante, mesmo após tantos anos”, frisa Alexandre Barata.
Ana Vidigal decidiu explorar o espaço público através de um olhar, ao mesmo tempo, perverso e infantil, ao explorar as figuras que parecem saídas de ilustrações dos anos 50. “Os painéis da artista colocam o público na incómoda posição de voyeur, que participa, voluntariamente ou não, de uma série de jogos propostos por duas meninas, especulares, mas de tamanhos diferentes – o que marca uma relação de poder e submissão”, continua o curador. As janelas abrem-se de par em par e deixam que o público invada, completamente, o espaço privado, e sagrado, da inocência infantil.
Segundo Mirian Tavares, “neste projecto, Susanne Themlitz desenvolve um trabalho inquietante, onde um edifício deixa de ter fronteiras entre o espaço de fora e o espaço de dentro – ambos passam a conviver, lado a lado, numa superfície externa”. Não é preciso espreitar para dentro das janelas, a casa, como que esventrada, é exposta ao olhar de todos. Os elementos, que convivem na superfície do edifício, estão também eles fora do tempo e do espaço apropriados, remetendo-nos para o universo onírico da artista.
Já Manuel Baptista trabalha a dualidade entre as superfícies, a ideia de bidimensionalidade e de tridimensionalidade que se cruzam e se complementam, criando um efeito ornamental e decorativo, sem deixar de ser provocador. “Uma provocação que evoca a Pop Art, recheada de ironia e bom humor, tornando o espaço público atraente e vivo, buscando atrair também o olhar do público que passa e que já não vê o espaço que o circunda”, conclui a curadora.
Contactos:
Mirian Tavares: miriantavar@gmail.com
Alexandre Barata: abarata@ualg.pt
Fonte: Universidade do Algarve
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Eventos
quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Convite da Associação Salvador

CONVITE
A Associação Salvador e as Pousadas de Portugal têm o prazer de convidar para, no próximo dia 1 de Novembro (Domingo), passar um dia especial em Queluz. O programa começará pelas 11h com uma visita guiada ao Palácio Nacional de Queluz, seguida... de almoço na Sala Dourada do Restaurante Cozinha Velha. Nesse dia, contaremos com a companhia e o testemunho de vida dos conhecidos actores Silvia Rizzo e Paulo Azevedo e com outras surpresas que irão tornar esse dia inesquecível. A participação neste evento é gratuita e destina-se exclusivamente a pessoas com deficiência motora/ mobilidade reduzida e respectivo acompanhante. Entre no site www.associacaosalvador.com e envie-nos a sua ficha de inscrição.
Apresse-se a fazer a sua reserva porque os convites de que dispomos são limitados! As inscrições estão abertas até dia 23 de Outubro. Contamos consigo!
E para convencer os que ainda não sabem se querem ir.. ou não... deixo uma imagem do Palácio de Queluz!

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Deficiência Motora,
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Workshop de acessibilidade realizado pela ACAPO

Análise das necessidades dos visitantes com deficiência visual num jardim público e as potencialidades da interpretação sensorial para o público em geral; das adaptações necessárias para tornar visitas temáticas acessíveis para pessoas com deficiência visual; das boas práticas em relação ao atendimento das pessoas com deficiência visual e discussão dos potenciais conflitos que estas criam com a conservação do acervo do jardim.
Na parte prática, aplicação dos novos conhecimentos na adaptação de visitas (ou partes delas) representativas do leque de visitas oferecidas pelo Serviço de Extensão Pedagógica do Jardim Botânico.
Sábado, 24 de Outubro de 2009, 10h – 13h e 14:30h – 17:30h - Jardim Botânico da Universidade de Lisboa
50€
Informações e marcações: jbactividades@museus.ul.pt
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Deficiência Visual,
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Seminário "O Destino do Braille nos Dias de Hoje"

21 de Outubro em Coimbra - Entrada Livre
Organização: Universidade de Coimbra (Gabinete de Apoio ao Estudante com Deficiência), Departamento da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra (Biblioteca Municipal) e ACAPO Delegação de Coimbra.
Programa:
9h00 – 9h30 – Recepção dos participantes e entrega de documentação
9h30 – 10h.00 - Sessão de abertura
Dr.ª Idália Moniz - Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação
Prof. Doutor António Gomes Martins – Vice-Reitor da Universidade de Coimbra
Dr. Mário Nunes - Vereador da Cultura, Câmara Municipal de Coimbra
ACAPO
1.º Painel
Ensinar Braille… Quando? Como? Onde?
1.º Mesa
Moderadora: Professora Doutora Maria do Rosário Pinheiro (Professora Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da U.C)
10h00 – 10h30 “O Braille como meio natural da leitura e escrita dos deficientes visuais”
Professor Doutor Augusto Deodato Guerreiro (Escola de Comunicação, Artes e Tecnologias da Informação da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias)
10h30 – 11h00 “O ensino e utilização do Braille nas escolas “
Mestre Fernando Correia (Professor de Educação Especial da Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas do Porto)
11h00 -11h15 Pausa para o Café
2.ª Mesa
Moderadora – Dr.ª Maria José Miranda (Directora da Biblioteca Municipal de Coimbra)
11h15 – 11h40“ Iniciação da escrita e leitura Braille aos adultos cegos recentes e a sua importância no processo de reabilitação”
Dr.ª Teresa Maia (Professora de Braille)
11h40 – 12h15 “ A importância do Braille no meu percurso Académico”
Dr.ª Sara Esteves Tadeu (Ex aluna do ATPED)
12h30 – 13h00 Debate
Almoço livre
2.º Painel - O Braille no presente e no futuro
Moderador – Professor Doutor Jorge Henriques (Professor do Departamento de Informática da U.C.)
14h30 – 15h00“ O Braille e as Tecnologias de Informação e Comunicação”
Dr. Jorge Fernandes (responsável pelo Unidades de Acesso da UMIC)
15h00 – 15h30 “ A Utilização do Braille na Vida Quotidiana”
Dr. José Guerra (Responsável pelo serviço de Leitura para deficientes Visuais da BMC)
15h30 – 16h00 “ Núcleo para o Braille e meios complementares de leitura”
Dr. Carlos Lopes Presidente da Direcção Nacional da ACAPO
16.30h – 17.00h Debate
17.00h – Sessão de Encerramento
Entrada Livre
Organização: Universidade de Coimbra (Gabinete de Apoio ao Estudante com Deficiência), Departamento da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra (Biblioteca Municipal) e ACAPO – Delegação de Coimbra.
Data: 21 de Outubro de 2009
Local: Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra
Confere certificado de presença
Objectivos:
No ano do Bicentenário do Nascimento de Louis Braille, a Universidade de Coimbra, através do Gabinete de Apoio ao Estudante com Deficiência, o Departamento da Cultura da Câmara Municipal da Cultura, através do Serviço de Leitura para Deficientes Visuais da Biblioteca Municipal e a Delegação de Coimbra da ACAPO, levam a efeito o Seminário “ O Destino do Braille nos dias de Hoje”, com os seguintes objectivos:
- Contribuir para uma maior divulgação do sistema Braille, como meio natural da escrita e leitura de pessoas cegas;
- Sensibilizar entidades competentes para a necessidade de expansão das matérias de leitura em Braille;
- Sensibilizar alunos, professores e outros agentes no processo educativo sobre as vantagens de utilização do Sistema Braille na formação e informação das pessoas cegas;
- Contribuir para uma adequada articulação entre a utilização do sistema Braille e a utilização das novas tecnologias;
- Referenciar a utilidade do Braille na vida quotidiana das pessoas com deficiência visual
A Ficha de inscrição deve conter: Nome / Profissão /Instituição / Morada e ser enviada para:
Universidade de Coimbra: 2398507000 (ext.391/ 395)
e-mail: atped@dtp.uc.pt
C.M.C – 239702630 (ext. 2304)
e-mail – josé.guerra@cm-coimbra.pt
ACAPO/COIMBRA –Luís André - 239792180
e-mail – ac-coimbra@acapo.p
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Deficiência Visual,
Eventos
Dia Mundial da Bengala Branca - 15 de Outubro de 2009

Dia Mundial da Bengala Branca - 15 de Outubro de 2009
A ACAPO no âmbito do Dia Mundial da Bengala Branca tem a honra de convidar todos os associados e amigos da Associação para a apresentação do Projecto de Reconstrução do seu Edifício Sede que pretendemos venha a ser um edifício modelo de acessibilidade para as pessoas com deficiência visual. Vamos também apresentar a nova página de internet da associação e a nova newsletter. Não faltem. Dia 15, pelas 18h00, nas actuais instalações da Sede, Av. D. Carlos I, n.º 126, 9.º andar Lisboa. Confirmar presença para o telf. 213244500.
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Eventos
segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
Programa "Salvador" - Hoje, RPT1, 21H00

Quais são os nossos limites? Quanto vale um sonho? O que é ser diferente?
SALVADOR é um programa sobre desafios, experiências e emoções.
Um programa inédito que desafia um convidado com deficiência a superar os seus limites através de uma aventura radical.
Conduzido por Salvador Mendes de Almeida, cada episódio, com cerca de 20 minutos, vai dar a conhecer histórias exemplares de pessoas para quem o dia-a-dia se faz a vencer obstáculos mas, também, a celebrar a vida.
SALVADOR é o programa sobre coragem, optimismo e integração que vai marcar a diferença.
É o primeiro de treze episódios.
Passa na RTP1, às 21H00.
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Programas
Seminário de Investigação em Museologia dos Países de Língua Portuguesa e Espanhola
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terça-feira, 6 de Outubro de 2009
Jornadas Museos y Buenas Prácticas. MUSEOS: CULTURA Y BUENAS PRÁCTICAS.

Jornadas Museos y Buenas Prácticas. MUSEOS: CULTURA Y BUENAS PRÁCTICAS.
04/11/2009 - 06/11/2009
Los días 4, 5 y 6 de noviembre tendrán lugar las primeras jornadas de Museos y Buenas Prácticas “Museos: cultura y buenas prácticas”. Estas jornadas de accesibilidad e inclusión social se organizan conjuntamente entre el Museo, la ONCE y la Fundación ONCE en primicia a todo el Estado Español.
Estas primeras jornadas están pensadas en clave de accesibilidad general, tanto bajo el punto de vista de discapacidades físicas, psíquicas y sensoriales, como de las personas que quedan fuera de la cultura por motivos de riesgo de exclusión social. Además, se hace desde un enfoque global de la cultura que comprende también bibliotecas, parques naturales y equipamientos culturales en general. También se trata la accesibilidad bajo el punto de vista del diseño, de la tecnología, etc.
La voluntad de estas jornadas es convertirse en un espacio y un tiempo de reflexión, de formación y de conocimiento de nuevas experiencias de buenas prácticas para avanzar hacia una cultura inclusiva que tiene en cuenta las necesidades e inquietudes de las personas con discapacidad respecto la cultura, expresadas a través de las instituciones que las representan.
Preu: 116,00 €
Departament de Comunicació
Museu Marítim de Barcelona
T. 933 429 920
www.mmb.cat
Para mais informação clique aqui!
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quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
Third International Conference on the Inclusive Museum
** Third International Conference on the Inclusive Museum **
29 June-2 July 2010
Yildiz Technical University, Istanbul, Turkey
www.Museum-Conference.com
** Call for Papers **
If you intend to present a paper at the Conference, your participation begins with submission of a paper proposal. For information on proposals, presentation types, and other options, see: http://onmuseums.com/conference-2010/call-for-papers/#ppt. To submit a proposal, see: http://onmuseums.com/conference-2010/call-for-papers/. If your proposal is accepted, you will then need to register for the Conference.
** Registration **
Those who submit paper proposals should register following the acceptance of the proposal. Conference delegates who do not intend to present may register at any time. For registration options or to register for the 2010 Inclusive Museum Conference, see: http://onmuseums.com/conference-2010/register/.
** Themes **
http://onmuseums.com/ideas/themes/
** Conference Dinner **
The Conference Dinner will be held at the Istanbul Modern Cafe & Restaurant, located in the Istanbul Museum of Modern Art. With views of the Bosphorus and the Old City, the dinner will be a night to enjoy with colleagues and new friends alike. For more information or to reserve a place for the dinner, see: http://onmuseums.com/conference-2010/activities-and-extras/.
** Conference Tours **
See Royal Istanbul and cross the Galata Bridge into the Old City or tour the Bosphorus on a private boat cruise on one of our two Conference Tours. For more information or to reserve a spot on one or both of the tours, please see: http://onmuseums.com/conference-2010/activities-and-extras/.
** Accommodation **
http://onmuseums.com/conference-2010/accommodation/
29 June-2 July 2010
Yildiz Technical University, Istanbul, Turkey
www.Museum-Conference.com
** Call for Papers **
If you intend to present a paper at the Conference, your participation begins with submission of a paper proposal. For information on proposals, presentation types, and other options, see: http://onmuseums.com/conference-2010/call-for-papers/#ppt. To submit a proposal, see: http://onmuseums.com/conference-2010/call-for-papers/. If your proposal is accepted, you will then need to register for the Conference.
** Registration **
Those who submit paper proposals should register following the acceptance of the proposal. Conference delegates who do not intend to present may register at any time. For registration options or to register for the 2010 Inclusive Museum Conference, see: http://onmuseums.com/conference-2010/register/.
** Themes **
http://onmuseums.com/ideas/themes/
** Conference Dinner **
The Conference Dinner will be held at the Istanbul Modern Cafe & Restaurant, located in the Istanbul Museum of Modern Art. With views of the Bosphorus and the Old City, the dinner will be a night to enjoy with colleagues and new friends alike. For more information or to reserve a place for the dinner, see: http://onmuseums.com/conference-2010/activities-and-extras/.
** Conference Tours **
See Royal Istanbul and cross the Galata Bridge into the Old City or tour the Bosphorus on a private boat cruise on one of our two Conference Tours. For more information or to reserve a spot on one or both of the tours, please see: http://onmuseums.com/conference-2010/activities-and-extras/.
** Accommodation **
http://onmuseums.com/conference-2010/accommodation/
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segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Solistas da Metropolitana nos Museus do IMC

Foi estabelecida uma parceria entre o Instituto dos Museus e da Conservação e a Orquestra Metropolitana de Lisboa com o objectivo de levar aos museus expressões artísticas musicais, começando um ciclo de concertos já no próximo dia 26 de Setembro e que termina em Março de 2010.
Os Solistas da Metropolitana farão um percurso cultural por quatro espaços museológicos onde, com apresentações de música de câmara ou recitais, se aproximarão ainda mais dos públicos e onde uma ambiência de partilha particularmente significativa se fará sentir no Palácio Nacional da Ajuda, Museu da Música, Museu Nacional de Etnologia e Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves.
Um ciclo de música nos museus será pois a perfeita síntese entre o conteúdo e a forma, entre o som e o cenário que o recebe, fazendo a ligação entre o presente e o passado, a história e as suas evoluções artísticas.
Espaços bem diferentes, que se abrem aos visitantes para concertos de entrada gratuita (até ao limite da lotação disponível) sempre à tarde, às sextas-feiras ou aos sábados.
Consulte a programação em www.imc-ip.pt
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Eventos
sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
Congresso Internacional de Reabilitação e Inclusão

A AVAPE promove bienalmente o Congresso Internacional de Reabilitação e Inclusão, fórum de caráter interdisciplinar, voltado aos profissionais da iniciativa pública, privada, organizações não governamentais e fundações, que atuam em ações nas áreas de reabilitação e inclusão de pessoas com deficiência, gestão de organizações sociais, diversidade, responsabilidade social e programas sustentáveis.
O encontro proporciona aos participantes o intercâmbio de conhecimentos, o contraste de experiências profissionais, a disseminação de modelo de rede socialbem como o debate de tendências, e a consolidação do trabalho integrado entre empresas privadas, órgãos públicos e organizações do terceiro setor, na construção de iniciativas responsáveis, sustentáveis, inovadoras e transformadoras, gerando oportunidades igualitárias e solidárias para a sociedade global.
O Congresso conta com participação de renomados especialistas, executivos de alta performance, representantes de organizações e órgãos financiadores, nacionais e internacionais, que apresentam temas voltados à tecnologia de reabilitação, capacitação e colocação profissional, com foco em responsabilidade social e desenvolvimento sustentável e inclusivo.
Para mais informação clique aqui!
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Eventos
quarta-feira, 16 de Setembro de 2009
Exposição "Olha por mim"
(vídeo sobre a exposição)
Caros Amigos
Deixo-vos aqui um convite muito especial: a visita à exposição de pintura “olha por Mim” da jovem artista Tânia Bailão Lopes (http://www.bailaolopes.com).
Esta exposição é especial por muitas razões:
1. Os quadros são de uma enorme sensibilidade e beleza.
2. A venda eventual de obras irá reverter para a angariação de fundos para a um projecto de apoio a pessoas idosas com problemas de demência.
3. A exposição foi concebida com cuidados de inclusão: É UMA EXPOSIÇÃO QUE PODE TAMBÉM SER VISTA POR CEGOS. Para tal foi criado um áudioguia com características únicas (são muitas as surpresas acústicas…); a artista oferece-nos uma experiência táctil (sim! A ponta dos dedos também vêem); e outros pequenos nadas prometem fazer esta experiência única.

Convido-vos para a inauguração da exposição no dia 17, pelas 18 horas na Biblioteca José Saramago (campus 2 do Instituto Politécnico de Leiria, junto ao Hipermercado Continente). Caso não possam estar connosco nesse dia, fica o convite a que nos visitem de 17 de Setembro a 2 de Outubro 2009.
Esta exposição é mais um “tubo de ensaio”. Com ela queremos testar soluções novas que ofereçam novas formas de ver a arte e a cultura. Só a participação de muitos poderá promover acções deste género. Conto com a presença daqueles amigos que sempre estiveram comigo nestas coisas de “fazer o mundo um pouquinho melhor”. E peço-vos que divulguem o evento para que ele chegue ao maior número de pessoas possível.
Josélia
Instituto Politécnico de Leiria
Rua General Norton de Matos, Apartado 4133, 2411-901 Leiria – PORTUGAL
Tel.: (+351) 244 830 010 | Fax: (+351) 244 813 013
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vídeos
terça-feira, 15 de Setembro de 2009
Telemóveis com teclado em Braille
Enviaram-me este link que achei interessante... Principalmente, porque não tinha conhecimento de telemóveis com teclado em Braille.


Para mais informação pode consultar o link: http://www.yankodesign.com/2009/09/14/blind-phone-with-fashion/


Para mais informação pode consultar o link: http://www.yankodesign.com/2009/09/14/blind-phone-with-fashion/
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sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
Projecto Próxima Paragem: Cultura
O Metro do Porto e o Metropolitano de Lisboa apresentaram esta quarta-feira, dia 9 de Setembro, às 19h30, na Estação de S. Bento - Porto, o projecto "Próxima Paragem Cultura".
Esta é uma iniciativa de promoção cultural, que consiste na utilização dos títulos de transporte do Metro do Porto e de Lisboa e para a divulgação dos trabalhos de jovens artistas portugueses. A ideia de usar títulos de transporte como meio de divulgação de conteúdos já tem sido testada em várias grandes cidades do Mundo, mas é a primeira vez, a nível mundial, que se usa este suporte alternativo para a promoção de jovens artistas - revelação.
Durante o evento de apresentação do "Próxima Paragem: Cultura" estiveram em exposição as obras de arte seleccionadas, na presença dos seus autores. Esta iniciativa foi presidida pela Secretária de Estado dos Transportes, Eng. Ana Paula Vitorino.
Quem utilizar o Metro de Lisboa e do Porto usufruirá de imagens de pintura, desenho e fotografia da autoria de jovens artistas nacionais.
O projecto incluirá cerca de 20 obras de outros tantos autores, mas a primeira fase avançará com a emissão nos títulos de viagem de cinco imagens e também em placards electrónicos colocados nas estações. Para já, serão reproduzidas obras de Domingos Loureiro, Joana Rego, Pedro Pires, Mónica Oliveira e Ana Sério.
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Futures Places no Porto - Digital Media and Local Cultures

What is Future Places?
Six days of exhibitions and events addressing the potential and the impact of digital media on local cultures.
October 13-17, 2009, in Porto, Portugal.
A project of the UT Austin|Portugal
The FUTURE PLACES Festival is an international competition celebrating digital media work. FUTURE PLACES explores the potential of Digital Media when applied to specific cultural and social environments.
The festival features exhibitions, conferences, workshops, concerts, performances and parties. We are interested in creative and new languages for interactive and media expression, and their impact on local cultures, society and public space.
We want to reach a generation of creators who are breaking conventions. We are addressing this call to those who are blurring the lines not only between disciplines, but also between the real and the virtual and between the commercial, the artistic, and the academic arenas. Mainly, we want to explore the impact of new technologies in "real life". How can new technology build local communities, create new identities, new narratives, and new forms of public interaction?
Para mais informação, clique aqui!
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Seminário Novas Tecnologias em Museus

Nos dias 1 e 2 de Outubro, em Santarém, decorrerá o seminário "Novas Tecnologias em Museus". Este, surge de uma parceria entre o Museu Municipal de Santarém e do Museu da Presidência da República, no âmbito das Comemorações das Jornadas Europeias do Património.
Para consultar o programa, clique aqui!
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quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
Comitiva do European Museum Fórum vem conhecer os museus portugueses selecionados para a Edição do Prémio EMYA 2010
De 21 a 24 de Setembro estarão em Portugal dois juízes do comité do European Museum Fórum, o Dr. Virgil Nitulescu, da Roménia, e a Dra. Danièle Wagner do Luxemburgo, para visitar os museus seleccionados para a Edição do Prémio EMYA 2010:
Museu de Arte Contemporânea da Fundação Serralves,
Museu Municipal de Penafiel,
Museu do Oriente,
Museu de S. Roque,
Museu Arqueológico Municipal do Fundão,
Museu de Portimão
O Fórum Europeu de Museus é um organismo internacional, sem fins lucrativos e que atribui anualmente, três prémios:
EMYA o Prémio do Museu do Ano,
Prémio do Museu do Ano do Conselho da Europa,
Prémio Micheletti, destacando assim os Museus que melhor contribuem para o desenvolvimento cultural na sua área e para o diálogo europeu.
Programa:
21 de Setembro
12.00h Museu Arqueológico do Fundão
22 de Setembro
10.00h Museu de Arte Contemporânea de Serralves
16.00h Museu Municipal de Penafiel
23 de Setembro
12.00h Museu do Oriente
16.30h Museu de São Roque
24 de Setembro
15.00h Museu de Portimão
Fonte: No Mundo dos Museus
Museu de Arte Contemporânea da Fundação Serralves,
Museu Municipal de Penafiel,
Museu do Oriente,
Museu de S. Roque,
Museu Arqueológico Municipal do Fundão,
Museu de Portimão
O Fórum Europeu de Museus é um organismo internacional, sem fins lucrativos e que atribui anualmente, três prémios:
EMYA o Prémio do Museu do Ano,
Prémio do Museu do Ano do Conselho da Europa,
Prémio Micheletti, destacando assim os Museus que melhor contribuem para o desenvolvimento cultural na sua área e para o diálogo europeu.
Programa:
21 de Setembro
12.00h Museu Arqueológico do Fundão
22 de Setembro
10.00h Museu de Arte Contemporânea de Serralves
16.00h Museu Municipal de Penafiel
23 de Setembro
12.00h Museu do Oriente
16.30h Museu de São Roque
24 de Setembro
15.00h Museu de Portimão
Fonte: No Mundo dos Museus
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quarta-feira, 9 de Setembro de 2009
Portal "Cultura Online"

Foi lançado um novo portal de cultura: Cultura Online. O site apresenta-se como “um conceito inovador no panorama nacional”, uma rede social participada pelo Ministério da Cultura.
O investimento de 700 mil euros “pretende assumir-se como motor para a mudança de paradigma da divulgação cultural em Portugal”. Inclui visita visituais a espaços e infra-estruturas culturais, através de conteúdos digitais tridimensionais, notícias e informação sobre eventos, agenda, espaços educativos, dedicados à língua e tradições portuguesas, para crianças e pretende desenvolver uma comunidade online cultural.
Para aceder ao portal clique aqui!
Fonte: Fugas
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Tecnologias
4º Seminário Anual do GAM - Para que lado é que vamos agora? Sinalização Acessível

4º SEMINÁRIO ANUAL do GAM - PARA QUE LADO É QUE VAMOS AGORA? SINALIZAÇÃO ACESSÍVEL
26 de Outubro de 2009 | Auditório do Museu Oriente, Lisboa
9.00– 9.30 Recepção e abertura
9.30 – 9.45 Abertura
Representante da Fundação Oriente
Representante do GAM
9.45 – 10.15 Introdução
Luísa Barreto (ESAD)
VAI POR AÍ QUE VAIS NO BOM CAMINHO
10.15 – 11.15 Painel 1
Moderadora: Maria Vlachou
António Gomes (Barbara says)
O TATUADOR DAS ÁRVORES - PROJECTO DE SINALÉTICA DESENVOLVIDO NO ÂMBITO DA EQUALIFICAÇÃO DO JARDIM DOS SANTOS
Patrícia Lourenço (CAD – Companhia de Arquitectura e Design)
WAYFINDING – SISTEMA DE ORIENTAÇÃO INTUITIVA
Eduardo Corte-Real (IADE)
ANÁLISE INTERDISCIPLINAR DE SISTEMAS DE SINALÉTICA E
ORIENTAÇÃO EM EDIFÍCIOS HOSPITALARES
11.15 – 11.45 Pausa
11.45 – 12.45 Painel 2
Moderadora: Margarida Filipe
João Calvão (Fundação Oriente) e Nuno Gusmão (P07)
A SINALÉTICA DO MUSEU DO ORIENTE
Artur Rebelo e Liza Ramalho (R2 Design)
REFLEXÕES SOBRE SINALIZAÇÃO DE ESPAÇOS - EXEMPLOS
Rui Cunha (Câmara Municipal da Batalha)
ECOPARQUE PIA DO URSO - EXPERIMENTE SENSAÇÕES MÁGICAS!
12.45 – 13.15 Debate
13.15 – 15.00 Almoço
15.00- 16.30 Painel 3
Moderadora: Ana Isabel Apolinário
Manuel Paulo Teixeira (Metro do Porto)
TRANSPORTES INCLUSIVOS
Patrícia Valinho (Y Dreams)
SINALÉTICA URBANA – NOVOS PARADIGMAS DE UTILIZAÇÃO E
INTERACÇÃO
Aquilino Rodrigues (Electrosertec)
ORIENTAÇÃO E INFORMAÇÃO ACESSÍVEL: O PRIMADO DO BOM SENSO
Comentadores
Peter Colwell (ACAPO)
Hélder Duarte (Federação Portuguesa das Associações de Surdos)
16.30 – 17.00 Debate
17.00 Encerramento
Para mais informações:
Ana Isabel Apolinário – 938 427 007
Margarida Filipe – 919 975 871
Maria Vlachou – 917 247 970
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Eventos
The future of museums - Part 1
A panel discussion with Frank Howarth, Director of the Australian Museum; Associate Professor Angelina Russo from the Faculty of Design at Swinburne University; and Louise Douglas, General Manager, Audiences and Programs at the National Museum of Australia. We also hear from the Director General of the International Council of Museums, Julien Anfruns.
Antony Funnell: OK we're ready for our tour of the Louvre; I've got a flat white for you and a cappuccino for me, and I'll grab some croissants as well.
Woman: Thank you. Such a beautiful day.
Antony Funnell: I think we should get right into it.
Woman: Sure, OK, I've got the laptop open, let's do it. Where should we start?
Antony Funnell: I think we should just click through the home page and go straight to the Egyptian artefacts.
Woman: And if we've got time can we check out the virtual tour of the Pyramid? I want to see if they've got an online gift shop.
Antony Funnell: Let's do it.
Antony Funnell: Yes, that was a set-up of course, and it may offend some museum purists to hear this, but the fact is that many of the world's top museums now get far more visitors through their websites than they do through the front doors.
The way we interact with museums and their collections is changing fast, and so too is the way they're now engaging with us.
Hello, Antony Funnell here, and welcome to Future Tense.
Over the next two programs we'll explore some of that change. This week we'll go big picture and then in part two, we'll look at a few of the many innovative ways in which those involved in the industry are positioning their institutions for the future. Now, having started with a bit of a Parisian theme, let's here from Frenchman Julien Anfruns. Mr Anfruns is the Director-General of the International Council of Museums, headquartered in Paris, and he says despite the global economic downturn, it is an exciting time for the museum sector, as it grapples to reposition itself in the 21st century.
Julien Anfruns: Today, museums are much more globalised than they used to be. They do have more international exhibitions, moving all around the world, attracting collections from all the museums of other origins, as well as new territories for museums, and especially today in Asia and in the Middle East.
At the same time, museums as well are moving forward with new technologies in order to create somehow a better understanding of their collections through modern audioguides, through tactile galleries, for instance, through new 3D possibilities in order to understand their collections in every respect, so that's quite a challenge for museums today.
Antony Funnell: So the days of the static display, the static museum display, they're long gone?
Julien Anfruns: I think so. Today it's very much about how to be interactive. Many museums try to create events in their galleries. The Louvre museum has created different night events for a younger audience, and you can listen to music, you can have theatre plays, and all of that in correspondence with the current collections.
Antony Funnell: Now you mentioned there that there's an emphasis on Asia as a growing area of interest for museums. Are we seeing more museums popping up in cities around the world?
Julien Anfruns: So regarding Asia, I'm just going to give you one example regarding Shanghai, which is very specific. The Mayor of Shanghai wants to develop the museums for the city by 60% within three years, which is enormous. And actually the Chinese authorities want to offer the same cultural ratio to city people as there is in major cities in Australia, in Europe, or in the United States, so they want to have like a catch-up somehow ratio for that.
Antony Funnell: What does that mean in terms of the international governance of museums?
Julien Anfruns: So it's a very important question that you raise. When you make a comparison with what's going on today about economics, we do see that there is a need of global governance or global regulation. That's pretty much the same for museums. Because if you do have new territory somehow, with new standards, it's very difficult to have an exchange for an exhibition, and then for instance, a premium that you have to pay for insurance are going to be very difficult to bear. So I do believe that we need to endeavour and to strengthen the dialogue between all the museums, and to have standards of ethics and of methodology among different experts.
One of the ways is to share the code of ethics that the International Council of Museums has developed over the years which is a very good reference for museums in 155 countries. But more than that as well is how to implement those kinds of standards, and for this you need a lot of training, you need a lot of dialogue with experts, because unfortunately, many parts of the world do not have the adequate training for their museum people.
Antony Funnell: Well thank you very much for your time.
Julien Anfruns: Thank you very much for inviting me.
Antony Funnell: Julien Anfruns, the Director-General of the International Council of Museums and a former Director at the Louvre in Paris.
Now let's pick up on that idea of building interactivity, which Mr Anfruns spoke about and which certainly seems to be at the very heart of the change that's going on. And to help us explore that theme, we're joined by:
Louise Douglas, the General Manager, Audience and Programs at the National Museum of Australia in Canberra
Frank Howarth, the Director of the Australian Museum in Sydney and Associate Professor Angelina Russo, from the Faculty of Design at Swinburne University in Melbourne.
Anthony Funnell: Angelina Russo, to you first. You've been researching some of the changes in the museum sector over the last few years. Why don't you kick us off. How would you assess the state of museums at the moment?
Angelina Russo: Thank you very much Antony. I think that museums aren't necessarily what they used to be, and we're currently in the process of sorting out what they will be. We've been working over the past 18 months with three major Australian museums and the Cooper-Hewitt National Design Museum, which is part of the Smithsonian, to explore the impact of social media on museum learning and communication. So what we're looking at is the rise of social media technologies, like Twitter, Facebook, YouTube and Flickr and how these change the relationship between audiences and institutions as people create, upload, combine imagery and text, to create their own types of visits.
Antony Funnell: So I take it from what you're saying there, that I guess the core focus of museums in a way used to be about preservation and education, but that's changing.
Angelina Russo: Sure. Early museums were set up to give people an opportunity to learn about existing cultures and practices, and to explore the impact of technologies. You know, the Great Exhibitions which Louise can talk to you about quite succinctly, were so much part of the 19th century, and they were underpinned by a desire to demonstrate the innovations and developments to ordinary people and they were built on people's curiosity, delivering experiences which were wondrous and extraordinary. And museums built on this curiosity by exhibiting their taxonomical research, often in the form of minerals, astronomy, and the wild and exotic animals. And so that connection between museums and dinosaurs, both physical and metaphorical, was born. And to an extent museums today still struggle with this image of themselves as dusty institutions that you visit on a school trip and return to when you're looking for something to do with the kids on a wet day. And yet funnily enough, whether by force or choice, curiosity remains an integral part of the museum visit.
Antony Funnell: Now Frank Howarth, you've just come back from America, where you talked to people from other international museums. Give us a bit of an idea of the sort of discussions that are going on over there.
Frank Howarth: There were two big issues running around. One was mundane and financial, the impact of the global financial crisis, and that has hit a lot of American museums, much more so than here, but put that one aside.
The other one that was far more interesting to talk about was the R-word, Relevance, and the big debate was, how do we become more relevant? And the sub-set of that one was amongst some of our colleagues, a sort of low-level fear about loss of authority, and is this going to challenge the role of museum expert. How do we maintain our authority positions when moving in to a social media world that is all about debates and forums? I think that's by far the most exciting area of museum development, this duality of museums as authoritative sources of information, in our case things like climate change, and at the same time, provide forums for debates, either on our own websites or on third party social media sites.
Antony Funnell: You're no longer the gatekeepers that you were?
Frank Howarth: No, gatekeeper in the sense of we meted out the information in a way that we thought the audience could digest. You know, we sat on top of the mountain and handed down tablets of wisdom. Now we're managing forums where people will debate, and in many cases will say things we don't actually agree with. It's the whole sort of Wiki commons idea that it's OK for somebody to say something you don't agree with; somebody else will probably come in and correct that. So how do we manage these forums, and the authority?
Antony Funnell: Louise Douglas, at your museum, the National Museum of Australia, how are you managing this change?
Louise Douglas: Museums actually have been quite responsive in the business of communication, and particularly over the last 30 or 40 years in terms of responding to the growth of communication techniques. So one of the ways we have seen that in museums is the introduction of where there were only curators, they were really the only kind of professionals, now of course there's public programs, there's education, there's public affairs, there's marketers, so the whole idea of communicating with our audiences I think has been there for quite some time, and this is something we looked at very closely in the early years of the museum. And we experimented with a number of programs, some web-based, some in the institution. So for example, we have a broadcast studio which was built around the idea that we would have a two-way communication link with our audiences, now we're reviewing exactly how we use the broadcast studio.
We also had some very, very early web-based programs which you would now describe as social media, a program called MyMuseum, where we invited our web visitors to work with content that we provided and create their own kind of programs and mini-exhibitions. So we've been responding I think from the beginning. But I think what's happened is that the speed of change that's happening now is so fast that we've really got to review how organisationally we are ready for this.
Antony Funnell: Now we've gone from the situation where we've had a scarcity of information to an abundance of information. In order to deal with that change and to remain relevant, Frank Howarth, do some museums have to reinvent themselves, and become less generalist in their approach?
Frank Howarth: Yes. There's two things, both the focus of the museum and that's responding to what people want to know about and want to talk about, as distinct to giving them what we think is good for them, and for a natural sciences museum that's been the philosophy for a long time, so we're turning that round.
In terms of less or more, it's interesting. The way we're looking at it at our place, we have about 350,000 people walk through the front door, but we have about 21-million people spending about 4 minutes or more on our websites. So our reach to people in terms of contact hours, however you want to measure it, is vastly higher in the virtual world than it is in the (if I can put it in inverted commas) 'real world', but there's a good duality, they feed off each other, it's not one at the expense of the other.
The harder issue for our staff is moving to a different way of doing things, moving from, say, having very specialist curators who are highly knowledgeable on the small slice of our collections, to people whose primary focus is unlocking the collections and engaging our stories, collections, whatever, with communities. A very different set of skills, and that change is a bit threatening for some people.
Antony Funnell: Louise, is that an issue that you find with staff at your museum?
Louise Douglas: It's really what I was saying before, that we have got to start looking at the roles in the way we describe what it is we expect our staff to do, and one of the great topics of discussion inside our organisation is just that. What does this new way of engaging with and interacting with our audiences, particularly online, and for a national museum the online world is perhaps even more important than for museums such as Frank's who have a very, very large population base, physically co-located with them, we really have a much more sort of abstracted audience in a sense, because we speak to a national audience. Our mandate is to do that.
We're terrific at doing exhibitions, and we're terrific now at doing publications around them. So the old sort of school products are definitely something we can do without thinking about it. But really, doing co-created kind of products, what that means for the role of a curator, the role of an educator, the role of the public programs person, is something that we're addressing at the moment.
Antony Funnell: And presumably, that co-created, that brings us to the whole idea of user-generated content, not just engaging with people online, but accepting that perhaps they have a role in building what is there online, in shaping part of the museum's displays. How do you factor that in effectively?
Frank Howarth: We want to have a play with crowd-curated exhibitions, although that was with a bit 'Let's see what happens and no great expectations'. It can go horribly wrong, in the sense of a crowd can give you a perfectly-formed lowest common denominator that's equally boring to everyone. Or it could come up with something that's really fantastic. But the user-generated content, there's been a couple of spectacular examples where people have thought it went horribly wrong.
The Tate Modern ran a beautiful vodcast of the performance artist Mark Wallinger, who was in an interview lasting about 10 minutes, half the time he was sitting in the chair talking, the other half of the time the footage is of him walking around the Tate in a bear outfit, which he does. Somebody appropriated that YouTube video and put their own voiceover on top of it, a total piss-take of the whole concept of performance art, as if it was coming out of his mouth. That stirred an interesting group of possums at the Tate.
The other one Brooklyn Museum ran some beautiful one-minute videos, they just asked people to make of an experience visiting the Museum. One of them was these three guys who came in wearing black masks and everything, and literally measured up a painting as if they were about to steal it. And that caused the security people at Brooklyn Museum to go berserk. So you take risks, but at the end of the day everybody thought 'Well, what came out of that is better than what was'.
Antony Funnell: And Louise, your perspective?
Louise Douglas: I think we've got to be unafraid and really be open to the creative energy, helping interpret our collections in a way that we perhaps haven't been before. And I think attitudes are shifting within our organisations. I think there is a lot more openness now to the idea that our web visitors of all ages, and clearly one of the big issues for us coming into the future, is the way our audiences are changing from the baby-boomers who are reasonably techno-literate, but a younger generation - this is absolutely what they want to do create their own
Antony Funnell: What about their expectations? I read an article recently that was from the Centre for the Future of Museums, and it talked about what was called the My Culture trend, where young people apparently want their museum experience to be personalised for them, to be a very personal experience, in the same way that social media has given them the ability to personalise their music, say, or their online endeavours.
Louise Douglas: And this is in a way it's not a new idea for museums, or for social history museums in particular, and we in fact started out saying 'Come to our museum and see yourself in our museum'. So the idea of having that personal connection between some aspect of the stories, or the experiences that are in museum exhibitions and programs, is not a new one, but I think the change is that visitors want to create something for themselves out of the material that we have on display or on our websites.
Antony Funnell: Angelina, is that something you've picked up in your research?
Angelina Russo: Yes, absolutely. In July, I was lucky enough to attend a talk, a sold-out talk at the London School of Economics which had the two heavyweights of museum directors. We've got the other heavyweight here of course with Frank. But Nick Serota from the Tate, and Neil McGregor from the British Museum, and they were talking about the museum of the 21st century, and they actually said a couple of things which are quite relevant to our conversation.
One of them had to do with museums looking more towards broadcasters as a sort of role model, if you like, for their future practices. And the other had to do with curators sort of looking to their role as becoming much more like cultural producers, and I think that social media gives us an opportunity to do that, because increasingly, we do give our opinion in very public ways, when someone has a good museum experience, they might upload images to Flicker or a video to YouTube, or they might write a blog post, or Twitter about it.
And each time one person uses this technology to provide their thoughts and express the meaning of their experience, hundreds and possibly thousands depending on how many people they have in their network, receive that update. And so depending on who that person is, their thoughts and opinions can become extremely influential.
And I think that if we're able to actually tap in to that, and look at how we can work with our audiences, to really connect that desire that comes from curiosity, and that the curiosity that's actually built in the way that social media itself operates, then we actually have quite a nice fit between the technology and the collection and then the knowledge institution.
Antony Funnell: Frank, can I just come back to you. You mentioned at the beginning of the program, and then we put it to the side, the financial crisis. How much of an effect has that had on the ambitions of museums to change and to try and do the sorts of things that a couple of years ago they thought they wanted to do in terms of relevancy to future audiences?
Frank Howarth: Well it's forced us to really hone in on the things that have impact, and that demonstrate that relevance, and that means putting (mixing metaphors) putting some sacred cows out to graze. And really putting some things aside, that people said was really, really important, and I think in our case, it's probably shifting more resources into opening up and unlocking and changing the nature of our websites to really adopt Web 2, ways of doing things, and probably cutting back on what some people would have said was core business for a natural sciences museum a few years ago.
The second string is we're becoming much, much more commercial. I think all of us, right around the world in the museum community, realise that unless we're to die a death of a thousand cuts, we need to raise more of our own money, and that comes back to the relevance issue again. We have got to be relevant for people.
Antony Funnell: And Louise, what about co-operation between museums, given money is tight everywhere, are we seeing a focus on trying to do exhibitions together?
Louise Douglas: I think that's been around for some time. It may well accelerate as a principle upon which we have to work, and particularly in the business of bringing international exhibitions to Australia, which is a vastly expensive process. There are certainly discussions on the go about being more cooperative in that regard.
I think the economic situation that we all face is certainly putting an additional pressure on the whole question of how we resolve the deployment of resources inside our institutions. We have to keep doing the conventional things, as Frank has said, the core business has to continue, but it's really about how to perhaps integrate some of these new processes into existing products.
So, for example, with exhibitions, we are now starting to look at the idea with an exhibition we're doing on the History of the Irish in Australia, using social media, using blogging, to help the research process be undertaken for that, and to help identify where there are stories and collections around the country that might form part of that exhibition. So I guess from a resources point of view, we're looking at what are we doing already, that might be more core business products such as exhibitions, and how do we bring social media processes and the idea of co-creation into those development processes?
Antony Funnell: And what's the future for I guess what we know as the blockbuster exhibition?
Frank Howarth: What it means is we get really hard-nosed about the business model for those. And they have to make economic sense. And the lending institutions have got an eye to what they can raise by lending out either whole exhibitions or their collection materials. I don't think we can do a blockbuster in Australia unless it's a partnership with other institutions any more, because the freight costs and the insurance costs are simply too high. But it really takes a very commercial edge, and much more risk management.
Antony Funnell: Now from the stellar if you like, to the particular, and to families and communities. I mean we've seen I think a trend towards the museum as a social space. Is that going to continue?
Angelina Russo: As a social physical space?
Antony Funnell: Yes, that's right.
Angelina Russo: Yes, oh, absolutely, and in fact I think there's evidence to suggest that the global economic downturn has been in fact very good for museums that are free, perhaps not so much those that have an admission charge. But for those that are free, there's certainly been an increase in the ways we see families using museums as social space, as a space to have rich experiences that don't cost anything. So that's a very fundamental point I think, about the way families might be looking at museums as part of their kind of leisure timetable.
Antony Funnell: And, Frank, your experience here? I understand you had experience in California recently along these sorts of lines.
Frank Howarth: Yes, at the Australian Museum, rightly or wrongly we charge entry here in Sydney, and we haven't seen any decline in that as a result of the global financial crisis. The experience in California is the new California Academy of Sciences, which is in any other sense a natural sciences museum in San Francisco, and they now charge $24 a head, and they get 3.2-million visitors in their first year of operation.
Even more than that, every Thursday night they close at 5, reopen at 6, with a minimum age of 21, no kids, they get 2,700 people, they sell out every week, paying $10 a head to come into that place. They have two discos, about 5 bars, the whole museum is open, and I was lucky enough to see that in action a few weeks ago. It's truly fantastic, it's the biggest disco in town, the biggest bar in town, the biggest pick-up joint in town. It's a different sense of relevance, but it's there.
Antony Funnell: Angelina Russo from Swinburne University, now are museums in a very good position to pick up on that social capital if you like, to integrate themselves more into the community's activities?
Angelina Russo: Absolutely. I think they are perfectly positioned, particularly at this moment where technology is finally at a point where we can have these discussions in public in real time. And if we think about the fact that ordinary people like you and me are curious about big issues that affect us, things like climate change, population explosion, conservation, our research indicates that museums are actually well-placed to innovate and explore contemporary issues in partnership with their audiences.
It's like for instance the Environment Minister Peter Garret announced the establishment of the Coral Sea Conservation Zone, just recently. You know some of the questions that I'd be asking around that, is what role do museums research play in that review and will scientific collections institutions be asked to contribute be asked to contribute and will new partnerships and research arise from this assessment and how will this involve ordinary people? The very things that we're all worried about at the moment actually have a spatial temporal history in the museum research records.
Museum Victoria for instance have the water-smart home, which is a website that sort of looks to inspire and educate the public in ways that they can reduce, re-use and re-value water in their daily lives. And it encourages that sort of clustered conversation around how to make decisions to save water. And I think it's a great example of how we can actually tap into the curiosity and the big issues out there in the community, and work in partnership with audiences to actually explore these issues and ensure that that relevance touches us every day.
Louise Douglas: Anthony, most of the museums these days actually frame themselves as a place for debates. The other point I wanted to make about particularly families coming to museums, as part of the broader community, is that somehow we have to offer them experiences that they won't get anywhere else. So a point of debate I think in museums, is the extent to which our exhibitions are filled with screens, and there's a sense in which some parents are starting to feel the screen dominates the home environment so much that they are less inclined to go to institutions where they sense that the screen is paramount.
Frank Howarth: One of the things that's coming true is a statement I saw in I think The Australian newspaper now about six or seven years ago, referring to the hook of the reel, the yin and yang of the virtual and the real, and I strongly believe that the more the world gets virtual, the more families want to see real things, they want to touch real things. We're doing much more where people pick up and engage and touch, and much less of the Don't Touch.
Antony Funnell: Louise and Angelina, let's wrap on that. I mean that idea that people will still want to touch things, that tactile side of museums is still very relevant today.
Louise Douglas: There's an incredible paradox here at work isn't there? I mean as we get more kind of enmeshed in technology, it's actually good for museums, because in fact the idea of something authentic, something real, starts to have much more power and that is something that we really believe is going to sustain us into the future. So I think we're all finding ways to provide much greater access to the physical object, and touching collections is something that now we are just going to have to find ways to make happen.
Antony Funnell: And Angelina?
Angelina Russo: Yes look, having just taken my niece and nephew to the National Gallery on the weekend have them sort of pore over the Egyptian artworks, or at least through the glass, I can absolutely say that wanting to touch the real is still very much part of the experience.
But I have to say that as far as museum professionals go, this is one of the issues that we discuss a fair bit on one of the professional networking sites that we run as part of this particular project which is Museum 3.0 Ning site. And it's interesting to see how different audiences actually respond to that idea of the virtual and the real, and how central that still is an argument whereas when we'd speak with a lot of technologists, we've moved beyond the virtual and the real, it's now about how to make the virtual more accessible, you know, what copyright issues there are, etc. etc. But actually that fundamental concern about being able to access the real, and to embellish or interpret through the virtual, is something that continues to really extend debate around the world.
Antony Funnell: Well Angelina Russo, Louise Douglas and Frank Howarth, thank you very much.
Esta entrevista foi retirada do Future Tence, onde pode ser ouvida na integra.
Antony Funnell: OK we're ready for our tour of the Louvre; I've got a flat white for you and a cappuccino for me, and I'll grab some croissants as well.
Woman: Thank you. Such a beautiful day.
Antony Funnell: I think we should get right into it.
Woman: Sure, OK, I've got the laptop open, let's do it. Where should we start?
Antony Funnell: I think we should just click through the home page and go straight to the Egyptian artefacts.
Woman: And if we've got time can we check out the virtual tour of the Pyramid? I want to see if they've got an online gift shop.
Antony Funnell: Let's do it.
Antony Funnell: Yes, that was a set-up of course, and it may offend some museum purists to hear this, but the fact is that many of the world's top museums now get far more visitors through their websites than they do through the front doors.
The way we interact with museums and their collections is changing fast, and so too is the way they're now engaging with us.
Hello, Antony Funnell here, and welcome to Future Tense.
Over the next two programs we'll explore some of that change. This week we'll go big picture and then in part two, we'll look at a few of the many innovative ways in which those involved in the industry are positioning their institutions for the future. Now, having started with a bit of a Parisian theme, let's here from Frenchman Julien Anfruns. Mr Anfruns is the Director-General of the International Council of Museums, headquartered in Paris, and he says despite the global economic downturn, it is an exciting time for the museum sector, as it grapples to reposition itself in the 21st century.
Julien Anfruns: Today, museums are much more globalised than they used to be. They do have more international exhibitions, moving all around the world, attracting collections from all the museums of other origins, as well as new territories for museums, and especially today in Asia and in the Middle East.
At the same time, museums as well are moving forward with new technologies in order to create somehow a better understanding of their collections through modern audioguides, through tactile galleries, for instance, through new 3D possibilities in order to understand their collections in every respect, so that's quite a challenge for museums today.
Antony Funnell: So the days of the static display, the static museum display, they're long gone?
Julien Anfruns: I think so. Today it's very much about how to be interactive. Many museums try to create events in their galleries. The Louvre museum has created different night events for a younger audience, and you can listen to music, you can have theatre plays, and all of that in correspondence with the current collections.
Antony Funnell: Now you mentioned there that there's an emphasis on Asia as a growing area of interest for museums. Are we seeing more museums popping up in cities around the world?
Julien Anfruns: So regarding Asia, I'm just going to give you one example regarding Shanghai, which is very specific. The Mayor of Shanghai wants to develop the museums for the city by 60% within three years, which is enormous. And actually the Chinese authorities want to offer the same cultural ratio to city people as there is in major cities in Australia, in Europe, or in the United States, so they want to have like a catch-up somehow ratio for that.
Antony Funnell: What does that mean in terms of the international governance of museums?
Julien Anfruns: So it's a very important question that you raise. When you make a comparison with what's going on today about economics, we do see that there is a need of global governance or global regulation. That's pretty much the same for museums. Because if you do have new territory somehow, with new standards, it's very difficult to have an exchange for an exhibition, and then for instance, a premium that you have to pay for insurance are going to be very difficult to bear. So I do believe that we need to endeavour and to strengthen the dialogue between all the museums, and to have standards of ethics and of methodology among different experts.
One of the ways is to share the code of ethics that the International Council of Museums has developed over the years which is a very good reference for museums in 155 countries. But more than that as well is how to implement those kinds of standards, and for this you need a lot of training, you need a lot of dialogue with experts, because unfortunately, many parts of the world do not have the adequate training for their museum people.
Antony Funnell: Well thank you very much for your time.
Julien Anfruns: Thank you very much for inviting me.
Antony Funnell: Julien Anfruns, the Director-General of the International Council of Museums and a former Director at the Louvre in Paris.
Now let's pick up on that idea of building interactivity, which Mr Anfruns spoke about and which certainly seems to be at the very heart of the change that's going on. And to help us explore that theme, we're joined by:
Louise Douglas, the General Manager, Audience and Programs at the National Museum of Australia in Canberra
Frank Howarth, the Director of the Australian Museum in Sydney and Associate Professor Angelina Russo, from the Faculty of Design at Swinburne University in Melbourne.
Anthony Funnell: Angelina Russo, to you first. You've been researching some of the changes in the museum sector over the last few years. Why don't you kick us off. How would you assess the state of museums at the moment?
Angelina Russo: Thank you very much Antony. I think that museums aren't necessarily what they used to be, and we're currently in the process of sorting out what they will be. We've been working over the past 18 months with three major Australian museums and the Cooper-Hewitt National Design Museum, which is part of the Smithsonian, to explore the impact of social media on museum learning and communication. So what we're looking at is the rise of social media technologies, like Twitter, Facebook, YouTube and Flickr and how these change the relationship between audiences and institutions as people create, upload, combine imagery and text, to create their own types of visits.
Antony Funnell: So I take it from what you're saying there, that I guess the core focus of museums in a way used to be about preservation and education, but that's changing.
Angelina Russo: Sure. Early museums were set up to give people an opportunity to learn about existing cultures and practices, and to explore the impact of technologies. You know, the Great Exhibitions which Louise can talk to you about quite succinctly, were so much part of the 19th century, and they were underpinned by a desire to demonstrate the innovations and developments to ordinary people and they were built on people's curiosity, delivering experiences which were wondrous and extraordinary. And museums built on this curiosity by exhibiting their taxonomical research, often in the form of minerals, astronomy, and the wild and exotic animals. And so that connection between museums and dinosaurs, both physical and metaphorical, was born. And to an extent museums today still struggle with this image of themselves as dusty institutions that you visit on a school trip and return to when you're looking for something to do with the kids on a wet day. And yet funnily enough, whether by force or choice, curiosity remains an integral part of the museum visit.
Antony Funnell: Now Frank Howarth, you've just come back from America, where you talked to people from other international museums. Give us a bit of an idea of the sort of discussions that are going on over there.
Frank Howarth: There were two big issues running around. One was mundane and financial, the impact of the global financial crisis, and that has hit a lot of American museums, much more so than here, but put that one aside.
The other one that was far more interesting to talk about was the R-word, Relevance, and the big debate was, how do we become more relevant? And the sub-set of that one was amongst some of our colleagues, a sort of low-level fear about loss of authority, and is this going to challenge the role of museum expert. How do we maintain our authority positions when moving in to a social media world that is all about debates and forums? I think that's by far the most exciting area of museum development, this duality of museums as authoritative sources of information, in our case things like climate change, and at the same time, provide forums for debates, either on our own websites or on third party social media sites.
Antony Funnell: You're no longer the gatekeepers that you were?
Frank Howarth: No, gatekeeper in the sense of we meted out the information in a way that we thought the audience could digest. You know, we sat on top of the mountain and handed down tablets of wisdom. Now we're managing forums where people will debate, and in many cases will say things we don't actually agree with. It's the whole sort of Wiki commons idea that it's OK for somebody to say something you don't agree with; somebody else will probably come in and correct that. So how do we manage these forums, and the authority?
Antony Funnell: Louise Douglas, at your museum, the National Museum of Australia, how are you managing this change?
Louise Douglas: Museums actually have been quite responsive in the business of communication, and particularly over the last 30 or 40 years in terms of responding to the growth of communication techniques. So one of the ways we have seen that in museums is the introduction of where there were only curators, they were really the only kind of professionals, now of course there's public programs, there's education, there's public affairs, there's marketers, so the whole idea of communicating with our audiences I think has been there for quite some time, and this is something we looked at very closely in the early years of the museum. And we experimented with a number of programs, some web-based, some in the institution. So for example, we have a broadcast studio which was built around the idea that we would have a two-way communication link with our audiences, now we're reviewing exactly how we use the broadcast studio.
We also had some very, very early web-based programs which you would now describe as social media, a program called MyMuseum, where we invited our web visitors to work with content that we provided and create their own kind of programs and mini-exhibitions. So we've been responding I think from the beginning. But I think what's happened is that the speed of change that's happening now is so fast that we've really got to review how organisationally we are ready for this.
Antony Funnell: Now we've gone from the situation where we've had a scarcity of information to an abundance of information. In order to deal with that change and to remain relevant, Frank Howarth, do some museums have to reinvent themselves, and become less generalist in their approach?
Frank Howarth: Yes. There's two things, both the focus of the museum and that's responding to what people want to know about and want to talk about, as distinct to giving them what we think is good for them, and for a natural sciences museum that's been the philosophy for a long time, so we're turning that round.
In terms of less or more, it's interesting. The way we're looking at it at our place, we have about 350,000 people walk through the front door, but we have about 21-million people spending about 4 minutes or more on our websites. So our reach to people in terms of contact hours, however you want to measure it, is vastly higher in the virtual world than it is in the (if I can put it in inverted commas) 'real world', but there's a good duality, they feed off each other, it's not one at the expense of the other.
The harder issue for our staff is moving to a different way of doing things, moving from, say, having very specialist curators who are highly knowledgeable on the small slice of our collections, to people whose primary focus is unlocking the collections and engaging our stories, collections, whatever, with communities. A very different set of skills, and that change is a bit threatening for some people.
Antony Funnell: Louise, is that an issue that you find with staff at your museum?
Louise Douglas: It's really what I was saying before, that we have got to start looking at the roles in the way we describe what it is we expect our staff to do, and one of the great topics of discussion inside our organisation is just that. What does this new way of engaging with and interacting with our audiences, particularly online, and for a national museum the online world is perhaps even more important than for museums such as Frank's who have a very, very large population base, physically co-located with them, we really have a much more sort of abstracted audience in a sense, because we speak to a national audience. Our mandate is to do that.
We're terrific at doing exhibitions, and we're terrific now at doing publications around them. So the old sort of school products are definitely something we can do without thinking about it. But really, doing co-created kind of products, what that means for the role of a curator, the role of an educator, the role of the public programs person, is something that we're addressing at the moment.
Antony Funnell: And presumably, that co-created, that brings us to the whole idea of user-generated content, not just engaging with people online, but accepting that perhaps they have a role in building what is there online, in shaping part of the museum's displays. How do you factor that in effectively?
Frank Howarth: We want to have a play with crowd-curated exhibitions, although that was with a bit 'Let's see what happens and no great expectations'. It can go horribly wrong, in the sense of a crowd can give you a perfectly-formed lowest common denominator that's equally boring to everyone. Or it could come up with something that's really fantastic. But the user-generated content, there's been a couple of spectacular examples where people have thought it went horribly wrong.
The Tate Modern ran a beautiful vodcast of the performance artist Mark Wallinger, who was in an interview lasting about 10 minutes, half the time he was sitting in the chair talking, the other half of the time the footage is of him walking around the Tate in a bear outfit, which he does. Somebody appropriated that YouTube video and put their own voiceover on top of it, a total piss-take of the whole concept of performance art, as if it was coming out of his mouth. That stirred an interesting group of possums at the Tate.
The other one Brooklyn Museum ran some beautiful one-minute videos, they just asked people to make of an experience visiting the Museum. One of them was these three guys who came in wearing black masks and everything, and literally measured up a painting as if they were about to steal it. And that caused the security people at Brooklyn Museum to go berserk. So you take risks, but at the end of the day everybody thought 'Well, what came out of that is better than what was'.
Antony Funnell: And Louise, your perspective?
Louise Douglas: I think we've got to be unafraid and really be open to the creative energy, helping interpret our collections in a way that we perhaps haven't been before. And I think attitudes are shifting within our organisations. I think there is a lot more openness now to the idea that our web visitors of all ages, and clearly one of the big issues for us coming into the future, is the way our audiences are changing from the baby-boomers who are reasonably techno-literate, but a younger generation - this is absolutely what they want to do create their own
Antony Funnell: What about their expectations? I read an article recently that was from the Centre for the Future of Museums, and it talked about what was called the My Culture trend, where young people apparently want their museum experience to be personalised for them, to be a very personal experience, in the same way that social media has given them the ability to personalise their music, say, or their online endeavours.
Louise Douglas: And this is in a way it's not a new idea for museums, or for social history museums in particular, and we in fact started out saying 'Come to our museum and see yourself in our museum'. So the idea of having that personal connection between some aspect of the stories, or the experiences that are in museum exhibitions and programs, is not a new one, but I think the change is that visitors want to create something for themselves out of the material that we have on display or on our websites.
Antony Funnell: Angelina, is that something you've picked up in your research?
Angelina Russo: Yes, absolutely. In July, I was lucky enough to attend a talk, a sold-out talk at the London School of Economics which had the two heavyweights of museum directors. We've got the other heavyweight here of course with Frank. But Nick Serota from the Tate, and Neil McGregor from the British Museum, and they were talking about the museum of the 21st century, and they actually said a couple of things which are quite relevant to our conversation.
One of them had to do with museums looking more towards broadcasters as a sort of role model, if you like, for their future practices. And the other had to do with curators sort of looking to their role as becoming much more like cultural producers, and I think that social media gives us an opportunity to do that, because increasingly, we do give our opinion in very public ways, when someone has a good museum experience, they might upload images to Flicker or a video to YouTube, or they might write a blog post, or Twitter about it.
And each time one person uses this technology to provide their thoughts and express the meaning of their experience, hundreds and possibly thousands depending on how many people they have in their network, receive that update. And so depending on who that person is, their thoughts and opinions can become extremely influential.
And I think that if we're able to actually tap in to that, and look at how we can work with our audiences, to really connect that desire that comes from curiosity, and that the curiosity that's actually built in the way that social media itself operates, then we actually have quite a nice fit between the technology and the collection and then the knowledge institution.
Antony Funnell: Frank, can I just come back to you. You mentioned at the beginning of the program, and then we put it to the side, the financial crisis. How much of an effect has that had on the ambitions of museums to change and to try and do the sorts of things that a couple of years ago they thought they wanted to do in terms of relevancy to future audiences?
Frank Howarth: Well it's forced us to really hone in on the things that have impact, and that demonstrate that relevance, and that means putting (mixing metaphors) putting some sacred cows out to graze. And really putting some things aside, that people said was really, really important, and I think in our case, it's probably shifting more resources into opening up and unlocking and changing the nature of our websites to really adopt Web 2, ways of doing things, and probably cutting back on what some people would have said was core business for a natural sciences museum a few years ago.
The second string is we're becoming much, much more commercial. I think all of us, right around the world in the museum community, realise that unless we're to die a death of a thousand cuts, we need to raise more of our own money, and that comes back to the relevance issue again. We have got to be relevant for people.
Antony Funnell: And Louise, what about co-operation between museums, given money is tight everywhere, are we seeing a focus on trying to do exhibitions together?
Louise Douglas: I think that's been around for some time. It may well accelerate as a principle upon which we have to work, and particularly in the business of bringing international exhibitions to Australia, which is a vastly expensive process. There are certainly discussions on the go about being more cooperative in that regard.
I think the economic situation that we all face is certainly putting an additional pressure on the whole question of how we resolve the deployment of resources inside our institutions. We have to keep doing the conventional things, as Frank has said, the core business has to continue, but it's really about how to perhaps integrate some of these new processes into existing products.
So, for example, with exhibitions, we are now starting to look at the idea with an exhibition we're doing on the History of the Irish in Australia, using social media, using blogging, to help the research process be undertaken for that, and to help identify where there are stories and collections around the country that might form part of that exhibition. So I guess from a resources point of view, we're looking at what are we doing already, that might be more core business products such as exhibitions, and how do we bring social media processes and the idea of co-creation into those development processes?
Antony Funnell: And what's the future for I guess what we know as the blockbuster exhibition?
Frank Howarth: What it means is we get really hard-nosed about the business model for those. And they have to make economic sense. And the lending institutions have got an eye to what they can raise by lending out either whole exhibitions or their collection materials. I don't think we can do a blockbuster in Australia unless it's a partnership with other institutions any more, because the freight costs and the insurance costs are simply too high. But it really takes a very commercial edge, and much more risk management.
Antony Funnell: Now from the stellar if you like, to the particular, and to families and communities. I mean we've seen I think a trend towards the museum as a social space. Is that going to continue?
Angelina Russo: As a social physical space?
Antony Funnell: Yes, that's right.
Angelina Russo: Yes, oh, absolutely, and in fact I think there's evidence to suggest that the global economic downturn has been in fact very good for museums that are free, perhaps not so much those that have an admission charge. But for those that are free, there's certainly been an increase in the ways we see families using museums as social space, as a space to have rich experiences that don't cost anything. So that's a very fundamental point I think, about the way families might be looking at museums as part of their kind of leisure timetable.
Antony Funnell: And, Frank, your experience here? I understand you had experience in California recently along these sorts of lines.
Frank Howarth: Yes, at the Australian Museum, rightly or wrongly we charge entry here in Sydney, and we haven't seen any decline in that as a result of the global financial crisis. The experience in California is the new California Academy of Sciences, which is in any other sense a natural sciences museum in San Francisco, and they now charge $24 a head, and they get 3.2-million visitors in their first year of operation.
Even more than that, every Thursday night they close at 5, reopen at 6, with a minimum age of 21, no kids, they get 2,700 people, they sell out every week, paying $10 a head to come into that place. They have two discos, about 5 bars, the whole museum is open, and I was lucky enough to see that in action a few weeks ago. It's truly fantastic, it's the biggest disco in town, the biggest bar in town, the biggest pick-up joint in town. It's a different sense of relevance, but it's there.
Antony Funnell: Angelina Russo from Swinburne University, now are museums in a very good position to pick up on that social capital if you like, to integrate themselves more into the community's activities?
Angelina Russo: Absolutely. I think they are perfectly positioned, particularly at this moment where technology is finally at a point where we can have these discussions in public in real time. And if we think about the fact that ordinary people like you and me are curious about big issues that affect us, things like climate change, population explosion, conservation, our research indicates that museums are actually well-placed to innovate and explore contemporary issues in partnership with their audiences.
It's like for instance the Environment Minister Peter Garret announced the establishment of the Coral Sea Conservation Zone, just recently. You know some of the questions that I'd be asking around that, is what role do museums research play in that review and will scientific collections institutions be asked to contribute be asked to contribute and will new partnerships and research arise from this assessment and how will this involve ordinary people? The very things that we're all worried about at the moment actually have a spatial temporal history in the museum research records.
Museum Victoria for instance have the water-smart home, which is a website that sort of looks to inspire and educate the public in ways that they can reduce, re-use and re-value water in their daily lives. And it encourages that sort of clustered conversation around how to make decisions to save water. And I think it's a great example of how we can actually tap into the curiosity and the big issues out there in the community, and work in partnership with audiences to actually explore these issues and ensure that that relevance touches us every day.
Louise Douglas: Anthony, most of the museums these days actually frame themselves as a place for debates. The other point I wanted to make about particularly families coming to museums, as part of the broader community, is that somehow we have to offer them experiences that they won't get anywhere else. So a point of debate I think in museums, is the extent to which our exhibitions are filled with screens, and there's a sense in which some parents are starting to feel the screen dominates the home environment so much that they are less inclined to go to institutions where they sense that the screen is paramount.
Frank Howarth: One of the things that's coming true is a statement I saw in I think The Australian newspaper now about six or seven years ago, referring to the hook of the reel, the yin and yang of the virtual and the real, and I strongly believe that the more the world gets virtual, the more families want to see real things, they want to touch real things. We're doing much more where people pick up and engage and touch, and much less of the Don't Touch.
Antony Funnell: Louise and Angelina, let's wrap on that. I mean that idea that people will still want to touch things, that tactile side of museums is still very relevant today.
Louise Douglas: There's an incredible paradox here at work isn't there? I mean as we get more kind of enmeshed in technology, it's actually good for museums, because in fact the idea of something authentic, something real, starts to have much more power and that is something that we really believe is going to sustain us into the future. So I think we're all finding ways to provide much greater access to the physical object, and touching collections is something that now we are just going to have to find ways to make happen.
Antony Funnell: And Angelina?
Angelina Russo: Yes look, having just taken my niece and nephew to the National Gallery on the weekend have them sort of pore over the Egyptian artworks, or at least through the glass, I can absolutely say that wanting to touch the real is still very much part of the experience.
But I have to say that as far as museum professionals go, this is one of the issues that we discuss a fair bit on one of the professional networking sites that we run as part of this particular project which is Museum 3.0 Ning site. And it's interesting to see how different audiences actually respond to that idea of the virtual and the real, and how central that still is an argument whereas when we'd speak with a lot of technologists, we've moved beyond the virtual and the real, it's now about how to make the virtual more accessible, you know, what copyright issues there are, etc. etc. But actually that fundamental concern about being able to access the real, and to embellish or interpret through the virtual, is something that continues to really extend debate around the world.
Antony Funnell: Well Angelina Russo, Louise Douglas and Frank Howarth, thank you very much.
Esta entrevista foi retirada do Future Tence, onde pode ser ouvida na integra.
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Entrevistas
terça-feira, 8 de Setembro de 2009
Projecto MusiBraille

"O projeto MUSIBRAILLE destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes as dos colegas de visão normal", explica Dolores. Com o apoio do Governo Federal Brasileiro e dos governos estaduais será realizado gratuitamente um curso de capacitação para profissionais de educação musical que pretendem trabalhar com músicos e estudantes cegos e criar e manter biblioteca virtual de músicas em Braille.
"O ineditismo do projeto já justifica a sua execução, cabendo destacar que será o primeiro software da língua portuguesa para a transcrição de partituras em Braille, podendo ser adotado por outros países lusofônicos", diz Dolores. A intenção do projeto é melhorar e ampliar as possibilidades do músico cego no mercado de trabalho, incluída aí a atividade de ensino de música em suas múltiplas vertentes e permitir a troca de conhecimento e divulgação de obras por meio de biblioteca musical Braille instalada na página da internet onde o programa ficará disponível para cópia gratuita. A inclusão social é uma das principais resultantes do projeto.
A técnica de Musicografia Braille é uma das principais ferramentas que permitem essa equivalência. Ela foi desenvolvida em 1828 por Louis Braille (Francês), que adaptou a técnica para transcrição de textos também desenvolvida para a transcrição musical. Através desta técnica um texto musical de qualquer complexidade pode ser transcrito para a forma tátil e facilmente assimilado pelos deficientes visuais.
O projeto Musibraille destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes as dos colegas de visão normal. Segundo Dolores, existem poucos programas de computador disponíveis no mercado para transcrição musical em Braille e, para o contexto brasileiro, esses programas estão fora da realidade uma vez que, além de caros, são incompletos e não emulam voz em português, impedindo a disseminação da utilização direta ou como ferramenta de ensino qualificado. "Além disso, como os professores de música não têm conhecimento da Musicografia Braille, recusam os estudantes por julgarem impossível o aprendizado da partitura musical com efetividade."
O Software Musibraille será distribuído nas oficinas de capacitação que serão realizadas em uma Capital de cada uma das regiões geográficas do Brasil. Também será distribuído gratuitamente por meio de página na internet onde os beneficiados, professores, alunos cegos e o público em geral poderão baixar cópia do programa. Além do Software Musibraille, serão distribuídos, no curso de capacitação, o livro em tinta para os professores e o caderno de exercício em braille para o professor aplicar ao aluno cego, ou vice versa.
"Esperamos ter um grande número de pessoas interessadas no curso, tanto para professores de música, quanto para músicos cegos e arte educadores. Queremos com esse projeto darmos a oportunidade para pessoas cegas terem as mesmas ferramentas das pessoas com visão normal, lendo partituras, escrevendo e compondo e mais do que tudo, tendo o ingresso nas Universidades, Faculdades e Conservatórios de Música com igualdade de oportunidades profissionais."
Fonte: Sentidos
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Deficiência Visual,
Tecnologias
DSAI 2009 - International Conference on Software Development for Enhancing Accessibility and Fighting Info-exclusion
De 3 a 5 de Junho decorreu no MSFT - Software para Microcomputadores, Lda., Taguspark, Lisboa, o DSAI 2009 - International Conference on Software Development for Enhancing Accessibility and Fighting Info-exclusion.
O DSAI 2009 teve como principal objectivo contribuir para as Iniciativas Europeias de e-Inclusão, de modo a promover um amplo debate sobre as novas tendências, novas tecnologias e novos suportes projectados para pessoas com necessidades especiais.
Para além disto, esta Conferência Internacional pretendeu contribuir para a criação de sinergias entre entidades públicas e privadas, nomeadamente entre Universidades e empresas.
O comité científico do DSAI 2009 foi formado por investigadores da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e de outras Universidades portuguesas e estrangeiras.

After a successful start with DSAI 2006 and 2007 editions, the International Conference on Software Development for Enhancing Accessibility and Fighting Info-exclusion (DSAI 2009) will take place in June 2009, at the MSFT - Software para Microcomputadores, Lda. - TAGUSPARK - Lisboa - PORTUGAL. Nowadays, Information and Communication Technologies (ICT) play a major role in our lives. However, ICT development which is indifferent to the concerns of social inclusion may raise barriers and increase the gap between the average user and those with special needs, instead of contributing to eliminating this gap and promoting equal rights and opportunities for all. Senior citizens and others with special needs are often faced with multiple minor disabilities that prevent them from enjoying the benefits of technology and higher quality of life standards. According to the UN Convention on the Rights of Persons with Disabilities, technology design should take into account accessibility and usability features for the protection and promotion of the human rights of persons with disabilities, in all policies and programmes.
Building an inclusive society is a key pillar of the i2010 strategy - a European Information Society for growth and jobs. Among many other measures, i2010 targets a European eInclusion initiative for 2008-2009. To achieve this goal there are some actions running, namely:
•EU's Seventh Framework Programme (FP7) for Research and Technological Development will fund research across Europe (2007-2013) and establish the "ICT for Independent Living and Inclusion" research line with two objectives: "ICT and Ageing" and "Accessible and Inclusive ICT";
•Development of a pan-European public services, with the aid of the large-scale pilots under the ICT Policy Support Programme;
•Implementation of the eInclusion initiative including a proposal on eAccessibility legislation and a Ambient Assisted Living flagship to respond to the challenge of an ageing population.
The main DSAI objective this year is to contribute to the European eInclusion initiative with innovations on ICT-based products and services for people with special needs and promotion of accessible technology.
DSAI 2009 objectives
•Provide a space for debate on new tendencies and software projects for populations with special needs;
•Contribute to the creation of synergies among public and private entities, namely Industry and Universities;
•Contribute to increased awareness on Accessibility and Fighting Info-exclusion;
•To share experiences and best practices;
•Contribute to the European eInclusion initiative.
Areas of interest
High quality, original submissions on topics relevant to ICT, Ageing and accessibility are invited. This includes the use of technology by and in support of:
•Individuals with hearing, sight and other sensory impairments;
•Individuals with motor impairments;
•Individuals with memory, learning and cognitive impairments;
•Individuals with multiple impairments;
•Senior citizens .
Submissions should present novel ideas, designs, techniques, systems, tools, evaluations, scientific investigations, methodologies, social issues or policy issues relating to:
•Assistive technologies and ICT services that can improve the daily lives of elderly people;
•Accessibility and usability of mainstream technologies;
•Identification of barriers to technology access that are not addressed by existing research;
•Assistive technologies that improve access to mainstream Computer and Information Technologies;
•Innovative use of mainstream technologies for overcoming access barriers.
Fonte: FEUP e DSAI'09
O DSAI 2009 teve como principal objectivo contribuir para as Iniciativas Europeias de e-Inclusão, de modo a promover um amplo debate sobre as novas tendências, novas tecnologias e novos suportes projectados para pessoas com necessidades especiais.
Para além disto, esta Conferência Internacional pretendeu contribuir para a criação de sinergias entre entidades públicas e privadas, nomeadamente entre Universidades e empresas.
O comité científico do DSAI 2009 foi formado por investigadores da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e de outras Universidades portuguesas e estrangeiras.

After a successful start with DSAI 2006 and 2007 editions, the International Conference on Software Development for Enhancing Accessibility and Fighting Info-exclusion (DSAI 2009) will take place in June 2009, at the MSFT - Software para Microcomputadores, Lda. - TAGUSPARK - Lisboa - PORTUGAL. Nowadays, Information and Communication Technologies (ICT) play a major role in our lives. However, ICT development which is indifferent to the concerns of social inclusion may raise barriers and increase the gap between the average user and those with special needs, instead of contributing to eliminating this gap and promoting equal rights and opportunities for all. Senior citizens and others with special needs are often faced with multiple minor disabilities that prevent them from enjoying the benefits of technology and higher quality of life standards. According to the UN Convention on the Rights of Persons with Disabilities, technology design should take into account accessibility and usability features for the protection and promotion of the human rights of persons with disabilities, in all policies and programmes.
Building an inclusive society is a key pillar of the i2010 strategy - a European Information Society for growth and jobs. Among many other measures, i2010 targets a European eInclusion initiative for 2008-2009. To achieve this goal there are some actions running, namely:
•EU's Seventh Framework Programme (FP7) for Research and Technological Development will fund research across Europe (2007-2013) and establish the "ICT for Independent Living and Inclusion" research line with two objectives: "ICT and Ageing" and "Accessible and Inclusive ICT";
•Development of a pan-European public services, with the aid of the large-scale pilots under the ICT Policy Support Programme;
•Implementation of the eInclusion initiative including a proposal on eAccessibility legislation and a Ambient Assisted Living flagship to respond to the challenge of an ageing population.
The main DSAI objective this year is to contribute to the European eInclusion initiative with innovations on ICT-based products and services for people with special needs and promotion of accessible technology.
DSAI 2009 objectives
•Provide a space for debate on new tendencies and software projects for populations with special needs;
•Contribute to the creation of synergies among public and private entities, namely Industry and Universities;
•Contribute to increased awareness on Accessibility and Fighting Info-exclusion;
•To share experiences and best practices;
•Contribute to the European eInclusion initiative.
Areas of interest
High quality, original submissions on topics relevant to ICT, Ageing and accessibility are invited. This includes the use of technology by and in support of:
•Individuals with hearing, sight and other sensory impairments;
•Individuals with motor impairments;
•Individuals with memory, learning and cognitive impairments;
•Individuals with multiple impairments;
•Senior citizens .
Submissions should present novel ideas, designs, techniques, systems, tools, evaluations, scientific investigations, methodologies, social issues or policy issues relating to:
•Assistive technologies and ICT services that can improve the daily lives of elderly people;
•Accessibility and usability of mainstream technologies;
•Identification of barriers to technology access that are not addressed by existing research;
•Assistive technologies that improve access to mainstream Computer and Information Technologies;
•Innovative use of mainstream technologies for overcoming access barriers.
Fonte: FEUP e DSAI'09
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Eventos
Inclusão pela Arte - Entrevista com a Directora do Instituto Olga Kos


A arte é um valioso agente de inclusão social. Por meio dela, muitas pessoas com deficiência conseguem expressar seus sentimentos, exteriorizar suas emoções, além de por em pratica a sua criatividade. E é com o objetivo de promover estímulo à criatividade e auxiliar na parte motora de pessoas com e sem deficiência intelectual que o Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural, em parceria com a Casa de Cultura de Santo Amaro, desenvolveu e está oferecendo aulas gratuitas de desenho e pintura nas Oficinas de Arte.
De acordo com a diretora operacional do Instituto Olga Kos, Maisa Signor, essa é a primeira vez que as Oficinas de Arte - que fazem parte do projeto "Pintou a Síndrome do Respeito", o qual foi criado pelo Instituto - serão ministradas em uma entidade pertencente ao poder público, no caso, a Secretaria Municipal de Cultura. Até então, as Oficinas eram realizadas exclusivamente em instituições especializadas no atendimento às pessoas com deficiências.
Na entrevista a seguir, Maisa fala sobre o trabalho que o Instituto Olga Kos tem realizado através do projeto "Pintou a Síndrome do Respeito" e de outros projetos criados também com o objetivo de contribuir com a inclusão social de pessoas com deficiência intelectual e destaca a importância da parceria com um órgão do governo.
Quando e com qual objetivo o Instituto Olga Kos foi criado?
El foi fundado em 2007 com o objetivo de resgatar e repassar para a população, a diversidade cultural e artística de nosso país, ampliando o acesso à cultura, principalmente para as pessoas com deficiência intelectual, favorecendo assim a sua inclusão.
Quantas pessoas com deficiência intelectual já foram e são atendidas pelo Instituto?
O programa "Pintou a Síndrome do Respeito" teve início com apenas 18 participantes e hoje são atendidos mais de 260 jovens, somando as oficinas de arte e os esportes.
Quais são os outros projetos que o Olga Kos oferece?
Além do "Pintou a Síndrome do Respeito", que se constitui em uma série de oficinas de arte para este público, divididas em módulos específicos de participação dos artistas plásticos contemplados com os livros de arte, temos também o Resgatando Cultura, uma série de livros de arte contemporâneos sobre a vida e obra de artistas plásticos nacionais e em atividade, que participam diretamente das aulas de artes plásticas para os jovens com deficiência intelectual. Promovemos também a inclusão por meio do esporte como aulas de Karatê para pessoas com deficiência intelectual realizadas em academia conceituada no bairro do Ipiranga em SP. E o Taekwondo com aulas realizadas em academia de artes marciais tradicional do município de Diadema, na região do Grande ABCD, em SP. Além destes dois principais eixos de atuação, o Instituto articula ainda redes de apoio para geração de renda e inclusão no mercado de trabalho, tendo como exemplo mais recente, a realização do I Concurso Público Nacional adaptado para pessoas com deficiência intelectual, em parceria com o CRECI de São Paulo.
Como e por quem esses projetos são elaborados?
Os projetos são elaborados pela equipe do Instituto Olga Kos, e em sua maioria viabilizados pelas leis de incentivo fiscal, como a Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e a Lei de Incentivo ao Esporte.
Como as pessoas podem participar desses projetos?
Os interessados podem procurar o Instituto Olga Kos por meio do site www.institutoolgakos.org.br, do e-mail contato@institutoolgakos.org.br ou ainda pelo telefone (11) 3081-9300 e inscrever-se em um dos programas, de acordo com a região de sua residência. As oficinas de arte do programa "Pintou a Síndrome do Respeito" acontecem atualmente em nove diferentes instituições parceiras.
Todas as oficinas de arte são oferecidas gratuitamente?
Sim, as oficinas são 100% gratuitas.
Como o atendimento com as oficinas do projeto Pintou a Síndrome do Respeito está dividido?
Nas instituições especializadas no atendimento à pessoa com deficiência intelectual, prioriza-se o atendimento aos jovens já matriculados nestas instituições, sendo abertos apenas 10% das vagas para o público externo. Já na Casa de Cultura de Santo Amaro, 100% das vagas são para a comunidade do entorno, tendo ainda a participação de pessoas sem deficiência.
E como se dá no programa de inclusão pelo o esporte?
No programa de inclusão pelo esporte, as inscrições para o Karatê e Taekwondo podem ser feitas pelos contatos do Instituto Olga Kos ou ainda diretamente nas academias credenciadas.
Qual a importância de as oficinas de arte serem ministradas pela primeira vez em parceria com uma entidade pertencente ao poder público?
Acreditamos ser esta a tendência do movimento de inclusão no Brasil: a desinstitucionalização da pessoa com deficiência intelectual. A proposta do Instituto Olga Kos é determinar oportunidades e acessibilidade em ambientes não "deficientes", por exemplo, os equipamentos públicos, da comunidade, freqüentados por pessoas comuns e sem deficiência.
Como a arte pode contribuir para a inclusão de pessoas com deficiência intelectual na sociedade?
Sabemos que atividades manuais, principalmente na área de artes, contribuem efetivamente para o desenvolvimento motor e intelectual de jovens e crianças, com ou sem deficiência intelectual. A atividade artística proporciona uma oportunidade de experienciar outra forma de expressão, que não a verbal, por meio da qual esses jovens e crianças podem mostrar seu conteúdo e sua capacidade. Essa capacidade muitas vezes não aparece em atividades rotineiras, mas pode aparecer na produção artística. A ampliação da possibilidade de auto-expressão possibilita às pessoas com D.I. a experiência prazerosa de auto-realização, pois o resultado da atividade é uma obra de arte, na qual ela pode constatar sua "produção". Nossas oficinas apresentam um extenso conjunto de atividades para as mais diversas faixas etárias, que atende a variados interesses. Baseando-se no princípio do interesse cultural central de cada atividade, nota-se a importância do acesso do público participante a essa prática social que influencia o desenvolvimento pessoal dos indivíduos, trazendo benefícios aos três níveis de desenvolvimento: biológico, psicológico e pessoal. A vivência desses conteúdos no tempo disponível possibilita: a exercitação do corpo, da imaginação, do raciocínio, da habilidade manual, além de estimular o relacionamento social.
Como você analisa o trabalho que o Instituto tem realizado para contribuir com a inclusão social?
Nestes dois anos de atividade, acreditamos que o IOK tenha ultrapassado a proposta de um trabalho apenas social, educativo ou cultural. Trata-se hoje de uma mobilização social para preencher a escassez de políticas públicas voltadas para a questão da inclusão de pessoas com deficiência intelectual no país. Espera-se continuar favorecendo ações comunitárias com o estímulo adequado à vivência em coletividade, a solidariedade e o respeito às diferenças na perspectiva da superação do individualismo, promovendo possibilidades para que os próprios atendidos possam juntos apropriar-se dos espaços sociais, como autores de suas histórias de vida e das transformações nos territórios a que pertencem.
Fonte: http://sentidos.uol.com.br
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Entrevistas,
Programas
Arts, Culture and Blindness

This book explores one of the most powerful myths in modern society: the myth that blind people are incapable of understanding and creating visual arts. In its pages, it explores case studies of blind adults and children, and interviews with art teachers …
Through this enquiry, it aims to contribute not only to an understanding of the pedagogy of the visual arts and education, but also to a consideration of the cultural understanding of myths about blindness and disability in contemporary society, and how education is affected by these systems of belief.
Arts, Culture and Blindness is the first book to present a single study of adult and child art students actually participating in courses in universities and schools for the blind. In doing so it delves into the topic of the culture of education and society and its affects on an understanding of blindness and the visual arts. Furthermore, through an analysis of individual and group behaviour, the book also introduces a new cultural model for studying blindness and disability, investigates the social influences on the nature of blindness and the treatment of people who are blind, and examines the influences that have affected the self belief of blind students and the way they create art.
Fonte: http://www.blindnessandarts.com/
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Bibliografia,
Deficiência Visual
Ratificação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e Protocolo Opcional - Comunicado da Associação Portuguesa de Deficientes
Foi hoje(30-07-2009) ratificada a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e respectivo Protocolo Opcional.
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência é o primeiro instrumento de direitos humanos do século XXI, o primeiro a ser elaborado com a participação activa dos cidadãos a quem se dirige, negociado em tempo recorde e recolheu, no dia de abertura, um número considerável de assinaturas por parte dos Estados Membros.
Esta Convenção surge porque ao longo dos tempos se foi detectando que as pessoas com deficiência eram praticamente “invisíveis” no sistema de direitos humanos das Nações Unidas. Para outros grupos, tais como mulheres e crianças que, no passado, experimentaram o mesmo tipo de “invisibilidade” foram desenvolvidas convenções temáticas de direitos humanos, conduzindo à aprovação, por exemplo, da Convenção sobre os Direitos da Criança e Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher.
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência reflecte a linguagem, visão e mundividência deste grupo. A sua assinatura e ratificação pelos Estados Membros (Estado Português) significam que estes deverão proceder a alterações profundas na estrutura da sociedade e na doutrina jurídica promotora da inclusão social.
Lisboa, 30 de Julho de 2009
Contacto: Joaquim Cardoso – 21988328/ 917200765
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência é o primeiro instrumento de direitos humanos do século XXI, o primeiro a ser elaborado com a participação activa dos cidadãos a quem se dirige, negociado em tempo recorde e recolheu, no dia de abertura, um número considerável de assinaturas por parte dos Estados Membros.
Esta Convenção surge porque ao longo dos tempos se foi detectando que as pessoas com deficiência eram praticamente “invisíveis” no sistema de direitos humanos das Nações Unidas. Para outros grupos, tais como mulheres e crianças que, no passado, experimentaram o mesmo tipo de “invisibilidade” foram desenvolvidas convenções temáticas de direitos humanos, conduzindo à aprovação, por exemplo, da Convenção sobre os Direitos da Criança e Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher.
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência reflecte a linguagem, visão e mundividência deste grupo. A sua assinatura e ratificação pelos Estados Membros (Estado Português) significam que estes deverão proceder a alterações profundas na estrutura da sociedade e na doutrina jurídica promotora da inclusão social.
Lisboa, 30 de Julho de 2009
Contacto: Joaquim Cardoso – 21988328/ 917200765
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Legislação
Programação do Museu do Papel Moeda para escolas
O Museu do Papel Moeda, este ano lectivo, decidiu implementar uma forma de divulgação diferente das tradicionais newsletters informativas... Foi criado um pequeno filme de cerca de 4 minutos onde se destacam algumas das actividades que poderão ser realizadas pelo Serviço de Educação. Este filme, encontra-se alojado no blog do Museu.
segunda-feira, 7 de Setembro de 2009
Comunicado de Imprensa - ACAPO denuncia incumprimento por canais televisivos
Press release: ACAPO DENUNCIA INCUMPRIMENTOS POR CANAIS TELEVISIVOS
A ACAPO, Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, apresentou queixa junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, denunciando o incumprimento, por parte dos operadores de televisão, do Plano Plurianual de obrigações em matéria de acessibilidade à televisão, pelo facto de estes não fazerem a locução em português de peças informativas em que os intervenientes se exprimem em língua estrangeira, e ainda por não estarem a cumprir a meta de uma hora e meia semanal de áudio-descrição em programas de ficção e documentários emitidos em canal aberto no período entre as 20h00 e as 02h00. Ambas as obrigações constam do Plano Plurianual em Matéria de Acessibilidade à Televisão, aprovado pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social, e que entrou em vigor, com carácter obrigatório, no passado dia 1 de Julho. Ao fim de dois meses os dirigentes da ACAPO constatam com espanto e indignação que os operadores de televisão nada fizeram para cumprir as suas obrigações nesta matéria. Cumprir estas obrigações assume, para as pessoas cegas e com baixa visão, uma extrema relevância, na medida em que lhes garante o direito de livre acesso, em condições de igualdade, à informação, formação, entretenimento e cultura. Além disso, e só a título de exemplo, a locução em Português das falas em língua estrangeira dos intervenientes em peças inseridas nos serviços de notícias beneficia ainda uma significativa faixa da população portuguesa (cerca de 20%), incluindo-se aqui também as pessoas com idade avançada, com problemas em seguir a legendagem, iliteracia, ou simplesmente o comum cidadão que, nos seus afazeres domésticos, não está, por mais que queira, inteiramente disponível para seguir as legendas.
Desde a entrada em vigor do Plano Plurianual de obrigações para os operadores televisivos em matéria de acessibilidades, a ACAPO tentou agendar reuniões de trabalho e cooperação com os diversos canais, não tendo ainda logrado obter qualquer resposta satisfatória. No caso da RTP e da TVI, nem sequer ainda foi marcada qualquer reunião.
O Plano Plurianual de Obrigações em Matéria de Acessibilidade à Televisão foi aprovado pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social a 28 de Abril do corrente, tendo entrado em vigor a 1 de Julho de 2009. O seu cumprimento por parte dos canais televisivos é obrigatório, como resulta do art.º 34.º da Lei 27/2007 (Lei da Televisão).
A ACAPO fez ainda chegar a mesma queixa ao Provedor do Telespectador da RTP, dadas as responsabilidades acrescidas que cabem nesta matéria ao operador do serviço público de televisão.
Fonte: ACAPO
A ACAPO, Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, apresentou queixa junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, denunciando o incumprimento, por parte dos operadores de televisão, do Plano Plurianual de obrigações em matéria de acessibilidade à televisão, pelo facto de estes não fazerem a locução em português de peças informativas em que os intervenientes se exprimem em língua estrangeira, e ainda por não estarem a cumprir a meta de uma hora e meia semanal de áudio-descrição em programas de ficção e documentários emitidos em canal aberto no período entre as 20h00 e as 02h00. Ambas as obrigações constam do Plano Plurianual em Matéria de Acessibilidade à Televisão, aprovado pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social, e que entrou em vigor, com carácter obrigatório, no passado dia 1 de Julho. Ao fim de dois meses os dirigentes da ACAPO constatam com espanto e indignação que os operadores de televisão nada fizeram para cumprir as suas obrigações nesta matéria. Cumprir estas obrigações assume, para as pessoas cegas e com baixa visão, uma extrema relevância, na medida em que lhes garante o direito de livre acesso, em condições de igualdade, à informação, formação, entretenimento e cultura. Além disso, e só a título de exemplo, a locução em Português das falas em língua estrangeira dos intervenientes em peças inseridas nos serviços de notícias beneficia ainda uma significativa faixa da população portuguesa (cerca de 20%), incluindo-se aqui também as pessoas com idade avançada, com problemas em seguir a legendagem, iliteracia, ou simplesmente o comum cidadão que, nos seus afazeres domésticos, não está, por mais que queira, inteiramente disponível para seguir as legendas.
Desde a entrada em vigor do Plano Plurianual de obrigações para os operadores televisivos em matéria de acessibilidades, a ACAPO tentou agendar reuniões de trabalho e cooperação com os diversos canais, não tendo ainda logrado obter qualquer resposta satisfatória. No caso da RTP e da TVI, nem sequer ainda foi marcada qualquer reunião.
O Plano Plurianual de Obrigações em Matéria de Acessibilidade à Televisão foi aprovado pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social a 28 de Abril do corrente, tendo entrado em vigor a 1 de Julho de 2009. O seu cumprimento por parte dos canais televisivos é obrigatório, como resulta do art.º 34.º da Lei 27/2007 (Lei da Televisão).
A ACAPO fez ainda chegar a mesma queixa ao Provedor do Telespectador da RTP, dadas as responsabilidades acrescidas que cabem nesta matéria ao operador do serviço público de televisão.
Fonte: ACAPO
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Deficiência Visual
Como comunicar com pessoas surdocegas

Qualquer pessoa que possa escrever letras MAIÚSCULAS, pode imediatamente usar o alfabecto indicado comunicando com a maior parte das pessoas surdocegas.
Traços, setas e números indcam a direcção, sequência e número de pancadas.
Escreva só na área da palma da mão.
Não tente juntar as letras.
Quando quiser escrever NÚMEROS, faça um ponto na base da palma da mão, é o sinal de que vai passar a escrever números.
Tradução de um folheto do Helen Keller National Center(New York)
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Deficiência Auditiva,
Deficiência Visual
Como lidar com a diferença?

(créditos da imagem: Jean Braz da Costa | Jacqueline Mayumi Matsushita | Amanda Meincke Melo)
Muitas pessoas não deficientes ficam confusas quando encontram uma pessoa com deficiência. Isso é natural. Todos nós podemos nos sentir desconfortáveis diante do "diferente". Esse desconforto diminui e pode até mesmo desaparecer quando existem muitas oportunidades de convivência entre pessoas deficientes e não deficientes.
Não faça de conta que a deficiência não existe. Se você se relacionar com uma pessoa deficiente como se ela não tivesse uma deficiência, você vai estar ignorando uma característica muito importante dela. Dessa forma, você não estará se relacionando com ela, mas com outra pessoa, uma que você inventou, que não é real.
Aceite a deficiência. Ela existe e você precisa levá-la na sua devida consideração. Não subestime as possibilidades, nem super estime as dificuldades e vice-versa.
As pessoas com deficiência têm o direito, podem e querem tomar suas próprias decisões e assumir a responsabilidade por suas escolhas.
Ter uma deficiência não faz com que uma pessoa seja melhor ou pior do que uma pessoa não deficiente.
Provavelmente, por causa da deficiência, essa pessoa pode ter dificuldade para realizar algumas actividades e, por outro lado, poderá ter extrema habilidade para fazer outras coisas. Exactamente como todo mundo.
A maioria das pessoas com deficiência não se importa de responder a perguntas, principalmente aquelas feitas por crianças, a respeito da sua deficiência e como ela realiza algumas tarefas. Mas, se você não tem muita intimidade com a pessoa, evite fazer muitas perguntas muito íntimas.
Quando quiser alguma informação de uma pessoa deficiente, dirija-se directamente a ela e não a seus acompanhantes ou intérpretes.
Sempre que quiser ajudar, ofereça ajuda. Sempre espere sua oferta ser aceite, antes de ajudar. Sempre pergunte a forma mais adequada para fazê-lo. Mas não se ofenda se seu oferecimento for recusado. Pois, nem sempre, as pessoas com deficiência precisam de auxílio. Às vezes, uma determinada actividade pode ser mais bem desenvolvida sem assistência.
Se você não se sentir confortável ou seguro para fazer alguma coisa solicitada por uma pessoa deficiente, sinta-se livre para recusar. Neste caso, seria conveniente procurar outra pessoa que possa ajudar.
As pessoas com deficiência são pessoas como você. Têm os mesmos direitos, os mesmos sentimentos, os mesmos receios, os mesmos sonhos.
Você não deve ter receio de fazer ou dizer alguma coisa errada. Se ocorrer alguma situação embaraçosa, uma boa dose de delicadeza, sinceridade e bom humor nunca falham.
Pessoas cegas ou com deficiência visual
Nem sempre as pessoas cegas ou com deficiência visual precisam de ajuda, mas se encontrar alguma que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela, para isso pode por exemplo tocar-lhe levemente no braço, e ofereça seu auxílio. Nunca ajude sem perguntar antes como deve fazê-lo.
Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando.
É sempre bom você avisar, antecipadamente, a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e obstáculos em geral durante o trajecto.
Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.
Para ajudar uma pessoa cega a sentar-se, você deve guiá-la até a cadeira e colocar a mão dela sobre o encosto da cadeira, informando se esta tem braço ou não. Deixe que a pessoa sente-se sozinha.
Ao explicar direcções para uma pessoa cega, seja o mais claro e específico possível, de preferência, indique as distâncias em metros ("uns vinte metros a sua frente").
Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que a pessoa tenha, também, uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal.
Por mais tentador que seja acariciar um cão-guia, lembre-se de que esses cães têm a responsabilidade de guiar um dono que não enxerga. O cão nunca deve ser distraído do seu dever de guia.
As pessoas cegas ou com visão sub normal são como você, só que não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração que você trata todas as pessoas.
No convívio social ou profissional, não exclua as pessoas com deficiência visual das actividades normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar.
Proporcione às pessoas cegas ou com deficiência visual a mesma chance que você tem de ter sucesso ou de falhar.
Fique a vontade para usar palavras como "veja" e "olhe". As pessoas cegas as usam com naturalidade.
Quando for embora, avise sempre o deficiente visual.
Lembre-se que nem sempre um cego é colega de outro cego.
Estudante cego
Os estudantes com deficiência visual não têm a mesma possibilidade que os seus colegas em tirar apontamentos das aulas, recorrendo à gravação. Caso o docente se oponha, deverá fornecer atempadamente, ao estudante, elementos referentes ao conteúdo de cada aula.<
Nas aulas deverão ser evitados termos como "isto" ou "aquilo", uma vez que não têm significado para um estudante que não vê.
Quando utilizar o quadro, o docente deverá ler o que escreveu para que, ao ouvir a gravação da aula, o estudante tenha a noção do que foi escrito.
Se usar transparências o docente poderá proceder do seguinte modo:
antes do início da aula fornecer ao estudante uma cópia em Braille (ou em caracteres ampliados ou mesmo em suporte digital), e se isso não for possível, fornecer no final uma cópia;
Durante a apresentação identificar e ler o conteúdo da transparência.
Quando recorrer a quadros, figuras ou slides deverá descrever o seu conteúdo. Alguns estudantes que não nasceram cegos, que ainda conservam algum resíduo visual, têm uma memória residual de objectos, figuras, etc.
Pessoas surdocegas
Ao aproximar-se de um surdocego deixe que se aperceba, com um simples toque, da sua presença.
Qualquer que seja o meio de comunicação adoptado faça-o gentilmente.
Combine com ele um sinal para que ele o identifique.
Aprenda e use qualquer que seja o método de comunicação que ele saiba, mesmo que elementar. se houver um método saiba mesmo que elementar.
Se houver um método mais adequado que lhe possa ser útil ajude-o a aprender.
Tenha a certeza de que ele o está a perceber e que você também o está a perceber a ele.
Encoraje-o a usar a fala se ele conseguir mesmo que ele saiba apenas algumas palavras.
Se estiverem outras pessoas presentes avise-o quando for apropriado para ele falar.
Avise-o sempre do que o rodeia.
Informe-o sempre de quando se vai embora, mesmo que seja por um curto espaço de tempo. Assegure-se que fica confortável e em segurança. Se não estiver vai precisar de algo para se apoiar durante a sua ausência, coloque a mão dele no que servirá de apoio. Nunca o deixe sozinho num ambiente que não lhe seja familiar.
Mantenha-se próximo dele para que ele se aperceba da sua presença.
Ao andar deixe-o apoiar-se no braço, nunca o empurre à sua frente.
Utilize sinais simples para o avisar da presença de escadas, uma porta ou um carro.
Um surdocego que esteja a apoiar-se no seu braço aperceber-se-á de qualquer mudança do seu andar.
Confie na sua cortesia, consideração e senso comum. Serão de esperar algumas dificuldades na comunicação.
Pessoas com deficiência física
É importante saber que para uma pessoa sentada é incómodo ficar olhando para cima por muito tempo, portanto, ao conversar por mais tempo que alguns minutos com uma pessoa que usa cadeira de rodas, se for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível.
A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Agarrar ou apoiar-se na cadeira de rodas é como agarrar ou apoiar-se numa pessoa sentada numa cadeira comum. Isso muitas vezes é simpático, se vocês forem amigos, mas não deve ser feito se vocês não se conhecem.
Nunca movimente a cadeira de rodas sem antes pedir permissão para a pessoa.
Empurrar uma pessoa em cadeira de rodas não é como empurrar um carrinho de supermercado. Quando estiver empurrando uma pessoa sentada numa cadeira de rodas e parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.
Ao empurrar uma pessoa em cadeira de rodas, faça-o com cuidado. Preste atenção para não bater nas pessoas que caminham à frente. Para subir degraus, incline a cadeira para trás para levantar as rodinhas da frente e apoiá-las sobre a elevação. Para descer um degrau, é mais seguro fazê-lo de marcha à ré, sempre apoiando para que a descida seja sem solavancos. Para subir ou descer mais de um degrau em sequência, será melhor pedir a ajuda de mais uma pessoa.
Se você estiver acompanhando uma pessoa deficiente que anda devagar, com auxílio ou não de aparelhos ou bengalas, procure acompanhar o passo dela.
Mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa deficiente.
Se achar que ela está em dificuldades, ofereça ajuda e, caso seja aceite, pergunte como deve fazê-lo. As pessoas têm suas técnicas pessoais para subir escadas, por exemplo, e, às vezes, uma tentativa de ajuda inadequada pode até mesmo atrapalhar. Outras vezes, a ajuda é essencial. Pergunte e saberá como agir e não se ofenda se a ajuda for recusada.
Se você presenciar um tombo de uma pessoa com deficiência, ofereça ajuda imediatamente. Mas nunca ajude sem perguntar se e como deve fazê-lo.
Esteja atento para a existência de barreiras arquitectónicas quando for escolher uma casa, restaurante, teatro ou qualquer outro local que queira visitar com uma pessoa com deficiência física.
Pessoas com paralisia cerebral podem ter dificuldades para andar, podem fazer movimentos involuntários com pernas e braços e podem apresentar expressões estranhas no rosto. Não se intimide com isso. São pessoas comuns como você. Geralmente, têm inteligência normal ou, às vezes, até acima da média.
Se a pessoa tiver dificuldade na fala e você não compreender imediatamente o que ela está dizendo, peça para que repita. Pessoas com dificuldades desse tipo não se incomodam de repetir se necessário para que se façam entender.
Não se acanhe em usar palavras como "andar" e "correr". As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras.
Pessoas com paralesia cerebral
Quando você encontrar um Paralisado Cerebral, lembre-se que ele tem necessidades específicas, por causa de suas diferenças individuais. Para lidar com esta pessoa, temos as seguintes sugestões:
É muito importante respeitar o ritmo do PC, usualmente ele é mais vagaroso no que faz, como



