O Museu do Papel Moeda e o Museu D. Diogo de Sousa, no âmbito da semana em que se comemora o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, vão realizar o Workshop sobre Interpretação Sensorial.
Workshop sobre Interpretação Sensorial
Após o sucesso do workshop no Algarve e em Lisboa, a ACAPO pretende realizar mais dois no norte de Portugal ainda este ano. É uma oportunidade de juntar-se com outros profissionais que se interessam pela interpretação sensorial e descobrir o potencial para comunicação que existe do seu museu. De uma maneira prática e participativa, são analisadas as estratégias para criar vivências aos visitantes, sempre respeitando a missão dos museus.
O papel da ACAPO é de apresentar boas práticas e fomentar a troca de experiências e ideias entre profissionais. A sessão inclui trabalho prático de grupo que reflecte a realidade dos museus nacionais.
Datas e locais:
Em Braga no dia 04 de Dezembro no Museu D. Diogo de Sousa, Rua dos Bombeiros Voluntários, 4700-025 Braga;
No Porto no dia 10 de Dezembro no Museu do Papel-Moeda, Av. Da Boavista nº 4245, 4100-140 Porto.
Horário
10h00-17h30 (com pausa livre para almoço)
Formador:
Peter Colwell, técnico de Acessibilidade da ACAPO que colabora regularmente com o IMC e em acções de formação da Rede Portuguesa de Museus.
Inscrições (8-16 participantes):
Sócios cooperantes: 20€
Estudantes: 25€
Outros: 40€
* Contacte a ACAPO para saber como se tornar sócio cooperante.
Dados para Inscrição:
- Nome
- Idade
- Profissão
- Local de trabalho
- Telefone
- E-mail
- (Fotocópia do cartão de estudante ou nº de sócio cooperante da ACAPO)
Os dados para a inscrição, bem como a taxa de inscrição, deverão ser enviados para a respectiva delegação da ACAPO até ao dia 30 de Novembro.
ACAPO Delegação de Braga ACAPO Delegação do Porto
Rua do Matadouro Velho, 51 Rua do Bonfim, 215
4700-035 Braga 4300-069 Porto
braga@acapo.pt porto@acapo.pt
Telefone: 253267766 Telefone: 225899100
Fax: 253267768 Fax: 225105924
Para mais informações sobre os conteúdos do workshop contacte petercolwell@acapo.pt
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – Implementação na União Europeia
APD - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DEFICIENTES
CONFERÊNCIA EUROPEIA
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – Implementação na União Europeia
16 de Novembro de 2009
PROGRAMA PROVISÓRIO
10.00h - Abertura do Secretariado
10.30h - Sessão de Abertura
· Presidente da Assembleia da República
· Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social
· Confederação Nacional dos Organismos dos Deficientes
· Associação Portuguesa de Deficientes
11.00h - Pausa para café
11.30h - Painel A - Ratificação da Convenção - Efeitos nas políticas e instrumentos europeus
Moderador – João José Fernandes - Oikos
• Procuradoria-Geral da República
• Comissão Europeia
• Ordem dos Arquitectos
12.30h - Almoço
15.00h - Painel B - O papel das ONG na monitorização da Convenção
Moderador – Plataforma Portuguesa das ONG
• Centro Regional de Informação das Nações Unidas
• Escritório da OIT em Portugal
• Fórum de Estudos da Educação Inclusiva
• Associação Portuguesa de Deficientes
16.30h - Pausa para café
17.00h - Debate
17.30h - Encerramento
Contactos: info-sede@apd.org.pt , delegacoes-sede@apd.org.pt Tel : 213 889 883
CONFERÊNCIA EUROPEIA
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – Implementação na União Europeia
16 de Novembro de 2009
PROGRAMA PROVISÓRIO
10.00h - Abertura do Secretariado
10.30h - Sessão de Abertura
· Presidente da Assembleia da República
· Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social
· Confederação Nacional dos Organismos dos Deficientes
· Associação Portuguesa de Deficientes
11.00h - Pausa para café
11.30h - Painel A - Ratificação da Convenção - Efeitos nas políticas e instrumentos europeus
Moderador – João José Fernandes - Oikos
• Procuradoria-Geral da República
• Comissão Europeia
• Ordem dos Arquitectos
12.30h - Almoço
15.00h - Painel B - O papel das ONG na monitorização da Convenção
Moderador – Plataforma Portuguesa das ONG
• Centro Regional de Informação das Nações Unidas
• Escritório da OIT em Portugal
• Fórum de Estudos da Educação Inclusiva
• Associação Portuguesa de Deficientes
16.30h - Pausa para café
17.00h - Debate
17.30h - Encerramento
Contactos: info-sede@apd.org.pt , delegacoes-sede@apd.org.pt Tel : 213 889 883
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Eventos
II Fórum Ibérico de Museologia da Educação
Últimos dias para inscrições no II FÓRUM IBÉRICO DE MUSEOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Até ao próximo dia 15 de Novembro ainda é possível efectuar inscrições e propostas de comunicações para o "II FÓRUM IBÉRICO DE MUSEOLOGIA DA EDUCAÇÃO", que se realizará em Fevereiro próximo, na cidade vianense, no Auditório Professor Lima de Carvalho do Instituto Politécnico de Viana do Castelo [IPVC].
O Fórum destina-se a todos as pessoas implicadas na preservação e estudo da herança educativa, em Portugal e Espanha, investigadores, estudantes (de licenciatura, mestrado e doutoramento), a conservadores e técnicos superiores de museus, a professores de qualquer nível de ensino, a técnicos e responsáveis autárquicos dos domínios da educação e da cultura, que tenham a conservação da herança educativa e a museologia como centro de interesse, de estudo ou de preocupação.
Após a realização do I Fórum Ibérico de Museologia da Educação, Museísmo pedagóxico en España e Portugal: itinerários, experiências e perspectivas, Santiago de Compostela, Novembro de 2001 e a assinatura da Declaração de Compostela seria de esperar um desenvolvimento e reforço das acções então em curso. Porém, contextos e dificuldades diversas marcaram estes últimos oito anos, marcados por esperanças mas também por incertezas e frustrações.
É num clima de dificuldades acrescidas, em que os gastos com os bens culturais correm o risco de ser considerados supérfluos, que nos arrojamos a reiniciar o debate então encetado sobre os caminhos da museologia ibérica.
Apesar do reconhecimento e interesse social crescente pela herança educativa, o estudo e conservação dos diversos patrimónios que a constituem enfrentam dificuldades. Por esse facto o II Fórum definiu como objectivos: analisar o contexto legal que enquadra a museologia em ambos os Estados; reflectir sobre a relação entre Museologia e História da Educação e dar início a uma análise comparativa sobre o património escolar edificado. Promover a apresentação de estudos sobre aspectos da cultura material escolar; estimular a apresentação de projectos, iniciativas e experiências realizadas ou em curso, que possam servir de estímulo a outras pessoas ou entidades, são outros dos objectivos a alcançar.
Em suma, pretende-se, com a realização do II Fórum Ibérico de Museologia da Educação, criar um espaço de debate e reflexão, incentivador de iniciativas e promotor da presença dos dois países nas redes internacionais de museologia escolar.
Nesse sentido o fórum irá desenrolar-se com a temática "Herança Educativa em Portugal e Espanha: entre esperanças e incertezas - sustentado nos seguintes eixos temáticos:
1. Legislação e normativas quanto ao património da educação em Portugal e Espanha
2. Estado actual, uso e funcionalidade dos edifícios escolares custeado pelos emigrantes (Portugal e Espanha)
3. Mobiliário escolar, manuais, material didáctico e jornais escolares
4. Museologia da Educação e História da Educação: que relação?
5. Apresentação de experiências emergentes e novas iniciativas no âmbito da Herança Educativa
As Instituições Promotoras são Núcleo de Educação, História e Museologia do Centro de Investigação e Intervenção Educativas-CIIE, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade da UP, estando a realização a cargo do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
Toda a informação sobre esta iniciativa, bem como ficha de inscrição e formulário de submissão de propostas de comunicações, encontra-se disponível no site do Fórum em www.fime2009.ipvc.pt
Até ao próximo dia 15 de Novembro ainda é possível efectuar inscrições e propostas de comunicações para o "II FÓRUM IBÉRICO DE MUSEOLOGIA DA EDUCAÇÃO", que se realizará em Fevereiro próximo, na cidade vianense, no Auditório Professor Lima de Carvalho do Instituto Politécnico de Viana do Castelo [IPVC].
O Fórum destina-se a todos as pessoas implicadas na preservação e estudo da herança educativa, em Portugal e Espanha, investigadores, estudantes (de licenciatura, mestrado e doutoramento), a conservadores e técnicos superiores de museus, a professores de qualquer nível de ensino, a técnicos e responsáveis autárquicos dos domínios da educação e da cultura, que tenham a conservação da herança educativa e a museologia como centro de interesse, de estudo ou de preocupação.
Após a realização do I Fórum Ibérico de Museologia da Educação, Museísmo pedagóxico en España e Portugal: itinerários, experiências e perspectivas, Santiago de Compostela, Novembro de 2001 e a assinatura da Declaração de Compostela seria de esperar um desenvolvimento e reforço das acções então em curso. Porém, contextos e dificuldades diversas marcaram estes últimos oito anos, marcados por esperanças mas também por incertezas e frustrações.
É num clima de dificuldades acrescidas, em que os gastos com os bens culturais correm o risco de ser considerados supérfluos, que nos arrojamos a reiniciar o debate então encetado sobre os caminhos da museologia ibérica.
Apesar do reconhecimento e interesse social crescente pela herança educativa, o estudo e conservação dos diversos patrimónios que a constituem enfrentam dificuldades. Por esse facto o II Fórum definiu como objectivos: analisar o contexto legal que enquadra a museologia em ambos os Estados; reflectir sobre a relação entre Museologia e História da Educação e dar início a uma análise comparativa sobre o património escolar edificado. Promover a apresentação de estudos sobre aspectos da cultura material escolar; estimular a apresentação de projectos, iniciativas e experiências realizadas ou em curso, que possam servir de estímulo a outras pessoas ou entidades, são outros dos objectivos a alcançar.
Em suma, pretende-se, com a realização do II Fórum Ibérico de Museologia da Educação, criar um espaço de debate e reflexão, incentivador de iniciativas e promotor da presença dos dois países nas redes internacionais de museologia escolar.
Nesse sentido o fórum irá desenrolar-se com a temática "Herança Educativa em Portugal e Espanha: entre esperanças e incertezas - sustentado nos seguintes eixos temáticos:
1. Legislação e normativas quanto ao património da educação em Portugal e Espanha
2. Estado actual, uso e funcionalidade dos edifícios escolares custeado pelos emigrantes (Portugal e Espanha)
3. Mobiliário escolar, manuais, material didáctico e jornais escolares
4. Museologia da Educação e História da Educação: que relação?
5. Apresentação de experiências emergentes e novas iniciativas no âmbito da Herança Educativa
As Instituições Promotoras são Núcleo de Educação, História e Museologia do Centro de Investigação e Intervenção Educativas-CIIE, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade da UP, estando a realização a cargo do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
Toda a informação sobre esta iniciativa, bem como ficha de inscrição e formulário de submissão de propostas de comunicações, encontra-se disponível no site do Fórum em www.fime2009.ipvc.pt
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Eventos
Jogos para leitura e escrita - Aplicação prática dos jogos
A APPDA- Setúbal, ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA AS PERTURBAÇÕES DO DESENVOLVIMENTO E AUTISMO organiza o "Jogos para leitura e escrita - Aplicação prática dos jogos"
Local: Av. Cova dos Vidros, lote 2367 R/C 2975-333 Quinta do Conde.
Contactos da APPDA - Setúbal:
Telefone / Fax: 265501681, Telemóvel: 917640469, Email: appda-setubal@sapo.pt
NIB: 003507740013867853088 da Caixa Geral de Depósitos
PROGRAMA
“Jogos para leitura e escrita - Aplicação prática dos jogos”
09h30 – Recepção dos participantes
10h00 – Aplicação de jogos para treino das pré-aptidões, que estão na base da aprendizagem da leitura e da escrita (Parte I):
- Nome de letras;
- Sons de Letras;
- Sequência Alfabética;
- Segmentação Silábica;
- Reconstrução Silábica;
11h30 – Coffe Break
12h00 – Aplicação de jogos para treino das pré-aptidões, que estão na base da aprendizagem da leitura e da escrita (Parte II):
- Segmentação Fonémica;
- Reconstrução Fonémica;
- Identificação de Rimas;
- Identificação do Fonema Inicial;
- Identificação do Fonema Final;
13h00 – Pausa para almoço
14h30 – Aplicação de oito jogos para a aprendizagem e o treino das da leitura e de escrita: descodificação e codificação (Parte I)
15h30 – Intervalo
15h45 – Aplicação de oito jogos para a aprendizagem e o treino da leitura e de escrita: descodificação e codificação (Parte II)
17h30 – Encerramento
Todas as actividades apresentadas serão abordadas de forma prática em pares ou pequenos grupos. Todos os participantes poderão experimentar a aplicação das actividades, tanto no papel de mediatizador, como no papel da criança que beneficia da actividade.
Local: Av. Cova dos Vidros, lote 2367 R/C 2975-333 Quinta do Conde.
Contactos da APPDA - Setúbal:
Telefone / Fax: 265501681, Telemóvel: 917640469, Email: appda-setubal@sapo.pt
NIB: 003507740013867853088 da Caixa Geral de Depósitos
PROGRAMA
“Jogos para leitura e escrita - Aplicação prática dos jogos”
09h30 – Recepção dos participantes
10h00 – Aplicação de jogos para treino das pré-aptidões, que estão na base da aprendizagem da leitura e da escrita (Parte I):
- Nome de letras;
- Sons de Letras;
- Sequência Alfabética;
- Segmentação Silábica;
- Reconstrução Silábica;
11h30 – Coffe Break
12h00 – Aplicação de jogos para treino das pré-aptidões, que estão na base da aprendizagem da leitura e da escrita (Parte II):
- Segmentação Fonémica;
- Reconstrução Fonémica;
- Identificação de Rimas;
- Identificação do Fonema Inicial;
- Identificação do Fonema Final;
13h00 – Pausa para almoço
14h30 – Aplicação de oito jogos para a aprendizagem e o treino das da leitura e de escrita: descodificação e codificação (Parte I)
15h30 – Intervalo
15h45 – Aplicação de oito jogos para a aprendizagem e o treino da leitura e de escrita: descodificação e codificação (Parte II)
17h30 – Encerramento
Todas as actividades apresentadas serão abordadas de forma prática em pares ou pequenos grupos. Todos os participantes poderão experimentar a aplicação das actividades, tanto no papel de mediatizador, como no papel da criança que beneficia da actividade.
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Eventos
Cartaz 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. /INR, I.P. decidiu lançar o concurso “Cartaz 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência” no valor de 500 euros.
Este concurso tem por objectivo premiar o trabalho gráfico que melhor represente a mensagem subjacente à comemoração deste dia, nomeadamente celebrar os direitos humanos das pessoas com deficiência.
Com esta iniciativa pretende-se igualmente envolver todos os cidadãos, pelo que poderão concorrer ao concurso cidadãos, instituições públicas e privadas, escolas e estabelecimentos do ensino superior, associações da sociedade civil ou quaisquer outras entidades nacionais.
O cartaz vencedor servirá para promover a campanha relativa à comemoração, a nível nacional, do dia 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
Os trabalhos submetidos a concurso deverão ser enviados para o Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. situado em Lisboa até dia 1 de Julho de 2008.
Esta é uma oportunidade para todos participarmos na criação de uma sociedade que valoriza a Pessoa e respeita as Diferenças.
Regulamento
ARTIGO 1
O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR, I.P.) cria um concurso destinado a premiar o melhor cartaz alusivo à comemoração do dia 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
ARTIGO 2
Podem concorrer ao concurso todos os cidadãos, individual ou colectivamente, e todas as entidades públicas ou privadas nacionais, com excepção dos funcionários do INR, I.P.
ARTIGO 3
Os trabalhos apresentados deverão obedecer aos seguintes requisitos:
1. Os trabalhos deverão ter como tema “Dia 3 de Dezembro 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência”.
2. Os trabalhos deverão ser apresentados em formato A2 (42x60cm).
3. Os trabalhos submetidos a concurso têm que ser inéditos.
4. Um mesmo candidato poderá apresentar até 3 trabalhos a concurso.
5. Deverá constar no cartaz o logótipo do INR, I.P.
ARTIGO 4
Os trabalhos a concurso deverão ser entregues, em mão ou via correio registado, no Instituto Nacional para a Reabilitação, até ao dia 1 de Julho de 2008, com o seguinte endereço:
Concurso 3 de Dezembro de 2008/DIPD
Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Av. Conde de Valbom, 63
1069-178 Lisboa
ARTIGO 5
Não serão aceites trabalhos cuja data de entrega ou de carimbo dos correios seja posterior à data limite. Para efeitos da recepção dos trabalhos a concurso, o horário de funcionamento do INR, I.P. é das 9h00 às 19h00.
ARTIGO 6
1. Os trabalhos devem ser entregues embalados e devidamente selados, constando no exterior o endereço referido no artigo 4.
2. No envelope deverá constar uma cópia do trabalho em tamanho original, uma cópia em tamanho A4 e um CD com o cartaz a concurso em formato digital de alta resolução – JPG com tamanho 24X60 cm, com 300 dpi’s de resolução.
3. O concorrente deverá ainda enviar o seu contacto.
ARTIGO 7
1. Os trabalhos submetidos a concurso serão avaliados por um júri constituído por 3 pessoas a designar pela directora do INR, I.P.
2. Os membros do júri serão dados a conhecer oportunamente.
3. Os critérios de apreciação serão a criatividade, mérito artístico e adequação ao tema, mensagem.
4. A atribuição do prémio será feita conforme deliberação unânime ou maioritária dos membros do júri.
5. Da decisão do júri não haverá lugar a recurso.
6. Os resultados do concurso serão comunicados directamente aos candidatos e anunciados no site do INR, I.P./ www.inr.pt, no dia 15 de Setembro de 2008.
ARTIGO 8
O prémio do Concurso “Cartaz 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com
Deficiência” é no montante de global de 500 euros a atribuir ao vencedor. Poderão ser ainda atribuídas menções honrosas.
ARTIGO 9
1. Os trabalhos apresentados a concurso serão propriedade do INR, I.P. e poderão ser expostos publicamente. Estes trabalhos não serão devolvidos aos seus autores, excepto se estes solicitarem expressamente a sua devolução.
2. O autor do trabalho vencedor autorizará a divulgação e utilização do trabalho premiado, de forma gratuita, em toda e qualquer actividade promovida pelo INR, I.P.
ARTIGO 10
Caberá ao INR, I.P. decidir sobre qualquer situação omissa neste regulamento.
Lisboa, 3 de Dezembro de 2007
Luísa Portugal
Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Fonte: Ler Para Ver
Este concurso tem por objectivo premiar o trabalho gráfico que melhor represente a mensagem subjacente à comemoração deste dia, nomeadamente celebrar os direitos humanos das pessoas com deficiência.
Com esta iniciativa pretende-se igualmente envolver todos os cidadãos, pelo que poderão concorrer ao concurso cidadãos, instituições públicas e privadas, escolas e estabelecimentos do ensino superior, associações da sociedade civil ou quaisquer outras entidades nacionais.
O cartaz vencedor servirá para promover a campanha relativa à comemoração, a nível nacional, do dia 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
Os trabalhos submetidos a concurso deverão ser enviados para o Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. situado em Lisboa até dia 1 de Julho de 2008.
Esta é uma oportunidade para todos participarmos na criação de uma sociedade que valoriza a Pessoa e respeita as Diferenças.
Regulamento
ARTIGO 1
O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR, I.P.) cria um concurso destinado a premiar o melhor cartaz alusivo à comemoração do dia 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
ARTIGO 2
Podem concorrer ao concurso todos os cidadãos, individual ou colectivamente, e todas as entidades públicas ou privadas nacionais, com excepção dos funcionários do INR, I.P.
ARTIGO 3
Os trabalhos apresentados deverão obedecer aos seguintes requisitos:
1. Os trabalhos deverão ter como tema “Dia 3 de Dezembro 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência”.
2. Os trabalhos deverão ser apresentados em formato A2 (42x60cm).
3. Os trabalhos submetidos a concurso têm que ser inéditos.
4. Um mesmo candidato poderá apresentar até 3 trabalhos a concurso.
5. Deverá constar no cartaz o logótipo do INR, I.P.
ARTIGO 4
Os trabalhos a concurso deverão ser entregues, em mão ou via correio registado, no Instituto Nacional para a Reabilitação, até ao dia 1 de Julho de 2008, com o seguinte endereço:
Concurso 3 de Dezembro de 2008/DIPD
Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Av. Conde de Valbom, 63
1069-178 Lisboa
ARTIGO 5
Não serão aceites trabalhos cuja data de entrega ou de carimbo dos correios seja posterior à data limite. Para efeitos da recepção dos trabalhos a concurso, o horário de funcionamento do INR, I.P. é das 9h00 às 19h00.
ARTIGO 6
1. Os trabalhos devem ser entregues embalados e devidamente selados, constando no exterior o endereço referido no artigo 4.
2. No envelope deverá constar uma cópia do trabalho em tamanho original, uma cópia em tamanho A4 e um CD com o cartaz a concurso em formato digital de alta resolução – JPG com tamanho 24X60 cm, com 300 dpi’s de resolução.
3. O concorrente deverá ainda enviar o seu contacto.
ARTIGO 7
1. Os trabalhos submetidos a concurso serão avaliados por um júri constituído por 3 pessoas a designar pela directora do INR, I.P.
2. Os membros do júri serão dados a conhecer oportunamente.
3. Os critérios de apreciação serão a criatividade, mérito artístico e adequação ao tema, mensagem.
4. A atribuição do prémio será feita conforme deliberação unânime ou maioritária dos membros do júri.
5. Da decisão do júri não haverá lugar a recurso.
6. Os resultados do concurso serão comunicados directamente aos candidatos e anunciados no site do INR, I.P./ www.inr.pt, no dia 15 de Setembro de 2008.
ARTIGO 8
O prémio do Concurso “Cartaz 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com
Deficiência” é no montante de global de 500 euros a atribuir ao vencedor. Poderão ser ainda atribuídas menções honrosas.
ARTIGO 9
1. Os trabalhos apresentados a concurso serão propriedade do INR, I.P. e poderão ser expostos publicamente. Estes trabalhos não serão devolvidos aos seus autores, excepto se estes solicitarem expressamente a sua devolução.
2. O autor do trabalho vencedor autorizará a divulgação e utilização do trabalho premiado, de forma gratuita, em toda e qualquer actividade promovida pelo INR, I.P.
ARTIGO 10
Caberá ao INR, I.P. decidir sobre qualquer situação omissa neste regulamento.
Lisboa, 3 de Dezembro de 2007
Luísa Portugal
Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Fonte: Ler Para Ver
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Concursos
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
Um exemplo notável...
Carta aberta para governantes, gestores e empresarios - pedido de apoio para jovem recém-doutorado com paralisia cerebral
Fernando Lobo - fernando.lobo@gmail.com - http://w3.ualg.pt/~flobo
DEEI-FCT, Universidade do Algarve
Campus de Gambelas
8005-139 Faro
27 de Outubro de 2009
O meu nome é Fernando Lobo e sou professor no Departamento de Engenharia
Electrónica e Informática da Universidade do Algarve. Escrevo esta carta aberta para
sensibilizar a sociedade portuguesa e apelar para que seja dado apoio a um jovem que tem paralisia cerebral e que concluiu o doutoramento na Universidade do Algarve. O jovem chama-se Paulo Condado. A sua tese de doutoramento é intitulada Quebra de Barreiras de Comunicação para Portadores de Paralisia Cerebral e foi defendida no dia 14/Abr/2009.
O Paulo Condado realizou um trabalho brilhante durante o doutoramento, tendo contribuído de forma signicativa para o avanço do estado da arte na àrea das acessibilidades.
Especicamente, desenvolveu um sistema informático denominado de EasyVoice (disponível gratuitamente através do endereço http://w3.ualg.pt/~pcondado/easyvoice/)
que permite que pessoas com deficiências na fala possam efectuar chamadas telefónicas
utilizando uma voz artificial gerada pelo computador. Trata-se do primeiro sistema a
nível mundial que permite a comunicação à distância usando síntese de voz. O trabalho
foi publicado nas mais conceituadas conferências mundiais na àrea de Computers
and Accessibility e foi alvo dos maiores elogios por parte de cientistas de renome internacional.
A título de exemplo, deixo um apontador para um testemunho dado por Jim
Fruchterman a propósito do EasyVoice (ver http://benetech.blogspot.com/2008/07/
austria-conference-on-access-technology.html). O artigo que descreve a essência do EasyVoice foi publicado em 2008 na International Conference on Computers Helping People with Special Needs (ICCHP-2008) e pode ser lido em http://w3.ualg.pt/~pcondado/papers/easyvoice-icchp2008.pdf
A história de vida do Paulo Condado, bem como o trabalho de investigação que realizado no âmbito do doutoramento foi alvo de uma reportagem que passou no Jornal da SIC do dia 27 de Junho de 2007. Um excerto da reportagem pode ser visto na Internet no endereço http://videos.sapo.pt/LrQnBm8lkzyLbvGPyVDP
O sonho do Paulo Condado é poder continuar a fazer investigação na àrea das acessibilidades, contribuindo assim para a melhoria a vida de muitos deficientes. Actualmente o Paulo Condado não tem trabalho. Tenho feito tudo o que está ao meu alcance para ajudá-lo mas atá ao momento não tenho tido sucesso.
Falei com um dos Vice-Reitores da Universidade do Algarve para que fosse criado
um Gabinete de Acessibilidade dentro da Universidade cuja missão seria dar apoio e
aconselhamento aos estudantes com deficiências, bem como aconselhar os professores
em como lidar com esses alunos, indicando tecnologias de acessibilidade apropriadas
a cada caso. O Paulo Condado poderia perfeitamente trabalhar num gabinete desse
tipo, podendo conciliar essas tarefas com trabalho de investigação no campo das
acessibilidades. A resposta que obtive é que a universidade não tem verba.
Escrevi no dia 8/Maio ao Ministro do Trabalho e da Segurança Social, José Vieira da
Silva, pedindo apoio. Sugeri que o Paulo Condado poderia trabalhar para o ministério
como especialista/consultor na àrea das acessibilidades. Nessa mesma data, escrevi
também para o Presidente da UMIC | Agência para a Sociedade do Conhecimento,
pedindo apoio. Em ambos os casos não obtive qualquer resposta.
Escrevi ainda à Fundação Champalimaud há cerca de 1 mês, mas também ainda não
recebi resposta.
Recentemente, soube atravás do jornal Expresso que a Microsoft celebrou
um acordo com a Associação Salvador (http://aeiou.expresso.pt/
windows-7-candidato-a-imperador-a-merce-dos-subditos=f542865), e que
está prevista uma colaboração estreita para promover o desenvolvimento de novas
tecnologias de reconhecimento de fala e síntese de texto. Penso que o Paulo Condado
tem o perfil ideal para trabalhar no âmbito deste projecto. Acabo de contactar quer
a Microsoft, quer a Associação Salvador, para que lhe seja dada uma oportunidade
de trabalho. Espero que desta vez o meu pedido seja bem sucedido.
Custa-me ver um jovem tão talentoso não ter oportunidade de colocar em prática os
elevados conhecimentos técnicos que possui. A única coisa que tenho conseguido arranjar para o Paulo são bolsas esporádicas ao abrigo de projectos de investigação. Tratam-se de bolsas com uma duração limitada e que não lhe garantem o mínimo de segurança para o futuro, sendo apenas uma solução de curto prazo. Para agravar a situação, a mãe do Paulo tem tido problemas de saúde graves. Esta situação vem reforçar a necessidade urgente de proporcionar ao Paulo Condado alguma estabilidade financeira.
Apesar do sonho do Paulo ser fazer uma carreira de investigação na área das acessibilidades, está disposto a trabalhar na área da informática em empresas/instituições (de preferência na região do Algarve onde tem o apoio familiar, mas não excluindo a possibilidade de ir para outros locais do país.) O Paulo Condado domina várias àreas da informática, desde a programação, bases de dados, redes de computadores, desenvolvimento de interfaces.
Poderá encontrar informação adicional sobre o Paulo em http://w3.ualg.pt/~pcondado.
O seu Curriculum Vitae está disponível em http://w3.ualg.pt/~pcondado/vitae-pcondado2009.pdf
A história do Paulo é um exemplo notável. Uma vida de sacrifício, de luta permanente
contra os preconceitos. Conseguiu andar pela primeira vez aos 5 anos. A sua mãe teve
de lutar contra ventos e marés para que o aceitassem no ensino regular. Inicialmente não o queriam aceitar, queriam mandá-lo para uma turma especial com crianças com atraso mental. Mas o Paulo nunca teve atraso mental: teve e tem apenas uma deficiência física que lhe afecta a fala e a coordenação de movimentos. Foi ultrapassando barreiras atrás de barreiras. Ainda em criança apaixonou-se pelos computadores, entusiasmado com as possibilidades que lhe proporcionavam na forma de se expressar e comunicar com o mundo que o rodeava. Conseguiu terminar a licenciatura em Informática e não parou por aí. Com o mesmo entusiasmou dedicou-se à investigação e fez um doutoramento, dando contribuições científicas que beneficiam outras pessoas na mesma condição.
Não sei se haverá mais alguém em Portugal que tenha paralisia cerebral e que tenha
conseguido realizar um doutoramento. Provavelmente é um caso único. Ainda mais nobre
é o facto de ele se ter especializado precisamente no campo das acessibilidades, uma àrea tão sensível na qual Portugal não tem praticamente especialistas doutorados.
Não consigo compreender como é que a Universidade do Algarve não aproveita uma
pessoa com estas qualidades para formar um Gabinete de Acessibilidade. Não consigo
entender também a falta de resposta por parte do Ministério para o Trabalho e Segurança Social, aparentando uma preocupante falta de interesse pelo assunto.
Gostaria de ver Portugal à altura da doutrina que apregoa. Uma doutrina socialista
onde haja protecção para os mais desfavorecidos, sobretudo que proteja aqueles que remam contra a maré e que fazem de tudo para não serem uma sobrecarga para o Estado. Portugal deve não só proteger como também publicitar pessoas como o Paulo, fazendo delas exemplo que possa inspirar outros na mesma situação.
A todos os leitores desta carta, e especialmente aos governantes, gestores e empresários de Portugal, apelo para que seja dado ao Paulo Condado aquilo que ele merece: uma oportunidade de trabalho condigna que potencialize as suas capacidades. Só assim é que outros como ele vão ver que os sacrificios e a perseverança valem a pena.
Grato pela atenção,
Fernando Lobo
Fernando Lobo - fernando.lobo@gmail.com - http://w3.ualg.pt/~flobo
DEEI-FCT, Universidade do Algarve
Campus de Gambelas
8005-139 Faro
27 de Outubro de 2009
O meu nome é Fernando Lobo e sou professor no Departamento de Engenharia
Electrónica e Informática da Universidade do Algarve. Escrevo esta carta aberta para
sensibilizar a sociedade portuguesa e apelar para que seja dado apoio a um jovem que tem paralisia cerebral e que concluiu o doutoramento na Universidade do Algarve. O jovem chama-se Paulo Condado. A sua tese de doutoramento é intitulada Quebra de Barreiras de Comunicação para Portadores de Paralisia Cerebral e foi defendida no dia 14/Abr/2009.
O Paulo Condado realizou um trabalho brilhante durante o doutoramento, tendo contribuído de forma signicativa para o avanço do estado da arte na àrea das acessibilidades.
Especicamente, desenvolveu um sistema informático denominado de EasyVoice (disponível gratuitamente através do endereço http://w3.ualg.pt/~pcondado/easyvoice/)
que permite que pessoas com deficiências na fala possam efectuar chamadas telefónicas
utilizando uma voz artificial gerada pelo computador. Trata-se do primeiro sistema a
nível mundial que permite a comunicação à distância usando síntese de voz. O trabalho
foi publicado nas mais conceituadas conferências mundiais na àrea de Computers
and Accessibility e foi alvo dos maiores elogios por parte de cientistas de renome internacional.
A título de exemplo, deixo um apontador para um testemunho dado por Jim
Fruchterman a propósito do EasyVoice (ver http://benetech.blogspot.com/2008/07/
austria-conference-on-access-technology.html). O artigo que descreve a essência do EasyVoice foi publicado em 2008 na International Conference on Computers Helping People with Special Needs (ICCHP-2008) e pode ser lido em http://w3.ualg.pt/~pcondado/papers/easyvoice-icchp2008.pdf
A história de vida do Paulo Condado, bem como o trabalho de investigação que realizado no âmbito do doutoramento foi alvo de uma reportagem que passou no Jornal da SIC do dia 27 de Junho de 2007. Um excerto da reportagem pode ser visto na Internet no endereço http://videos.sapo.pt/LrQnBm8lkzyLbvGPyVDP
O sonho do Paulo Condado é poder continuar a fazer investigação na àrea das acessibilidades, contribuindo assim para a melhoria a vida de muitos deficientes. Actualmente o Paulo Condado não tem trabalho. Tenho feito tudo o que está ao meu alcance para ajudá-lo mas atá ao momento não tenho tido sucesso.
Falei com um dos Vice-Reitores da Universidade do Algarve para que fosse criado
um Gabinete de Acessibilidade dentro da Universidade cuja missão seria dar apoio e
aconselhamento aos estudantes com deficiências, bem como aconselhar os professores
em como lidar com esses alunos, indicando tecnologias de acessibilidade apropriadas
a cada caso. O Paulo Condado poderia perfeitamente trabalhar num gabinete desse
tipo, podendo conciliar essas tarefas com trabalho de investigação no campo das
acessibilidades. A resposta que obtive é que a universidade não tem verba.
Escrevi no dia 8/Maio ao Ministro do Trabalho e da Segurança Social, José Vieira da
Silva, pedindo apoio. Sugeri que o Paulo Condado poderia trabalhar para o ministério
como especialista/consultor na àrea das acessibilidades. Nessa mesma data, escrevi
também para o Presidente da UMIC | Agência para a Sociedade do Conhecimento,
pedindo apoio. Em ambos os casos não obtive qualquer resposta.
Escrevi ainda à Fundação Champalimaud há cerca de 1 mês, mas também ainda não
recebi resposta.
Recentemente, soube atravás do jornal Expresso que a Microsoft celebrou
um acordo com a Associação Salvador (http://aeiou.expresso.pt/
windows-7-candidato-a-imperador-a-merce-dos-subditos=f542865), e que
está prevista uma colaboração estreita para promover o desenvolvimento de novas
tecnologias de reconhecimento de fala e síntese de texto. Penso que o Paulo Condado
tem o perfil ideal para trabalhar no âmbito deste projecto. Acabo de contactar quer
a Microsoft, quer a Associação Salvador, para que lhe seja dada uma oportunidade
de trabalho. Espero que desta vez o meu pedido seja bem sucedido.
Custa-me ver um jovem tão talentoso não ter oportunidade de colocar em prática os
elevados conhecimentos técnicos que possui. A única coisa que tenho conseguido arranjar para o Paulo são bolsas esporádicas ao abrigo de projectos de investigação. Tratam-se de bolsas com uma duração limitada e que não lhe garantem o mínimo de segurança para o futuro, sendo apenas uma solução de curto prazo. Para agravar a situação, a mãe do Paulo tem tido problemas de saúde graves. Esta situação vem reforçar a necessidade urgente de proporcionar ao Paulo Condado alguma estabilidade financeira.
Apesar do sonho do Paulo ser fazer uma carreira de investigação na área das acessibilidades, está disposto a trabalhar na área da informática em empresas/instituições (de preferência na região do Algarve onde tem o apoio familiar, mas não excluindo a possibilidade de ir para outros locais do país.) O Paulo Condado domina várias àreas da informática, desde a programação, bases de dados, redes de computadores, desenvolvimento de interfaces.
Poderá encontrar informação adicional sobre o Paulo em http://w3.ualg.pt/~pcondado.
O seu Curriculum Vitae está disponível em http://w3.ualg.pt/~pcondado/vitae-pcondado2009.pdf
A história do Paulo é um exemplo notável. Uma vida de sacrifício, de luta permanente
contra os preconceitos. Conseguiu andar pela primeira vez aos 5 anos. A sua mãe teve
de lutar contra ventos e marés para que o aceitassem no ensino regular. Inicialmente não o queriam aceitar, queriam mandá-lo para uma turma especial com crianças com atraso mental. Mas o Paulo nunca teve atraso mental: teve e tem apenas uma deficiência física que lhe afecta a fala e a coordenação de movimentos. Foi ultrapassando barreiras atrás de barreiras. Ainda em criança apaixonou-se pelos computadores, entusiasmado com as possibilidades que lhe proporcionavam na forma de se expressar e comunicar com o mundo que o rodeava. Conseguiu terminar a licenciatura em Informática e não parou por aí. Com o mesmo entusiasmou dedicou-se à investigação e fez um doutoramento, dando contribuições científicas que beneficiam outras pessoas na mesma condição.
Não sei se haverá mais alguém em Portugal que tenha paralisia cerebral e que tenha
conseguido realizar um doutoramento. Provavelmente é um caso único. Ainda mais nobre
é o facto de ele se ter especializado precisamente no campo das acessibilidades, uma àrea tão sensível na qual Portugal não tem praticamente especialistas doutorados.
Não consigo compreender como é que a Universidade do Algarve não aproveita uma
pessoa com estas qualidades para formar um Gabinete de Acessibilidade. Não consigo
entender também a falta de resposta por parte do Ministério para o Trabalho e Segurança Social, aparentando uma preocupante falta de interesse pelo assunto.
Gostaria de ver Portugal à altura da doutrina que apregoa. Uma doutrina socialista
onde haja protecção para os mais desfavorecidos, sobretudo que proteja aqueles que remam contra a maré e que fazem de tudo para não serem uma sobrecarga para o Estado. Portugal deve não só proteger como também publicitar pessoas como o Paulo, fazendo delas exemplo que possa inspirar outros na mesma situação.
A todos os leitores desta carta, e especialmente aos governantes, gestores e empresários de Portugal, apelo para que seja dado ao Paulo Condado aquilo que ele merece: uma oportunidade de trabalho condigna que potencialize as suas capacidades. Só assim é que outros como ele vão ver que os sacrificios e a perseverança valem a pena.
Grato pela atenção,
Fernando Lobo
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Notícias
quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
1º Encontro Nacional de Técnicos que enquadram as pessoas com deficiência no desenvolvimento do seu processo artístico
A Associação Nacional de Arte e Criatividade de e para Pessoas com Deficiência, ANACED, Instituição Particular de Solidariedade Social que promove anualmente iniciativas de inclusão que dão visibilidade às reais potencialidades das pessoas com deficiência e que visam contribuir para o alcance de uma sociedade na qual todos se sintam respeitados e reconhecidos nas suas diferenças, organiza no próximo dia 19 de Novembro, no Auditório da Companhia Farmacêutica GlaxoSmithKline, sito na Rua Dr. António Loureiro Borges, n.º 3, Arquiparque – Miraflores, o EN’Arte – 1º Encontro Nacional de Técnicos que enquadram as pessoas com deficiência no desenvolvimento do seu processo artístico.
O objectivo é proporcionar um espaço de partilha, debate e reflexão sobre as estratégias, métodos e técnicas utilizadas pelos referidos técnicos, enquanto instrumentos para o desenvolvimento emocional, social e intelectual das pessoas com deficiência e para a visibilidade da sua criação artística junto dos diferentes públicos, tendo em vista a sua inclusão social.
Neste sentido, vimos por este meio convidá-lo (a) a participar neste Encontro, e a enriquecê-lo com o seu contributo. Para tal enviamos o Programa em anexo.
As inscrições são gratuitas e devem ser efectuadas através do preenchimento da Ficha em anexo.
As mesmas serão aceites por ordem de chegada até ao limite máximo de capacidade do auditório e só serão consideradas válidas depois de confirmadas pela organização.
Data limite para a inscrição: 9 de Novembro
Com os melhores cumprimentos,
Pela organização
Cristina Fontes
Programa:
9h00 Recepção aos Participantes e entrega de documentação
9h30 SESSÃO DE ABERTURA
Representante do Governo *
Alexandra Pimenta
Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação
Inês d’Orey
Presidente da ANACED
Miguel Guilherme
Encenador e Actor
10h00 ABERTURA DOS TRABALHOS
PAINEL ARTES PLÁSTICAS
Daniela Lisboa Gomes
Professora de Expressão Plástica da CERCICA
Desenvolvimento e Integração na Deficiência Mental
Sílvia Maria Garcia Perloiro
Coordenadora da Oficina de Expressão Plástica da APPDA de Lisboa
Toolkit – Ferramenta de Trabalho para Pessoas com Autismo
Vítor Pi e Conchita Feijó
Coordenadores do Ligarte – Atelier de Artes Plásticas da Fundação LIGA
LIGARTE | Atelier – 15 Anos na Criatividade
11h00 INTERVALO
11h30 PAINEL TEATRO
Francisco Brás
Actor e Encenador do Grupo CRINABEL Teatro
Do Teatro da Diferença, à Diferença do Teatro
PAINEL MÚSICA
Paulo Ramos Jacob
Professor e Musicoterapeuta na APCC
A Intervenção Musical na APCC
Zélia Marques, Miguel Cruz e Tiago Soares
Professores e Técnico de Música da CERCIAG
ZABUMBAR
PAINEL DANÇA
Sara Espírito Santo e Ana Isabel Dias
Técnicas Responsáveis pelo Grupo de Dança Inclusiva Korpus da Cooperativa de S. Pedro
Residências Artísticas Korpus 2009
Rafael Alvarez e Carla Ribeiro
Coordenador Artístico e Professora de Dança Inclusiva do Plural | Núcleo de Dança
Contemporânea – Fundação Liga
Identidade e Criação Artística
13h00 ALMOÇO LIVRE
14h30 GRUPO DE TRABALHO 1 | ARTES PLÁSTICAS
Moderador: Leonor Coutinho
Artista Plástica
GRUPO DE TRABALHO 2 | DANÇA
Moderador: Inês d’ Orey
Presidente da ANACED e Mestre em Relações Interculturais
GRUPO DE TRABALHO 3 | MÚSICA
Moderador: Ana Teresa Nascimento
Professora Doutora em Educação Especial
GRUPO DE TRABALHO 4 | TEATRO
Moderador: Adalberto Fernandes
Técnico Superior do Instituto Nacional para a Reabilitação
16h30 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DOS GRUPOS DE TRABALHO
DEBATE
18h00 ENCERRAMENTO DO ENCONTRO
Mais informação:
Telefone 213636836
E-mail anaced@net.sapo.pt
O objectivo é proporcionar um espaço de partilha, debate e reflexão sobre as estratégias, métodos e técnicas utilizadas pelos referidos técnicos, enquanto instrumentos para o desenvolvimento emocional, social e intelectual das pessoas com deficiência e para a visibilidade da sua criação artística junto dos diferentes públicos, tendo em vista a sua inclusão social.
Neste sentido, vimos por este meio convidá-lo (a) a participar neste Encontro, e a enriquecê-lo com o seu contributo. Para tal enviamos o Programa em anexo.
As inscrições são gratuitas e devem ser efectuadas através do preenchimento da Ficha em anexo.
As mesmas serão aceites por ordem de chegada até ao limite máximo de capacidade do auditório e só serão consideradas válidas depois de confirmadas pela organização.
Data limite para a inscrição: 9 de Novembro
Com os melhores cumprimentos,
Pela organização
Cristina Fontes
Programa:
9h00 Recepção aos Participantes e entrega de documentação
9h30 SESSÃO DE ABERTURA
Representante do Governo *
Alexandra Pimenta
Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação
Inês d’Orey
Presidente da ANACED
Miguel Guilherme
Encenador e Actor
10h00 ABERTURA DOS TRABALHOS
PAINEL ARTES PLÁSTICAS
Daniela Lisboa Gomes
Professora de Expressão Plástica da CERCICA
Desenvolvimento e Integração na Deficiência Mental
Sílvia Maria Garcia Perloiro
Coordenadora da Oficina de Expressão Plástica da APPDA de Lisboa
Toolkit – Ferramenta de Trabalho para Pessoas com Autismo
Vítor Pi e Conchita Feijó
Coordenadores do Ligarte – Atelier de Artes Plásticas da Fundação LIGA
LIGARTE | Atelier – 15 Anos na Criatividade
11h00 INTERVALO
11h30 PAINEL TEATRO
Francisco Brás
Actor e Encenador do Grupo CRINABEL Teatro
Do Teatro da Diferença, à Diferença do Teatro
PAINEL MÚSICA
Paulo Ramos Jacob
Professor e Musicoterapeuta na APCC
A Intervenção Musical na APCC
Zélia Marques, Miguel Cruz e Tiago Soares
Professores e Técnico de Música da CERCIAG
ZABUMBAR
PAINEL DANÇA
Sara Espírito Santo e Ana Isabel Dias
Técnicas Responsáveis pelo Grupo de Dança Inclusiva Korpus da Cooperativa de S. Pedro
Residências Artísticas Korpus 2009
Rafael Alvarez e Carla Ribeiro
Coordenador Artístico e Professora de Dança Inclusiva do Plural | Núcleo de Dança
Contemporânea – Fundação Liga
Identidade e Criação Artística
13h00 ALMOÇO LIVRE
14h30 GRUPO DE TRABALHO 1 | ARTES PLÁSTICAS
Moderador: Leonor Coutinho
Artista Plástica
GRUPO DE TRABALHO 2 | DANÇA
Moderador: Inês d’ Orey
Presidente da ANACED e Mestre em Relações Interculturais
GRUPO DE TRABALHO 3 | MÚSICA
Moderador: Ana Teresa Nascimento
Professora Doutora em Educação Especial
GRUPO DE TRABALHO 4 | TEATRO
Moderador: Adalberto Fernandes
Técnico Superior do Instituto Nacional para a Reabilitação
16h30 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DOS GRUPOS DE TRABALHO
DEBATE
18h00 ENCERRAMENTO DO ENCONTRO
Mais informação:
Telefone 213636836
E-mail anaced@net.sapo.pt
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Eventos
Tese de mestrado - Os Museus e a Web 2.0
Título: Os museus e a Web 2.0 : os sítios Web dos museus portugueses
Autor: Pedro, Alexandra Raquel Fernandes
Orientador: Santos, Leonel Duarte dos
Data: 28-Jul-2009
Resumo: Na actual sociedade da informação, a Internet tem-se afirmado enquanto ferramenta de comunicação e fonte de informação, tornando importante que as mais variadas instituições marquem presença neste mundo digital online. Neste contexto, as ferramentas da Web 2.0 têm merecido destaque, pois vieram dar ao utilizador um papel mais participativo. Também os museus têm vindo a adoptar estas ferramentas na sua relação com os públicos, sendo importante o conhecimento da realidade nacional. Assim, o presente trabalho de investigação teve por objectivos a determinação tanto dos conteúdos disponibilizados pelos museus portugueses nos seus sítios Web, como das ferramentas da Web 2. O que estes utilizam no desenvolvimento das suas actividades. Neste sentido, foi elaborada uma grelha de análise mediante a qual foram analisados 72 sítios Web de museus pertencentes à Rede Portuguesa de Museus. Esta grelha de análise integra três dimensões: identificação do museu, caracterização geral de conteúdos, ferramentas Web2.0. No que respeita aos conteúdos disponibilizados nos sítios Web de museus analisados, pudemos concluir que estes oferecem sobretudo informação logística, de apresentação do museu, sobre colecções, exposições físicas e trabalho do serviço educativo, sendo a forma de comunicação privilegiada em termos de Internet a que é realizada via correio electrónico. Em relação à Web 2. O e à utilização das suas ferramentas por parte dos museus nacionais analisados, pudemos averiguar que esta está, ainda, numa fase inicial. A ferramenta mais usada é o blogue. Foram, também, identificados projectos pioneiros ao nível dos wikis, Licenças Creative Commons, Youtube, Flickr e redes sociais online. Com vista à identificação de boas práticas internacionais ao nível do uso das aplicações e serviços da Web 2.0 foram estudados 20 sítios Web de museus estrangeiros e aplicada a grelha de análise apenas na dimensão respeitante às ferramentas da Web 2.0, tendo sido seleccionados os 5 melhores para análise detalhada neste trabalho. Entre estes destaca-se o Brooklyn Museum. Os serviços e aplicações da Web 2. O podem constituir instrumentos de trabalho muito positivos para a actividade museológica nacional, ajudando os museus a cumprirem as suas funções e objectivos e a aproximarem-se dos mais variados públicos não só onsite mas sobretudo online.
Para aceder à tese clique aqui!
Autor: Pedro, Alexandra Raquel Fernandes
Orientador: Santos, Leonel Duarte dos
Data: 28-Jul-2009
Resumo: Na actual sociedade da informação, a Internet tem-se afirmado enquanto ferramenta de comunicação e fonte de informação, tornando importante que as mais variadas instituições marquem presença neste mundo digital online. Neste contexto, as ferramentas da Web 2.0 têm merecido destaque, pois vieram dar ao utilizador um papel mais participativo. Também os museus têm vindo a adoptar estas ferramentas na sua relação com os públicos, sendo importante o conhecimento da realidade nacional. Assim, o presente trabalho de investigação teve por objectivos a determinação tanto dos conteúdos disponibilizados pelos museus portugueses nos seus sítios Web, como das ferramentas da Web 2. O que estes utilizam no desenvolvimento das suas actividades. Neste sentido, foi elaborada uma grelha de análise mediante a qual foram analisados 72 sítios Web de museus pertencentes à Rede Portuguesa de Museus. Esta grelha de análise integra três dimensões: identificação do museu, caracterização geral de conteúdos, ferramentas Web2.0. No que respeita aos conteúdos disponibilizados nos sítios Web de museus analisados, pudemos concluir que estes oferecem sobretudo informação logística, de apresentação do museu, sobre colecções, exposições físicas e trabalho do serviço educativo, sendo a forma de comunicação privilegiada em termos de Internet a que é realizada via correio electrónico. Em relação à Web 2. O e à utilização das suas ferramentas por parte dos museus nacionais analisados, pudemos averiguar que esta está, ainda, numa fase inicial. A ferramenta mais usada é o blogue. Foram, também, identificados projectos pioneiros ao nível dos wikis, Licenças Creative Commons, Youtube, Flickr e redes sociais online. Com vista à identificação de boas práticas internacionais ao nível do uso das aplicações e serviços da Web 2.0 foram estudados 20 sítios Web de museus estrangeiros e aplicada a grelha de análise apenas na dimensão respeitante às ferramentas da Web 2.0, tendo sido seleccionados os 5 melhores para análise detalhada neste trabalho. Entre estes destaca-se o Brooklyn Museum. Os serviços e aplicações da Web 2. O podem constituir instrumentos de trabalho muito positivos para a actividade museológica nacional, ajudando os museus a cumprirem as suas funções e objectivos e a aproximarem-se dos mais variados públicos não só onsite mas sobretudo online.
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Trabalhos Académicos
Tese de mestrado - O museu na era da comunicação online
Título: O museu na era da comunicação online
Autor: Andrade, Juliana Filipa Dias
Orientador: Pires, Helena
Data: 16-Jul-2008
Resumo: O presente trabalho de investigação tem como objectivo reflectir sobre o uso das novas tecnologias, nomeadamente da Internet, por parte dos museus, na promoção de bens e actividades junto de públicos específicos. A facilidade de distribuição e acesso a informações via Internet e a possibilidade de interacção, transformam-na numa autêntica ferramenta de comunicação. No final da problematização propomo-nos apresentar um estudo de caso sobre o Museu Nogueira da Silva, procurando ilustrar as respectivas estratégias de gestão de identidade organizacional, bem como as suas estratégias comunicacionais. Este museu tem, igualmente, procurado utilizar a Internet na comunicação com os seus públicos. Este trabalho é fruto de uma pesquisa assente sobretudo em leituras exploratórias, que visam diferentes áreas. Esta investigação recomenda a continuação de outras pesquisas, assim como a elaboração de um modelo, que procure analisar as estratégias de comunicação via Internet, desenvolvidas pelos museus.
Para aceder à tese clique aqui!
Autor: Andrade, Juliana Filipa Dias
Orientador: Pires, Helena
Data: 16-Jul-2008
Resumo: O presente trabalho de investigação tem como objectivo reflectir sobre o uso das novas tecnologias, nomeadamente da Internet, por parte dos museus, na promoção de bens e actividades junto de públicos específicos. A facilidade de distribuição e acesso a informações via Internet e a possibilidade de interacção, transformam-na numa autêntica ferramenta de comunicação. No final da problematização propomo-nos apresentar um estudo de caso sobre o Museu Nogueira da Silva, procurando ilustrar as respectivas estratégias de gestão de identidade organizacional, bem como as suas estratégias comunicacionais. Este museu tem, igualmente, procurado utilizar a Internet na comunicação com os seus públicos. Este trabalho é fruto de uma pesquisa assente sobretudo em leituras exploratórias, que visam diferentes áreas. Esta investigação recomenda a continuação de outras pesquisas, assim como a elaboração de um modelo, que procure analisar as estratégias de comunicação via Internet, desenvolvidas pelos museus.
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Trabalhos Académicos
Tese de Mestrado - Serviços educativos online nos museus : análise das actividades
Título: Serviços educativos online nos museus : análise das actividades
Autor: Barbosa, Sandra Daniela Ferreira
Orientador: Carvalho, Ana Amélia Amorim
Data: 23-Nov-2006
Resumo: O presente trabalho de investigação teve como objectivo analisar as actividades dos serviços educativos nos sites dos museus portugueses. Estas actividades podem funcionar como uma vertente educacional, uma forma lúdica ou informal de aprendizagem dos conteúdos do museu, uma forma de preparação da visita ao museu ou, posteriormente, na sala de aula como prolongamento da actividade iniciada na visita ao museu in loco. Para a análise dos sites foi concebida uma Grelha de Análise das Actividades Online dos Serviços Educativos nos Museus. Esta grelha integra seis dimensões: Identificação do Museu, Informação Geral, Tipos de Actividades, Funcionalidades, Descrição Temática e Gráfica das Actividades e Apoio ao Utilizador. Cada uma das dimensões inclui subdimensões, totalizando 73 itens. Este instrumento foi avaliado por especialistas. A amostra integrou 115 sites de museus. Da análise realizada, verificámos que pouca informação é disponibilizada, não se tirando partido das potencialidades do museu online, limitando-se o site à informação básica de apresentação institucional. Constatou-se que só surgem Actividades em cinco museus online. As Funcionalidades disponíveis nos serviços educativos são poucas, incidindo sobre a análise de peças e sobre a apresentação de documentação informativa para professores/educadores. À excepção de um caso, todas as actividades online estão directamente ligadas com a temática do Museu em análise. As temáticas inserem-se nas artes decorativas, história religiosa, metrologia (instrumentos de medição) e astronomia. No que concerne ao aspecto Gráfico dos sites analisados (n=115) verificou-se que a grande maioria dos sites apresenta fundo com cor (97%) em detrimento de padrão, 74% dos sites usa caracteres sem serifa e 42% dos sites apresenta o espaçamento entre os parágrafos superior ao das linhas, o que facilita a leitura. O Apoio ao Utilizador só apareceu em 17% dos sites.
Para aceder à tese, clique aqui!
Autor: Barbosa, Sandra Daniela Ferreira
Orientador: Carvalho, Ana Amélia Amorim
Data: 23-Nov-2006
Resumo: O presente trabalho de investigação teve como objectivo analisar as actividades dos serviços educativos nos sites dos museus portugueses. Estas actividades podem funcionar como uma vertente educacional, uma forma lúdica ou informal de aprendizagem dos conteúdos do museu, uma forma de preparação da visita ao museu ou, posteriormente, na sala de aula como prolongamento da actividade iniciada na visita ao museu in loco. Para a análise dos sites foi concebida uma Grelha de Análise das Actividades Online dos Serviços Educativos nos Museus. Esta grelha integra seis dimensões: Identificação do Museu, Informação Geral, Tipos de Actividades, Funcionalidades, Descrição Temática e Gráfica das Actividades e Apoio ao Utilizador. Cada uma das dimensões inclui subdimensões, totalizando 73 itens. Este instrumento foi avaliado por especialistas. A amostra integrou 115 sites de museus. Da análise realizada, verificámos que pouca informação é disponibilizada, não se tirando partido das potencialidades do museu online, limitando-se o site à informação básica de apresentação institucional. Constatou-se que só surgem Actividades em cinco museus online. As Funcionalidades disponíveis nos serviços educativos são poucas, incidindo sobre a análise de peças e sobre a apresentação de documentação informativa para professores/educadores. À excepção de um caso, todas as actividades online estão directamente ligadas com a temática do Museu em análise. As temáticas inserem-se nas artes decorativas, história religiosa, metrologia (instrumentos de medição) e astronomia. No que concerne ao aspecto Gráfico dos sites analisados (n=115) verificou-se que a grande maioria dos sites apresenta fundo com cor (97%) em detrimento de padrão, 74% dos sites usa caracteres sem serifa e 42% dos sites apresenta o espaçamento entre os parágrafos superior ao das linhas, o que facilita a leitura. O Apoio ao Utilizador só apareceu em 17% dos sites.
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Trabalhos Académicos
Necessidades de acessibilidade e design for all no turismo para todos
A Proasolutions.pt Lda (consultora em Acessibilidade e Desenho para Todos), em parceria com a Câmara Municipal da Lousã, a Provedoria das Pessoas com Incapacidade da Lousã e a Design for All Foundation encontra-se a organizar a CONFERÊNCIA INTERNACIONAL - NECESSIDADES DE ACESSIBILIDADE E DESIGN FOR ALL NO TURISMO PARA TODOS, a realizar-se nos dias 19 e 20 de Novembro no Hotel Meliá Palácio da Lousã.
Contamos com a participação de conferencistas nacionais e internacionais de renome, peritos nesta área temática.
Por se tratar de um tema transversal, nos âmbitos de Turismo, Espaço Público, Edificações, Transportes e Mobilidade, Planeamento urbano, Saúde, Tecnologias, Comunicação e Informação, Educação e Formação, etc., queremos estender o presente convite a todos.
Gostariamos, portanto, de convidá-los a assistir ao evento e solicitamos que transmitam e divulguem, pelas vias que lhes são próprias, a informação relativa ao evento.
A inscrição no evento é totalmente gratuita. Fica ao encargo dos interessados apenas os seus gastos pessoais ao nível de deslocação, refeições e alojamento. Os interessados devem preencher o formulário e enviar para o email: tourismforall@gmail.com com a maior brevidade possível.
A realização da Conferência “NECESSIDADES DE ACESSIBILIDADE E DESIGN FOR ALL NO TURISMO PARA TODOS”, organizada pela ProAsolutions, em parceria com a Câmara Municipal da Lousã, a Provedoria Municipal das Pessoas com Incapacidade da Lousã e a Design for All Foundation, nos próximos dias 19 e 20 de Novembro, tem em vista
apresentar as vantagens económicas e sociais da aposta no Turismo Para Todos e quais os caminhos a percorrer pelos vários agentes, públicos e privados,para atingir o objectivo de uma sociedade mais inclusiva. Aos agentes públicos é importante dar a conhecer as ferramentas de gestão do espaço público ao nível da melhoria da acessibilidade para todos. Aos empresários é fundamental demonstrar as vantagens
inerentes a uma aposta num mercado em que há ainda uma enorme margem de progressão ao nível da satisfação da procura, sendo a existência de uma concertação de esforços fundamental, no sentido de uma melhoria integrada da acessibilidade do espaço
público e dos serviços turísticos. Estarão presentes neste evento alguns dos mais
consagrados peritos nacionais e internacionais, que apresentarão algumas das melhores práticas implementadas na Europa nas temáticas da Acessibilidade, Design for All e Turismo para Todos.
O objectivo deste evento é, portanto, elucidar para o facto de que o Turismo para Todos é, para além de uma obrigação social, um poderoso factor de competitividade conómica, contribuindo para o aumento da qualidade do sector, aumentando o nível de satisfação de todos os turistas, quer tenham ou não mobilidade condicionada.
Assim, apresenta-se como um factor fundamental no fortalecimento do sector turístico.
A temática da Acessibilidade é transversal a todas as áreas da sociedade, nomeadamente os municípios, no que diz respeito à gestão do espaço e edifícios públicos, e as empresas do sector turístico,considerando as instalações e serviços, o que implica não apenas projectos de construção mas também meios de transporte, sistemas de comunicação, informação e serviços.
Aprofundar o conhecimento das necessidades dos turistas com necessidades especiais (incluindo o turismo sénior), contribuirá para uma efectiva igualdade de oportunidades para estas pessoas que, muitas vezes, vêem negados os seus legítimos direitos ao lazer, por ausência de condições mínimas de acessibilidade à cadeia de serviços turísticos.
A exigência de qualidade e de conforto pressupõe total acessibilidade, o que implica o reconhecimento, por parte do mercado, do que as pessoas com mobilidade
condicionada e seus familiares representam. A concepção de um modelo, que englobe as exigências do “Turismo para Todos” num quadro de qualidade, é um passo importante para tornar possível o acesso às actividades turísticas. Desta forma, não constituindo isso um custo, mas sim um investimento, as vantagens
são facilmente visíveis e rentáveis a curto prazo.
O potencial do mercado de turismo acessível com cerca de 134 milhões de potenciais clientes (cerca de 27% da população da União Europeia), com receitas
potenciais estimadas em cerca de 83 mil milhões de euros por ano, se apenas considerarmos viajantes europeus. Se considerarmos pessoas com deficiência,
pessoas idosas, grávidas, casais com crianças, torna-se claro que entre 30% a 40% de todos os europeus podem beneficiar em grande medida de melhorias de
acessibilidade ao turismo. (ENAT, 2007).
O Design for All é uma abordagem cujo objectivo é o (re-)desenho do meio construído, dos produtos e serviços, de forma que todas as pessoas possam participar em igualdade na vida da comunidade (Aragall, EuCAN 2003, p.22). Esta filosofia de
planeamento é a que serve de base ao conceito de Turismo para Todos.
Mais info:
ProASolutions.pt
Rua do Passeio Alegre, Nº20 Sala 4.5
4150 -570 Porto
proasolutions.pt@gmail.com
tel.+351.220.145.622 +351.220.108.024
Contamos com a participação de conferencistas nacionais e internacionais de renome, peritos nesta área temática.
Por se tratar de um tema transversal, nos âmbitos de Turismo, Espaço Público, Edificações, Transportes e Mobilidade, Planeamento urbano, Saúde, Tecnologias, Comunicação e Informação, Educação e Formação, etc., queremos estender o presente convite a todos.
Gostariamos, portanto, de convidá-los a assistir ao evento e solicitamos que transmitam e divulguem, pelas vias que lhes são próprias, a informação relativa ao evento.
A inscrição no evento é totalmente gratuita. Fica ao encargo dos interessados apenas os seus gastos pessoais ao nível de deslocação, refeições e alojamento. Os interessados devem preencher o formulário e enviar para o email: tourismforall@gmail.com com a maior brevidade possível.
A realização da Conferência “NECESSIDADES DE ACESSIBILIDADE E DESIGN FOR ALL NO TURISMO PARA TODOS”, organizada pela ProAsolutions, em parceria com a Câmara Municipal da Lousã, a Provedoria Municipal das Pessoas com Incapacidade da Lousã e a Design for All Foundation, nos próximos dias 19 e 20 de Novembro, tem em vista
apresentar as vantagens económicas e sociais da aposta no Turismo Para Todos e quais os caminhos a percorrer pelos vários agentes, públicos e privados,para atingir o objectivo de uma sociedade mais inclusiva. Aos agentes públicos é importante dar a conhecer as ferramentas de gestão do espaço público ao nível da melhoria da acessibilidade para todos. Aos empresários é fundamental demonstrar as vantagens
inerentes a uma aposta num mercado em que há ainda uma enorme margem de progressão ao nível da satisfação da procura, sendo a existência de uma concertação de esforços fundamental, no sentido de uma melhoria integrada da acessibilidade do espaço
público e dos serviços turísticos. Estarão presentes neste evento alguns dos mais
consagrados peritos nacionais e internacionais, que apresentarão algumas das melhores práticas implementadas na Europa nas temáticas da Acessibilidade, Design for All e Turismo para Todos.
O objectivo deste evento é, portanto, elucidar para o facto de que o Turismo para Todos é, para além de uma obrigação social, um poderoso factor de competitividade conómica, contribuindo para o aumento da qualidade do sector, aumentando o nível de satisfação de todos os turistas, quer tenham ou não mobilidade condicionada.
Assim, apresenta-se como um factor fundamental no fortalecimento do sector turístico.
A temática da Acessibilidade é transversal a todas as áreas da sociedade, nomeadamente os municípios, no que diz respeito à gestão do espaço e edifícios públicos, e as empresas do sector turístico,considerando as instalações e serviços, o que implica não apenas projectos de construção mas também meios de transporte, sistemas de comunicação, informação e serviços.
Aprofundar o conhecimento das necessidades dos turistas com necessidades especiais (incluindo o turismo sénior), contribuirá para uma efectiva igualdade de oportunidades para estas pessoas que, muitas vezes, vêem negados os seus legítimos direitos ao lazer, por ausência de condições mínimas de acessibilidade à cadeia de serviços turísticos.
A exigência de qualidade e de conforto pressupõe total acessibilidade, o que implica o reconhecimento, por parte do mercado, do que as pessoas com mobilidade
condicionada e seus familiares representam. A concepção de um modelo, que englobe as exigências do “Turismo para Todos” num quadro de qualidade, é um passo importante para tornar possível o acesso às actividades turísticas. Desta forma, não constituindo isso um custo, mas sim um investimento, as vantagens
são facilmente visíveis e rentáveis a curto prazo.
O potencial do mercado de turismo acessível com cerca de 134 milhões de potenciais clientes (cerca de 27% da população da União Europeia), com receitas
potenciais estimadas em cerca de 83 mil milhões de euros por ano, se apenas considerarmos viajantes europeus. Se considerarmos pessoas com deficiência,
pessoas idosas, grávidas, casais com crianças, torna-se claro que entre 30% a 40% de todos os europeus podem beneficiar em grande medida de melhorias de
acessibilidade ao turismo. (ENAT, 2007).
O Design for All é uma abordagem cujo objectivo é o (re-)desenho do meio construído, dos produtos e serviços, de forma que todas as pessoas possam participar em igualdade na vida da comunidade (Aragall, EuCAN 2003, p.22). Esta filosofia de
planeamento é a que serve de base ao conceito de Turismo para Todos.
Mais info:
ProASolutions.pt
Rua do Passeio Alegre, Nº20 Sala 4.5
4150 -570 Porto
proasolutions.pt@gmail.com
tel.+351.220.145.622 +351.220.108.024
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Eventos
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Câmara de Leiria recebe Bandeira de Ouro da Mobilidade

A câmara de Leiria voltou a receber, pelo segundo ano consecutivo, a Bandeira de Ouro da Mobilidade pela "eliminação das barreiras urbanísticas na área de intervenção".
O galardão foi entregue pela Appla - Associação Portuguesa de Planeadores do Território - que "congratula" o município leiriense pelo trabalho desenvolvido na sequência da sua adesão à Rede Nacional de Cidades e Vilas com Mobilidade para Todos.
Desde a adesão à rede, foram realizadas intervenções ao nível da correcção de várias barreiras, nomeadamente com o rebaixamento de passadeiras, redimensionamento dos passeios, construção de passadeiras niveladas, regularização dos pavimentos, relocalização de sinalética e candeeiros e controlo do estacionamento abusivo, faz saber a autarquia numa nota informativa.
"Leiria já evidencia, desde a sua adesão à rede, exemplos de requalificação do espaço público, eliminando barreiras que, de forma generalizada, se espalhavam pela cidade", lê-se no relatório da Appla, divulgado pela câmara de Leiria, que destaca o trabalho autárquica "sem, contudo, se afastar da sua identidade paisagística e urbana".
No relatório, a Appla destaca ainda "a utilização dos materiais que, ao longo dos tempos, foram acompanhando a história deste local, mas, simultaneamente, introduzindo-lhe sinais claros de contemporaniedade".
Na nota informativa, o município adianta que, para além da eliminação dos obstáculos diagnosticados na área de adesão, "tem vindo a desenvolver projectos de desenho urbano e gestão de tráfego e tem complementado as indicações do projecto da Rede", nomeadamente a criação de um grupo interdepartamental, reuniões de trabalho com as associações de pessoas portadoras de deficiência (Associação Portuguesa de Deficientes e ACAPO - Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal), participação em conferências e palestras relacionadas com a mobilidade e outros projectos de requalificação do espaço público.
Em 2008, a câmara leiriense tinha sido igualmente galardoada, "pela materialização de um conjunto de medidas e recomendações que tiveram um impacto positivo na melhoria das acessibilidades e na mobilidade dos cidadãos na cidade de Leiria", pode ler-se na nota informativa.
Fonte: Diário de Leiria
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Notícias
Fechar os olhos e experimentar
A Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) assinalou os seus 20 anos de existência realizando em Lisboa actividades que desafiaram quem vê a viver o quotidiano dos invisuais.
Esta iniciativa teve lugar no Centro Comercial Colombo entre as 10h00 e as 22h00 e visou dar a conhecer a missão da associação, permitindo a todos vivenciar varias componentes quotidianas da vida de uma cego.
Uma das actividades foi um workshops sobre o Alfabeto Braille, onde os participantes escreveram o seu nome em Braille num postal que levaram para casa.
No Espaço dedicado às Novas Tecnologias e Emprego esteve disponível um computador e telefone com software de voz, teclado amplificado, onde as pessoas poderão testar a acessibilidade das páginas Web e até navegar na internet com os olhos vendados.
O objectivo, segundo a associação, foi conseguir que o visitante perceba que, com ajudas técnicas, a pessoa com deficiência visual pode estudar e trabalhar.
Fechar os olhos e experimentar
"Quisemos assinalar a data demonstrando à população que actividades e serviços a ACAPO disponibiliza e ao mesmo tempo convidar as pessoas a "fecharem os olhos" e vivenciarem algumas experiências, como por exemplo aceder a uma página de Internet sem verem o teclado do seu computador", explicou Carlos Lopes, presidente da ACAPO.
No Espaço de Estimulação Sensorial e Acessibilidade, o visitante, de olhos vendados, pode "arrumar" na despensa vários produtos (frascos, embalagens, etc), pintar desenhos em alto-relevo, adivinhar alimentos e objectos através do tacto e do olfacto ou reconhecer notas e moedas em circulação.
Entre as 18h00 e as 19h00 foi a hora do conto. Daniela Santiago, jornalista da RTP, é a autora do livro "O Caramelo da Leonor", lançado em Setembro, com a particularidade de ter uma versão em Braille. O conto foi lido pela autora e por uma criança cega.
Fonte: Expresso

Esta iniciativa teve lugar no Centro Comercial Colombo entre as 10h00 e as 22h00 e visou dar a conhecer a missão da associação, permitindo a todos vivenciar varias componentes quotidianas da vida de uma cego.
Uma das actividades foi um workshops sobre o Alfabeto Braille, onde os participantes escreveram o seu nome em Braille num postal que levaram para casa.
No Espaço dedicado às Novas Tecnologias e Emprego esteve disponível um computador e telefone com software de voz, teclado amplificado, onde as pessoas poderão testar a acessibilidade das páginas Web e até navegar na internet com os olhos vendados.
O objectivo, segundo a associação, foi conseguir que o visitante perceba que, com ajudas técnicas, a pessoa com deficiência visual pode estudar e trabalhar.
Fechar os olhos e experimentar
"Quisemos assinalar a data demonstrando à população que actividades e serviços a ACAPO disponibiliza e ao mesmo tempo convidar as pessoas a "fecharem os olhos" e vivenciarem algumas experiências, como por exemplo aceder a uma página de Internet sem verem o teclado do seu computador", explicou Carlos Lopes, presidente da ACAPO.
No Espaço de Estimulação Sensorial e Acessibilidade, o visitante, de olhos vendados, pode "arrumar" na despensa vários produtos (frascos, embalagens, etc), pintar desenhos em alto-relevo, adivinhar alimentos e objectos através do tacto e do olfacto ou reconhecer notas e moedas em circulação.
Entre as 18h00 e as 19h00 foi a hora do conto. Daniela Santiago, jornalista da RTP, é a autora do livro "O Caramelo da Leonor", lançado em Setembro, com a particularidade de ter uma versão em Braille. O conto foi lido pela autora e por uma criança cega.
Fonte: Expresso
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quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Visitas cantadas no Museu do Fado

Durante o mês de Outubro o Museu promove Visitas Cantadas ao seu circuito expositivo com a participação especial de Ricardo Ribeiro e Ana Sofia Varela que interpretarão temas do repertório de Amália Rodrigues.
Dias 3, 17 e 24 - Ana Sofia Varela
Dias 4, 18 e 25 - Ricardo Ribeiro
Dias 10 e 11 - Pedro Galveias
Museu do Fado, 17h00, mediante marcação prévia
Fonte: Museu do Fado
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Notícias
Fundação de Serralves mais acessível

A Fundação de Serralves passará a disponibilizar equipamentos informáticos que permitem que o público cego ou com baixa visão aceda à colecção de obras de arte contemporânea de Serralves.
Fonte: PPorto dos Museus
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Notícias
Campanha “Um olhar por quem não vê”
A campanha “Um olhar por quem não vê” marcou as comemorações do Dia Mundial da Bengala Branca, assinalado a 15 de Outubro, no Algarve.
A campanha da delegação do Algarve da Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) visou angariar fundos para a instituição e sensibilizar a sociedade civil para a problemática da deficiência visual, ao nível de acessibilidades e do ponto de vista da integração socioprofissional desta população.
As actividades agendadas para dia 15 de Outubro decorreram em Faro e incluiram, no Museu Municipal, a exposição e demonstração de ajudas técnicas para a deficiência visual (10h00), uma sessão de esclarecimento sobre a mobilidade das pessoas com deficiência visual (15h00), a apresentação da campanha de angariação de fundos “Um olhar por quem não vê” (15h45) e o “Percurso dos sentidos” (16h30), onde pessoas com visão serão ‘cegas’ por uns minutos ao experimentarem a utilização de uma bengala branca, num percurso entre o museu e a Câmara Municipal.
À noite, o Auditório da Fundação Pedro Ruivo recebeu, a partir das 21h30, um espectáculo de música e poesia, organizado pelo Lions Clube, cujo valor do bilhete de entrada (5 euros) reverteu a favor da ACAPO.
Fonte: Observatório do Algarve

A campanha da delegação do Algarve da Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) visou angariar fundos para a instituição e sensibilizar a sociedade civil para a problemática da deficiência visual, ao nível de acessibilidades e do ponto de vista da integração socioprofissional desta população.
As actividades agendadas para dia 15 de Outubro decorreram em Faro e incluiram, no Museu Municipal, a exposição e demonstração de ajudas técnicas para a deficiência visual (10h00), uma sessão de esclarecimento sobre a mobilidade das pessoas com deficiência visual (15h00), a apresentação da campanha de angariação de fundos “Um olhar por quem não vê” (15h45) e o “Percurso dos sentidos” (16h30), onde pessoas com visão serão ‘cegas’ por uns minutos ao experimentarem a utilização de uma bengala branca, num percurso entre o museu e a Câmara Municipal.
À noite, o Auditório da Fundação Pedro Ruivo recebeu, a partir das 21h30, um espectáculo de música e poesia, organizado pelo Lions Clube, cujo valor do bilhete de entrada (5 euros) reverteu a favor da ACAPO.
Fonte: Observatório do Algarve
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Póvoa de Lanhoso: descobrir as plantas pelo cheiro

(Fotografia: Neptuna)
Sentir o cheiro e descobrir as diversas plantas aromáticas e medicinais através do toque foi a proposta do Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos para assinalar o Dia Mundial da Bengala Branca.
Alfazema, erva-príncipe, alecrim, caril, tomilho, absinto, cidreira, hipericão e coentros, foram algumas das ervas estudadas pelos cerca de 20 utentes da Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga (AADVDB), com sede na Póvoa de Lanhoso, a quem se dirigiu a actividade.
A ‘oficina dos sentidos’ teve como principal objectivo dar a conhecer aos invisuais as diferenças entre as várias plantas existentes na bordadura do centro. Para isso, “tentamos ao máximo que os invisuais utilizassem todos os sentidos nesta actividade, dando-lhes a conhecer as propriedades de cada uma das plantas, que são muito mais do que os próprios cheiros, toque e paladar”, disse aos jornalistas Melissa Costa, responsável pelo centro.
A jornada, que se insere no programa anual de actividades do Centro do Carvalho de Cal-vos, culminou, à tarde, com a criação de saquinhos de cheiro, onde foram servidas infusões de ervas para que os invisuais pudessem sentir o paladar das plantas que tocaram e sentiram durante a visita ao centro de interpretação.
A iniciativa teve um impacto “muito positivo, não só para os participantes como para os próprios técnicos”, acrescentou a responsável, afirmando que “de agora em diante vamos olhar para as plantas de outra forma porque apercebemo-nos de pormenores que eles (cegos) nos deram a conhecer, através da sua própria experiência”.
Em resultado das muitas perguntas levantadas pelos invisuais chegou-se à conclusão de que “andamos muitas vezes à procura de medicamentos nas farmácias quando podemos ter a solução à porta de casa”.
É objectivo do centro fazer chegar a ‘oficina dos sentidos’ aos restantes utentes da associação de deficientes visuais.
Fonte: Correio do Minho
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Exposição de fotografia em relevo para invisuais

Uma exposição de fotografia dirigida a pessoas invisuais parece ser uma brincadeira de mau gosto. Mas está bem longe de o ser.
A mostra «Fotografia em Relevo», de Paulo Abrantes, foi especialmente criada para este público e pode ser visitada no edifício da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDRA) até ao dia 29 de Outubro.
O fotógrafo usou uma técnica que assenta em imagens a preto e branco e recorre a um papel especial que adquire relevo ao ser impresso. O preto corresponde às zonas com maior relevo e o branco à ausência deste, com os cinzentos a adquirir alturas diferentes, conforme a sua intensidade. A legenda da fotografia também está inscrita em Braille.
A iniciativa foi lançada no Dia Mundial da Visão, que se celebra a 8 de Outubro. Numa sessão muito participada, já que foram muitos os alunos da Universidade do Algarve presentes, Paulo Abrantes, que já há cerca de seis anos se dedica a projectos nesta área, foi muito crítico no seu discurso.
Segundo o fotógrafo, quando revelou a sua ideia ao mundo, apenas foi incentivado a avançar pela Acapo- Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal. «Se não fosse a Acapo, nada disto existia», garantiu.
Paulo Abrantes, ainda que sem lançar nomes, disse que, quando deu a conhecer a ideia, não viu «grande entusiasmo das pessoas ligadas à fotografia, arte e cultura», nem «por parte das entidades».
Mais tarde, acabou por encontrar um entusiasta no comissário de Coimbra Capital da Cultura 2003, que lhe abriu as portas do evento. Esteve também na Faro Capital da Cultura, em 2005, com a sua mostra «Luz Táctil».
O facto de, por ocasião da inauguração desta exposição, estarem juntos na mesma sala os responsáveis pelo Governo Civil, pelas direcções regionais de Educação e de Cultura e pela Administração Regional de Saúde do Algarve (ARSA), esta última a organizadora do evento, significa, para Paulo Abrantes, «que algo já mudou no Algarve».
O artista vê as exposições que promove nesta área, que já o levaram a Espanha e ao Brasil, como «uma oportunidade de juntar as pessoas e aproximar a sociedade em geral dos que vivem directamente os problemas da visão e da cegueira».
Ricardo Martins, dirigente da Acapo a nível regional, também partilha desta visão. Até porque considera que a associação que representa, «além do dever de reabilitação e integração profissional e social» que tem para com os seus associados, também tem interesse «em estar junto da sociedade em geral».
«É neste tipo de iniciativa que a palavra inclusão está escrita com todas as letras e das quais nos sentimos orgulhosos», revelou.
«Eu já vi, em tempos, pelo que tenho noção da imagem. Mas para os que nunca viram, esta é uma experiência que certamente lhes ficará marcada na memória. Será uma oportunidade única para muitos deles», considerou Ricardo Martins.
O presidente da ARSA Rui Lourenço frisou ainda que o entendimento da entidade que dirige, em termos de saúde, «é mais lato do que a maioria das pessoas pensa».
«A saúde é também um recurso para o desenvolvimento pessoal e bem-estar da comunidade», considerou.
hugo rodrigues
Fonte: Ler Para Ver
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terça-feira, 20 de Outubro de 2009
20º aniversário da ACAPO

20º Aniversário da ACAPO: De olhos bem fechados - experiências no Centro Colombo.
Dia 20 de Outubro, a ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal) assinala o seu vigésimo aniversário, com a dinamização de várias actividades abertas ao público em geral, no Centro Colombo, entre as 10h e as 22h, no espaço ACAPO situado no Praça Equador no piso 1. O objectivo desta iniciativa é dar a conhecer a missão da Associação e permitir que as pessoas possam experienciar várias componentes quotidianas da vida de um cego.
Carlos Lopes, presidente da ACAPO afirma "Quisemos assinalar a data demonstrando à população que actividades e serviços a ACAPO disponibiliza e ao mesmo tempo convidar as pessoas a "fecharem os olhos" e a vivenciarem algumas experiências, como por exemplo aceder a uma página de internet sem verem o teclado do seu computador."
O stand da ACAPO estará organizado por áreas diversas. Durante o dia 20, serão realizados workshops sobre o Alfabeto Braille, onde os participantes podem escrever o seu nome e uma dedicatória em Braille num postal que podem levar para casa. No Espaço Novas Tecnologias e Emprego, estará disponível um computador e telefone com software de voz, teclado ampliado, onde as pessoas poderão testar a acessibilidade das páginas Web e até navegar na internet com os olhos vendados. O objectivo é que o visitante perceba que, com ajudas técnicas, a pessoa com deficiência visual pode estudar e trabalhar sem restrições.
No Espaço de Estimulação Sensorial e Acessibilidade, o visitante, de olhos vendados poderá "arrumar" na despensa vários produtos (frascos, embalagens, etc), pintar desenhos em alto-relevo, adivinhar alimentos e objectos através do tacto e do olfacto ou reconhecer notas e moedas em circulação.
A Mascote da Associação Nacional de Desporto para Deficientes Visuais vai "ajudar" a divulgar esta iniciativa da ACAPO, apelando que os transiuntes visitem as iniciativas no Centro Comercial Colombo, nomeadamente as actividades físicas mais comuns que o deficiente visual pratica.
Entre as 18h e as 19h, é a hora do conto. Daniela Santiago, jornalista da RTP, é a autora do livro "O Caramelo da Leonor", lançado em Setembro, com a particularidade de ter uma versão em Braille. O conto será lido pela autora e por uma menina cega.
Para as 19h está marcado o momento de cantar os Parabéns à ACAPO. Estão convidados algumas entidades institucionais e algumas figuras públicas para o corte do bolo.
Fonte: ACAPO
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segunda-feira, 19 de Outubro de 2009
Opening the Door to the Entire Community. How Museums are using Permanent Collections to Engage Audiences

Summary:
Museums can better serve their communities and attract a more diverse mix of visitors by using their permanent collections more creatively. This Wallace-commissioned report, the first in a three-part series, shows how careful research and informed strategic planning helped several museums to reframe their permanent collections, launch innovative programming and take an active role in issues that affect their audiences’ neighborhoods.
Published: November 1998, 37 pages
Publishing Organization: The Wallace Foundation
Document Type: Report
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Services to People: Challenges and Rewards. How Museums Can Become More Visitor-Centered

Summary:
This Wallace-commissioned report, the last in a series of three, explains how museums can provide a welcoming, satisfying environment that attracts large numbers of visitors without compromising high standards of presentation and scholarship. It examines how museums have reorganized operations or created new departments, trained staff to interact with people, upgraded ticket and admission services, improved training and used audience research to make themselves desirable places for first-time and return visits.
Published: April 2001, 67 pages
Publishing Organization: The Wallace Foundation
Document Type: Report
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Textos teóricos
Engaging the Entire Community: A New Role for Permanent Collections

Summary:
Museums may be able to increase their audiences if they respond to their communities through new activities and innovative programs. This Wallace-commissioned report, the second in a three-part series, profiles four museums that augmented their permanent collections with pioneering outreach efforts — such as teen councils, local business partnerships and public art projects — to attract new regular visitors. Such strategies can help museums increase satisfaction among their staff and the public, enhance their offerings and cultivate donor support.
Published: February 1999, 33 pages
Publishing Organization: The Wallace Foundation
Document Type: Report
Descarregue PDF aqui!
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Programa Salvador - 19 de Out. 2009

rtp1 > 19-10-2009 | 21:18 | Episodio 2 de 13 - Bento Amaral
Neste Programa:
Convidado: Bento Amaral
Campeão do mundo de vela adaptada e recordista mundial de velocidade na neve, Bento Amaral tem 40 anos, é casado e tem uma carreira de sucesso. Aos 25 anos foi apanhado numa onda e ficou tetraplégico. Neste programa, Salvador vai desafiá-lo a superar novos limites e a fazer parapente.
Fonte: RTP
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Tecnologias de informação voltadas para pessoas com deficiência visual - Daniela Ragazzi dos Santos
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Trabalhos Académicos
Acessibilidade - Siga essa ideia
Mais info sobre a campanha "Acessibilidade, siga essa ideia" em http://acessibilidade.sigaessaideia.org.br/
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CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO: “O Direito e os Direitos de Pessoas com Deficiência”
O Instituto de Ciências Jurídico-Políticas vai organizar, para o presente ano lectivo, um curso pós-graduado sobre “Direito e Direitos de Pessoas com deficiência”.
O curso destina-se a quaisquer pessoas interessadas nestas matérias, independentemente da respectiva área de formação superior.
Coordenação: Prof.ª Doutora Carla Amado Gomes e Mestre Jaime Valle
1.ª sessão – Dia 6 de Novembro
Sessão inaugural com a presença do Prof. Jorge Miranda, Presidente do ICJP e do Secretário de Estado da Reabilitação
Conferência pelo Dr. Laborinho Lúcio: Diversidade e direitos
2.ª sessão – Dia 13 de Novembro
Perspectiva e enquadramento constitucional dos direitos fundamentais das pessoas com deficiência
Mestre António Araújo
3.ª sessão – Dia 20 de Novembro
As pessoas com deficiência como sujeitos de direitos e deveres. Incapacidades e suprimento – a visão do Sociólogo
Prof.ª Doutora Paula Campos Pinto
4.ª sessão – Dia 27 de Novembro
As pessoas com deficiência como sujeitos de direitos e deveres. Incapacidades e suprimento – a visão do Jurista
Prof. Doutor Jorge Duarte Pinheiro
5.ª sessão – Dia 4 de Dezembro
As convenções internacionais sobre os direitos de pessoas com deficiência
Mestre Jaime Valle
6.ª sessão – Dia 11 de Dezembro
O Direito Comunitário e os direitos das pessoas com deficiência
Prof.ª Doutora Ana Fernanda Neves
7.ª sessão – Dia 18 de Dezembro
Administração Pública e discriminação positiva das pessoas com deficiência
Dr. José Manuel Madeira Serôdio
8.ª sessão – Dia 8 de Janeiro
A discriminação positiva das pessoas com deficiência na sua relação com a administração fiscal
Mestre Guilherme d'Oliveira Martins
9.ª sessão – Dia 15 de Janeiro
A supressão de barreiras arquitectónicas e a promoção da acessibilidade de edifícios públicos, vias públicas e equipamentos colectivos – a visão do Arquitecto
Arq.º José Pedro Martins Barata
10.ª sessão – Dia 22 de Janeiro
A supressão de barreiras arquitectónicas e a promoção da acessibilidade de edifícios públicos, vias públicas e equipamentos colectivos – a visão do Jurista
Mestre André Folque
11.ª sessão – Dia 29 de Janeiro
Os instrumentos de planeamento urbanístico como meio de execução de políticas de inclusão
Mestre André Folque
12.ª sessão – Dia 5 de Fevereiro
Regime jurídico de acesso ao trabalho, de protecção dos direitos das pessoas com deficiência e respectiva execução
Prof. Doutor Pedro Romano Martinez
13ª sessão – Dia 12 de Fevereiro
Desporto e cidadãos com deficiência
Prof. Doutor José Manuel Meirim
Ficam ressalvadas eventuais alterações ao programa do curso
Informações:
As sessões realizam-se às sextas-feiras das 18h30m às 20h30.
Local: Faculdade de Direito de Lisboa, no Anfiteatro 4.
Propina: 700,00 Euros. (pagando-se 50% no momento da inscrição e 50% até dia 8 de Janeiro de 2010).
Para quem efectuar o pagamento integral do curso no acto da inscrição haverá uma redução de 10% no valor total do curso.
Inscrições: de 1 a 30 de Outubro de 2009
Avaliação: apresentação de um trabalho escrito, com dimensão nunca superior a 20 páginas A4, espaçamento 1,5, caracter 12, sobre um tema ou subtema do Curso.
Informações: Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
Contactos: Dra. Telma Oliveira, 2.ª a 6.ª feira das 11h30 às 13h30 e das 14h30 às 19h30.
Telefone: 217 820 265 – Tml.: 933 469 330
E-mail: icjp@fd.ul.pt
Mais info. em http://www.icjp.pt
O curso destina-se a quaisquer pessoas interessadas nestas matérias, independentemente da respectiva área de formação superior.
Coordenação: Prof.ª Doutora Carla Amado Gomes e Mestre Jaime Valle
1.ª sessão – Dia 6 de Novembro
Sessão inaugural com a presença do Prof. Jorge Miranda, Presidente do ICJP e do Secretário de Estado da Reabilitação
Conferência pelo Dr. Laborinho Lúcio: Diversidade e direitos
2.ª sessão – Dia 13 de Novembro
Perspectiva e enquadramento constitucional dos direitos fundamentais das pessoas com deficiência
Mestre António Araújo
3.ª sessão – Dia 20 de Novembro
As pessoas com deficiência como sujeitos de direitos e deveres. Incapacidades e suprimento – a visão do Sociólogo
Prof.ª Doutora Paula Campos Pinto
4.ª sessão – Dia 27 de Novembro
As pessoas com deficiência como sujeitos de direitos e deveres. Incapacidades e suprimento – a visão do Jurista
Prof. Doutor Jorge Duarte Pinheiro
5.ª sessão – Dia 4 de Dezembro
As convenções internacionais sobre os direitos de pessoas com deficiência
Mestre Jaime Valle
6.ª sessão – Dia 11 de Dezembro
O Direito Comunitário e os direitos das pessoas com deficiência
Prof.ª Doutora Ana Fernanda Neves
7.ª sessão – Dia 18 de Dezembro
Administração Pública e discriminação positiva das pessoas com deficiência
Dr. José Manuel Madeira Serôdio
8.ª sessão – Dia 8 de Janeiro
A discriminação positiva das pessoas com deficiência na sua relação com a administração fiscal
Mestre Guilherme d'Oliveira Martins
9.ª sessão – Dia 15 de Janeiro
A supressão de barreiras arquitectónicas e a promoção da acessibilidade de edifícios públicos, vias públicas e equipamentos colectivos – a visão do Arquitecto
Arq.º José Pedro Martins Barata
10.ª sessão – Dia 22 de Janeiro
A supressão de barreiras arquitectónicas e a promoção da acessibilidade de edifícios públicos, vias públicas e equipamentos colectivos – a visão do Jurista
Mestre André Folque
11.ª sessão – Dia 29 de Janeiro
Os instrumentos de planeamento urbanístico como meio de execução de políticas de inclusão
Mestre André Folque
12.ª sessão – Dia 5 de Fevereiro
Regime jurídico de acesso ao trabalho, de protecção dos direitos das pessoas com deficiência e respectiva execução
Prof. Doutor Pedro Romano Martinez
13ª sessão – Dia 12 de Fevereiro
Desporto e cidadãos com deficiência
Prof. Doutor José Manuel Meirim
Ficam ressalvadas eventuais alterações ao programa do curso
Informações:
As sessões realizam-se às sextas-feiras das 18h30m às 20h30.
Local: Faculdade de Direito de Lisboa, no Anfiteatro 4.
Propina: 700,00 Euros. (pagando-se 50% no momento da inscrição e 50% até dia 8 de Janeiro de 2010).
Para quem efectuar o pagamento integral do curso no acto da inscrição haverá uma redução de 10% no valor total do curso.
Inscrições: de 1 a 30 de Outubro de 2009
Avaliação: apresentação de um trabalho escrito, com dimensão nunca superior a 20 páginas A4, espaçamento 1,5, caracter 12, sobre um tema ou subtema do Curso.
Informações: Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
Contactos: Dra. Telma Oliveira, 2.ª a 6.ª feira das 11h30 às 13h30 e das 14h30 às 19h30.
Telefone: 217 820 265 – Tml.: 933 469 330
E-mail: icjp@fd.ul.pt
Mais info. em http://www.icjp.pt
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sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Centro de Memória Dorina Nowill / Fundação Dorina Nowill para Cegos

Programa de Orientação para Museus Acessíveis
O Centro de Memória Dorina Nowill foi criado em 2002, na FDNC - Fundação Dorina Nowiill para Cegos, com o objetivo de preservar a história da inclusão da pessoa com deficiência visual no Brasil.
O Centro de Memória também é acessível às pessoas com deficiência física. E desde 2003, vem ampliando sua atuação em prol da inclusão, com a criação do Programa de Orientação para Museus Acessíveis. O programa faz visitas de sensibilização e ministra workshops de formação sobre acessibilidade para pessoas com deficiência visual.
"Durante as visita, estamos na companhia de pessoas videntes que nos descrevem com detalhes o local, além do que, utilizamos as escadas; rampas (quando existem); sentimos sinais pódo-táteis (quando os mesmos estão lá); verificamos se existem publicações acessíveis (folhetos em braille, catálogos digitais etc) e recursos sensoriais (maquetes, réplicas, etc), além de áreas de descanso, e principalmente, se os monitores foram treinados", explica Antonio Carlos, um dos voluntários do programa.
Coordenados pela especialista em acessibilidade em museus, Viviane Panelli Sarraf, os voluntários do programa (em sua maioria pessoas com deficiência visual) já estiveram no Museu de Zoologia da USP; Museu de Geociências da USP, Museu Lasar Segall; Espaço Cultural do Banco Real; Museu do Instituto Biológico; Museu Biológico; Museu de Microbiologia do Instituto Butantã; Museu da Bíblia; MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo; Museu do Instituto Adolfo Lutz; Museu de Arte Brasileira da FAAP; e exposições na OCA; (Parque do Ibirapuera), todos no município de São Paulo.
"Os museus que efetivamente implantam programas acessíveis começam a receber mais visitas", comenta Viviane. Desde abril de 2005, a exposição "Fundação e Suas Muitas Histórias" do Centro de Memória Dorina Nowill recebeu aproximadamente 1.200 pessoas com deficiência acompanhadas de educadores. Segundo a especialista, esse número é maior ainda, somado aos visitantes espontâneos.
Para Viviane, "a acessibilidade torna o museu mais atrativo para um maior número de visitantes potenciais. As rampas para pessoas em cadeiras de rodas também são úteis para carrinhos de bebê; e sinalizações e identificações de peças em letras grandes também facilitam a leitura de crianças e de pessoas da terceira idade, por exemplo. No entanto, o grande desafio hoje é tornar a informação acessível e eliminar as barreiras mais difíceis, as atitudinais (o pré-conceito de cada indivíduo)".
Para tornar ou criar ambientes convidativos a todas as pessoas, é preciso unir forças e trabalhar em conjunto. Parcerias eficazes e de baixo custo com ONGs, instituições, órgãos públicos, escolas e universidades, centros culturais, empresas privadas, e profissionais é o melhor caminho para levar cultura a todos. Os museus são um dos melhores exemplos de como é possível que a arte esteja ao alcance de todos.
Basta querer!
Antonio Carlos e Marieta são voluntários do programa de acessibilidade em museus da FDNC. Saibam o que eles pensam sobre o assunto e conheça um pouco mais sobre o trabalho que realizam, clicando em seus nomes.
*Leandra Migotto Certeza é paulista, deficiente física, Produtora Editorial, Jornalista há oito anos (MTb 40546), Repórter e colunista voluntária da Rede SACI e do Site Sentidos. Participa da Rede de Ativistas de Direitos Humanos do Hemisfério Sul e Rede Diálogo DH da Conectas - Direitos Humanos. É Diretora de Divulgação Voluntária da ABOI - Associação de Osteogeneis Imperfecta, e voluntária do Conselho Municipal da Pessoa Deficiente de SP. Foi uma das quatro brasileiras premiadas no concurso de periodismo Sociedad Para Todos na Colômbia, e ficou em segundo lugar no "Sexto Congresso Internacional Prazeres Dês-Organizados - Corpos, Direitos e Culturas em Transformação", promovido pela IASSCS - Associação Internacional para o Estudo da Sexualidade, Cultura e Sociedade, em Lima no Peru na Categoria: apresentação de pôster sobre o projeto "Fantasias Caleidoscópicas" (ensaio fotográfico sensual de pessoas com deficiência) sobre o tema: Sexualidad y Mujeres con Discapacidad, em 2007. Desenvolve o projeto, Caleidoscópio Comunicações - Consultoria em Inclusão Social, realizando palestras, treinamentos e assessoria técnica em empresas, escolas e ONGs. Informações: inclusaosocial@yahoo.com.br e Tel: 55 (0xx11) 3453-5370 ou 8697-9067.
*Viviane Panelli Sarraf é Especialista em Acessibilidade em Museus, Pesquisadora da ECA - USP na área de Políticas Culturais de Acessibilidade em Museus, e Diretora da Museus Acessíveis Serviços Museológicos e Culturais, que presta serviços para a Fundação Dorina Nowill para Cegos, além de outros museus e/ou centros culturais. Informações: vsarraf@gmail.com.
Fonte: Sentidos
Link para a FundaçãoDorina Nowill: http://www.fundacaodorina.org.br
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Tese - O Museu como espaço de Inclusão e Acessibilidade por Ana Cristina Alves
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Bibliografia,
Trabalhos Académicos
Temas de Museologia. Museus e Acessibilidade

Autor(es):Peter Colwell, Elisabete Mendes
Lisboa, IPM, 2004
ISBN:972-776-229-8
24x21,5 cm; 94 pp.; 14 il. cor e 19 il. p/b; capa mole; ed. port.
Disponível:Sim
PVP:€ 15.00
O segundo título da colecção Temas de Museologia tem como principal objectivo contribuir para tornar os museus e as suas colecções mais acessíveis a todos. Deste modo, analisam-se os obstáculos à plena fruição do nosso património cultural móvel, traça-se um diagnóstico inicial das situações mais graves, apontam-se recomendações e dão-se exemplos de boas práticas.
Fonte: IMC
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Bibliografia
ACESSIBILIDADE. MUSEOLOGIA 8, Série Museologia: Roteiros Práticos

editor. RESOURCE: The Council for Museums, Archives and Libraries
Coleção Série Museologia
ISBN 10: 85-314-4086-6
ISBN 13: 978-85-314-4086-1
Formato: 19,5 x 26,8 cm
Nº de Páginas: 120 pp.
Peso: 310 g
Este volume da Série Museologia trata de um tema da mais alta relevância: como garantir o acesso de todos os cidadãos aos bens culturais, particularmente os que estão disponíveis em museus, arquivos e bibliotecas do país. Segundo estimativas feitas no Reino Unido e no Brasil, os portadores de deficiências são uma parcela expressiva da população, usuários potenciais dos espaços culturais. A publicação é destinada principalmente aos profissionais prestadores de serviços que operam em áreas culturais, na forma de um guia prático e objetivo com importantes informações sobre conceitos, características e necessidades relativas às pessoas com deficiência. È uma contribuição importante para a conscientização profissional dos prestadores de serviços nessas áreas, e também para a ampliação e melhoria do atendimento, e do acesso físico, sensorial e intelectual aos bens culturais.
Fonte: EDUSP
Para fazer o download do livro clique aqui!
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Bibliografia
Projecto "Dialogue boxes on street Windows"

Invasão do centro histórico de Faro com Arte Pública made by UAlg “foi um sucesso”
Na terceira edição do programa Art Allgarve, em 2009, foi pela primeira vez integrada uma componente regional, para a qual contribuíram docentes e alunos de Artes Visuais da UAlg – os primeiros enquanto curadores, os segundos enquanto artistas. O projecto Dialogue boxes on street Windows, composto por dez instalações produzidas por quatro artistas de renome e dez estudantes da UAlg, esteve nas ruas do centro histórico de Faro durante três meses, desde Junho até ao final de Setembro, e segundo os curadores e docentes de Artes Visuais da UAlg, Mirian Tavares e Alexandre Barata, foi “a exposição mais vista do Allgarve”.
O balanço final não podia ser mais positivo: os curadores do projecto Dialogue Boxes on Street Windows, Mirian Tavares e Alexandre Barata, estão muito satisfeitos com os resultados obtidos com a participação no programa Art Allgarve. Ambos consideram que esta “foi a exposição mais vista do Allgarve, já que as pessoas circulavam pelas ruas da baixa e do centro histórico de Faro e a arte estava ali, ao lado delas”, sublinhando que “projectos como este são importantes para que as pessoas tenham consciência de que nem tudo que está exposto na via pública é arte”.
Mirian Tavares e Alexandre Barata frisam que para criar esta exposição contaram com quatro grandes artistas – António Costa Pinheiro, Ana Vidigal, Susanne Themlitz e Manuel Baptista – que criaram projectos originais para a exposição. “Todos se envolveram bastante com o projecto, mesmo aqueles que nunca tinham experimentado arte pública, e gostaram do resultado, o que a nós, enquanto curadores, nos dá uma grande satisfação”, assinalam. Aliás, dado o sucesso do projecto, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Faro desde o primeiro momento, os curadores acreditam que “este poderia ser um trabalho mais continuado para que Faro, e outras cidades, pudessem sentir como a arte é capaz de transformar o espaço que a rodeia e criar novos itinerários dentro da mesma cidade.”
Este projecto proporcionou ainda um momento único de aprendizagem para os alunos da licenciatura em Artes Visuais da UAlg bem como para os recém-formados em Artes Visuais que participaram na exposição enquanto artistas, pois “aprenderam a trabalhar em condições complicadas, em superfícies inovadoras e a criar algo para uma exposição site specific, o que não é uma tarefa fácil”. E, dizem os curadores e docentes, “saíram-se todos muito bem”.
Jovens artistas/estudantes na UAlg marcam o coração de Faro
“Na raiz do projecto Dialogue boxes on street Windows reside o conceito de arte pública”, explica Mirian Tavares, sendo o objectivo, por um lado, “recuperar a ideia inicial da arte pública como um processo de invasão do espaço urbano, promovendo a sua reconfiguração” e, por outro lado, “aproximar a arte do público que, em geral, não está habituado a ir a locais de exposição convencionais como galerias, centros de arte e museus”.
Andreia Filipe, Alexandre Lima, Guilherme Gonçalves, Gustavo de Jesus, Joana Bárbara, Mara Barth, Paulo Quaresma, Tatiana Barreiros, Tiago Custódio e Úrsula Mestre são os dez jovens artistas e estudantes recém-licenciados do curso de Artes Visuais da UAlg que invadiram o centro histórico de Faro no dia 20 de Junho, interpelando os transeuntes com várias abordagens artísticas.
Segundo Alexandre Barata, “os trabalhos dos alunos da licenciatura em Artes Visuais seguem caminhos muito diversos, desde a utilização de uma linguagem de banda desenhada, onde as personagens espreitam das janelas das casas para a rua que as envolve, até à presença de noivas suicidas, enquadradas num espaço real que se converte em espaço cénico”.
As técnicas utilizadas são as mais variadas, “passando por pinturas realizadas directamente sobre a superfície das casas até ao trabalho realizado sobre materiais, como telas e madeiras, e posteriormente colocado nas fachadas”, continua o curador.
Além dos trabalhos, que estiveram visíveis nas fachadas de algumas casas do percurso, estiveram ainda expostas peças tridimensionais que ocuparão o passeio e os largos e que abrigaram, em muitos casos, performances dos alunos/artistas, que tiveram lugar ao longo do Verão, aos sábados à noite, dando assim uma dimensão ainda mais dinâmica e intensa à relação da arte com o espaço público.
Foi o caso, por exemplo, de Úrsula Mestre, com a instalação performativa “Saia que gritas”, que aborda as questões de género no Séc. XXI através de três peças, três saias das quais três mulheres se tentam libertar, e de Paulo Quaresma, que no contexto do projecto “O meu abrigo é o meu templo” instalou um abrigo e encarnou a personagem de um sem-abrigo nas ruas de Faro uma vez por semana durante três meses.
Proposta curatorial da UAlg integra obras de quatro artistas de renome
“Nestas intervenções a arte afirmar-se-á como um espaço de promoção do diálogo entre as pessoas, envolvendo-as e questionando-as. Será um convite ao olhar crítico, à participação activa no processo de construção de uma cidade de cultura e, obviamente, para a cultura”, sublinha Mirian Tavares. A exposição Dialogue boxes on street Windows reúne, além das contribuições de estudantes da UAlg, obras de quatro criadores convidados. São eles António Costa Pinheiro, Ana Vidigal, Susanne Themlitz e Manuel Baptista, todos, de alguma forma, relacionados com o contexto algarvio.
Para Dialogue boxes on street Windows, António Costa Pinheiro decidiu recuperar parte da sua obra realizada entre 1967 e 1975, Citymobil – Arte-Projecto, que está integrada na fase conceptual do artista. “Neste trabalho ele utilizou objectos que se organizam em narrativas dentro de uma cidade que é, permanentemente, transformada pelos seus habitantes, ideia que se encaixa perfeitamente na proposta curatorial deste projecto e que continua a ser inovadora e instigante, mesmo após tantos anos”, frisa Alexandre Barata.
Ana Vidigal decidiu explorar o espaço público através de um olhar, ao mesmo tempo, perverso e infantil, ao explorar as figuras que parecem saídas de ilustrações dos anos 50. “Os painéis da artista colocam o público na incómoda posição de voyeur, que participa, voluntariamente ou não, de uma série de jogos propostos por duas meninas, especulares, mas de tamanhos diferentes – o que marca uma relação de poder e submissão”, continua o curador. As janelas abrem-se de par em par e deixam que o público invada, completamente, o espaço privado, e sagrado, da inocência infantil.
Segundo Mirian Tavares, “neste projecto, Susanne Themlitz desenvolve um trabalho inquietante, onde um edifício deixa de ter fronteiras entre o espaço de fora e o espaço de dentro – ambos passam a conviver, lado a lado, numa superfície externa”. Não é preciso espreitar para dentro das janelas, a casa, como que esventrada, é exposta ao olhar de todos. Os elementos, que convivem na superfície do edifício, estão também eles fora do tempo e do espaço apropriados, remetendo-nos para o universo onírico da artista.
Já Manuel Baptista trabalha a dualidade entre as superfícies, a ideia de bidimensionalidade e de tridimensionalidade que se cruzam e se complementam, criando um efeito ornamental e decorativo, sem deixar de ser provocador. “Uma provocação que evoca a Pop Art, recheada de ironia e bom humor, tornando o espaço público atraente e vivo, buscando atrair também o olhar do público que passa e que já não vê o espaço que o circunda”, conclui a curadora.
Contactos:
Mirian Tavares: miriantavar@gmail.com
Alexandre Barata: abarata@ualg.pt
Fonte: Universidade do Algarve
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Eventos
quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Convite da Associação Salvador

CONVITE
A Associação Salvador e as Pousadas de Portugal têm o prazer de convidar para, no próximo dia 1 de Novembro (Domingo), passar um dia especial em Queluz. O programa começará pelas 11h com uma visita guiada ao Palácio Nacional de Queluz, seguida... de almoço na Sala Dourada do Restaurante Cozinha Velha. Nesse dia, contaremos com a companhia e o testemunho de vida dos conhecidos actores Silvia Rizzo e Paulo Azevedo e com outras surpresas que irão tornar esse dia inesquecível. A participação neste evento é gratuita e destina-se exclusivamente a pessoas com deficiência motora/ mobilidade reduzida e respectivo acompanhante. Entre no site www.associacaosalvador.com e envie-nos a sua ficha de inscrição.
Apresse-se a fazer a sua reserva porque os convites de que dispomos são limitados! As inscrições estão abertas até dia 23 de Outubro. Contamos consigo!
E para convencer os que ainda não sabem se querem ir.. ou não... deixo uma imagem do Palácio de Queluz!

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Deficiência Motora,
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Workshop de acessibilidade realizado pela ACAPO

Análise das necessidades dos visitantes com deficiência visual num jardim público e as potencialidades da interpretação sensorial para o público em geral; das adaptações necessárias para tornar visitas temáticas acessíveis para pessoas com deficiência visual; das boas práticas em relação ao atendimento das pessoas com deficiência visual e discussão dos potenciais conflitos que estas criam com a conservação do acervo do jardim.
Na parte prática, aplicação dos novos conhecimentos na adaptação de visitas (ou partes delas) representativas do leque de visitas oferecidas pelo Serviço de Extensão Pedagógica do Jardim Botânico.
Sábado, 24 de Outubro de 2009, 10h – 13h e 14:30h – 17:30h - Jardim Botânico da Universidade de Lisboa
50€
Informações e marcações: jbactividades@museus.ul.pt
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Deficiência Visual,
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Seminário "O Destino do Braille nos Dias de Hoje"

21 de Outubro em Coimbra - Entrada Livre
Organização: Universidade de Coimbra (Gabinete de Apoio ao Estudante com Deficiência), Departamento da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra (Biblioteca Municipal) e ACAPO Delegação de Coimbra.
Programa:
9h00 – 9h30 – Recepção dos participantes e entrega de documentação
9h30 – 10h.00 - Sessão de abertura
Dr.ª Idália Moniz - Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação
Prof. Doutor António Gomes Martins – Vice-Reitor da Universidade de Coimbra
Dr. Mário Nunes - Vereador da Cultura, Câmara Municipal de Coimbra
ACAPO
1.º Painel
Ensinar Braille… Quando? Como? Onde?
1.º Mesa
Moderadora: Professora Doutora Maria do Rosário Pinheiro (Professora Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da U.C)
10h00 – 10h30 “O Braille como meio natural da leitura e escrita dos deficientes visuais”
Professor Doutor Augusto Deodato Guerreiro (Escola de Comunicação, Artes e Tecnologias da Informação da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias)
10h30 – 11h00 “O ensino e utilização do Braille nas escolas “
Mestre Fernando Correia (Professor de Educação Especial da Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas do Porto)
11h00 -11h15 Pausa para o Café
2.ª Mesa
Moderadora – Dr.ª Maria José Miranda (Directora da Biblioteca Municipal de Coimbra)
11h15 – 11h40“ Iniciação da escrita e leitura Braille aos adultos cegos recentes e a sua importância no processo de reabilitação”
Dr.ª Teresa Maia (Professora de Braille)
11h40 – 12h15 “ A importância do Braille no meu percurso Académico”
Dr.ª Sara Esteves Tadeu (Ex aluna do ATPED)
12h30 – 13h00 Debate
Almoço livre
2.º Painel - O Braille no presente e no futuro
Moderador – Professor Doutor Jorge Henriques (Professor do Departamento de Informática da U.C.)
14h30 – 15h00“ O Braille e as Tecnologias de Informação e Comunicação”
Dr. Jorge Fernandes (responsável pelo Unidades de Acesso da UMIC)
15h00 – 15h30 “ A Utilização do Braille na Vida Quotidiana”
Dr. José Guerra (Responsável pelo serviço de Leitura para deficientes Visuais da BMC)
15h30 – 16h00 “ Núcleo para o Braille e meios complementares de leitura”
Dr. Carlos Lopes Presidente da Direcção Nacional da ACAPO
16.30h – 17.00h Debate
17.00h – Sessão de Encerramento
Entrada Livre
Organização: Universidade de Coimbra (Gabinete de Apoio ao Estudante com Deficiência), Departamento da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra (Biblioteca Municipal) e ACAPO – Delegação de Coimbra.
Data: 21 de Outubro de 2009
Local: Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra
Confere certificado de presença
Objectivos:
No ano do Bicentenário do Nascimento de Louis Braille, a Universidade de Coimbra, através do Gabinete de Apoio ao Estudante com Deficiência, o Departamento da Cultura da Câmara Municipal da Cultura, através do Serviço de Leitura para Deficientes Visuais da Biblioteca Municipal e a Delegação de Coimbra da ACAPO, levam a efeito o Seminário “ O Destino do Braille nos dias de Hoje”, com os seguintes objectivos:
- Contribuir para uma maior divulgação do sistema Braille, como meio natural da escrita e leitura de pessoas cegas;
- Sensibilizar entidades competentes para a necessidade de expansão das matérias de leitura em Braille;
- Sensibilizar alunos, professores e outros agentes no processo educativo sobre as vantagens de utilização do Sistema Braille na formação e informação das pessoas cegas;
- Contribuir para uma adequada articulação entre a utilização do sistema Braille e a utilização das novas tecnologias;
- Referenciar a utilidade do Braille na vida quotidiana das pessoas com deficiência visual
A Ficha de inscrição deve conter: Nome / Profissão /Instituição / Morada e ser enviada para:
Universidade de Coimbra: 2398507000 (ext.391/ 395)
e-mail: atped@dtp.uc.pt
C.M.C – 239702630 (ext. 2304)
e-mail – josé.guerra@cm-coimbra.pt
ACAPO/COIMBRA –Luís André - 239792180
e-mail – ac-coimbra@acapo.p
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Dia Mundial da Bengala Branca - 15 de Outubro de 2009

Dia Mundial da Bengala Branca - 15 de Outubro de 2009
A ACAPO no âmbito do Dia Mundial da Bengala Branca tem a honra de convidar todos os associados e amigos da Associação para a apresentação do Projecto de Reconstrução do seu Edifício Sede que pretendemos venha a ser um edifício modelo de acessibilidade para as pessoas com deficiência visual. Vamos também apresentar a nova página de internet da associação e a nova newsletter. Não faltem. Dia 15, pelas 18h00, nas actuais instalações da Sede, Av. D. Carlos I, n.º 126, 9.º andar Lisboa. Confirmar presença para o telf. 213244500.
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Eventos
segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
Programa "Salvador" - Hoje, RPT1, 21H00

Quais são os nossos limites? Quanto vale um sonho? O que é ser diferente?
SALVADOR é um programa sobre desafios, experiências e emoções.
Um programa inédito que desafia um convidado com deficiência a superar os seus limites através de uma aventura radical.
Conduzido por Salvador Mendes de Almeida, cada episódio, com cerca de 20 minutos, vai dar a conhecer histórias exemplares de pessoas para quem o dia-a-dia se faz a vencer obstáculos mas, também, a celebrar a vida.
SALVADOR é o programa sobre coragem, optimismo e integração que vai marcar a diferença.
É o primeiro de treze episódios.
Passa na RTP1, às 21H00.
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Programas
Seminário de Investigação em Museologia dos Países de Língua Portuguesa e Espanhola
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terça-feira, 6 de Outubro de 2009
Jornadas Museos y Buenas Prácticas. MUSEOS: CULTURA Y BUENAS PRÁCTICAS.

Jornadas Museos y Buenas Prácticas. MUSEOS: CULTURA Y BUENAS PRÁCTICAS.
04/11/2009 - 06/11/2009
Los días 4, 5 y 6 de noviembre tendrán lugar las primeras jornadas de Museos y Buenas Prácticas “Museos: cultura y buenas prácticas”. Estas jornadas de accesibilidad e inclusión social se organizan conjuntamente entre el Museo, la ONCE y la Fundación ONCE en primicia a todo el Estado Español.
Estas primeras jornadas están pensadas en clave de accesibilidad general, tanto bajo el punto de vista de discapacidades físicas, psíquicas y sensoriales, como de las personas que quedan fuera de la cultura por motivos de riesgo de exclusión social. Además, se hace desde un enfoque global de la cultura que comprende también bibliotecas, parques naturales y equipamientos culturales en general. También se trata la accesibilidad bajo el punto de vista del diseño, de la tecnología, etc.
La voluntad de estas jornadas es convertirse en un espacio y un tiempo de reflexión, de formación y de conocimiento de nuevas experiencias de buenas prácticas para avanzar hacia una cultura inclusiva que tiene en cuenta las necesidades e inquietudes de las personas con discapacidad respecto la cultura, expresadas a través de las instituciones que las representan.
Preu: 116,00 €
Departament de Comunicació
Museu Marítim de Barcelona
T. 933 429 920
www.mmb.cat
Para mais informação clique aqui!
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quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
Third International Conference on the Inclusive Museum
** Third International Conference on the Inclusive Museum **
29 June-2 July 2010
Yildiz Technical University, Istanbul, Turkey
www.Museum-Conference.com
** Call for Papers **
If you intend to present a paper at the Conference, your participation begins with submission of a paper proposal. For information on proposals, presentation types, and other options, see: http://onmuseums.com/conference-2010/call-for-papers/#ppt. To submit a proposal, see: http://onmuseums.com/conference-2010/call-for-papers/. If your proposal is accepted, you will then need to register for the Conference.
** Registration **
Those who submit paper proposals should register following the acceptance of the proposal. Conference delegates who do not intend to present may register at any time. For registration options or to register for the 2010 Inclusive Museum Conference, see: http://onmuseums.com/conference-2010/register/.
** Themes **
http://onmuseums.com/ideas/themes/
** Conference Dinner **
The Conference Dinner will be held at the Istanbul Modern Cafe & Restaurant, located in the Istanbul Museum of Modern Art. With views of the Bosphorus and the Old City, the dinner will be a night to enjoy with colleagues and new friends alike. For more information or to reserve a place for the dinner, see: http://onmuseums.com/conference-2010/activities-and-extras/.
** Conference Tours **
See Royal Istanbul and cross the Galata Bridge into the Old City or tour the Bosphorus on a private boat cruise on one of our two Conference Tours. For more information or to reserve a spot on one or both of the tours, please see: http://onmuseums.com/conference-2010/activities-and-extras/.
** Accommodation **
http://onmuseums.com/conference-2010/accommodation/
29 June-2 July 2010
Yildiz Technical University, Istanbul, Turkey
www.Museum-Conference.com
** Call for Papers **
If you intend to present a paper at the Conference, your participation begins with submission of a paper proposal. For information on proposals, presentation types, and other options, see: http://onmuseums.com/conference-2010/call-for-papers/#ppt. To submit a proposal, see: http://onmuseums.com/conference-2010/call-for-papers/. If your proposal is accepted, you will then need to register for the Conference.
** Registration **
Those who submit paper proposals should register following the acceptance of the proposal. Conference delegates who do not intend to present may register at any time. For registration options or to register for the 2010 Inclusive Museum Conference, see: http://onmuseums.com/conference-2010/register/.
** Themes **
http://onmuseums.com/ideas/themes/
** Conference Dinner **
The Conference Dinner will be held at the Istanbul Modern Cafe & Restaurant, located in the Istanbul Museum of Modern Art. With views of the Bosphorus and the Old City, the dinner will be a night to enjoy with colleagues and new friends alike. For more information or to reserve a place for the dinner, see: http://onmuseums.com/conference-2010/activities-and-extras/.
** Conference Tours **
See Royal Istanbul and cross the Galata Bridge into the Old City or tour the Bosphorus on a private boat cruise on one of our two Conference Tours. For more information or to reserve a spot on one or both of the tours, please see: http://onmuseums.com/conference-2010/activities-and-extras/.
** Accommodation **
http://onmuseums.com/conference-2010/accommodation/
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segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Solistas da Metropolitana nos Museus do IMC

Foi estabelecida uma parceria entre o Instituto dos Museus e da Conservação e a Orquestra Metropolitana de Lisboa com o objectivo de levar aos museus expressões artísticas musicais, começando um ciclo de concertos já no próximo dia 26 de Setembro e que termina em Março de 2010.
Os Solistas da Metropolitana farão um percurso cultural por quatro espaços museológicos onde, com apresentações de música de câmara ou recitais, se aproximarão ainda mais dos públicos e onde uma ambiência de partilha particularmente significativa se fará sentir no Palácio Nacional da Ajuda, Museu da Música, Museu Nacional de Etnologia e Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves.
Um ciclo de música nos museus será pois a perfeita síntese entre o conteúdo e a forma, entre o som e o cenário que o recebe, fazendo a ligação entre o presente e o passado, a história e as suas evoluções artísticas.
Espaços bem diferentes, que se abrem aos visitantes para concertos de entrada gratuita (até ao limite da lotação disponível) sempre à tarde, às sextas-feiras ou aos sábados.
Consulte a programação em www.imc-ip.pt
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sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
Congresso Internacional de Reabilitação e Inclusão

A AVAPE promove bienalmente o Congresso Internacional de Reabilitação e Inclusão, fórum de caráter interdisciplinar, voltado aos profissionais da iniciativa pública, privada, organizações não governamentais e fundações, que atuam em ações nas áreas de reabilitação e inclusão de pessoas com deficiência, gestão de organizações sociais, diversidade, responsabilidade social e programas sustentáveis.
O encontro proporciona aos participantes o intercâmbio de conhecimentos, o contraste de experiências profissionais, a disseminação de modelo de rede socialbem como o debate de tendências, e a consolidação do trabalho integrado entre empresas privadas, órgãos públicos e organizações do terceiro setor, na construção de iniciativas responsáveis, sustentáveis, inovadoras e transformadoras, gerando oportunidades igualitárias e solidárias para a sociedade global.
O Congresso conta com participação de renomados especialistas, executivos de alta performance, representantes de organizações e órgãos financiadores, nacionais e internacionais, que apresentam temas voltados à tecnologia de reabilitação, capacitação e colocação profissional, com foco em responsabilidade social e desenvolvimento sustentável e inclusivo.
Para mais informação clique aqui!
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quarta-feira, 16 de Setembro de 2009
Exposição "Olha por mim"
(vídeo sobre a exposição)
Caros Amigos
Deixo-vos aqui um convite muito especial: a visita à exposição de pintura “olha por Mim” da jovem artista Tânia Bailão Lopes (http://www.bailaolopes.com).
Esta exposição é especial por muitas razões:
1. Os quadros são de uma enorme sensibilidade e beleza.
2. A venda eventual de obras irá reverter para a angariação de fundos para a um projecto de apoio a pessoas idosas com problemas de demência.
3. A exposição foi concebida com cuidados de inclusão: É UMA EXPOSIÇÃO QUE PODE TAMBÉM SER VISTA POR CEGOS. Para tal foi criado um áudioguia com características únicas (são muitas as surpresas acústicas…); a artista oferece-nos uma experiência táctil (sim! A ponta dos dedos também vêem); e outros pequenos nadas prometem fazer esta experiência única.

Convido-vos para a inauguração da exposição no dia 17, pelas 18 horas na Biblioteca José Saramago (campus 2 do Instituto Politécnico de Leiria, junto ao Hipermercado Continente). Caso não possam estar connosco nesse dia, fica o convite a que nos visitem de 17 de Setembro a 2 de Outubro 2009.
Esta exposição é mais um “tubo de ensaio”. Com ela queremos testar soluções novas que ofereçam novas formas de ver a arte e a cultura. Só a participação de muitos poderá promover acções deste género. Conto com a presença daqueles amigos que sempre estiveram comigo nestas coisas de “fazer o mundo um pouquinho melhor”. E peço-vos que divulguem o evento para que ele chegue ao maior número de pessoas possível.
Josélia
Instituto Politécnico de Leiria
Rua General Norton de Matos, Apartado 4133, 2411-901 Leiria – PORTUGAL
Tel.: (+351) 244 830 010 | Fax: (+351) 244 813 013
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Deficiência Visual,
Eventos,
vídeos
terça-feira, 15 de Setembro de 2009
Telemóveis com teclado em Braille
Enviaram-me este link que achei interessante... Principalmente, porque não tinha conhecimento de telemóveis com teclado em Braille.


Para mais informação pode consultar o link: http://www.yankodesign.com/2009/09/14/blind-phone-with-fashion/


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Deficiência Visual,
Tecnologias
sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
Projecto Próxima Paragem: Cultura
O Metro do Porto e o Metropolitano de Lisboa apresentaram esta quarta-feira, dia 9 de Setembro, às 19h30, na Estação de S. Bento - Porto, o projecto "Próxima Paragem Cultura".
Esta é uma iniciativa de promoção cultural, que consiste na utilização dos títulos de transporte do Metro do Porto e de Lisboa e para a divulgação dos trabalhos de jovens artistas portugueses. A ideia de usar títulos de transporte como meio de divulgação de conteúdos já tem sido testada em várias grandes cidades do Mundo, mas é a primeira vez, a nível mundial, que se usa este suporte alternativo para a promoção de jovens artistas - revelação.
Durante o evento de apresentação do "Próxima Paragem: Cultura" estiveram em exposição as obras de arte seleccionadas, na presença dos seus autores. Esta iniciativa foi presidida pela Secretária de Estado dos Transportes, Eng. Ana Paula Vitorino.
Quem utilizar o Metro de Lisboa e do Porto usufruirá de imagens de pintura, desenho e fotografia da autoria de jovens artistas nacionais.
O projecto incluirá cerca de 20 obras de outros tantos autores, mas a primeira fase avançará com a emissão nos títulos de viagem de cinco imagens e também em placards electrónicos colocados nas estações. Para já, serão reproduzidas obras de Domingos Loureiro, Joana Rego, Pedro Pires, Mónica Oliveira e Ana Sério.
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Eventos
Futures Places no Porto - Digital Media and Local Cultures

What is Future Places?
Six days of exhibitions and events addressing the potential and the impact of digital media on local cultures.
October 13-17, 2009, in Porto, Portugal.
A project of the UT Austin|Portugal
The FUTURE PLACES Festival is an international competition celebrating digital media work. FUTURE PLACES explores the potential of Digital Media when applied to specific cultural and social environments.
The festival features exhibitions, conferences, workshops, concerts, performances and parties. We are interested in creative and new languages for interactive and media expression, and their impact on local cultures, society and public space.
We want to reach a generation of creators who are breaking conventions. We are addressing this call to those who are blurring the lines not only between disciplines, but also between the real and the virtual and between the commercial, the artistic, and the academic arenas. Mainly, we want to explore the impact of new technologies in "real life". How can new technology build local communities, create new identities, new narratives, and new forms of public interaction?
Para mais informação, clique aqui!
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Eventos,
Tecnologias
Seminário Novas Tecnologias em Museus

Nos dias 1 e 2 de Outubro, em Santarém, decorrerá o seminário "Novas Tecnologias em Museus". Este, surge de uma parceria entre o Museu Municipal de Santarém e do Museu da Presidência da República, no âmbito das Comemorações das Jornadas Europeias do Património.
Para consultar o programa, clique aqui!
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Eventos,
Tecnologias
quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
Comitiva do European Museum Fórum vem conhecer os museus portugueses selecionados para a Edição do Prémio EMYA 2010
De 21 a 24 de Setembro estarão em Portugal dois juízes do comité do European Museum Fórum, o Dr. Virgil Nitulescu, da Roménia, e a Dra. Danièle Wagner do Luxemburgo, para visitar os museus seleccionados para a Edição do Prémio EMYA 2010:
Museu de Arte Contemporânea da Fundação Serralves,
Museu Municipal de Penafiel,
Museu do Oriente,
Museu de S. Roque,
Museu Arqueológico Municipal do Fundão,
Museu de Portimão
O Fórum Europeu de Museus é um organismo internacional, sem fins lucrativos e que atribui anualmente, três prémios:
EMYA o Prémio do Museu do Ano,
Prémio do Museu do Ano do Conselho da Europa,
Prémio Micheletti, destacando assim os Museus que melhor contribuem para o desenvolvimento cultural na sua área e para o diálogo europeu.
Programa:
21 de Setembro
12.00h Museu Arqueológico do Fundão
22 de Setembro
10.00h Museu de Arte Contemporânea de Serralves
16.00h Museu Municipal de Penafiel
23 de Setembro
12.00h Museu do Oriente
16.30h Museu de São Roque
24 de Setembro
15.00h Museu de Portimão
Fonte: No Mundo dos Museus
Museu de Arte Contemporânea da Fundação Serralves,
Museu Municipal de Penafiel,
Museu do Oriente,
Museu de S. Roque,
Museu Arqueológico Municipal do Fundão,
Museu de Portimão
O Fórum Europeu de Museus é um organismo internacional, sem fins lucrativos e que atribui anualmente, três prémios:
EMYA o Prémio do Museu do Ano,
Prémio do Museu do Ano do Conselho da Europa,
Prémio Micheletti, destacando assim os Museus que melhor contribuem para o desenvolvimento cultural na sua área e para o diálogo europeu.
Programa:
21 de Setembro
12.00h Museu Arqueológico do Fundão
22 de Setembro
10.00h Museu de Arte Contemporânea de Serralves
16.00h Museu Municipal de Penafiel
23 de Setembro
12.00h Museu do Oriente
16.30h Museu de São Roque
24 de Setembro
15.00h Museu de Portimão
Fonte: No Mundo dos Museus
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Eventos
quarta-feira, 9 de Setembro de 2009
Portal "Cultura Online"

Foi lançado um novo portal de cultura: Cultura Online. O site apresenta-se como “um conceito inovador no panorama nacional”, uma rede social participada pelo Ministério da Cultura.
O investimento de 700 mil euros “pretende assumir-se como motor para a mudança de paradigma da divulgação cultural em Portugal”. Inclui visita visituais a espaços e infra-estruturas culturais, através de conteúdos digitais tridimensionais, notícias e informação sobre eventos, agenda, espaços educativos, dedicados à língua e tradições portuguesas, para crianças e pretende desenvolver uma comunidade online cultural.
Para aceder ao portal clique aqui!
Fonte: Fugas
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Tecnologias
4º Seminário Anual do GAM - Para que lado é que vamos agora? Sinalização Acessível

4º SEMINÁRIO ANUAL do GAM - PARA QUE LADO É QUE VAMOS AGORA? SINALIZAÇÃO ACESSÍVEL
26 de Outubro de 2009 | Auditório do Museu Oriente, Lisboa
9.00– 9.30 Recepção e abertura
9.30 – 9.45 Abertura
Representante da Fundação Oriente
Representante do GAM
9.45 – 10.15 Introdução
Luísa Barreto (ESAD)
VAI POR AÍ QUE VAIS NO BOM CAMINHO
10.15 – 11.15 Painel 1
Moderadora: Maria Vlachou
António Gomes (Barbara says)
O TATUADOR DAS ÁRVORES - PROJECTO DE SINALÉTICA DESENVOLVIDO NO ÂMBITO DA EQUALIFICAÇÃO DO JARDIM DOS SANTOS
Patrícia Lourenço (CAD – Companhia de Arquitectura e Design)
WAYFINDING – SISTEMA DE ORIENTAÇÃO INTUITIVA
Eduardo Corte-Real (IADE)
ANÁLISE INTERDISCIPLINAR DE SISTEMAS DE SINALÉTICA E
ORIENTAÇÃO EM EDIFÍCIOS HOSPITALARES
11.15 – 11.45 Pausa
11.45 – 12.45 Painel 2
Moderadora: Margarida Filipe
João Calvão (Fundação Oriente) e Nuno Gusmão (P07)
A SINALÉTICA DO MUSEU DO ORIENTE
Artur Rebelo e Liza Ramalho (R2 Design)
REFLEXÕES SOBRE SINALIZAÇÃO DE ESPAÇOS - EXEMPLOS
Rui Cunha (Câmara Municipal da Batalha)
ECOPARQUE PIA DO URSO - EXPERIMENTE SENSAÇÕES MÁGICAS!
12.45 – 13.15 Debate
13.15 – 15.00 Almoço
15.00- 16.30 Painel 3
Moderadora: Ana Isabel Apolinário
Manuel Paulo Teixeira (Metro do Porto)
TRANSPORTES INCLUSIVOS
Patrícia Valinho (Y Dreams)
SINALÉTICA URBANA – NOVOS PARADIGMAS DE UTILIZAÇÃO E
INTERACÇÃO
Aquilino Rodrigues (Electrosertec)
ORIENTAÇÃO E INFORMAÇÃO ACESSÍVEL: O PRIMADO DO BOM SENSO
Comentadores
Peter Colwell (ACAPO)
Hélder Duarte (Federação Portuguesa das Associações de Surdos)
16.30 – 17.00 Debate
17.00 Encerramento
Para mais informações:
Ana Isabel Apolinário – 938 427 007
Margarida Filipe – 919 975 871
Maria Vlachou – 917 247 970
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Eventos
The future of museums - Part 1
A panel discussion with Frank Howarth, Director of the Australian Museum; Associate Professor Angelina Russo from the Faculty of Design at Swinburne University; and Louise Douglas, General Manager, Audiences and Programs at the National Museum of Australia. We also hear from the Director General of the International Council of Museums, Julien Anfruns.
Antony Funnell: OK we're ready for our tour of the Louvre; I've got a flat white for you and a cappuccino for me, and I'll grab some croissants as well.
Woman: Thank you. Such a beautiful day.
Antony Funnell: I think we should get right into it.
Woman: Sure, OK, I've got the laptop open, let's do it. Where should we start?
Antony Funnell: I think we should just click through the home page and go straight to the Egyptian artefacts.
Woman: And if we've got time can we check out the virtual tour of the Pyramid? I want to see if they've got an online gift shop.
Antony Funnell: Let's do it.
Antony Funnell: Yes, that was a set-up of course, and it may offend some museum purists to hear this, but the fact is that many of the world's top museums now get far more visitors through their websites than they do through the front doors.
The way we interact with museums and their collections is changing fast, and so too is the way they're now engaging with us.
Hello, Antony Funnell here, and welcome to Future Tense.
Over the next two programs we'll explore some of that change. This week we'll go big picture and then in part two, we'll look at a few of the many innovative ways in which those involved in the industry are positioning their institutions for the future. Now, having started with a bit of a Parisian theme, let's here from Frenchman Julien Anfruns. Mr Anfruns is the Director-General of the International Council of Museums, headquartered in Paris, and he says despite the global economic downturn, it is an exciting time for the museum sector, as it grapples to reposition itself in the 21st century.
Julien Anfruns: Today, museums are much more globalised than they used to be. They do have more international exhibitions, moving all around the world, attracting collections from all the museums of other origins, as well as new territories for museums, and especially today in Asia and in the Middle East.
At the same time, museums as well are moving forward with new technologies in order to create somehow a better understanding of their collections through modern audioguides, through tactile galleries, for instance, through new 3D possibilities in order to understand their collections in every respect, so that's quite a challenge for museums today.
Antony Funnell: So the days of the static display, the static museum display, they're long gone?
Julien Anfruns: I think so. Today it's very much about how to be interactive. Many museums try to create events in their galleries. The Louvre museum has created different night events for a younger audience, and you can listen to music, you can have theatre plays, and all of that in correspondence with the current collections.
Antony Funnell: Now you mentioned there that there's an emphasis on Asia as a growing area of interest for museums. Are we seeing more museums popping up in cities around the world?
Julien Anfruns: So regarding Asia, I'm just going to give you one example regarding Shanghai, which is very specific. The Mayor of Shanghai wants to develop the museums for the city by 60% within three years, which is enormous. And actually the Chinese authorities want to offer the same cultural ratio to city people as there is in major cities in Australia, in Europe, or in the United States, so they want to have like a catch-up somehow ratio for that.
Antony Funnell: What does that mean in terms of the international governance of museums?
Julien Anfruns: So it's a very important question that you raise. When you make a comparison with what's going on today about economics, we do see that there is a need of global governance or global regulation. That's pretty much the same for museums. Because if you do have new territory somehow, with new standards, it's very difficult to have an exchange for an exhibition, and then for instance, a premium that you have to pay for insurance are going to be very difficult to bear. So I do believe that we need to endeavour and to strengthen the dialogue between all the museums, and to have standards of ethics and of methodology among different experts.
One of the ways is to share the code of ethics that the International Council of Museums has developed over the years which is a very good reference for museums in 155 countries. But more than that as well is how to implement those kinds of standards, and for this you need a lot of training, you need a lot of dialogue with experts, because unfortunately, many parts of the world do not have the adequate training for their museum people.
Antony Funnell: Well thank you very much for your time.
Julien Anfruns: Thank you very much for inviting me.
Antony Funnell: Julien Anfruns, the Director-General of the International Council of Museums and a former Director at the Louvre in Paris.
Now let's pick up on that idea of building interactivity, which Mr Anfruns spoke about and which certainly seems to be at the very heart of the change that's going on. And to help us explore that theme, we're joined by:
Louise Douglas, the General Manager, Audience and Programs at the National Museum of Australia in Canberra
Frank Howarth, the Director of the Australian Museum in Sydney and Associate Professor Angelina Russo, from the Faculty of Design at Swinburne University in Melbourne.
Anthony Funnell: Angelina Russo, to you first. You've been researching some of the changes in the museum sector over the last few years. Why don't you kick us off. How would you assess the state of museums at the moment?
Angelina Russo: Thank you very much Antony. I think that museums aren't necessarily what they used to be, and we're currently in the process of sorting out what they will be. We've been working over the past 18 months with three major Australian museums and the Cooper-Hewitt National Design Museum, which is part of the Smithsonian, to explore the impact of social media on museum learning and communication. So what we're looking at is the rise of social media technologies, like Twitter, Facebook, YouTube and Flickr and how these change the relationship between audiences and institutions as people create, upload, combine imagery and text, to create their own types of visits.
Antony Funnell: So I take it from what you're saying there, that I guess the core focus of museums in a way used to be about preservation and education, but that's changing.
Angelina Russo: Sure. Early museums were set up to give people an opportunity to learn about existing cultures and practices, and to explore the impact of technologies. You know, the Great Exhibitions which Louise can talk to you about quite succinctly, were so much part of the 19th century, and they were underpinned by a desire to demonstrate the innovations and developments to ordinary people and they were built on people's curiosity, delivering experiences which were wondrous and extraordinary. And museums built on this curiosity by exhibiting their taxonomical research, often in the form of minerals, astronomy, and the wild and exotic animals. And so that connection between museums and dinosaurs, both physical and metaphorical, was born. And to an extent museums today still struggle with this image of themselves as dusty institutions that you visit on a school trip and return to when you're looking for something to do with the kids on a wet day. And yet funnily enough, whether by force or choice, curiosity remains an integral part of the museum visit.
Antony Funnell: Now Frank Howarth, you've just come back from America, where you talked to people from other international museums. Give us a bit of an idea of the sort of discussions that are going on over there.
Frank Howarth: There were two big issues running around. One was mundane and financial, the impact of the global financial crisis, and that has hit a lot of American museums, much more so than here, but put that one aside.
The other one that was far more interesting to talk about was the R-word, Relevance, and the big debate was, how do we become more relevant? And the sub-set of that one was amongst some of our colleagues, a sort of low-level fear about loss of authority, and is this going to challenge the role of museum expert. How do we maintain our authority positions when moving in to a social media world that is all about debates and forums? I think that's by far the most exciting area of museum development, this duality of museums as authoritative sources of information, in our case things like climate change, and at the same time, provide forums for debates, either on our own websites or on third party social media sites.
Antony Funnell: You're no longer the gatekeepers that you were?
Frank Howarth: No, gatekeeper in the sense of we meted out the information in a way that we thought the audience could digest. You know, we sat on top of the mountain and handed down tablets of wisdom. Now we're managing forums where people will debate, and in many cases will say things we don't actually agree with. It's the whole sort of Wiki commons idea that it's OK for somebody to say something you don't agree with; somebody else will probably come in and correct that. So how do we manage these forums, and the authority?
Antony Funnell: Louise Douglas, at your museum, the National Museum of Australia, how are you managing this change?
Louise Douglas: Museums actually have been quite responsive in the business of communication, and particularly over the last 30 or 40 years in terms of responding to the growth of communication techniques. So one of the ways we have seen that in museums is the introduction of where there were only curators, they were really the only kind of professionals, now of course there's public programs, there's education, there's public affairs, there's marketers, so the whole idea of communicating with our audiences I think has been there for quite some time, and this is something we looked at very closely in the early years of the museum. And we experimented with a number of programs, some web-based, some in the institution. So for example, we have a broadcast studio which was built around the idea that we would have a two-way communication link with our audiences, now we're reviewing exactly how we use the broadcast studio.
We also had some very, very early web-based programs which you would now describe as social media, a program called MyMuseum, where we invited our web visitors to work with content that we provided and create their own kind of programs and mini-exhibitions. So we've been responding I think from the beginning. But I think what's happened is that the speed of change that's happening now is so fast that we've really got to review how organisationally we are ready for this.
Antony Funnell: Now we've gone from the situation where we've had a scarcity of information to an abundance of information. In order to deal with that change and to remain relevant, Frank Howarth, do some museums have to reinvent themselves, and become less generalist in their approach?
Frank Howarth: Yes. There's two things, both the focus of the museum and that's responding to what people want to know about and want to talk about, as distinct to giving them what we think is good for them, and for a natural sciences museum that's been the philosophy for a long time, so we're turning that round.
In terms of less or more, it's interesting. The way we're looking at it at our place, we have about 350,000 people walk through the front door, but we have about 21-million people spending about 4 minutes or more on our websites. So our reach to people in terms of contact hours, however you want to measure it, is vastly higher in the virtual world than it is in the (if I can put it in inverted commas) 'real world', but there's a good duality, they feed off each other, it's not one at the expense of the other.
The harder issue for our staff is moving to a different way of doing things, moving from, say, having very specialist curators who are highly knowledgeable on the small slice of our collections, to people whose primary focus is unlocking the collections and engaging our stories, collections, whatever, with communities. A very different set of skills, and that change is a bit threatening for some people.
Antony Funnell: Louise, is that an issue that you find with staff at your museum?
Louise Douglas: It's really what I was saying before, that we have got to start looking at the roles in the way we describe what it is we expect our staff to do, and one of the great topics of discussion inside our organisation is just that. What does this new way of engaging with and interacting with our audiences, particularly online, and for a national museum the online world is perhaps even more important than for museums such as Frank's who have a very, very large population base, physically co-located with them, we really have a much more sort of abstracted audience in a sense, because we speak to a national audience. Our mandate is to do that.
We're terrific at doing exhibitions, and we're terrific now at doing publications around them. So the old sort of school products are definitely something we can do without thinking about it. But really, doing co-created kind of products, what that means for the role of a curator, the role of an educator, the role of the public programs person, is something that we're addressing at the moment.
Antony Funnell: And presumably, that co-created, that brings us to the whole idea of user-generated content, not just engaging with people online, but accepting that perhaps they have a role in building what is there online, in shaping part of the museum's displays. How do you factor that in effectively?
Frank Howarth: We want to have a play with crowd-curated exhibitions, although that was with a bit 'Let's see what happens and no great expectations'. It can go horribly wrong, in the sense of a crowd can give you a perfectly-formed lowest common denominator that's equally boring to everyone. Or it could come up with something that's really fantastic. But the user-generated content, there's been a couple of spectacular examples where people have thought it went horribly wrong.
The Tate Modern ran a beautiful vodcast of the performance artist Mark Wallinger, who was in an interview lasting about 10 minutes, half the time he was sitting in the chair talking, the other half of the time the footage is of him walking around the Tate in a bear outfit, which he does. Somebody appropriated that YouTube video and put their own voiceover on top of it, a total piss-take of the whole concept of performance art, as if it was coming out of his mouth. That stirred an interesting group of possums at the Tate.
The other one Brooklyn Museum ran some beautiful one-minute videos, they just asked people to make of an experience visiting the Museum. One of them was these three guys who came in wearing black masks and everything, and literally measured up a painting as if they were about to steal it. And that caused the security people at Brooklyn Museum to go berserk. So you take risks, but at the end of the day everybody thought 'Well, what came out of that is better than what was'.
Antony Funnell: And Louise, your perspective?
Louise Douglas: I think we've got to be unafraid and really be open to the creative energy, helping interpret our collections in a way that we perhaps haven't been before. And I think attitudes are shifting within our organisations. I think there is a lot more openness now to the idea that our web visitors of all ages, and clearly one of the big issues for us coming into the future, is the way our audiences are changing from the baby-boomers who are reasonably techno-literate, but a younger generation - this is absolutely what they want to do create their own
Antony Funnell: What about their expectations? I read an article recently that was from the Centre for the Future of Museums, and it talked about what was called the My Culture trend, where young people apparently want their museum experience to be personalised for them, to be a very personal experience, in the same way that social media has given them the ability to personalise their music, say, or their online endeavours.
Louise Douglas: And this is in a way it's not a new idea for museums, or for social history museums in particular, and we in fact started out saying 'Come to our museum and see yourself in our museum'. So the idea of having that personal connection between some aspect of the stories, or the experiences that are in museum exhibitions and programs, is not a new one, but I think the change is that visitors want to create something for themselves out of the material that we have on display or on our websites.
Antony Funnell: Angelina, is that something you've picked up in your research?
Angelina Russo: Yes, absolutely. In July, I was lucky enough to attend a talk, a sold-out talk at the London School of Economics which had the two heavyweights of museum directors. We've got the other heavyweight here of course with Frank. But Nick Serota from the Tate, and Neil McGregor from the British Museum, and they were talking about the museum of the 21st century, and they actually said a couple of things which are quite relevant to our conversation.
One of them had to do with museums looking more towards broadcasters as a sort of role model, if you like, for their future practices. And the other had to do with curators sort of looking to their role as becoming much more like cultural producers, and I think that social media gives us an opportunity to do that, because increasingly, we do give our opinion in very public ways, when someone has a good museum experience, they might upload images to Flicker or a video to YouTube, or they might write a blog post, or Twitter about it.
And each time one person uses this technology to provide their thoughts and express the meaning of their experience, hundreds and possibly thousands depending on how many people they have in their network, receive that update. And so depending on who that person is, their thoughts and opinions can become extremely influential.
And I think that if we're able to actually tap in to that, and look at how we can work with our audiences, to really connect that desire that comes from curiosity, and that the curiosity that's actually built in the way that social media itself operates, then we actually have quite a nice fit between the technology and the collection and then the knowledge institution.
Antony Funnell: Frank, can I just come back to you. You mentioned at the beginning of the program, and then we put it to the side, the financial crisis. How much of an effect has that had on the ambitions of museums to change and to try and do the sorts of things that a couple of years ago they thought they wanted to do in terms of relevancy to future audiences?
Frank Howarth: Well it's forced us to really hone in on the things that have impact, and that demonstrate that relevance, and that means putting (mixing metaphors) putting some sacred cows out to graze. And really putting some things aside, that people said was really, really important, and I think in our case, it's probably shifting more resources into opening up and unlocking and changing the nature of our websites to really adopt Web 2, ways of doing things, and probably cutting back on what some people would have said was core business for a natural sciences museum a few years ago.
The second string is we're becoming much, much more commercial. I think all of us, right around the world in the museum community, realise that unless we're to die a death of a thousand cuts, we need to raise more of our own money, and that comes back to the relevance issue again. We have got to be relevant for people.
Antony Funnell: And Louise, what about co-operation between museums, given money is tight everywhere, are we seeing a focus on trying to do exhibitions together?
Louise Douglas: I think that's been around for some time. It may well accelerate as a principle upon which we have to work, and particularly in the business of bringing international exhibitions to Australia, which is a vastly expensive process. There are certainly discussions on the go about being more cooperative in that regard.
I think the economic situation that we all face is certainly putting an additional pressure on the whole question of how we resolve the deployment of resources inside our institutions. We have to keep doing the conventional things, as Frank has said, the core business has to continue, but it's really about how to perhaps integrate some of these new processes into existing products.
So, for example, with exhibitions, we are now starting to look at the idea with an exhibition we're doing on the History of the Irish in Australia, using social media, using blogging, to help the research process be undertaken for that, and to help identify where there are stories and collections around the country that might form part of that exhibition. So I guess from a resources point of view, we're looking at what are we doing already, that might be more core business products such as exhibitions, and how do we bring social media processes and the idea of co-creation into those development processes?
Antony Funnell: And what's the future for I guess what we know as the blockbuster exhibition?
Frank Howarth: What it means is we get really hard-nosed about the business model for those. And they have to make economic sense. And the lending institutions have got an eye to what they can raise by lending out either whole exhibitions or their collection materials. I don't think we can do a blockbuster in Australia unless it's a partnership with other institutions any more, because the freight costs and the insurance costs are simply too high. But it really takes a very commercial edge, and much more risk management.
Antony Funnell: Now from the stellar if you like, to the particular, and to families and communities. I mean we've seen I think a trend towards the museum as a social space. Is that going to continue?
Angelina Russo: As a social physical space?
Antony Funnell: Yes, that's right.
Angelina Russo: Yes, oh, absolutely, and in fact I think there's evidence to suggest that the global economic downturn has been in fact very good for museums that are free, perhaps not so much those that have an admission charge. But for those that are free, there's certainly been an increase in the ways we see families using museums as social space, as a space to have rich experiences that don't cost anything. So that's a very fundamental point I think, about the way families might be looking at museums as part of their kind of leisure timetable.
Antony Funnell: And, Frank, your experience here? I understand you had experience in California recently along these sorts of lines.
Frank Howarth: Yes, at the Australian Museum, rightly or wrongly we charge entry here in Sydney, and we haven't seen any decline in that as a result of the global financial crisis. The experience in California is the new California Academy of Sciences, which is in any other sense a natural sciences museum in San Francisco, and they now charge $24 a head, and they get 3.2-million visitors in their first year of operation.
Even more than that, every Thursday night they close at 5, reopen at 6, with a minimum age of 21, no kids, they get 2,700 people, they sell out every week, paying $10 a head to come into that place. They have two discos, about 5 bars, the whole museum is open, and I was lucky enough to see that in action a few weeks ago. It's truly fantastic, it's the biggest disco in town, the biggest bar in town, the biggest pick-up joint in town. It's a different sense of relevance, but it's there.
Antony Funnell: Angelina Russo from Swinburne University, now are museums in a very good position to pick up on that social capital if you like, to integrate themselves more into the community's activities?
Angelina Russo: Absolutely. I think they are perfectly positioned, particularly at this moment where technology is finally at a point where we can have these discussions in public in real time. And if we think about the fact that ordinary people like you and me are curious about big issues that affect us, things like climate change, population explosion, conservation, our research indicates that museums are actually well-placed to innovate and explore contemporary issues in partnership with their audiences.
It's like for instance the Environment Minister Peter Garret announced the establishment of the Coral Sea Conservation Zone, just recently. You know some of the questions that I'd be asking around that, is what role do museums research play in that review and will scientific collections institutions be asked to contribute be asked to contribute and will new partnerships and research arise from this assessment and how will this involve ordinary people? The very things that we're all worried about at the moment actually have a spatial temporal history in the museum research records.
Museum Victoria for instance have the water-smart home, which is a website that sort of looks to inspire and educate the public in ways that they can reduce, re-use and re-value water in their daily lives. And it encourages that sort of clustered conversation around how to make decisions to save water. And I think it's a great example of how we can actually tap into the curiosity and the big issues out there in the community, and work in partnership with audiences to actually explore these issues and ensure that that relevance touches us every day.
Louise Douglas: Anthony, most of the museums these days actually frame themselves as a place for debates. The other point I wanted to make about particularly families coming to museums, as part of the broader community, is that somehow we have to offer them experiences that they won't get anywhere else. So a point of debate I think in museums, is the extent to which our exhibitions are filled with screens, and there's a sense in which some parents are starting to feel the screen dominates the home environment so much that they are less inclined to go to institutions where they sense that the screen is paramount.
Frank Howarth: One of the things that's coming true is a statement I saw in I think The Australian newspaper now about six or seven years ago, referring to the hook of the reel, the yin and yang of the virtual and the real, and I strongly believe that the more the world gets virtual, the more families want to see real things, they want to touch real things. We're doing much more where people pick up and engage and touch, and much less of the Don't Touch.
Antony Funnell: Louise and Angelina, let's wrap on that. I mean that idea that people will still want to touch things, that tactile side of museums is still very relevant today.
Louise Douglas: There's an incredible paradox here at work isn't there? I mean as we get more kind of enmeshed in technology, it's actually good for museums, because in fact the idea of something authentic, something real, starts to have much more power and that is something that we really believe is going to sustain us into the future. So I think we're all finding ways to provide much greater access to the physical object, and touching collections is something that now we are just going to have to find ways to make happen.
Antony Funnell: And Angelina?
Angelina Russo: Yes look, having just taken my niece and nephew to the National Gallery on the weekend have them sort of pore over the Egyptian artworks, or at least through the glass, I can absolutely say that wanting to touch the real is still very much part of the experience.
But I have to say that as far as museum professionals go, this is one of the issues that we discuss a fair bit on one of the professional networking sites that we run as part of this particular project which is Museum 3.0 Ning site. And it's interesting to see how different audiences actually respond to that idea of the virtual and the real, and how central that still is an argument whereas when we'd speak with a lot of technologists, we've moved beyond the virtual and the real, it's now about how to make the virtual more accessible, you know, what copyright issues there are, etc. etc. But actually that fundamental concern about being able to access the real, and to embellish or interpret through the virtual, is something that continues to really extend debate around the world.
Antony Funnell: Well Angelina Russo, Louise Douglas and Frank Howarth, thank you very much.
Esta entrevista foi retirada do Future Tence, onde pode ser ouvida na integra.
Antony Funnell: OK we're ready for our tour of the Louvre; I've got a flat white for you and a cappuccino for me, and I'll grab some croissants as well.
Woman: Thank you. Such a beautiful day.
Antony Funnell: I think we should get right into it.
Woman: Sure, OK, I've got the laptop open, let's do it. Where should we start?
Antony Funnell: I think we should just click through the home page and go straight to the Egyptian artefacts.
Woman: And if we've got time can we check out the virtual tour of the Pyramid? I want to see if they've got an online gift shop.
Antony Funnell: Let's do it.
Antony Funnell: Yes, that was a set-up of course, and it may offend some museum purists to hear this, but the fact is that many of the world's top museums now get far more visitors through their websites than they do through the front doors.
The way we interact with museums and their collections is changing fast, and so too is the way they're now engaging with us.
Hello, Antony Funnell here, and welcome to Future Tense.
Over the next two programs we'll explore some of that change. This week we'll go big picture and then in part two, we'll look at a few of the many innovative ways in which those involved in the industry are positioning their institutions for the future. Now, having started with a bit of a Parisian theme, let's here from Frenchman Julien Anfruns. Mr Anfruns is the Director-General of the International Council of Museums, headquartered in Paris, and he says despite the global economic downturn, it is an exciting time for the museum sector, as it grapples to reposition itself in the 21st century.
Julien Anfruns: Today, museums are much more globalised than they used to be. They do have more international exhibitions, moving all around the world, attracting collections from all the museums of other origins, as well as new territories for museums, and especially today in Asia and in the Middle East.
At the same time, museums as well are moving forward with new technologies in order to create somehow a better understanding of their collections through modern audioguides, through tactile galleries, for instance, through new 3D possibilities in order to understand their collections in every respect, so that's quite a challenge for museums today.
Antony Funnell: So the days of the static display, the static museum display, they're long gone?
Julien Anfruns: I think so. Today it's very much about how to be interactive. Many museums try to create events in their galleries. The Louvre museum has created different night events for a younger audience, and you can listen to music, you can have theatre plays, and all of that in correspondence with the current collections.
Antony Funnell: Now you mentioned there that there's an emphasis on Asia as a growing area of interest for museums. Are we seeing more museums popping up in cities around the world?
Julien Anfruns: So regarding Asia, I'm just going to give you one example regarding Shanghai, which is very specific. The Mayor of Shanghai wants to develop the museums for the city by 60% within three years, which is enormous. And actually the Chinese authorities want to offer the same cultural ratio to city people as there is in major cities in Australia, in Europe, or in the United States, so they want to have like a catch-up somehow ratio for that.
Antony Funnell: What does that mean in terms of the international governance of museums?
Julien Anfruns: So it's a very important question that you raise. When you make a comparison with what's going on today about economics, we do see that there is a need of global governance or global regulation. That's pretty much the same for museums. Because if you do have new territory somehow, with new standards, it's very difficult to have an exchange for an exhibition, and then for instance, a premium that you have to pay for insurance are going to be very difficult to bear. So I do believe that we need to endeavour and to strengthen the dialogue between all the museums, and to have standards of ethics and of methodology among different experts.
One of the ways is to share the code of ethics that the International Council of Museums has developed over the years which is a very good reference for museums in 155 countries. But more than that as well is how to implement those kinds of standards, and for this you need a lot of training, you need a lot of dialogue with experts, because unfortunately, many parts of the world do not have the adequate training for their museum people.
Antony Funnell: Well thank you very much for your time.
Julien Anfruns: Thank you very much for inviting me.
Antony Funnell: Julien Anfruns, the Director-General of the International Council of Museums and a former Director at the Louvre in Paris.
Now let's pick up on that idea of building interactivity, which Mr Anfruns spoke about and which certainly seems to be at the very heart of the change that's going on. And to help us explore that theme, we're joined by:
Louise Douglas, the General Manager, Audience and Programs at the National Museum of Australia in Canberra
Frank Howarth, the Director of the Australian Museum in Sydney and Associate Professor Angelina Russo, from the Faculty of Design at Swinburne University in Melbourne.
Anthony Funnell: Angelina Russo, to you first. You've been researching some of the changes in the museum sector over the last few years. Why don't you kick us off. How would you assess the state of museums at the moment?
Angelina Russo: Thank you very much Antony. I think that museums aren't necessarily what they used to be, and we're currently in the process of sorting out what they will be. We've been working over the past 18 months with three major Australian museums and the Cooper-Hewitt National Design Museum, which is part of the Smithsonian, to explore the impact of social media on museum learning and communication. So what we're looking at is the rise of social media technologies, like Twitter, Facebook, YouTube and Flickr and how these change the relationship between audiences and institutions as people create, upload, combine imagery and text, to create their own types of visits.
Antony Funnell: So I take it from what you're saying there, that I guess the core focus of museums in a way used to be about preservation and education, but that's changing.
Angelina Russo: Sure. Early museums were set up to give people an opportunity to learn about existing cultures and practices, and to explore the impact of technologies. You know, the Great Exhibitions which Louise can talk to you about quite succinctly, were so much part of the 19th century, and they were underpinned by a desire to demonstrate the innovations and developments to ordinary people and they were built on people's curiosity, delivering experiences which were wondrous and extraordinary. And museums built on this curiosity by exhibiting their taxonomical research, often in the form of minerals, astronomy, and the wild and exotic animals. And so that connection between museums and dinosaurs, both physical and metaphorical, was born. And to an extent museums today still struggle with this image of themselves as dusty institutions that you visit on a school trip and return to when you're looking for something to do with the kids on a wet day. And yet funnily enough, whether by force or choice, curiosity remains an integral part of the museum visit.
Antony Funnell: Now Frank Howarth, you've just come back from America, where you talked to people from other international museums. Give us a bit of an idea of the sort of discussions that are going on over there.
Frank Howarth: There were two big issues running around. One was mundane and financial, the impact of the global financial crisis, and that has hit a lot of American museums, much more so than here, but put that one aside.
The other one that was far more interesting to talk about was the R-word, Relevance, and the big debate was, how do we become more relevant? And the sub-set of that one was amongst some of our colleagues, a sort of low-level fear about loss of authority, and is this going to challenge the role of museum expert. How do we maintain our authority positions when moving in to a social media world that is all about debates and forums? I think that's by far the most exciting area of museum development, this duality of museums as authoritative sources of information, in our case things like climate change, and at the same time, provide forums for debates, either on our own websites or on third party social media sites.
Antony Funnell: You're no longer the gatekeepers that you were?
Frank Howarth: No, gatekeeper in the sense of we meted out the information in a way that we thought the audience could digest. You know, we sat on top of the mountain and handed down tablets of wisdom. Now we're managing forums where people will debate, and in many cases will say things we don't actually agree with. It's the whole sort of Wiki commons idea that it's OK for somebody to say something you don't agree with; somebody else will probably come in and correct that. So how do we manage these forums, and the authority?
Antony Funnell: Louise Douglas, at your museum, the National Museum of Australia, how are you managing this change?
Louise Douglas: Museums actually have been quite responsive in the business of communication, and particularly over the last 30 or 40 years in terms of responding to the growth of communication techniques. So one of the ways we have seen that in museums is the introduction of where there were only curators, they were really the only kind of professionals, now of course there's public programs, there's education, there's public affairs, there's marketers, so the whole idea of communicating with our audiences I think has been there for quite some time, and this is something we looked at very closely in the early years of the museum. And we experimented with a number of programs, some web-based, some in the institution. So for example, we have a broadcast studio which was built around the idea that we would have a two-way communication link with our audiences, now we're reviewing exactly how we use the broadcast studio.
We also had some very, very early web-based programs which you would now describe as social media, a program called MyMuseum, where we invited our web visitors to work with content that we provided and create their own kind of programs and mini-exhibitions. So we've been responding I think from the beginning. But I think what's happened is that the speed of change that's happening now is so fast that we've really got to review how organisationally we are ready for this.
Antony Funnell: Now we've gone from the situation where we've had a scarcity of information to an abundance of information. In order to deal with that change and to remain relevant, Frank Howarth, do some museums have to reinvent themselves, and become less generalist in their approach?
Frank Howarth: Yes. There's two things, both the focus of the museum and that's responding to what people want to know about and want to talk about, as distinct to giving them what we think is good for them, and for a natural sciences museum that's been the philosophy for a long time, so we're turning that round.
In terms of less or more, it's interesting. The way we're looking at it at our place, we have about 350,000 people walk through the front door, but we have about 21-million people spending about 4 minutes or more on our websites. So our reach to people in terms of contact hours, however you want to measure it, is vastly higher in the virtual world than it is in the (if I can put it in inverted commas) 'real world', but there's a good duality, they feed off each other, it's not one at the expense of the other.
The harder issue for our staff is moving to a different way of doing things, moving from, say, having very specialist curators who are highly knowledgeable on the small slice of our collections, to people whose primary focus is unlocking the collections and engaging our stories, collections, whatever, with communities. A very different set of skills, and that change is a bit threatening for some people.
Antony Funnell: Louise, is that an issue that you find with staff at your museum?
Louise Douglas: It's really what I was saying before, that we have got to start looking at the roles in the way we describe what it is we expect our staff to do, and one of the great topics of discussion inside our organisation is just that. What does this new way of engaging with and interacting with our audiences, particularly online, and for a national museum the online world is perhaps even more important than for museums such as Frank's who have a very, very large population base, physically co-located with them, we really have a much more sort of abstracted audience in a sense, because we speak to a national audience. Our mandate is to do that.
We're terrific at doing exhibitions, and we're terrific now at doing publications around them. So the old sort of school products are definitely something we can do without thinking about it. But really, doing co-created kind of products, what that means for the role of a curator, the role of an educator, the role of the public programs person, is something that we're addressing at the moment.
Antony Funnell: And presumably, that co-created, that brings us to the whole idea of user-generated content, not just engaging with people online, but accepting that perhaps they have a role in building what is there online, in shaping part of the museum's displays. How do you factor that in effectively?
Frank Howarth: We want to have a play with crowd-curated exhibitions, although that was with a bit 'Let's see what happens and no great expectations'. It can go horribly wrong, in the sense of a crowd can give you a perfectly-formed lowest common denominator that's equally boring to everyone. Or it could come up with something that's really fantastic. But the user-generated content, there's been a couple of spectacular examples where people have thought it went horribly wrong.
The Tate Modern ran a beautiful vodcast of the performance artist Mark Wallinger, who was in an interview lasting about 10 minutes, half the time he was sitting in the chair talking, the other half of the time the footage is of him walking around the Tate in a bear outfit, which he does. Somebody appropriated that YouTube video and put their own voiceover on top of it, a total piss-take of the whole concept of performance art, as if it was coming out of his mouth. That stirred an interesting group of possums at the Tate.
The other one Brooklyn Museum ran some beautiful one-minute videos, they just asked people to make of an experience visiting the Museum. One of them was these three guys who came in wearing black masks and everything, and literally measured up a painting as if they were about to steal it. And that caused the security people at Brooklyn Museum to go berserk. So you take risks, but at the end of the day everybody thought 'Well, what came out of that is better than what was'.
Antony Funnell: And Louise, your perspective?
Louise Douglas: I think we've got to be unafraid and really be open to the creative energy, helping interpret our collections in a way that we perhaps haven't been before. And I think attitudes are shifting within our organisations. I think there is a lot more openness now to the idea that our web visitors of all ages, and clearly one of the big issues for us coming into the future, is the way our audiences are changing from the baby-boomers who are reasonably techno-literate, but a younger generation - this is absolutely what they want to do create their own
Antony Funnell: What about their expectations? I read an article recently that was from the Centre for the Future of Museums, and it talked about what was called the My Culture trend, where young people apparently want their museum experience to be personalised for them, to be a very personal experience, in the same way that social media has given them the ability to personalise their music, say, or their online endeavours.
Louise Douglas: And this is in a way it's not a new idea for museums, or for social history museums in particular, and we in fact started out saying 'Come to our museum and see yourself in our museum'. So the idea of having that personal connection between some aspect of the stories, or the experiences that are in museum exhibitions and programs, is not a new one, but I think the change is that visitors want to create something for themselves out of the material that we have on display or on our websites.
Antony Funnell: Angelina, is that something you've picked up in your research?
Angelina Russo: Yes, absolutely. In July, I was lucky enough to attend a talk, a sold-out talk at the London School of Economics which had the two heavyweights of museum directors. We've got the other heavyweight here of course with Frank. But Nick Serota from the Tate, and Neil McGregor from the British Museum, and they were talking about the museum of the 21st century, and they actually said a couple of things which are quite relevant to our conversation.
One of them had to do with museums looking more towards broadcasters as a sort of role model, if you like, for their future practices. And the other had to do with curators sort of looking to their role as becoming much more like cultural producers, and I think that social media gives us an opportunity to do that, because increasingly, we do give our opinion in very public ways, when someone has a good museum experience, they might upload images to Flicker or a video to YouTube, or they might write a blog post, or Twitter about it.
And each time one person uses this technology to provide their thoughts and express the meaning of their experience, hundreds and possibly thousands depending on how many people they have in their network, receive that update. And so depending on who that person is, their thoughts and opinions can become extremely influential.
And I think that if we're able to actually tap in to that, and look at how we can work with our audiences, to really connect that desire that comes from curiosity, and that the curiosity that's actually built in the way that social media itself operates, then we actually have quite a nice fit between the technology and the collection and then the knowledge institution.
Antony Funnell: Frank, can I just come back to you. You mentioned at the beginning of the program, and then we put it to the side, the financial crisis. How much of an effect has that had on the ambitions of museums to change and to try and do the sorts of things that a couple of years ago they thought they wanted to do in terms of relevancy to future audiences?
Frank Howarth: Well it's forced us to really hone in on the things that have impact, and that demonstrate that relevance, and that means putting (mixing metaphors) putting some sacred cows out to graze. And really putting some things aside, that people said was really, really important, and I think in our case, it's probably shifting more resources into opening up and unlocking and changing the nature of our websites to really adopt Web 2, ways of doing things, and probably cutting back on what some people would have said was core business for a natural sciences museum a few years ago.
The second string is we're becoming much, much more commercial. I think all of us, right around the world in the museum community, realise that unless we're to die a death of a thousand cuts, we need to raise more of our own money, and that comes back to the relevance issue again. We have got to be relevant for people.
Antony Funnell: And Louise, what about co-operation between museums, given money is tight everywhere, are we seeing a focus on trying to do exhibitions together?
Louise Douglas: I think that's been around for some time. It may well accelerate as a principle upon which we have to work, and particularly in the business of bringing international exhibitions to Australia, which is a vastly expensive process. There are certainly discussions on the go about being more cooperative in that regard.
I think the economic situation that we all face is certainly putting an additional pressure on the whole question of how we resolve the deployment of resources inside our institutions. We have to keep doing the conventional things, as Frank has said, the core business has to continue, but it's really about how to perhaps integrate some of these new processes into existing products.
So, for example, with exhibitions, we are now starting to look at the idea with an exhibition we're doing on the History of the Irish in Australia, using social media, using blogging, to help the research process be undertaken for that, and to help identify where there are stories and collections around the country that might form part of that exhibition. So I guess from a resources point of view, we're looking at what are we doing already, that might be more core business products such as exhibitions, and how do we bring social media processes and the idea of co-creation into those development processes?
Antony Funnell: And what's the future for I guess what we know as the blockbuster exhibition?
Frank Howarth: What it means is we get really hard-nosed about the business model for those. And they have to make economic sense. And the lending institutions have got an eye to what they can raise by lending out either whole exhibitions or their collection materials. I don't think we can do a blockbuster in Australia unless it's a partnership with other institutions any more, because the freight costs and the insurance costs are simply too high. But it really takes a very commercial edge, and much more risk management.
Antony Funnell: Now from the stellar if you like, to the particular, and to families and communities. I mean we've seen I think a trend towards the museum as a social space. Is that going to continue?
Angelina Russo: As a social physical space?
Antony Funnell: Yes, that's right.
Angelina Russo: Yes, oh, absolutely, and in fact I think there's evidence to suggest that the global economic downturn has been in fact very good for museums that are free, perhaps not so much those that have an admission charge. But for those that are free, there's certainly been an increase in the ways we see families using museums as social space, as a space to have rich experiences that don't cost anything. So that's a very fundamental point I think, about the way families might be looking at museums as part of their kind of leisure timetable.
Antony Funnell: And, Frank, your experience here? I understand you had experience in California recently along these sorts of lines.
Frank Howarth: Yes, at the Australian Museum, rightly or wrongly we charge entry here in Sydney, and we haven't seen any decline in that as a result of the global financial crisis. The experience in California is the new California Academy of Sciences, which is in any other sense a natural sciences museum in San Francisco, and they now charge $24 a head, and they get 3.2-million visitors in their first year of operation.
Even more than that, every Thursday night they close at 5, reopen at 6, with a minimum age of 21, no kids, they get 2,700 people, they sell out every week, paying $10 a head to come into that place. They have two discos, about 5 bars, the whole museum is open, and I was lucky enough to see that in action a few weeks ago. It's truly fantastic, it's the biggest disco in town, the biggest bar in town, the biggest pick-up joint in town. It's a different sense of relevance, but it's there.
Antony Funnell: Angelina Russo from Swinburne University, now are museums in a very good position to pick up on that social capital if you like, to integrate themselves more into the community's activities?
Angelina Russo: Absolutely. I think they are perfectly positioned, particularly at this moment where technology is finally at a point where we can have these discussions in public in real time. And if we think about the fact that ordinary people like you and me are curious about big issues that affect us, things like climate change, population explosion, conservation, our research indicates that museums are actually well-placed to innovate and explore contemporary issues in partnership with their audiences.
It's like for instance the Environment Minister Peter Garret announced the establishment of the Coral Sea Conservation Zone, just recently. You know some of the questions that I'd be asking around that, is what role do museums research play in that review and will scientific collections institutions be asked to contribute be asked to contribute and will new partnerships and research arise from this assessment and how will this involve ordinary people? The very things that we're all worried about at the moment actually have a spatial temporal history in the museum research records.
Museum Victoria for instance have the water-smart home, which is a website that sort of looks to inspire and educate the public in ways that they can reduce, re-use and re-value water in their daily lives. And it encourages that sort of clustered conversation around how to make decisions to save water. And I think it's a great example of how we can actually tap into the curiosity and the big issues out there in the community, and work in partnership with audiences to actually explore these issues and ensure that that relevance touches us every day.
Louise Douglas: Anthony, most of the museums these days actually frame themselves as a place for debates. The other point I wanted to make about particularly families coming to museums, as part of the broader community, is that somehow we have to offer them experiences that they won't get anywhere else. So a point of debate I think in museums, is the extent to which our exhibitions are filled with screens, and there's a sense in which some parents are starting to feel the screen dominates the home environment so much that they are less inclined to go to institutions where they sense that the screen is paramount.
Frank Howarth: One of the things that's coming true is a statement I saw in I think The Australian newspaper now about six or seven years ago, referring to the hook of the reel, the yin and yang of the virtual and the real, and I strongly believe that the more the world gets virtual, the more families want to see real things, they want to touch real things. We're doing much more where people pick up and engage and touch, and much less of the Don't Touch.
Antony Funnell: Louise and Angelina, let's wrap on that. I mean that idea that people will still want to touch things, that tactile side of museums is still very relevant today.
Louise Douglas: There's an incredible paradox here at work isn't there? I mean as we get more kind of enmeshed in technology, it's actually good for museums, because in fact the idea of something authentic, something real, starts to have much more power and that is something that we really believe is going to sustain us into the future. So I think we're all finding ways to provide much greater access to the physical object, and touching collections is something that now we are just going to have to find ways to make happen.
Antony Funnell: And Angelina?
Angelina Russo: Yes look, having just taken my niece and nephew to the National Gallery on the weekend have them sort of pore over the Egyptian artworks, or at least through the glass, I can absolutely say that wanting to touch the real is still very much part of the experience.
But I have to say that as far as museum professionals go, this is one of the issues that we discuss a fair bit on one of the professional networking sites that we run as part of this particular project which is Museum 3.0 Ning site. And it's interesting to see how different audiences actually respond to that idea of the virtual and the real, and how central that still is an argument whereas when we'd speak with a lot of technologists, we've moved beyond the virtual and the real, it's now about how to make the virtual more accessible, you know, what copyright issues there are, etc. etc. But actually that fundamental concern about being able to access the real, and to embellish or interpret through the virtual, is something that continues to really extend debate around the world.
Antony Funnell: Well Angelina Russo, Louise Douglas and Frank Howarth, thank you very much.
Esta entrevista foi retirada do Future Tence, onde pode ser ouvida na integra.
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Entrevistas
terça-feira, 8 de Setembro de 2009
Projecto MusiBraille

"O projeto MUSIBRAILLE destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes as dos colegas de visão normal", explica Dolores. Com o apoio do Governo Federal Brasileiro e dos governos estaduais será realizado gratuitamente um curso de capacitação para profissionais de educação musical que pretendem trabalhar com músicos e estudantes cegos e criar e manter biblioteca virtual de músicas em Braille.
"O ineditismo do projeto já justifica a sua execução, cabendo destacar que será o primeiro software da língua portuguesa para a transcrição de partituras em Braille, podendo ser adotado por outros países lusofônicos", diz Dolores. A intenção do projeto é melhorar e ampliar as possibilidades do músico cego no mercado de trabalho, incluída aí a atividade de ensino de música em suas múltiplas vertentes e permitir a troca de conhecimento e divulgação de obras por meio de biblioteca musical Braille instalada na página da internet onde o programa ficará disponível para cópia gratuita. A inclusão social é uma das principais resultantes do projeto.
A técnica de Musicografia Braille é uma das principais ferramentas que permitem essa equivalência. Ela foi desenvolvida em 1828 por Louis Braille (Francês), que adaptou a técnica para transcrição de textos também desenvolvida para a transcrição musical. Através desta técnica um texto musical de qualquer complexidade pode ser transcrito para a forma tátil e facilmente assimilado pelos deficientes visuais.
O projeto Musibraille destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes as dos colegas de visão normal. Segundo Dolores, existem poucos programas de computador disponíveis no mercado para transcrição musical em Braille e, para o contexto brasileiro, esses programas estão fora da realidade uma vez que, além de caros, são incompletos e não emulam voz em português, impedindo a disseminação da utilização direta ou como ferramenta de ensino qualificado. "Além disso, como os professores de música não têm conhecimento da Musicografia Braille, recusam os estudantes por julgarem impossível o aprendizado da partitura musical com efetividade."
O Software Musibraille será distribuído nas oficinas de capacitação que serão realizadas em uma Capital de cada uma das regiões geográficas do Brasil. Também será distribuído gratuitamente por meio de página na internet onde os beneficiados, professores, alunos cegos e o público em geral poderão baixar cópia do programa. Além do Software Musibraille, serão distribuídos, no curso de capacitação, o livro em tinta para os professores e o caderno de exercício em braille para o professor aplicar ao aluno cego, ou vice versa.
"Esperamos ter um grande número de pessoas interessadas no curso, tanto para professores de música, quanto para músicos cegos e arte educadores. Queremos com esse projeto darmos a oportunidade para pessoas cegas terem as mesmas ferramentas das pessoas com visão normal, lendo partituras, escrevendo e compondo e mais do que tudo, tendo o ingresso nas Universidades, Faculdades e Conservatórios de Música com igualdade de oportunidades profissionais."
Fonte: Sentidos
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Deficiência Visual,
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DSAI 2009 - International Conference on Software Development for Enhancing Accessibility and Fighting Info-exclusion
De 3 a 5 de Junho decorreu no MSFT - Software para Microcomputadores, Lda., Taguspark, Lisboa, o DSAI 2009 - International Conference on Software Development for Enhancing Accessibility and Fighting Info-exclusion.
O DSAI 2009 teve como principal objectivo contribuir para as Iniciativas Europeias de e-Inclusão, de modo a promover um amplo debate sobre as novas tendências, novas tecnologias e novos suportes projectados para pessoas com necessidades especiais.
Para além disto, esta Conferência Internacional pretendeu contribuir para a criação de sinergias entre entidades públicas e privadas, nomeadamente entre Universidades e empresas.
O comité científico do DSAI 2009 foi formado por investigadores da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e de outras Universidades portuguesas e estrangeiras.

After a successful start with DSAI 2006 and 2007 editions, the International Conference on Software Development for Enhancing Accessibility and Fighting Info-exclusion (DSAI 2009) will take place in June 2009, at the MSFT - Software para Microcomputadores, Lda. - TAGUSPARK - Lisboa - PORTUGAL. Nowadays, Information and Communication Technologies (ICT) play a major role in our lives. However, ICT development which is indifferent to the concerns of social inclusion may raise barriers and increase the gap between the average user and those with special needs, instead of contributing to eliminating this gap and promoting equal rights and opportunities for all. Senior citizens and others with special needs are often faced with multiple minor disabilities that prevent them from enjoying the benefits of technology and higher quality of life standards. According to the UN Convention on the Rights of Persons with Disabilities, technology design should take into account accessibility and usability features for the protection and promotion of the human rights of persons with disabilities, in all policies and programmes.
Building an inclusive society is a key pillar of the i2010 strategy - a European Information Society for growth and jobs. Among many other measures, i2010 targets a European eInclusion initiative for 2008-2009. To achieve this goal there are some actions running, namely:
•EU's Seventh Framework Programme (FP7) for Research and Technological Development will fund research across Europe (2007-2013) and establish the "ICT for Independent Living and Inclusion" research line with two objectives: "ICT and Ageing" and "Accessible and Inclusive ICT";
•Development of a pan-European public services, with the aid of the large-scale pilots under the ICT Policy Support Programme;
•Implementation of the eInclusion initiative including a proposal on eAccessibility legislation and a Ambient Assisted Living flagship to respond to the challenge of an ageing population.
The main DSAI objective this year is to contribute to the European eInclusion initiative with innovations on ICT-based products and services for people with special needs and promotion of accessible technology.
DSAI 2009 objectives
•Provide a space for debate on new tendencies and software projects for populations with special needs;
•Contribute to the creation of synergies among public and private entities, namely Industry and Universities;
•Contribute to increased awareness on Accessibility and Fighting Info-exclusion;
•To share experiences and best practices;
•Contribute to the European eInclusion initiative.
Areas of interest
High quality, original submissions on topics relevant to ICT, Ageing and accessibility are invited. This includes the use of technology by and in support of:
•Individuals with hearing, sight and other sensory impairments;
•Individuals with motor impairments;
•Individuals with memory, learning and cognitive impairments;
•Individuals with multiple impairments;
•Senior citizens .
Submissions should present novel ideas, designs, techniques, systems, tools, evaluations, scientific investigations, methodologies, social issues or policy issues relating to:
•Assistive technologies and ICT services that can improve the daily lives of elderly people;
•Accessibility and usability of mainstream technologies;
•Identification of barriers to technology access that are not addressed by existing research;
•Assistive technologies that improve access to mainstream Computer and Information Technologies;
•Innovative use of mainstream technologies for overcoming access barriers.
Fonte: FEUP e DSAI'09
O DSAI 2009 teve como principal objectivo contribuir para as Iniciativas Europeias de e-Inclusão, de modo a promover um amplo debate sobre as novas tendências, novas tecnologias e novos suportes projectados para pessoas com necessidades especiais.
Para além disto, esta Conferência Internacional pretendeu contribuir para a criação de sinergias entre entidades públicas e privadas, nomeadamente entre Universidades e empresas.
O comité científico do DSAI 2009 foi formado por investigadores da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e de outras Universidades portuguesas e estrangeiras.

After a successful start with DSAI 2006 and 2007 editions, the International Conference on Software Development for Enhancing Accessibility and Fighting Info-exclusion (DSAI 2009) will take place in June 2009, at the MSFT - Software para Microcomputadores, Lda. - TAGUSPARK - Lisboa - PORTUGAL. Nowadays, Information and Communication Technologies (ICT) play a major role in our lives. However, ICT development which is indifferent to the concerns of social inclusion may raise barriers and increase the gap between the average user and those with special needs, instead of contributing to eliminating this gap and promoting equal rights and opportunities for all. Senior citizens and others with special needs are often faced with multiple minor disabilities that prevent them from enjoying the benefits of technology and higher quality of life standards. According to the UN Convention on the Rights of Persons with Disabilities, technology design should take into account accessibility and usability features for the protection and promotion of the human rights of persons with disabilities, in all policies and programmes.
Building an inclusive society is a key pillar of the i2010 strategy - a European Information Society for growth and jobs. Among many other measures, i2010 targets a European eInclusion initiative for 2008-2009. To achieve this goal there are some actions running, namely:
•EU's Seventh Framework Programme (FP7) for Research and Technological Development will fund research across Europe (2007-2013) and establish the "ICT for Independent Living and Inclusion" research line with two objectives: "ICT and Ageing" and "Accessible and Inclusive ICT";
•Development of a pan-European public services, with the aid of the large-scale pilots under the ICT Policy Support Programme;
•Implementation of the eInclusion initiative including a proposal on eAccessibility legislation and a Ambient Assisted Living flagship to respond to the challenge of an ageing population.
The main DSAI objective this year is to contribute to the European eInclusion initiative with innovations on ICT-based products and services for people with special needs and promotion of accessible technology.
DSAI 2009 objectives
•Provide a space for debate on new tendencies and software projects for populations with special needs;
•Contribute to the creation of synergies among public and private entities, namely Industry and Universities;
•Contribute to increased awareness on Accessibility and Fighting Info-exclusion;
•To share experiences and best practices;
•Contribute to the European eInclusion initiative.
Areas of interest
High quality, original submissions on topics relevant to ICT, Ageing and accessibility are invited. This includes the use of technology by and in support of:
•Individuals with hearing, sight and other sensory impairments;
•Individuals with motor impairments;
•Individuals with memory, learning and cognitive impairments;
•Individuals with multiple impairments;
•Senior citizens .
Submissions should present novel ideas, designs, techniques, systems, tools, evaluations, scientific investigations, methodologies, social issues or policy issues relating to:
•Assistive technologies and ICT services that can improve the daily lives of elderly people;
•Accessibility and usability of mainstream technologies;
•Identification of barriers to technology access that are not addressed by existing research;
•Assistive technologies that improve access to mainstream Computer and Information Technologies;
•Innovative use of mainstream technologies for overcoming access barriers.
Fonte: FEUP e DSAI'09
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Eventos
Inclusão pela Arte - Entrevista com a Directora do Instituto Olga Kos


A arte é um valioso agente de inclusão social. Por meio dela, muitas pessoas com deficiência conseguem expressar seus sentimentos, exteriorizar suas emoções, além de por em pratica a sua criatividade. E é com o objetivo de promover estímulo à criatividade e auxiliar na parte motora de pessoas com e sem deficiência intelectual que o Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural, em parceria com a Casa de Cultura de Santo Amaro, desenvolveu e está oferecendo aulas gratuitas de desenho e pintura nas Oficinas de Arte.
De acordo com a diretora operacional do Instituto Olga Kos, Maisa Signor, essa é a primeira vez que as Oficinas de Arte - que fazem parte do projeto "Pintou a Síndrome do Respeito", o qual foi criado pelo Instituto - serão ministradas em uma entidade pertencente ao poder público, no caso, a Secretaria Municipal de Cultura. Até então, as Oficinas eram realizadas exclusivamente em instituições especializadas no atendimento às pessoas com deficiências.
Na entrevista a seguir, Maisa fala sobre o trabalho que o Instituto Olga Kos tem realizado através do projeto "Pintou a Síndrome do Respeito" e de outros projetos criados também com o objetivo de contribuir com a inclusão social de pessoas com deficiência intelectual e destaca a importância da parceria com um órgão do governo.
Quando e com qual objetivo o Instituto Olga Kos foi criado?
El foi fundado em 2007 com o objetivo de resgatar e repassar para a população, a diversidade cultural e artística de nosso país, ampliando o acesso à cultura, principalmente para as pessoas com deficiência intelectual, favorecendo assim a sua inclusão.
Quantas pessoas com deficiência intelectual já foram e são atendidas pelo Instituto?
O programa "Pintou a Síndrome do Respeito" teve início com apenas 18 participantes e hoje são atendidos mais de 260 jovens, somando as oficinas de arte e os esportes.
Quais são os outros projetos que o Olga Kos oferece?
Além do "Pintou a Síndrome do Respeito", que se constitui em uma série de oficinas de arte para este público, divididas em módulos específicos de participação dos artistas plásticos contemplados com os livros de arte, temos também o Resgatando Cultura, uma série de livros de arte contemporâneos sobre a vida e obra de artistas plásticos nacionais e em atividade, que participam diretamente das aulas de artes plásticas para os jovens com deficiência intelectual. Promovemos também a inclusão por meio do esporte como aulas de Karatê para pessoas com deficiência intelectual realizadas em academia conceituada no bairro do Ipiranga em SP. E o Taekwondo com aulas realizadas em academia de artes marciais tradicional do município de Diadema, na região do Grande ABCD, em SP. Além destes dois principais eixos de atuação, o Instituto articula ainda redes de apoio para geração de renda e inclusão no mercado de trabalho, tendo como exemplo mais recente, a realização do I Concurso Público Nacional adaptado para pessoas com deficiência intelectual, em parceria com o CRECI de São Paulo.
Como e por quem esses projetos são elaborados?
Os projetos são elaborados pela equipe do Instituto Olga Kos, e em sua maioria viabilizados pelas leis de incentivo fiscal, como a Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e a Lei de Incentivo ao Esporte.
Como as pessoas podem participar desses projetos?
Os interessados podem procurar o Instituto Olga Kos por meio do site www.institutoolgakos.org.br, do e-mail contato@institutoolgakos.org.br ou ainda pelo telefone (11) 3081-9300 e inscrever-se em um dos programas, de acordo com a região de sua residência. As oficinas de arte do programa "Pintou a Síndrome do Respeito" acontecem atualmente em nove diferentes instituições parceiras.
Todas as oficinas de arte são oferecidas gratuitamente?
Sim, as oficinas são 100% gratuitas.
Como o atendimento com as oficinas do projeto Pintou a Síndrome do Respeito está dividido?
Nas instituições especializadas no atendimento à pessoa com deficiência intelectual, prioriza-se o atendimento aos jovens já matriculados nestas instituições, sendo abertos apenas 10% das vagas para o público externo. Já na Casa de Cultura de Santo Amaro, 100% das vagas são para a comunidade do entorno, tendo ainda a participação de pessoas sem deficiência.
E como se dá no programa de inclusão pelo o esporte?
No programa de inclusão pelo esporte, as inscrições para o Karatê e Taekwondo podem ser feitas pelos contatos do Instituto Olga Kos ou ainda diretamente nas academias credenciadas.
Qual a importância de as oficinas de arte serem ministradas pela primeira vez em parceria com uma entidade pertencente ao poder público?
Acreditamos ser esta a tendência do movimento de inclusão no Brasil: a desinstitucionalização da pessoa com deficiência intelectual. A proposta do Instituto Olga Kos é determinar oportunidades e acessibilidade em ambientes não "deficientes", por exemplo, os equipamentos públicos, da comunidade, freqüentados por pessoas comuns e sem deficiência.
Como a arte pode contribuir para a inclusão de pessoas com deficiência intelectual na sociedade?
Sabemos que atividades manuais, principalmente na área de artes, contribuem efetivamente para o desenvolvimento motor e intelectual de jovens e crianças, com ou sem deficiência intelectual. A atividade artística proporciona uma oportunidade de experienciar outra forma de expressão, que não a verbal, por meio da qual esses jovens e crianças podem mostrar seu conteúdo e sua capacidade. Essa capacidade muitas vezes não aparece em atividades rotineiras, mas pode aparecer na produção artística. A ampliação da possibilidade de auto-expressão possibilita às pessoas com D.I. a experiência prazerosa de auto-realização, pois o resultado da atividade é uma obra de arte, na qual ela pode constatar sua "produção". Nossas oficinas apresentam um extenso conjunto de atividades para as mais diversas faixas etárias, que atende a variados interesses. Baseando-se no princípio do interesse cultural central de cada atividade, nota-se a importância do acesso do público participante a essa prática social que influencia o desenvolvimento pessoal dos indivíduos, trazendo benefícios aos três níveis de desenvolvimento: biológico, psicológico e pessoal. A vivência desses conteúdos no tempo disponível possibilita: a exercitação do corpo, da imaginação, do raciocínio, da habilidade manual, além de estimular o relacionamento social.
Como você analisa o trabalho que o Instituto tem realizado para contribuir com a inclusão social?
Nestes dois anos de atividade, acreditamos que o IOK tenha ultrapassado a proposta de um trabalho apenas social, educativo ou cultural. Trata-se hoje de uma mobilização social para preencher a escassez de políticas públicas voltadas para a questão da inclusão de pessoas com deficiência intelectual no país. Espera-se continuar favorecendo ações comunitárias com o estímulo adequado à vivência em coletividade, a solidariedade e o respeito às diferenças na perspectiva da superação do individualismo, promovendo possibilidades para que os próprios atendidos possam juntos apropriar-se dos espaços sociais, como autores de suas histórias de vida e das transformações nos territórios a que pertencem.
Fonte: http://sentidos.uol.com.br
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Entrevistas,
Programas
Arts, Culture and Blindness

This book explores one of the most powerful myths in modern society: the myth that blind people are incapable of understanding and creating visual arts. In its pages, it explores case studies of blind adults and children, and interviews with art teachers …
Through this enquiry, it aims to contribute not only to an understanding of the pedagogy of the visual arts and education, but also to a consideration of the cultural understanding of myths about blindness and disability in contemporary society, and how education is affected by these systems of belief.
Arts, Culture and Blindness is the first book to present a single study of adult and child art students actually participating in courses in universities and schools for the blind. In doing so it delves into the topic of the culture of education and society and its affects on an understanding of blindness and the visual arts. Furthermore, through an analysis of individual and group behaviour, the book also introduces a new cultural model for studying blindness and disability, investigates the social influences on the nature of blindness and the treatment of people who are blind, and examines the influences that have affected the self belief of blind students and the way they create art.
Fonte: http://www.blindnessandarts.com/
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Bibliografia,
Deficiência Visual
Ratificação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e Protocolo Opcional - Comunicado da Associação Portuguesa de Deficientes
Foi hoje(30-07-2009) ratificada a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e respectivo Protocolo Opcional.
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência é o primeiro instrumento de direitos humanos do século XXI, o primeiro a ser elaborado com a participação activa dos cidadãos a quem se dirige, negociado em tempo recorde e recolheu, no dia de abertura, um número considerável de assinaturas por parte dos Estados Membros.
Esta Convenção surge porque ao longo dos tempos se foi detectando que as pessoas com deficiência eram praticamente “invisíveis” no sistema de direitos humanos das Nações Unidas. Para outros grupos, tais como mulheres e crianças que, no passado, experimentaram o mesmo tipo de “invisibilidade” foram desenvolvidas convenções temáticas de direitos humanos, conduzindo à aprovação, por exemplo, da Convenção sobre os Direitos da Criança e Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher.
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência reflecte a linguagem, visão e mundividência deste grupo. A sua assinatura e ratificação pelos Estados Membros (Estado Português) significam que estes deverão proceder a alterações profundas na estrutura da sociedade e na doutrina jurídica promotora da inclusão social.
Lisboa, 30 de Julho de 2009
Contacto: Joaquim Cardoso – 21988328/ 917200765
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência é o primeiro instrumento de direitos humanos do século XXI, o primeiro a ser elaborado com a participação activa dos cidadãos a quem se dirige, negociado em tempo recorde e recolheu, no dia de abertura, um número considerável de assinaturas por parte dos Estados Membros.
Esta Convenção surge porque ao longo dos tempos se foi detectando que as pessoas com deficiência eram praticamente “invisíveis” no sistema de direitos humanos das Nações Unidas. Para outros grupos, tais como mulheres e crianças que, no passado, experimentaram o mesmo tipo de “invisibilidade” foram desenvolvidas convenções temáticas de direitos humanos, conduzindo à aprovação, por exemplo, da Convenção sobre os Direitos da Criança e Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher.
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência reflecte a linguagem, visão e mundividência deste grupo. A sua assinatura e ratificação pelos Estados Membros (Estado Português) significam que estes deverão proceder a alterações profundas na estrutura da sociedade e na doutrina jurídica promotora da inclusão social.
Lisboa, 30 de Julho de 2009
Contacto: Joaquim Cardoso – 21988328/ 917200765
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Legislação
Programação do Museu do Papel Moeda para escolas
O Museu do Papel Moeda, este ano lectivo, decidiu implementar uma forma de divulgação diferente das tradicionais newsletters informativas... Foi criado um pequeno filme de cerca de 4 minutos onde se destacam algumas das actividades que poderão ser realizadas pelo Serviço de Educação. Este filme, encontra-se alojado no blog do Museu.
segunda-feira, 7 de Setembro de 2009
Comunicado de Imprensa - ACAPO denuncia incumprimento por canais televisivos
Press release: ACAPO DENUNCIA INCUMPRIMENTOS POR CANAIS TELEVISIVOS
A ACAPO, Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, apresentou queixa junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, denunciando o incumprimento, por parte dos operadores de televisão, do Plano Plurianual de obrigações em matéria de acessibilidade à televisão, pelo facto de estes não fazerem a locução em português de peças informativas em que os intervenientes se exprimem em língua estrangeira, e ainda por não estarem a cumprir a meta de uma hora e meia semanal de áudio-descrição em programas de ficção e documentários emitidos em canal aberto no período entre as 20h00 e as 02h00. Ambas as obrigações constam do Plano Plurianual em Matéria de Acessibilidade à Televisão, aprovado pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social, e que entrou em vigor, com carácter obrigatório, no passado dia 1 de Julho. Ao fim de dois meses os dirigentes da ACAPO constatam com espanto e indignação que os operadores de televisão nada fizeram para cumprir as suas obrigações nesta matéria. Cumprir estas obrigações assume, para as pessoas cegas e com baixa visão, uma extrema relevância, na medida em que lhes garante o direito de livre acesso, em condições de igualdade, à informação, formação, entretenimento e cultura. Além disso, e só a título de exemplo, a locução em Português das falas em língua estrangeira dos intervenientes em peças inseridas nos serviços de notícias beneficia ainda uma significativa faixa da população portuguesa (cerca de 20%), incluindo-se aqui também as pessoas com idade avançada, com problemas em seguir a legendagem, iliteracia, ou simplesmente o comum cidadão que, nos seus afazeres domésticos, não está, por mais que queira, inteiramente disponível para seguir as legendas.
Desde a entrada em vigor do Plano Plurianual de obrigações para os operadores televisivos em matéria de acessibilidades, a ACAPO tentou agendar reuniões de trabalho e cooperação com os diversos canais, não tendo ainda logrado obter qualquer resposta satisfatória. No caso da RTP e da TVI, nem sequer ainda foi marcada qualquer reunião.
O Plano Plurianual de Obrigações em Matéria de Acessibilidade à Televisão foi aprovado pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social a 28 de Abril do corrente, tendo entrado em vigor a 1 de Julho de 2009. O seu cumprimento por parte dos canais televisivos é obrigatório, como resulta do art.º 34.º da Lei 27/2007 (Lei da Televisão).
A ACAPO fez ainda chegar a mesma queixa ao Provedor do Telespectador da RTP, dadas as responsabilidades acrescidas que cabem nesta matéria ao operador do serviço público de televisão.
Fonte: ACAPO
A ACAPO, Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, apresentou queixa junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, denunciando o incumprimento, por parte dos operadores de televisão, do Plano Plurianual de obrigações em matéria de acessibilidade à televisão, pelo facto de estes não fazerem a locução em português de peças informativas em que os intervenientes se exprimem em língua estrangeira, e ainda por não estarem a cumprir a meta de uma hora e meia semanal de áudio-descrição em programas de ficção e documentários emitidos em canal aberto no período entre as 20h00 e as 02h00. Ambas as obrigações constam do Plano Plurianual em Matéria de Acessibilidade à Televisão, aprovado pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social, e que entrou em vigor, com carácter obrigatório, no passado dia 1 de Julho. Ao fim de dois meses os dirigentes da ACAPO constatam com espanto e indignação que os operadores de televisão nada fizeram para cumprir as suas obrigações nesta matéria. Cumprir estas obrigações assume, para as pessoas cegas e com baixa visão, uma extrema relevância, na medida em que lhes garante o direito de livre acesso, em condições de igualdade, à informação, formação, entretenimento e cultura. Além disso, e só a título de exemplo, a locução em Português das falas em língua estrangeira dos intervenientes em peças inseridas nos serviços de notícias beneficia ainda uma significativa faixa da população portuguesa (cerca de 20%), incluindo-se aqui também as pessoas com idade avançada, com problemas em seguir a legendagem, iliteracia, ou simplesmente o comum cidadão que, nos seus afazeres domésticos, não está, por mais que queira, inteiramente disponível para seguir as legendas.
Desde a entrada em vigor do Plano Plurianual de obrigações para os operadores televisivos em matéria de acessibilidades, a ACAPO tentou agendar reuniões de trabalho e cooperação com os diversos canais, não tendo ainda logrado obter qualquer resposta satisfatória. No caso da RTP e da TVI, nem sequer ainda foi marcada qualquer reunião.
O Plano Plurianual de Obrigações em Matéria de Acessibilidade à Televisão foi aprovado pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social a 28 de Abril do corrente, tendo entrado em vigor a 1 de Julho de 2009. O seu cumprimento por parte dos canais televisivos é obrigatório, como resulta do art.º 34.º da Lei 27/2007 (Lei da Televisão).
A ACAPO fez ainda chegar a mesma queixa ao Provedor do Telespectador da RTP, dadas as responsabilidades acrescidas que cabem nesta matéria ao operador do serviço público de televisão.
Fonte: ACAPO
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Deficiência Visual
Como comunicar com pessoas surdocegas

Qualquer pessoa que possa escrever letras MAIÚSCULAS, pode imediatamente usar o alfabecto indicado comunicando com a maior parte das pessoas surdocegas.
Traços, setas e números indcam a direcção, sequência e número de pancadas.
Escreva só na área da palma da mão.
Não tente juntar as letras.
Quando quiser escrever NÚMEROS, faça um ponto na base da palma da mão, é o sinal de que vai passar a escrever números.
Tradução de um folheto do Helen Keller National Center(New York)
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Deficiência Auditiva,
Deficiência Visual
Como lidar com a diferença?

(créditos da imagem: Jean Braz da Costa | Jacqueline Mayumi Matsushita | Amanda Meincke Melo)
Muitas pessoas não deficientes ficam confusas quando encontram uma pessoa com deficiência. Isso é natural. Todos nós podemos nos sentir desconfortáveis diante do "diferente". Esse desconforto diminui e pode até mesmo desaparecer quando existem muitas oportunidades de convivência entre pessoas deficientes e não deficientes.
Não faça de conta que a deficiência não existe. Se você se relacionar com uma pessoa deficiente como se ela não tivesse uma deficiência, você vai estar ignorando uma característica muito importante dela. Dessa forma, você não estará se relacionando com ela, mas com outra pessoa, uma que você inventou, que não é real.
Aceite a deficiência. Ela existe e você precisa levá-la na sua devida consideração. Não subestime as possibilidades, nem super estime as dificuldades e vice-versa.
As pessoas com deficiência têm o direito, podem e querem tomar suas próprias decisões e assumir a responsabilidade por suas escolhas.
Ter uma deficiência não faz com que uma pessoa seja melhor ou pior do que uma pessoa não deficiente.
Provavelmente, por causa da deficiência, essa pessoa pode ter dificuldade para realizar algumas actividades e, por outro lado, poderá ter extrema habilidade para fazer outras coisas. Exactamente como todo mundo.
A maioria das pessoas com deficiência não se importa de responder a perguntas, principalmente aquelas feitas por crianças, a respeito da sua deficiência e como ela realiza algumas tarefas. Mas, se você não tem muita intimidade com a pessoa, evite fazer muitas perguntas muito íntimas.
Quando quiser alguma informação de uma pessoa deficiente, dirija-se directamente a ela e não a seus acompanhantes ou intérpretes.
Sempre que quiser ajudar, ofereça ajuda. Sempre espere sua oferta ser aceite, antes de ajudar. Sempre pergunte a forma mais adequada para fazê-lo. Mas não se ofenda se seu oferecimento for recusado. Pois, nem sempre, as pessoas com deficiência precisam de auxílio. Às vezes, uma determinada actividade pode ser mais bem desenvolvida sem assistência.
Se você não se sentir confortável ou seguro para fazer alguma coisa solicitada por uma pessoa deficiente, sinta-se livre para recusar. Neste caso, seria conveniente procurar outra pessoa que possa ajudar.
As pessoas com deficiência são pessoas como você. Têm os mesmos direitos, os mesmos sentimentos, os mesmos receios, os mesmos sonhos.
Você não deve ter receio de fazer ou dizer alguma coisa errada. Se ocorrer alguma situação embaraçosa, uma boa dose de delicadeza, sinceridade e bom humor nunca falham.
Pessoas cegas ou com deficiência visual
Nem sempre as pessoas cegas ou com deficiência visual precisam de ajuda, mas se encontrar alguma que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela, para isso pode por exemplo tocar-lhe levemente no braço, e ofereça seu auxílio. Nunca ajude sem perguntar antes como deve fazê-lo.
Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando.
É sempre bom você avisar, antecipadamente, a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e obstáculos em geral durante o trajecto.
Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.
Para ajudar uma pessoa cega a sentar-se, você deve guiá-la até a cadeira e colocar a mão dela sobre o encosto da cadeira, informando se esta tem braço ou não. Deixe que a pessoa sente-se sozinha.
Ao explicar direcções para uma pessoa cega, seja o mais claro e específico possível, de preferência, indique as distâncias em metros ("uns vinte metros a sua frente").
Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que a pessoa tenha, também, uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal.
Por mais tentador que seja acariciar um cão-guia, lembre-se de que esses cães têm a responsabilidade de guiar um dono que não enxerga. O cão nunca deve ser distraído do seu dever de guia.
As pessoas cegas ou com visão sub normal são como você, só que não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração que você trata todas as pessoas.
No convívio social ou profissional, não exclua as pessoas com deficiência visual das actividades normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar.
Proporcione às pessoas cegas ou com deficiência visual a mesma chance que você tem de ter sucesso ou de falhar.
Fique a vontade para usar palavras como "veja" e "olhe". As pessoas cegas as usam com naturalidade.
Quando for embora, avise sempre o deficiente visual.
Lembre-se que nem sempre um cego é colega de outro cego.
Estudante cego
Os estudantes com deficiência visual não têm a mesma possibilidade que os seus colegas em tirar apontamentos das aulas, recorrendo à gravação. Caso o docente se oponha, deverá fornecer atempadamente, ao estudante, elementos referentes ao conteúdo de cada aula.<
Nas aulas deverão ser evitados termos como "isto" ou "aquilo", uma vez que não têm significado para um estudante que não vê.
Quando utilizar o quadro, o docente deverá ler o que escreveu para que, ao ouvir a gravação da aula, o estudante tenha a noção do que foi escrito.
Se usar transparências o docente poderá proceder do seguinte modo:
antes do início da aula fornecer ao estudante uma cópia em Braille (ou em caracteres ampliados ou mesmo em suporte digital), e se isso não for possível, fornecer no final uma cópia;
Durante a apresentação identificar e ler o conteúdo da transparência.
Quando recorrer a quadros, figuras ou slides deverá descrever o seu conteúdo. Alguns estudantes que não nasceram cegos, que ainda conservam algum resíduo visual, têm uma memória residual de objectos, figuras, etc.
Pessoas surdocegas
Ao aproximar-se de um surdocego deixe que se aperceba, com um simples toque, da sua presença.
Qualquer que seja o meio de comunicação adoptado faça-o gentilmente.
Combine com ele um sinal para que ele o identifique.
Aprenda e use qualquer que seja o método de comunicação que ele saiba, mesmo que elementar. se houver um método saiba mesmo que elementar.
Se houver um método mais adequado que lhe possa ser útil ajude-o a aprender.
Tenha a certeza de que ele o está a perceber e que você também o está a perceber a ele.
Encoraje-o a usar a fala se ele conseguir mesmo que ele saiba apenas algumas palavras.
Se estiverem outras pessoas presentes avise-o quando for apropriado para ele falar.
Avise-o sempre do que o rodeia.
Informe-o sempre de quando se vai embora, mesmo que seja por um curto espaço de tempo. Assegure-se que fica confortável e em segurança. Se não estiver vai precisar de algo para se apoiar durante a sua ausência, coloque a mão dele no que servirá de apoio. Nunca o deixe sozinho num ambiente que não lhe seja familiar.
Mantenha-se próximo dele para que ele se aperceba da sua presença.
Ao andar deixe-o apoiar-se no braço, nunca o empurre à sua frente.
Utilize sinais simples para o avisar da presença de escadas, uma porta ou um carro.
Um surdocego que esteja a apoiar-se no seu braço aperceber-se-á de qualquer mudança do seu andar.
Confie na sua cortesia, consideração e senso comum. Serão de esperar algumas dificuldades na comunicação.
Pessoas com deficiência física
É importante saber que para uma pessoa sentada é incómodo ficar olhando para cima por muito tempo, portanto, ao conversar por mais tempo que alguns minutos com uma pessoa que usa cadeira de rodas, se for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível.
A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Agarrar ou apoiar-se na cadeira de rodas é como agarrar ou apoiar-se numa pessoa sentada numa cadeira comum. Isso muitas vezes é simpático, se vocês forem amigos, mas não deve ser feito se vocês não se conhecem.
Nunca movimente a cadeira de rodas sem antes pedir permissão para a pessoa.
Empurrar uma pessoa em cadeira de rodas não é como empurrar um carrinho de supermercado. Quando estiver empurrando uma pessoa sentada numa cadeira de rodas e parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.
Ao empurrar uma pessoa em cadeira de rodas, faça-o com cuidado. Preste atenção para não bater nas pessoas que caminham à frente. Para subir degraus, incline a cadeira para trás para levantar as rodinhas da frente e apoiá-las sobre a elevação. Para descer um degrau, é mais seguro fazê-lo de marcha à ré, sempre apoiando para que a descida seja sem solavancos. Para subir ou descer mais de um degrau em sequência, será melhor pedir a ajuda de mais uma pessoa.
Se você estiver acompanhando uma pessoa deficiente que anda devagar, com auxílio ou não de aparelhos ou bengalas, procure acompanhar o passo dela.
Mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa deficiente.
Se achar que ela está em dificuldades, ofereça ajuda e, caso seja aceite, pergunte como deve fazê-lo. As pessoas têm suas técnicas pessoais para subir escadas, por exemplo, e, às vezes, uma tentativa de ajuda inadequada pode até mesmo atrapalhar. Outras vezes, a ajuda é essencial. Pergunte e saberá como agir e não se ofenda se a ajuda for recusada.
Se você presenciar um tombo de uma pessoa com deficiência, ofereça ajuda imediatamente. Mas nunca ajude sem perguntar se e como deve fazê-lo.
Esteja atento para a existência de barreiras arquitectónicas quando for escolher uma casa, restaurante, teatro ou qualquer outro local que queira visitar com uma pessoa com deficiência física.
Pessoas com paralisia cerebral podem ter dificuldades para andar, podem fazer movimentos involuntários com pernas e braços e podem apresentar expressões estranhas no rosto. Não se intimide com isso. São pessoas comuns como você. Geralmente, têm inteligência normal ou, às vezes, até acima da média.
Se a pessoa tiver dificuldade na fala e você não compreender imediatamente o que ela está dizendo, peça para que repita. Pessoas com dificuldades desse tipo não se incomodam de repetir se necessário para que se façam entender.
Não se acanhe em usar palavras como "andar" e "correr". As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras.
Pessoas com paralesia cerebral
Quando você encontrar um Paralisado Cerebral, lembre-se que ele tem necessidades específicas, por causa de suas diferenças individuais. Para lidar com esta pessoa, temos as seguintes sugestões:
É muito importante respeitar o ritmo do PC, usualmente ele é mais vagaroso no que faz, como andar, falar, pegar as coisas, etc.
Tenha paciência ao ouvi-lo, a maioria tem dificuldade na fala. Há pessoas que confundem esta dificuldade e o ritmo lento com deficiência mental.
Não trate o PC como uma criança ou incapaz.
Lembre-se que o PC não é um portador de doença grave ou contagiosa, a paralisia cerebral é fruto da lesão cerebral, ocasionada antes, durante ou após o nascimento, causando desordem sobre os controles dos músculos do corpo. Portanto, não é doença e tampouco transmissível. É uma situação.
Trate a pessoa com deficiência com a mesma consideração e respeito que você usa com as demais pessoas.
Pessoas surdas ou com deficiência auditiva
Não é correcto dizer que alguém é surdo-mudo. Muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Muitas fazem a leitura labial, outras não.
Quando quiser falar com uma pessoa surda, se ela não estiver prestando atenção em você, acene para ela ou toque, levemente, em seu braço.
Quando estiver conversando com uma pessoa surda, fale de maneira clara, pronunciando bem as palavras, mas não exagere. Use a sua velocidade normal, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar.
Use um tom normal de voz, a não ser que lhe peçam para falar mais alto. Gritar nunca adianta.
Fale directamente com a pessoa, não de lado ou atrás dela.
Faça com que a sua boca esteja bem visível. Gesticular ou segurar algo em frente à boca torna impossível a leitura labial. Usar bigode também atrapalha.
Quando falar com uma pessoa surda, tente ficar num lugar iluminado. Evite ficar contra a luz (de uma janela, por exemplo), pois isso dificulta ver o seu rosto.
Se você souber alguma linguagem de sinais, tente usá-la. Se a pessoa surda tiver dificuldade em entender, avisará. De modo geral, suas tentativas serão apreciadas e estimuladas.
Seja expressivo ao falar. Como as pessoas surdas não podem ouvir mudanças subtis de tom de voz que indicam sentimentos de alegria, tristeza, sarcasmo ou seriedade, as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo serão excelentes indicações do que você quer dizer.
Enquanto estiver conversando, mantenha sempre contacto visual, se você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou.
Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Se tiver dificuldade para compreender o que ela está dizendo, não se acanhe em pedir para que repita. Geralmente, as pessoas surdas não se incomodam de repetir quantas vezes for preciso para que sejam entendidas.
Se for necessário, comunique-se através de bilhetes. O importante é se comunicar. O método não é tão importante.
Quando a pessoa surda estiver acompanhada de um intérprete, dirija-se à pessoa surda, não ao intérprete.
Algumas pessoas mudas preferem a comunicação escrita, algumas usam linguagem em código e outras preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Talvez você tenha que se encarregar de grande parte da conversa.
Tente lembrar que a comunicação é importante. Você pode ir tentando com perguntas cuja resposta seja sim/não. Se possível ajude a pessoa muda a encontrar a palavra certa, assim ela não precisará de tanto esforço para passar sua mensagem. Mas não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar sua conversa.
Pessoas com deficiência mental
Você deve agir naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência mental.
Trate-as com respeito e consideração. Se for uma criança, trate como criança. Se for adolescente, trate-a como adolescente. Se for uma pessoa adulta, trate-a como tal.
Não as ignore. Cumprimente e despeça-se delas normalmente, como faria com qualquer pessoa.
Dê atenção a elas, converse e vai ver como será divertido. Seja natural, diga palavras amistosas.
Não super proteja. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for realmente necessário.
Não subestime sua inteligência. As pessoas com deficiência mental levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais.
Lembre-se: o respeito está em primeiro lugar e só existe quando há troca de ideias, informações e vontades. Por maior que seja a deficiência, lembre-se da eficiência da pessoa que ali está.
As pessoas com deficiência mental, geralmente, são muito carinhosas.
Deficiência mental não deve ser confundida com doença mental.
Se você chegou até aqui, certamente se importa com o assunto. A maior barreira não é arquitectónica, mas a falta de informação e pré conceitos.
Informação disponível em: http://www.prodam.sp.gov.br/acess/ e http://www.mbonline.com.br/cedipod/index.htm
Fonte: LerParaVer
Creative Industries and the Region: Relationships between Places, Local and Regional Policies and Creative Production
Creative Industries and the Region: Relationships between Places, Local and Regional Policies and Creative Production
University of Birmingham - England | 23 September 2009 to 24 September 2009
The third seminar will explore the relationship between creative industries and regional policies. In particular we would welcome papers which address the following questions: Do creative industries need policy support? Do local and regional policies make a difference to the development of creative industries? At what geographical level should policy and support initiatives be implemented? How should regional policy be integrated with national policy? What are the best policy tools to support creative industries? To what extent economic development policies are sufficient? What about international policy? How and to what extent supporting creative industries foster regional economic development?
Fonte: http://www.ifacca.org/events/2009/09/23/creative-industries-and-region-relationships-betwe/
University of Birmingham - England | 23 September 2009 to 24 September 2009
The third seminar will explore the relationship between creative industries and regional policies. In particular we would welcome papers which address the following questions: Do creative industries need policy support? Do local and regional policies make a difference to the development of creative industries? At what geographical level should policy and support initiatives be implemented? How should regional policy be integrated with national policy? What are the best policy tools to support creative industries? To what extent economic development policies are sufficient? What about international policy? How and to what extent supporting creative industries foster regional economic development?
Fonte: http://www.ifacca.org/events/2009/09/23/creative-industries-and-region-relationships-betwe/
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Eventos
Second World Culture Forum

With 500 guests from various European countries, the 2nd WORLD CULTURE FORUM will take place in Dresden from October 8th-10th, 2009.
The Concept
The WORLD CULTURE FORUM is committed to the establishment of a healthy balance between the six facets of our culture, defined as: science, art, politics, religion, economics and media. For this reason, the WORLD CULTURE FORUM condemns the domination of any single cultural area, as it threatens our cultural balance and livelyhood.
The Main Objective of the 2nd WORLD CULTURE FORUM
The founding symposium for the WORLD CULTURE FORUM in 2007 established the predominence of economics in the cultural sphere. Especially in industrialized countries, the goal of creating and quantifying “measurable values” prevails. In issue number 31 of Spiegel, Professor Kurt Biedenkopf described this phenomenon as the “fetish of growth” and pointed out that has yet to be established whether our quality of life is necessarily increased by more economic progress.
The current world economic crisis shows, however, that we need new objectives, i.e., goals with substance that we can work on together.
Is the World Economic Crisis simultaneously a Cultural Crisis?
Our ambition is to create a „culture in balance”, an equal coexistence of mental, cultural,
religious and artistic values in addition to economical mindset
Experience first hand, how representatives from the disciplines of Religion (f.i.Mrs Dr. Petra Bahr, official cultural representative of the Evangelical Church of Germany or Aiman A. Mazyek, Secretary general Zentralrat of the Muslims in Germany), Economics (f.i. Dr. Gerhard Prätorius, Leader coordination CSR and lastingness, Volkswagen corporation or Prof. Dr. Dr. Radermacher, President federal federation for economic support and foreign economy), Politics (Prof. Dr. Kurt Biedenkopf, former minister president or Bernd Neumann, State minister for culture and media), science (f.i. Prof. Dr.Erwin Laszlo, Club of Budapest or Prof. Dr. Günter Faltin, FU Berlin, Entrepreneurship) and art (f.i. Prof. Dr. Dr. Hermann Rauhe, Honorary president universtity for music and theater Hamburg or Clown Antoschka World Parliament of Clowns ) develop a new image for the future and issue the first „WCF Culture Award“ .
Program
Thursday, October 8th 2009
5:00 p.m. – 5:40 p.m. Solitaries, Introduction 2nd WORLD CULTURE FORUM
5:45 p.m. – 6:00 p.m. Introduction, Frank Richter, Director Saxony land headquarters for political education
6:00 p.m. – 7:30 p.m. Prelude presentations Concerns, visions of the WCF
7:30 p.m.–10:00 p.m. Opening reception by the prime minister of Saxony
Friday, October 9th 2009
9:00 p.m.–11:00 p.m. Culture in Balance Corporate Social Responsibility and Corporate Citizenship (WORLD CULTURE FORUM)
9:30 a.m.–3:30 p.m. Young Forum „Are you as I see you?" How German, Polish and Czech youth learn from one another.”
11:30 a.m.–1:00 p.m. Potentiality of the European City (Goethe Insitut, cultural senat in Saxony, Kulturwissenschaftliches Institut Essen)
11:30 a.m.–1:00 p.m. Family as a center of culture understanding (Europäische Wirtschafts- und Sprachakademie)
11:00 a.m.–3:00 p.m. Campus-Workshop: “You look different today” (Fachhochschule Kufstein)
2:00 p.m.–3:30 p.m. Iconoclasm and symbolism war The new visibility of religion in Europe (Evangelical Church in Germany)
4:00 p.m.–6:00 p.m. World economy Intercultural balance as a key topic
8:00 p.m.–10:00 p.m. Lounge-evening World Parliament of Clowns (not in all tickets included)
8:00 p.m.–11:00 p.m. Lounge-evening – get together with music program Artist promotion of the FORUM TIBERIUS
Saturday, October 10th 2009
9:00 a.m.–10:30 a.m. Management by Music The role of musical education in the construction of urban identity (Prof. Dr. Hermann Rauhe/WCF)
9:00 a. m.–10:30 a. m. Chances of the demographic change Palais im Großen Garten
9:00 a.m.–10:30 a.m. Club of Budapest,Worldshift Network
11:00 a.m.–12:30 a.m. Creative Cities (WCF)
11:00 a.m.–12:30 a.m. The construction of Mosques and Synagogues (Central Council of Jews in Germany and Central Council of Muslims in Germany)
11:00 a.m.–12:30 a.m. Workshop Responsibility of communal actors in society and politics for the progression in Europe
1:30 p.m.–3:00 p.m. Creating the future with intelligence or stupidity (World Parliament of Clowns)
1:30 p.m.–3:00 p.m. Culture Education
1:30 – 3:00 p.m. Media, capital assets or cultural treasures?
3:30 – 5:00 p.m. "Culture lead" Management-Competence to the creating and leading of cultural institutions in Europe of morning (Egon Zehnder Int.)
3:30 – 5:00 p.m. The democratic beehive.
6:00 p.m.–7:30 p.m. Closing panel Results of the Youth Forum, Results of the Campus-Workshop and Evaluation of the 2nd WORLD CULTURE FORUM
8:30 p.m.–10:30 p.m. Closing reception Award ceremony of the ideas competition and the first WCF Culture Awardceremony
Fonte: http://www.wcf-dresden.de/index.php?ILNK=Konferenzen_Europaeischer_Kongress&iL=2&PHPSESSID=ac35e746eb67731bd87e33467f27d5bd
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Eventos
quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
Relatório sobre a Conformidade dos Sítios da Administração Pública na Internet
A UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, publicou no seu site o relatório feito em Fevereiro de 2008 sobre o Estado da acessibilidade dos conteúdos da Web dos sites da Administração Pública:
"Relatório sobre a Conformidade dos Sítios da Administração Pública na Internet com o Nível ŒA¹ das Web Content Accessibility Guidelines 1.0 do W3C: Avaliação por amostragem." (213 KB), UMIC Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP, Fevereiro de 2008.
(para consultar basta clicar)
"Relatório sobre a Conformidade dos Sítios da Administração Pública na Internet com o Nível ŒA¹ das Web Content Accessibility Guidelines 1.0 do W3C: Avaliação por amostragem." (213 KB), UMIC Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP, Fevereiro de 2008.
(para consultar basta clicar)
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Bibliografia
Feria de la Creación Escénica Contemporánea


De 28 de Setembro a 2 de Outubro irá realizar-se, em Huesca - Espanha, a Feria de la Creación Escénica Contemporánea.
Creatividad Contemporánea para Superar la Crisis
La Feria de la Creación Escénica Contemporánea tendrá lugar del 28 de Septiembre al 2 de Octubre en el Palacio de Congresos de Huesca y los espacios escénicos de la ciudad.
La Feria de Huesca presenta a los profesionales de las artes escénicas nacionales e internacionales propuestas creativas e innovadoras situadas en el centro de las soluciones a la crisis.
En la Feria de Huesca encontrarás:
* 30 espectáculos en vivo de la danza y el teatro contemporáneo más innovador de España e internacional
* Jornadas de debate internacional: “Razones para programar danza y teatro contemporáneo en tiempos de crisis”
* Talleres para compañías y programadores: “Coproducciones para el desarrollo”, “Buenas prácticas en las Redes”, “Giras en Latinoamérica”.
Reuniones de redes y circuitos: Asamblea de la Red de Teatros Públicos, reunión de la Red de Ferias - COFAE, reunión de la Red Aragonesa de Artes Escénicas ….
* Zona de stands y encuentros. El recientemente inaugurado Palacio de Congresos alberga con comodidad la zona de stands y encuentro (casi 1000 metros cuadrados de espacio expositivo con todos los adelantos tecnológicos)
* Infraestructuras escénicas de primer nivel. El Palacio de Congresos ofrece también un escenario muy adecuado para espectáculos de gran formato. A este debemos añadir el recientemente rehabilitado teatro Olimpia y los ya conocidos teatro Salesianos y teatro del Matadero. Al margen de estos cuatro espacios se programan intervenciones en espacios alternativos y no convencionales.
Te invitamos a Huesca a conocer de primera mano la creatividad que encierran las artes escénicas contemporáneas.
Fonte: http://www.feriadeteatroydanza.com/es/noticias/
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Eventos
Objects - What Matters? Technology, Value and Social Change

Está a decorrer a conferência internacional "Objects - What Matters? Technology, Value and Social Change " na Universidade de Manchester.
Para mais informação clique aqui!
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Eventos
sexta-feira, 24 de Julho de 2009
MuseumNext

Programa:
Thursday, 22 October 2009
Great North Museum, Newcastle upon Tyne
17.30 – 18.00: Registration
Collect your delegate pack and network with the other attendees.
18.00 – 18.45: MuseumNext
A short introduction followed by a presentation by facilitators Nina Simon and Jim Richardson on exciting participatory design projects from around the world.
18.45 – 19.15: Interactive introductions
Get to know the people around you with an introductory game.
19.15 – 19.45: Buffet supper
19.45 – 20.30: Pitches and Questions
Attendees who have been selected to pitch an idea to the MuseumNext audience take to the stage, each will present their ‘wild idea’ in five minutes and a maximum of twenty slides.
20.30 – 21.30: Start work
Attendees form informal groups around the ‘wild ideas’ pitched in the previous session to brainstorm how these ideas could become reality.
21.30 – 22.30: Open Idea Sharing
Whole group discussion and sharing of new ideas generated through the working session. Creation of unconference schedule.
22.30 – 23.00: Night at the Museum
A chance to network with the other delegates.
23.00: Close for the evening
Friday, 23 October 2009
Centre for Life, Newcastle upon Tyne
8.30 – 9.00: Tea & Coffee
9.00 – 10.00: Participatory Design from Outside
Presentation by Nina Simon on design frameworks for participatory museum design.
10.00 – 11.00: Unconference sessions
A choice of unconference sessions (led by attendees) on topics pertaining to participatory museum experiences, innovation, and successfully implementing new ideas.
11.00: Coffee break
11.15 - 13.00: Unconference sessions
A choice of unconference sessions (led by attendees) on topics pertaining to participatory museum experiences, innovation, and successfully implementing new ideas.
13.00 – 13.30: Buffet lunch
13.30 – 15.15: Back to work
The groups will continue to develop the project ideas from the previous days pitches and brainstorming, ready to present these back to the rest of the attendees.
15.15 – 15.30: Coffee break
15.30 – 16.30: Presentations
Each group will present back what they have developed over the course of MuseumNext.
16.30 – 17.00: Closing address
17.00: Close
Please note: Food and drink will be provided for you at the venues on both days, all included in your ticket.
Para mais informações: http://www.museumnext.org/
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Eventos
Cães-guia

Ao que parece ainda há muitas dúvidas quanto à permissão de entrada de cães-guia em museus. Por isso, venho relembrar a todos que a sua entrada é permitida! E está atestada na lei:
* Decreto-Lei N.º 74/2007
* Decreto-Lei 118/99
* Diploma 314/2003
Além disso, ficam alguns conselhos:
- Nunca se deve distrair um cão-guia (ele está a trabalhar!).
- Um cego guiado por um cão-guia deve ser considerado como uma pessoa independente; a melhor maneira de o ajudar é respeitá-lo como tal.
- Não deve sentir medo de um cão-guia, não tenha o seu cão solto quando se aproximar de uma dupla cego/cão-guia. Pode provocar um acidente.
- Nunca toque no arnês de um cão-guia. Só o seu utilizador o deve fazer.
- O cão-guia tem uma boa saúde e não transmite doenças.
- Se um cego lhe pedir ajuda com um cão guia, aproxime-se pelo lado direito de maneira que o cão guia fique a esquerda. Então ele ordenará que o cão guia o siga ou lhe pedirá o cotovelo esquerdo (não o segure pelo braço).
- Quando se dirigir a uma pessoa cega acompanhada de um cão guia, fale diretamente com ela e não com o cão.
- Não ofereça alimentos. O cão guia tem horário certo para comer.
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Deficiência Visual
Mind's Eye Tours

O Museu Guggenheim de Nova Iorque oferece visitas gratuitas para pessoas amblíopes, cegas e surdas:
MIND'S EYE: Free Programs for Partially Sighted, Blind, and Deaf Visitors
Join Guggenheim Museum educators Georgia Krantz, Guthrie Nutter, and Ellen Edelman for a tour, discussion, and private reception. Separate programs are presented through Verbal Imaging, touch, and American Sign Language (ASL).*
Mind's Eye Tours
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Deficiência Auditiva,
Deficiência Visual
quarta-feira, 22 de Julho de 2009
II Jornadas de Formação, Autismo e Inclusão
Evento organizado pela APPDA - Associação Portuguesa para as Pertubações do Desenvolvimento e Autismo, Lisboa
Destinatários
Familiares das crianças com Perturbações do Espectro do Autismo e Docentes, técnicos e auxiliares das Unidades de Ensino Estruturado dos Agrupamentos pelo Centro de Recursos para a Inclusão.
PROGRAMA
7 DE SETEMBRO DE 2009
9h00 - Sessão de abertura
Entidades a convidar
Presidente da APPDA-Lisboa
Prof.Dra. Isabel Cottinelli Telmo
9h30 Diagnóstico e Genética - Prof.Dra. Pilar Levy(a confirmar)
10h15 Apoiar a inclusão - Dr. Pedro Soares – Técnico de Serviço Social da APPDA-Lisboa
10h30 Esclarecimento de dúvidas
10h45 Pausa
11h00 Apresentação do projecto Ajudautismo VII - Dra. Rita Soares, APPDA-Lisboa
11 h45 Metodologia de intervenção no ensino estruturado - Dra. Sofia Pedrosa
12h Almoço
14h00 Metodologias complementares de intervenção - Dra. Ana Gouveia,APPDA - Lisboa
14h30 Psicomotriciade - Dra. Helena Sousa, APPDA-Lisboa
14h45 Terapia da fala e autismo - Dra. Ana Margarida Morgado – Terapeuta da Fala
15h00 Plano Individual de Transição - Dra. Rita Soares, APPDA-Lisboa
15h15 Esclarecimento de dúvidas
15h30 Intervenção na área das Artes - Arq.Sílvia Perloiro
15h45 Intervenção na área da Música - Prof. Rui Pais
16h00 Autismo na 1ª pessoa - Pedro Caré
16h15 Banda da APPDA-Lisboa
Ficha de Inscrição e demais informação disponível em http://www.redesolidaria.org.pt/eventos/jornadasappdalx.doc
Destinatários
Familiares das crianças com Perturbações do Espectro do Autismo e Docentes, técnicos e auxiliares das Unidades de Ensino Estruturado dos Agrupamentos pelo Centro de Recursos para a Inclusão.
PROGRAMA
7 DE SETEMBRO DE 2009
9h00 - Sessão de abertura
Entidades a convidar
Presidente da APPDA-Lisboa
Prof.Dra. Isabel Cottinelli Telmo
9h30 Diagnóstico e Genética - Prof.Dra. Pilar Levy(a confirmar)
10h15 Apoiar a inclusão - Dr. Pedro Soares – Técnico de Serviço Social da APPDA-Lisboa
10h30 Esclarecimento de dúvidas
10h45 Pausa
11h00 Apresentação do projecto Ajudautismo VII - Dra. Rita Soares, APPDA-Lisboa
11 h45 Metodologia de intervenção no ensino estruturado - Dra. Sofia Pedrosa
12h Almoço
14h00 Metodologias complementares de intervenção - Dra. Ana Gouveia,APPDA - Lisboa
14h30 Psicomotriciade - Dra. Helena Sousa, APPDA-Lisboa
14h45 Terapia da fala e autismo - Dra. Ana Margarida Morgado – Terapeuta da Fala
15h00 Plano Individual de Transição - Dra. Rita Soares, APPDA-Lisboa
15h15 Esclarecimento de dúvidas
15h30 Intervenção na área das Artes - Arq.Sílvia Perloiro
15h45 Intervenção na área da Música - Prof. Rui Pais
16h00 Autismo na 1ª pessoa - Pedro Caré
16h15 Banda da APPDA-Lisboa
Ficha de Inscrição e demais informação disponível em http://www.redesolidaria.org.pt/eventos/jornadasappdalx.doc
quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Magazine Consigo
No passado dia 5 de Julho no programa Magazine Consigo apresentou o Centro de Monumentos Nacionais de França que desenvolveu um kit com o qual pretende levar às pessoas cegas ou com baixa visão os vitrais da catedral de Sainte Chapelle.
Destacou, ainda, uma portuguesa a fazer tese de Mestrado na área da acessibilidade Web. Ela explica, na primeira pessoa, o que anda a procurar resolver com o seu trabalho de investigação.
Para assistir ao vídeo clique aqui!
Destacou, ainda, uma portuguesa a fazer tese de Mestrado na área da acessibilidade Web. Ela explica, na primeira pessoa, o que anda a procurar resolver com o seu trabalho de investigação.
Para assistir ao vídeo clique aqui!
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Deficiência Visual,
Programas,
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Avaliação de acessibilidade de sites

Serviços de validação de sites acessíveis, pelo W3C:
Serviço de validação de CSS - para testar clique aqui!
Serviço de validação de HTML / XH TML - para testar clique aqui!
Escreva o endereço do site que pretende consultar e obtenha rapidamente uma avaliação.
Se estiver acessível poderá identificar o site:

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Avaliação
II Fórum Ibérico de Museologia da Educação - A herança educativa em Portugal e Espanha: entre esperanças e incertezas
O Fórum destina-se a todos as pessoas implicadas na preservação e estudo da herança educativa, em Portugal e Espanha, investigadores, estudantes (de licenciatura, mestrado e doutoramento), a conservadores e técnicos superiores de museus, a professores de qualquer nível de ensino, a técnicos e responsáveis autárquicos dos domínios da educação e da cultura, que tenham a conservação da herança educativa e a museologia como centro de interesse, de estudo ou de preocupação.
Após a realização do I Fórum Ibérico de Museologia da Educação, Museísmo pedagóxico en España e Portugal: itinerários, experiências e perspectivas, Santiago de Compostela, Novembro de 2001 e a assinatura da Declaração de Compostela seria de esperar um desenvolvimento e reforço das acções então em curso. Porém, contextos e dificuldades diversas marcaram estes últimos oito anos, marcados por esperanças mas também por incertezas e frustrações.
É num clima de dificuldades acrescidas, em que os gastos com os bens culturais correm o risco de ser considerados supérfluos, que nos arrojamos a reiniciar o debate então encetado sobre os caminhos da museologia ibérica.
Objectivos
Apesar do reconhecimento e interesse social crescente pela herança educativa, o estudo e conservação dos diversos patrimónios que a constituem enfrentam dificuldades. Por esse facto o II Fórum definiu como objectivos:
* analisar o contexto legal que enquadra a museologia em ambos os Estados;
* reflectir sobre a relação entre Museologia e História da Educação;
* dar início a uma análise comparativa sobre o património escolar edificado;
* promover a apresentação de estudos sobre aspectos da cultura material escolar;
* estimular a apresentação de projectos, iniciativas e experiências realizadas ou em curso, que possam servir de estímulo a outras pessoas ou entidades.
Pretende-se, com a realização do II Fórum Ibérico de Museologia da Educação, criar um espaço de debate e reflexão, incentivador de iniciativas e promotor da presença dos dois países nas redes internacionais de museologia escolar.
Data: 25 a 27 de Setembro
Local: Instituto Politécnico de Viana de Castelo
Mais info.:http://www.fime2009.ipvc.pt/index.php?section=27
Após a realização do I Fórum Ibérico de Museologia da Educação, Museísmo pedagóxico en España e Portugal: itinerários, experiências e perspectivas, Santiago de Compostela, Novembro de 2001 e a assinatura da Declaração de Compostela seria de esperar um desenvolvimento e reforço das acções então em curso. Porém, contextos e dificuldades diversas marcaram estes últimos oito anos, marcados por esperanças mas também por incertezas e frustrações.
É num clima de dificuldades acrescidas, em que os gastos com os bens culturais correm o risco de ser considerados supérfluos, que nos arrojamos a reiniciar o debate então encetado sobre os caminhos da museologia ibérica.
Objectivos
Apesar do reconhecimento e interesse social crescente pela herança educativa, o estudo e conservação dos diversos patrimónios que a constituem enfrentam dificuldades. Por esse facto o II Fórum definiu como objectivos:
* analisar o contexto legal que enquadra a museologia em ambos os Estados;
* reflectir sobre a relação entre Museologia e História da Educação;
* dar início a uma análise comparativa sobre o património escolar edificado;
* promover a apresentação de estudos sobre aspectos da cultura material escolar;
* estimular a apresentação de projectos, iniciativas e experiências realizadas ou em curso, que possam servir de estímulo a outras pessoas ou entidades.
Pretende-se, com a realização do II Fórum Ibérico de Museologia da Educação, criar um espaço de debate e reflexão, incentivador de iniciativas e promotor da presença dos dois países nas redes internacionais de museologia escolar.
Data: 25 a 27 de Setembro
Local: Instituto Politécnico de Viana de Castelo
Mais info.:http://www.fime2009.ipvc.pt/index.php?section=27
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Eventos
quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Museu do Papel Moeda: a re-territorialização de um novo paradigma na educação
Durante este ano o Museu do Papel Moeda envolveu-se com várias instituições circunvizinhas (Escola Garcia de Orta, Escola Manoel de Oliviera, Projecto Acreditar, Associação Somos Nós, Contrato Local de Desenvolvimento Social de Aldoar e Escola Segunda Oportunidade de Matosinhos), desenvolvendo um trabalho de inclusão social muito importante.
Trabalho esse que foi apresentado na Second International Conference on the Inclusive Museum em Brisbane, Austrália. Nesse âmbito, foi realizado um pequeno filme que documenta o processo, e que já se encontra no canal da conferência no Youtube.
(o filme está em inglês uma vez que se destina à conferência referida)
Trabalho esse que foi apresentado na Second International Conference on the Inclusive Museum em Brisbane, Austrália. Nesse âmbito, foi realizado um pequeno filme que documenta o processo, e que já se encontra no canal da conferência no Youtube.
(o filme está em inglês uma vez que se destina à conferência referida)
terça-feira, 14 de Julho de 2009
Programa Campo de Férias - Esfera Inclusiva
Aproveito para fazer a divulgação e deixar a sugestão à Esfera Inclusiva de incluir instituições culturais nas suas actividades e aos Museus do Seixal para iniciarem contactos e darem propostas aliciantes para estas crianças e jovens! Afinal, ver museus, participar em actividades e oficinas também pode ser uma mais valia para todas as crianças e jovens!

A Associação Esfera Inclusiva vem por este meio informar Vossas Excelências que irá realizar durante o mês de Setembro de 2009 o Programa “Campo de Férias – Esfera Inclusiva”. Este programa consiste na realização de uma colónia de férias inclusiva para crianças e jovens com necessidades especiais, a realizar entre 1 e 4 de Setembro de 2009.

A Associação Esfera Inclusiva vem por este meio informar Vossas Excelências que irá realizar durante o mês de Setembro de 2009 o Programa “Campo de Férias – Esfera Inclusiva”. Este programa consiste na realização de uma colónia de férias inclusiva para crianças e jovens com necessidades especiais, a realizar entre 1 e 4 de Setembro de 2009.
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Eventos
Deficientes visuais têm agora novo acordo ortográfico em Braille
Enquanto lia alguma informação sobre o novo acordo ortográfico surgiu-me uma dúvida... E os cegos?! O novo acordo não implica "apenas" mudanças na nossa escrita, irá, obrigatoriamente, transformar a escrita em Braille.
Passei algum tempo na Internet há procura de respostas, artigos... Mas curiosamente não encontrei nada sobre o assunto... É como se em Portugal ainda ninguém se tivesse lembrado disso... Ou pelo menos não lhe tenha atribuído importância suficiente para divulgar o tema.
Felizmente, já é um assunto muito debatido no Brasil, e podemos encontrar informação sobre esta questão. Entre vários artigos encontrei um vídeo que me parece interessante:
Passei algum tempo na Internet há procura de respostas, artigos... Mas curiosamente não encontrei nada sobre o assunto... É como se em Portugal ainda ninguém se tivesse lembrado disso... Ou pelo menos não lhe tenha atribuído importância suficiente para divulgar o tema.
Felizmente, já é um assunto muito debatido no Brasil, e podemos encontrar informação sobre esta questão. Entre vários artigos encontrei um vídeo que me parece interessante:
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segunda-feira, 13 de Julho de 2009
Creating a Museum Accessibility Program
Um exemplo - Deborah Cardin do Jewish Museum, explica como o museu construiu uma equipa para trabalhar a acessibilidade.
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Encompassing the Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII

Na próxima 5ª-feira, dia 16, abrirá ao público a exposição "Encompassing the Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII", no Museu Nacional de Arte Antiga.
Pensando nos públicos com deficiência/ necessidades especiais foi feito um acordo entre o Museu e a DGIDC para a realização de um roteiro em Braille. O roteiro é composto por uma introdução à exposição com a referência aos diversos núcleos e a peças em destaque, planta da exposição com localização das peças em destaque e fichas das peças em destaque (relevo, descrição e informação). Para a abertura da exposição só foi possível fazer 3 exemplares com as plantas e a reprodução de uma pintura em relevo mas em finais de Julho ou meados de Setembro o roteiro estará completo e haverá mais 7 exemplares (total de 10).
Os exemplares estarão disponíveis na entrada principal do Museu (9 de Abril) e da Exposição (3º Piso) para consulta.
As peças escolhidas pertencem à colecção do Museu e estão expostas em permanência. Assim, quando a exposição terminar, a capa, introdução e planta serão substituidas por informação e planta do Museu permitindo que o trabalho inicado na exposição possa ter continuidade.
As tabelas das peças em destaque também foram passadas a Braille para haver referência no espaço da exposição.
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sexta-feira, 10 de Julho de 2009
Foundation Handicap Tourisme: cap vers de noveaux horizons

O CEFPI - Centro de Educação e Formação Integrada da Vilarinha (Porto) encontra-se na organização de um programa inovador.
Pessoas com deficiência provenientes de Itália, Espanha, França e Portugal uniram-se num programa cultural que visa o aprofundamento das ofertas turisticas de várias cidades tendo em conta factores de inserção profissional.
Este programa tem como objectivos a reflexão nas áreas da restauração, hotelaria e turismo cultural e de animação no que diz respeito à sua abertura a pessoas deficientes e, também, a análise das possíveis saídas profissionais nestes sectores.
O grupo será composto por 9 elementos que estarão a visitar a área metropolitana do Porto, de 12 a 16 de Outubro.
O pré-programa inclui visitas de trabalho ao Museu do Papel Moeda, ao Museu de Serralves, à Casa da Música e ao Palácio da Bolsa. Bem como, viagem de barco pelo Rio Douro e visitas a instituições hoteleiras e ao Instituto Politécnico de Vila do Conde...
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Convention on the Rights of Persons with Disabilities and its Optional Protocol
O texto que se segue é uma pequena síntese da "Convention on the Rights of Persons with Disabilities and its Optional Protocol", para ter acesso à informação completa deverá consultar: www.un.org/disabilities ou www.ohchr.org
Why a Convention?A response to an overlooked development challenge: approximately 10% of the world’s population are persons with disabilities (over 650 million persons). Approximately 80% of whom live in developing countries
A response to the fact that although pre-existing human rights conventions offer considerable potential to promote and protect the rights of persons with disabilities, this potential was not being tapped. Persons with disabilities continued being denied their human rights and were kept on the margins of society in all parts of the world. The Convention sets out the legal obligations on States to promote and protect the rights of persons with disabilities. It does not create new rights.
Purpose of Convention (Article 1)To promote, protect and ensure the full and equal enjoyment of all human rights and fundamental freedoms by all persons with disabilities, and to promote respect for their inherent dignity
What is unique about the Convention?Both a development and a human rights instrument
A policy instrument which is cross-disability and cross-sectoral
Legally bindingA Paradigm ShiftThe Convention marks a ‘paradigm shift’ in attitudes and approaches to persons with disabilities.
Persons with disabilities are not viewed as "objects" of charity, medical treatment and social protection; rather as "subjects" with rights, who are capable of claiming those rights and making decisions for their lives based on their free and informed consent as well as being active members of society. The Convention gives universal recognition to the dignity of persons with disabilities.
What is Disability? The Convention does not explicitly define disability
Preamble of Convention states:
‘Disability is an evolving concept, and that disability results from the interaction between persons with impairments and attitudinal and environmental barriers that hinders full and effective participation in society on an equal basis with others’Article 1 of the Convention states:
‘Persons with disabilities include those who have long-term physical, mental, intellectual or sensory impairments which in interaction with various barriers may hinder their full and effective participation in society on an equal basis with others’.
Disability results from an interaction between a non-inclusive society and individuals:
Person using a wheelchair might have difficulties gaining employment not because of the wheelchair, but because there are environmental barriers such as inaccessible buses or staircases which impede access
Person with extreme near-sightedness who does not have access to corrective lenses may not be able to perform daily tasks. This same person with prescription eyeglasses would be able to perform all tasks without problems.
Convention Terminology
YES: ‘persons with disabilities’
NO: ‘handicapped’ / ‘physically or mentally challenged’
Note: Preferences for terminology among persons with disabilities and among geographic regions may vary. The individual wishes of persons with disabilities should be respected as much as possible.
General Principles (Article 3)Respect for inherent dignity, individual autonomy including the freedom to make one’s own choices, and independence of persons
Non-discrimination
Full and effective participation and inclusion in society
Respect for difference and acceptance of persons with disabilities as part of human diversity and humanity
Equality of opportunity
Accessibility
Equality between men and women
Respect for the evolving capacities of children with disabilities and respect for the right of children with disabilities to preserve their identities General
Principles: Participation and InclusionParticipation is important to correctly identify specific needs, and to empower the individual
Full and effective participation and inclusion in society is recognized in the Convention as:
A general principle (article 3)
A general obligation (article 4)
A right (articles 29 and 30)
General Principles: Non-discriminationFundamental principle of international human rights law
Includes direct and indirect discrimination
reasonable accommodation must be made for persons with disabilities
reasonable accommodation: ‘necessary and appropriate modification and adjustments not imposing a disproportionate or undue burden, where needed in a particular case, to ensure to persons with disabilities the enjoyment or exercise on an equal basis with others of all human rights and fundamental freedoms’
General Principles: AccessibilityImportant as a means to empowerment and inclusion
Both a general principle and a stand-alone article (article 9)
Access must be ensured to:
Justice (article 13)
Living independently and being included in the community (article 19)
Information and communication services (article 21)
Education (article 24)
Health (article 25)
Habilitation and rehabilitation (article 26)
Work and employment (article 27) - human resource policies and practices
Adequate standard of living and social protection (article 28)
Participation in political and social life (article 29)
Participation in cultural life, recreation, leisure and sport (article 30)
International Cooperation (Article 32)
International cooperation, including international development programmes should be inclusive of, and accessible to, persons with disabilities
Focus is on mainstreaming disability into all development activities, though disability specific measures may be necessary to ‘accelerate or achieve de facto equality of persons with disabilities'. (Article 5)
Millennium Development Goals will not be achieved if persons with disabilities are not included
Protecting and Promoting Human Rights with Limited Resources
International human rights law recognizes the limitations on resources
Limitations on resources is not an excuse to delay implementation
Limited resources have to be prioritized according to reasonable and objective criteria and funding must be proportional
Strategies for effective use of limited resources:
Target low-cost programmes
Target people in the most marginalized situations
Be non-discriminatory
Draw on international cooperation
Include persons with disabilities in all stages
How accessible are the activities of my organization?
Every aspect of an organization’s activities must be analyzed to ensure accessibility and inclusion. A few examples:
Do we require our partners/grantees to have policies and practices in place to ensure inclusion of persons with disabilities?
Do we collect data on the number of persons with disabilities which benefit from our development activities?
Do we design our development projects and programmes to ensure that persons with disabilities can participate and benefit?
And many others…
How accessible is my organization?
A thorough analysis of every aspect of an organization must be is necessary to ensure accessibility and inclusion. Just a few examples:Are our human resource policies and practices accessible?
Do we have policies ensuring that the recruitment process is accessible to persons with different disabilities?
Do we have policies and resources which ensure that provision of reasonable accommodation, allowing persons with disabilities to work in our organization?
Are our information and communication systems accessible?
Is our website accessible?
Is sign language interpretation available?
Are documents available in Braille?
Are our physical facilities accessible?
Are our buildings, office spaces, facilities accessible?
Monitoring and Implementation
All activities must include the participation of persons with disabilities: ‘Nothing about us without us’
Conclusion
The challenge of implementing the Convention is now!
Need for training, capacity building, awareness raising, good practices collection and validation, knowledge management
Need to mainstream disability in all development activities
Need for implementation of Convention principles in the internal operations of organizations
Need to include persons with disabilities in all stages of implementation, and build capacity of organizations of persons with disabilities to do so
Why a Convention?A response to an overlooked development challenge: approximately 10% of the world’s population are persons with disabilities (over 650 million persons). Approximately 80% of whom live in developing countries
A response to the fact that although pre-existing human rights conventions offer considerable potential to promote and protect the rights of persons with disabilities, this potential was not being tapped. Persons with disabilities continued being denied their human rights and were kept on the margins of society in all parts of the world. The Convention sets out the legal obligations on States to promote and protect the rights of persons with disabilities. It does not create new rights.
Purpose of Convention (Article 1)To promote, protect and ensure the full and equal enjoyment of all human rights and fundamental freedoms by all persons with disabilities, and to promote respect for their inherent dignity
What is unique about the Convention?Both a development and a human rights instrument
A policy instrument which is cross-disability and cross-sectoral
Legally bindingA Paradigm ShiftThe Convention marks a ‘paradigm shift’ in attitudes and approaches to persons with disabilities.
Persons with disabilities are not viewed as "objects" of charity, medical treatment and social protection; rather as "subjects" with rights, who are capable of claiming those rights and making decisions for their lives based on their free and informed consent as well as being active members of society. The Convention gives universal recognition to the dignity of persons with disabilities.
What is Disability? The Convention does not explicitly define disability
Preamble of Convention states:
‘Disability is an evolving concept, and that disability results from the interaction between persons with impairments and attitudinal and environmental barriers that hinders full and effective participation in society on an equal basis with others’Article 1 of the Convention states:
‘Persons with disabilities include those who have long-term physical, mental, intellectual or sensory impairments which in interaction with various barriers may hinder their full and effective participation in society on an equal basis with others’.
Disability results from an interaction between a non-inclusive society and individuals:
Person using a wheelchair might have difficulties gaining employment not because of the wheelchair, but because there are environmental barriers such as inaccessible buses or staircases which impede access
Person with extreme near-sightedness who does not have access to corrective lenses may not be able to perform daily tasks. This same person with prescription eyeglasses would be able to perform all tasks without problems.
Convention Terminology
YES: ‘persons with disabilities’
NO: ‘handicapped’ / ‘physically or mentally challenged’
Note: Preferences for terminology among persons with disabilities and among geographic regions may vary. The individual wishes of persons with disabilities should be respected as much as possible.
General Principles (Article 3)Respect for inherent dignity, individual autonomy including the freedom to make one’s own choices, and independence of persons
Non-discrimination
Full and effective participation and inclusion in society
Respect for difference and acceptance of persons with disabilities as part of human diversity and humanity
Equality of opportunity
Accessibility
Equality between men and women
Respect for the evolving capacities of children with disabilities and respect for the right of children with disabilities to preserve their identities General
Principles: Participation and InclusionParticipation is important to correctly identify specific needs, and to empower the individual
Full and effective participation and inclusion in society is recognized in the Convention as:
A general principle (article 3)
A general obligation (article 4)
A right (articles 29 and 30)
General Principles: Non-discriminationFundamental principle of international human rights law
Includes direct and indirect discrimination
reasonable accommodation must be made for persons with disabilities
reasonable accommodation: ‘necessary and appropriate modification and adjustments not imposing a disproportionate or undue burden, where needed in a particular case, to ensure to persons with disabilities the enjoyment or exercise on an equal basis with others of all human rights and fundamental freedoms’
General Principles: AccessibilityImportant as a means to empowerment and inclusion
Both a general principle and a stand-alone article (article 9)
Access must be ensured to:
Justice (article 13)
Living independently and being included in the community (article 19)
Information and communication services (article 21)
Education (article 24)
Health (article 25)
Habilitation and rehabilitation (article 26)
Work and employment (article 27) - human resource policies and practices
Adequate standard of living and social protection (article 28)
Participation in political and social life (article 29)
Participation in cultural life, recreation, leisure and sport (article 30)
International Cooperation (Article 32)
International cooperation, including international development programmes should be inclusive of, and accessible to, persons with disabilities
Focus is on mainstreaming disability into all development activities, though disability specific measures may be necessary to ‘accelerate or achieve de facto equality of persons with disabilities'. (Article 5)
Millennium Development Goals will not be achieved if persons with disabilities are not included
Protecting and Promoting Human Rights with Limited Resources
International human rights law recognizes the limitations on resources
Limitations on resources is not an excuse to delay implementation
Limited resources have to be prioritized according to reasonable and objective criteria and funding must be proportional
Strategies for effective use of limited resources:
Target low-cost programmes
Target people in the most marginalized situations
Be non-discriminatory
Draw on international cooperation
Include persons with disabilities in all stages
How accessible are the activities of my organization?
Every aspect of an organization’s activities must be analyzed to ensure accessibility and inclusion. A few examples:
Do we require our partners/grantees to have policies and practices in place to ensure inclusion of persons with disabilities?
Do we collect data on the number of persons with disabilities which benefit from our development activities?
Do we design our development projects and programmes to ensure that persons with disabilities can participate and benefit?
And many others…
How accessible is my organization?
A thorough analysis of every aspect of an organization must be is necessary to ensure accessibility and inclusion. Just a few examples:Are our human resource policies and practices accessible?
Do we have policies ensuring that the recruitment process is accessible to persons with different disabilities?
Do we have policies and resources which ensure that provision of reasonable accommodation, allowing persons with disabilities to work in our organization?
Are our information and communication systems accessible?
Is our website accessible?
Is sign language interpretation available?
Are documents available in Braille?
Are our physical facilities accessible?
Are our buildings, office spaces, facilities accessible?
Monitoring and Implementation
All activities must include the participation of persons with disabilities: ‘Nothing about us without us’
Conclusion
The challenge of implementing the Convention is now!
Need for training, capacity building, awareness raising, good practices collection and validation, knowledge management
Need to mainstream disability in all development activities
Need for implementation of Convention principles in the internal operations of organizations
Need to include persons with disabilities in all stages of implementation, and build capacity of organizations of persons with disabilities to do so
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A Arte e as Novas Tecnologias
Encontrei este pequeno artigo que me despertou o interesse e decidi partilhar convosco:
A arte e as novas tecnologias
Se tivéssemos que escolher duas maneiras para destacar Portugal de outros países, uma delas seria pelos descobrimentos aonde cruzámos os Oceanos com as nossas caravelas de uma maneira corajosa, a outra será pelos seus grandes eventos como a Expo98, Euro2004, Porto Capital Europeia da Cultura, entre outros, onde se esbanjou dinheiro sem olhar a meios.
Depois de enumerar alguns gastos de Euros que bem contabilizados iriam para o livro de recordes do Guinness esperamos então viver num país dos mais desenvolvidos do mundo aonde a igualdades de direitos é para todos, bem como o acesso à cultura.
Infelizmente esta não é a realidade, apenas 20 dos 120 museus portugueses "têm projectos em curso" para pessoas com deficiência , tais como exposições complementadas com audioguias ou escritos em Braille, instalações com rampas ou elevadores e materiais pedagógicos específicos , afirmou o IPM (Instituto Português de Museus).
Mas a acessibilidade aos museus Portugueses deve começar pelo seu exterior, mais propriamente pelos acessos, transportes públicos que devem ser todos acessíveis; via pública e por fim o seu espaço circundante; agora no que diz respeito a facilitar o acesso ao interior, de uma pessoa com mobilidade reduzida, devem estar equipados com elevadores ou então com plataformas elevatórias e para as pessoas invisuais todos os museus devem ter orientações colocadas no chão, bem como informações escritas em Braille, mas aqui as novas tecnologias podem ser uma grande valia com os “audioguias” que permitirão visitas explicadas e autónomas com o tempo ou ritmo gerido pelo próprio utilizador.
O “audioguia”, para não entrar em equipamentos específicos para tal, pode ser um equipamento completamente banal baseado no desenho universal como por exemplo um leitor de MP3 ou MP4 este último iria facilitar a descrição das peças às pessoas surdas porque já suporta a imagem o que permite a visualização da língua gestual.
Mas ainda, para uma perfeita actualização dos museus no seu interior as peças em exposição devem estar colocadas de forma a que um cidadão possa utilizar o tacto para melhor sentir o que está exposto, presumo que tal só será possível em museus recentes e em exposições que permitam o contacto entre a obra de arte e o homem.
Agora todo este equipamento suportado por um site de apoio que permitisse o acesso em qualquer lugar do mundo e a qualquer pessoa e que fosse unicamente direccionado para esta temática podíamos saber que transporte usar, que percurso utilizar, o que está exposto e por fim que material/equipamento tinha para usufruir de uma mobilidade perfeita nos museus Portugueses.
Tudo o que acima referi também se aplica às salas de espectáculos (teatro e cinema), embora neste caso não existam dados concretos em relação ao número de salas acessíveis.
Todos nós sabemos que cinemas e teatros estão longe de cumprir o Decreto-Lei 163/06, artº 2º nº2 alínea m) no que concerne ao âmbito de aplicação das normas técnicas de acessibilidade dos museus, teatros, cinemas, salas de congressos e conferências e bibliotecas públicas, bem como outros edifícios ou instalações destinados a actividades recreativas e sócio-culturais. E nos casos em que existe alguns locais acessíveis, estes não se encontram bem colocados. Normalmente situam-se em locais que não permitem uma perfeita visualização ou audição do espectáculo em exibição.
Convém ainda referir que neste tipo de eventos as novas tecnologias podem ser utilizadas de forma eficaz, mais propriamente com a audiodescrição, que propriamente dita consiste na descrição da envolvência do palco e restantes elementos em exibição, sendo toda esta informação fornecida através de auscultadores sem fios. Para que todos os cidadãos sintam o prazer do espectáculo.
Infelizmente vamos indicar uma das últimas grandes construções que representa o expoente máximo da descriminação social na arte em Portugal que é a “A Casa da Música”, a sua entrada não foi construída a pensar na diversidade humana, começando aí a descriminação, pois nem todos podem entrar pela escadaria principal, de facto tem um elevador lateral que mais não é do que uma forma de camuflar a gravíssima falha de acessibilidade. Esta é uma prova provada de que há uma entrada para uns e outra para outros. E é este o edifício que irá representar Portugal na área das artes por muitos e longos anos podendo ao mesmo tempo tornar-se uma vergonha nacional na área da acessibilidade.
Nesta sociedade contemporânea cada vez mais bem informada e consequentemente mais exigente obriga-nos a olhar para tudo e para todos para que possamos ter visitas autónomas nos museus e salas de espectáculos.
Fonte: http://www.euroacessibilidade.com/acessibilidade07.htm
A arte e as novas tecnologias
Se tivéssemos que escolher duas maneiras para destacar Portugal de outros países, uma delas seria pelos descobrimentos aonde cruzámos os Oceanos com as nossas caravelas de uma maneira corajosa, a outra será pelos seus grandes eventos como a Expo98, Euro2004, Porto Capital Europeia da Cultura, entre outros, onde se esbanjou dinheiro sem olhar a meios.
Depois de enumerar alguns gastos de Euros que bem contabilizados iriam para o livro de recordes do Guinness esperamos então viver num país dos mais desenvolvidos do mundo aonde a igualdades de direitos é para todos, bem como o acesso à cultura.
Infelizmente esta não é a realidade, apenas 20 dos 120 museus portugueses "têm projectos em curso" para pessoas com deficiência , tais como exposições complementadas com audioguias ou escritos em Braille, instalações com rampas ou elevadores e materiais pedagógicos específicos , afirmou o IPM (Instituto Português de Museus).
Mas a acessibilidade aos museus Portugueses deve começar pelo seu exterior, mais propriamente pelos acessos, transportes públicos que devem ser todos acessíveis; via pública e por fim o seu espaço circundante; agora no que diz respeito a facilitar o acesso ao interior, de uma pessoa com mobilidade reduzida, devem estar equipados com elevadores ou então com plataformas elevatórias e para as pessoas invisuais todos os museus devem ter orientações colocadas no chão, bem como informações escritas em Braille, mas aqui as novas tecnologias podem ser uma grande valia com os “audioguias” que permitirão visitas explicadas e autónomas com o tempo ou ritmo gerido pelo próprio utilizador.
O “audioguia”, para não entrar em equipamentos específicos para tal, pode ser um equipamento completamente banal baseado no desenho universal como por exemplo um leitor de MP3 ou MP4 este último iria facilitar a descrição das peças às pessoas surdas porque já suporta a imagem o que permite a visualização da língua gestual.
Mas ainda, para uma perfeita actualização dos museus no seu interior as peças em exposição devem estar colocadas de forma a que um cidadão possa utilizar o tacto para melhor sentir o que está exposto, presumo que tal só será possível em museus recentes e em exposições que permitam o contacto entre a obra de arte e o homem.
Agora todo este equipamento suportado por um site de apoio que permitisse o acesso em qualquer lugar do mundo e a qualquer pessoa e que fosse unicamente direccionado para esta temática podíamos saber que transporte usar, que percurso utilizar, o que está exposto e por fim que material/equipamento tinha para usufruir de uma mobilidade perfeita nos museus Portugueses.
Tudo o que acima referi também se aplica às salas de espectáculos (teatro e cinema), embora neste caso não existam dados concretos em relação ao número de salas acessíveis.
Todos nós sabemos que cinemas e teatros estão longe de cumprir o Decreto-Lei 163/06, artº 2º nº2 alínea m) no que concerne ao âmbito de aplicação das normas técnicas de acessibilidade dos museus, teatros, cinemas, salas de congressos e conferências e bibliotecas públicas, bem como outros edifícios ou instalações destinados a actividades recreativas e sócio-culturais. E nos casos em que existe alguns locais acessíveis, estes não se encontram bem colocados. Normalmente situam-se em locais que não permitem uma perfeita visualização ou audição do espectáculo em exibição.
Convém ainda referir que neste tipo de eventos as novas tecnologias podem ser utilizadas de forma eficaz, mais propriamente com a audiodescrição, que propriamente dita consiste na descrição da envolvência do palco e restantes elementos em exibição, sendo toda esta informação fornecida através de auscultadores sem fios. Para que todos os cidadãos sintam o prazer do espectáculo.
Infelizmente vamos indicar uma das últimas grandes construções que representa o expoente máximo da descriminação social na arte em Portugal que é a “A Casa da Música”, a sua entrada não foi construída a pensar na diversidade humana, começando aí a descriminação, pois nem todos podem entrar pela escadaria principal, de facto tem um elevador lateral que mais não é do que uma forma de camuflar a gravíssima falha de acessibilidade. Esta é uma prova provada de que há uma entrada para uns e outra para outros. E é este o edifício que irá representar Portugal na área das artes por muitos e longos anos podendo ao mesmo tempo tornar-se uma vergonha nacional na área da acessibilidade.
Nesta sociedade contemporânea cada vez mais bem informada e consequentemente mais exigente obriga-nos a olhar para tudo e para todos para que possamos ter visitas autónomas nos museus e salas de espectáculos.
Fonte: http://www.euroacessibilidade.com/acessibilidade07.htm
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Núcleo Braille - Despacho N.º 12966/2009
MINISTÉRIOS DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL, DA EDUCAÇÃO, DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR E DA CULTURA
DESPACHO N.º 12966/2009, DE 2 DE JUNHO (II SÉRIE)
A Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto, define as bases gerais do regime jurídico da prevenção, habilitação e participação da pessoa com deficiência.
O artigo 3.º da citada lei estabelece como finalidade a realização de uma política global, integrada e transversal na área da deficiência que promova o acesso a serviços de apoio.
Considerando que, nos termos do citado diploma legal, compete ao Estado promover de forma transversal e pluridisciplinar o desenvolvimento da política nacional de prevenção, habilitação, reabilitação e participação da pessoa com deficiência;
Considerando o princípio constitucional da igualdade e da não discriminação em razão da deficiência, plasmado no artigo 71.º da Constituição da República Portuguesa;
Considerando que o método de leitura e escrita através do sistema braille para uso das pessoas cegas e amblíopes é uma das formas de acesso daquelas pessoas à informação e ao conhecimento intelectual nas várias áreas culturais e científicas;
Considerando os interesses dos utilizadores do método de leitura e escrita através do sistema braille;
Considerando que é necessário definir as condições adequadas ao enquadramento, estruturação, normalização e desenvolvimento do emprego do braille, bem como rentabilizar ao máximo os meios disponíveis, no sentido de se elaborarem e cumprirem em tempo oportuno programas de produção bibliográfica adequados às reais necessidades das pessoas cegas e amblíopes;
Considerando que os Ministérios da Educação, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Cultura são parceiros fundamentais na valoração e aprofundamento do emprego do braille, pela sua responsabilidade específica no que concerne ao processo de desenvolvimento e qualificação das pessoas cegas e amblíopes:
Assim, considerando a prioridade dada pelo XVII Governo à promoção da igualdade de oportunidades das pessoas com deficiência como forma de combater a discriminação e a exclusão de que são alvo e os objectivos e medidas de acção multissectoriais definidos no Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiência ou Incapacidade (2006-2009);
Considerando, ainda, que o artigo 50.º da citada Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto, manda o Governo aprovar as normas necessárias ao desenvolvimento das suas disposições.
Manda o Governo, pelos Ministros do Trabalho e da Solidariedade Social, da Educação, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Cultura, o seguinte:
1 - É constituído o Núcleo para o Braille e Meios Complementares de Leitura, adiante designada por Núcleo Braille.
2 - O Núcleo Braille funciona no âmbito da estrutura do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P., e prossegue os seguintes objectivos:
a) Garantia da obtenção de padrões elevados de qualidade quanto à concepção, uso, aplicação, modalidades de produção e ensino do sistema braille e meios complementares de leitura para pessoas cegas ou amblíopes;
b) Avaliação e controlo do sistema braille e dos meios complementares de leitura.
3 - São competências do Núcleo Braille:
a) Assegurar a articulação e optimização das actividades das entidades que se dedicam à produção ou utilização de materiais especiais de leitura em braille;
b) Emitir parecer sobre quaisquer questões relacionadas com a definição e aplicação do braille e de outros meios complementares de leitura para as pessoas cegas ou amblíopes;
c) Propor medidas de harmonização da produção de materiais de leitura para as pessoas com deficiência visual, e de uniformização dos critérios de utilização, ensino e aprendizagem e produção do braille em Portugal;
d) Prestar apoio técnico a entidades públicas e privadas sobre questões relativas ao uso do sistema braille e de outros meios complementares de leitura para as pessoas cegas ou amblíopes;
e) Avaliar e adaptar a simbologia braille face à evolução técnico-científica;
f) Propor a aprovação das diferentes grafias e novas simbologias braille, por si elaboradas, aos membros do Governo que tiverem a seu cargo as áreas da deficiência, da educação e da ciência, tecnologia e ensino superior;
g) Recomendar, com base em pesquisas, estudos, tratados e convenções, procedimentos que envolvam conteúdos, metodologias e estratégias de acções de ensino e aprendizagem do sistema braille com carácter de especialização, formação e reciclagem de professores e técnicos, cursos destinados a utilizadores e à comunidade em geral;
h) Acompanhar a aplicação dos recursos tecnológicos com vista à sua adequada utilização e rentabilização;
i) Elaborar anualmente, até 30 de Junho, um relatório relativo às actividades realizadas, contendo propostas normativas e administrativas, bem como recomendações às entidades públicas e privadas sobre a harmonização, desenvolvimento, produção e ensino do sistema braille e dos meios complementares de leitura para pessoas cegas ou amblíopes.
4 - O relatório anual, referido na alínea i) do número anterior, é submetido à consideração do director do Instituto Nacional de Reabilitação, I. P., que após aprovação o envia ao membro do Governo com competência para definir a política nacional de participação e integração das pessoas com deficiência que, por sua vez, o enviará aos membros do Governo que tutelam a área da educação, da ciência, tecnologia e ensino superior e da cultura.
5 - O Núcleo Braille é constituído pelos seguintes membros:
a) Um representante designado pelo director do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P., que coordena o Núcleo;
b) Um representante designado pelo Ministério da Educação;
c) Um representante designado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior;
d) Um representante designado pelo Ministério da Cultura, ligado à área de leitura especial da Biblioteca Nacional de Portugal;
e) Um representante da organização não governamental das pessoas cegas ou amblíopes de âmbito nacional;
f) Três individualidades de reconhecido mérito com competência técnico-científica em qualquer das áreas ligadas ao braille ou meios complementares de leitura.
6 - No prazo máximo de 30 dias após a publicação do presente despacho no Diário da República, os representantes dos Ministérios da Educação, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Cultura são indicados ao Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P.
7 - Os restantes representantes são designados pelo director do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P.
8 - O Núcleo Braille reúne de acordo com o plano de actividades definido anualmente e aprovado pelo director do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P.
9 - O director do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P., sempre que necessário, pode convocar reuniões do Núcleo Braille, solicitar a colaboração de especialistas indispensáveis à prossecução dos seus objectivos e constituir grupos de trabalho específicos.
10 - O Instituto Nacional de Reabilitação, I. P., garante o apoio técnico e administrativo à actividade do Núcleo Braille.
DESPACHO N.º 12966/2009, DE 2 DE JUNHO (II SÉRIE)
A Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto, define as bases gerais do regime jurídico da prevenção, habilitação e participação da pessoa com deficiência.
O artigo 3.º da citada lei estabelece como finalidade a realização de uma política global, integrada e transversal na área da deficiência que promova o acesso a serviços de apoio.
Considerando que, nos termos do citado diploma legal, compete ao Estado promover de forma transversal e pluridisciplinar o desenvolvimento da política nacional de prevenção, habilitação, reabilitação e participação da pessoa com deficiência;
Considerando o princípio constitucional da igualdade e da não discriminação em razão da deficiência, plasmado no artigo 71.º da Constituição da República Portuguesa;
Considerando que o método de leitura e escrita através do sistema braille para uso das pessoas cegas e amblíopes é uma das formas de acesso daquelas pessoas à informação e ao conhecimento intelectual nas várias áreas culturais e científicas;
Considerando os interesses dos utilizadores do método de leitura e escrita através do sistema braille;
Considerando que é necessário definir as condições adequadas ao enquadramento, estruturação, normalização e desenvolvimento do emprego do braille, bem como rentabilizar ao máximo os meios disponíveis, no sentido de se elaborarem e cumprirem em tempo oportuno programas de produção bibliográfica adequados às reais necessidades das pessoas cegas e amblíopes;
Considerando que os Ministérios da Educação, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Cultura são parceiros fundamentais na valoração e aprofundamento do emprego do braille, pela sua responsabilidade específica no que concerne ao processo de desenvolvimento e qualificação das pessoas cegas e amblíopes:
Assim, considerando a prioridade dada pelo XVII Governo à promoção da igualdade de oportunidades das pessoas com deficiência como forma de combater a discriminação e a exclusão de que são alvo e os objectivos e medidas de acção multissectoriais definidos no Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiência ou Incapacidade (2006-2009);
Considerando, ainda, que o artigo 50.º da citada Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto, manda o Governo aprovar as normas necessárias ao desenvolvimento das suas disposições.
Manda o Governo, pelos Ministros do Trabalho e da Solidariedade Social, da Educação, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Cultura, o seguinte:
1 - É constituído o Núcleo para o Braille e Meios Complementares de Leitura, adiante designada por Núcleo Braille.
2 - O Núcleo Braille funciona no âmbito da estrutura do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P., e prossegue os seguintes objectivos:
a) Garantia da obtenção de padrões elevados de qualidade quanto à concepção, uso, aplicação, modalidades de produção e ensino do sistema braille e meios complementares de leitura para pessoas cegas ou amblíopes;
b) Avaliação e controlo do sistema braille e dos meios complementares de leitura.
3 - São competências do Núcleo Braille:
a) Assegurar a articulação e optimização das actividades das entidades que se dedicam à produção ou utilização de materiais especiais de leitura em braille;
b) Emitir parecer sobre quaisquer questões relacionadas com a definição e aplicação do braille e de outros meios complementares de leitura para as pessoas cegas ou amblíopes;
c) Propor medidas de harmonização da produção de materiais de leitura para as pessoas com deficiência visual, e de uniformização dos critérios de utilização, ensino e aprendizagem e produção do braille em Portugal;
d) Prestar apoio técnico a entidades públicas e privadas sobre questões relativas ao uso do sistema braille e de outros meios complementares de leitura para as pessoas cegas ou amblíopes;
e) Avaliar e adaptar a simbologia braille face à evolução técnico-científica;
f) Propor a aprovação das diferentes grafias e novas simbologias braille, por si elaboradas, aos membros do Governo que tiverem a seu cargo as áreas da deficiência, da educação e da ciência, tecnologia e ensino superior;
g) Recomendar, com base em pesquisas, estudos, tratados e convenções, procedimentos que envolvam conteúdos, metodologias e estratégias de acções de ensino e aprendizagem do sistema braille com carácter de especialização, formação e reciclagem de professores e técnicos, cursos destinados a utilizadores e à comunidade em geral;
h) Acompanhar a aplicação dos recursos tecnológicos com vista à sua adequada utilização e rentabilização;
i) Elaborar anualmente, até 30 de Junho, um relatório relativo às actividades realizadas, contendo propostas normativas e administrativas, bem como recomendações às entidades públicas e privadas sobre a harmonização, desenvolvimento, produção e ensino do sistema braille e dos meios complementares de leitura para pessoas cegas ou amblíopes.
4 - O relatório anual, referido na alínea i) do número anterior, é submetido à consideração do director do Instituto Nacional de Reabilitação, I. P., que após aprovação o envia ao membro do Governo com competência para definir a política nacional de participação e integração das pessoas com deficiência que, por sua vez, o enviará aos membros do Governo que tutelam a área da educação, da ciência, tecnologia e ensino superior e da cultura.
5 - O Núcleo Braille é constituído pelos seguintes membros:
a) Um representante designado pelo director do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P., que coordena o Núcleo;
b) Um representante designado pelo Ministério da Educação;
c) Um representante designado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior;
d) Um representante designado pelo Ministério da Cultura, ligado à área de leitura especial da Biblioteca Nacional de Portugal;
e) Um representante da organização não governamental das pessoas cegas ou amblíopes de âmbito nacional;
f) Três individualidades de reconhecido mérito com competência técnico-científica em qualquer das áreas ligadas ao braille ou meios complementares de leitura.
6 - No prazo máximo de 30 dias após a publicação do presente despacho no Diário da República, os representantes dos Ministérios da Educação, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Cultura são indicados ao Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P.
7 - Os restantes representantes são designados pelo director do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P.
8 - O Núcleo Braille reúne de acordo com o plano de actividades definido anualmente e aprovado pelo director do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P.
9 - O director do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P., sempre que necessário, pode convocar reuniões do Núcleo Braille, solicitar a colaboração de especialistas indispensáveis à prossecução dos seus objectivos e constituir grupos de trabalho específicos.
10 - O Instituto Nacional de Reabilitação, I. P., garante o apoio técnico e administrativo à actividade do Núcleo Braille.
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Deficiência Visual,
Legislação
Concurso "Tocar as Letras"

Concurso " Tocar as Letras" promove Sistema Braille
ACAPO
O Concurso está integrado nas comemorações do Bicentenário do Nascimento de Louis Braille (1809-1852), cidadão francês inventor de um método de leitura e escrita para deficientes visuais.
A ACAPO, em consonância com os outros organismos nacionais, que constituem a Comissão criada para organizar as comemorações do Bicentenário do Nascimento de Louis Braille, a elevada importância do significado desta efeméride, que está a ser celebrada em todo o mundo, leva a efeito um Concurso intitulado " Tocar as Letras " que está incluído no programa de Comemorações do Bicentenário.
O Concurso " Tocar as Letras" tem como objectivos reconhecer a utilização do Sistema Braille como essencial para a promoção do reforço de competências, bem como, de uma integração plena e efectiva das pessoas com deficiência visual; e promover uma maior participação dos cegos e amblíopes portugueses na operacionalização de mudanças inerentes à utilização do Sistema Braille a par da utilização das novas tecnologias.
Concurso Tocar as Letras: Regulamento
I. Enquadramento
No âmbito das Comemorações do Bicentenário do Nascimento de Louís Braille, a Direcção Nacional da ACAPO, Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal enquanto membro da Comissão organizadora das Comemorações desta efeméride, promovem a primeira edição do concurso " Tocar as Letras". O presente Concurso é organizado pela ACAPO - Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, com sede na R. de S. José n.º 86,1 º andar 1150-324 Lisboa
II. Objectivos
Os objectivos que a ACAPO pretende atingir com este Concurso são os seguintes:
a) Reconhecer a utilização do Sistema Braille como essencial para a promoção do reforço de competências, bem como, de uma integração plena e efectiva das pessoas com deficiência visual;
b) Promover uma maior participação dos cegos e amblíopes portugueses na operacionalização de mudanças inerentes à utilização do Sistema Braille a par com a utilização das novas tecnologias;
III. Público-alvo
O Concurso " Tocar as Letras " é destinado a todas as pessoas com deficiência visual, com idades compreendidas entre os 6 e os 30 anos inclusive.
IV - Condições de Participação
O presente concurso será dividido em três escalões etários, designadamente:
1.º Escalão: Dos 6 aos 12 anos;
2.º Escalão: Dos 13 aos 18 anos;
3.º Escalão: Dos 19 aos 30 anos.
V - Requisitos dos Candidatos:
Os candidatos admitidos a este concurso devem cumprir os seguintes requisitos:
- Entregar os trabalhos cumprindo rigorosamente as datas estipuladas;
- Não ultrapassar os limites estabelecidos, no que diz respeito ao tamanho dos trabalhos a concurso;
- Estão impedidos de concorrer a este concurso os membros da Direcção Nacional da ACAPO e os membros do júri, e seus familiares directos.
VI ? Realização dos Trabalhos por Escalão:
Primeiro Escalão - Dos 6 aos 12 anos:
O Concorrente deve elaborar um texto relacionado com o tema " Se falasse com Louis Braille, o que lhe diria?" Nesta categoria os trabalhos não deverão exceder as duas páginas em Braille integral.
Segundo Escalão - Dos 13 aos 18 anos
Os trabalhos a apresentar deverão estar subordinados ao tema "Uma Carta a Louís Braille". Os trabalhos a apresentar não deverão exceder as cinco páginas em Braille integral.
Terceiro Escalão - Dos 19 aos 30 anos
Os trabalhos a apresentar deverão estar subordinados ao tema "A importância do Braille rumo ao futuro: a perspectivação deste sistema face ao desenvolvimento das novas tecnologias". Os trabalhos a apresentar não deverão exceder as vinte páginas em Braille integral.
VII - Entrega dos trabalhos
Todos os trabalhos, independentemente do escalão deverão cumprir os seguintes requisitos:
- O texto enviado não deve conter o nome do participante (com o objectivo do júri não ser influenciado). Assim os trabalhos deverão fazer-se acompanhar de um envelope fechado contendo os seguintes elementos:
-Ficha do participante, na qual constem elementos como: nome, morada, idade, telefone e e-mail;
- Fotocópia do Bilhete de Identidade\Cartão do Cidadão do participante;
- Declaração assinada pelo participante, na qual sede os direitos do seu trabalho à ACAPO.
- As escolas, encarregados de educação ou os participantes deverão fazer chegar à Direcção Nacional da ACAPO, pessoalmente ou por correio, os trabalhos, até ao dia 30 de Junho, para o 1.ª e 2.ª Escalões, e 30 de Setembro para o 3.ª Escalão. Os resultados deverão ser conhecidos, em cerimónia pública em data a anunciar oportunamente, até ao final de 2009.
Todos os trabalhos deverão ser enviados para ACAPO Concurso Tocar as Letras, R. de S. José n.º 86 1.º andar 1150-324 Lisboa
VIII. Lançamento do Prémio e Divulgação dos Prazos de Entrega
Serão atribuídos prémios para os três primeiros lugares de cada escalão.
Os prémios para os primeiros classificados de cada escalão são os seguintes:
1.º Escalão - 1.º Prémio uma Máquina Braille Perkins;
2.º Escalão - 1.º Prémio um Computador Portátil;
3.º Escalão - 1.º Prémio uma Mountbatten;
Restantes prémios a designar.
O lançamento do concurso é feito durante o mês de Maio, juntamente com a divulgação da calendarização dos prazos referentes ao decurso do mesmo.
A calendarização do concurso estará disponível no site da ACAPO www.acapo.pt, e em qualquer Delegação da Associação.
IX Comissão nomeada para a Selecção dos trabalhos a premiar
- A Comissão nomeada para a selecção dos trabalhos vencedores deverá ser composta por cinco individualidades de reconhecido mérito na área tiflológica;
- A Comissão tem a responsabilidade de elaborar os critérios, pelos quais se balizará para a atribuição dos prémios aos trabalhos vencedores, até ao dia 31 de Maio de 2009.
- A Comissão tem a responsabilidade de premiar três trabalhos por categoria;
- A Comissão tem legitimidade de não premiar trabalhos em qualquer uma das categorias, caso considere estarem reunidas condições para tal deliberação, de acordo com o regulamento
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Concursos
Gestuário Digital
No dia 22 de Julho, pelas 15h00, será apresentado no auditório do Instituto Nacional para a Reabilitação (Av. Conde de Valbom, 63 - Lisboa), o Gestuário Digital. Este, resulta de um projecto da autoria da APECDA e conta com o apoio do POS-Conhecimento (Programa Operacional Sociedade do Conhecimento).
A entrada é livre e todos os participantes receberão gratuitamente um exemplar do Gestuário.
A entrada é livre e todos os participantes receberão gratuitamente um exemplar do Gestuário.
quinta-feira, 9 de Julho de 2009
Seminário "Capacidade para Comunicar e Interagir: Um Novo Paradigma
Data
Dia 11 de Julho de 2009 - Auditório Pessoa Vaz da ULHT
Local
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) Auditório Pessoa Vaz Campo Grande, 376 Lisboa
Inscrições
o evento tem tradução simultânea em Língua Gestual Portuguesa.
Inscrições através do endereço de correio electrónico: mestrado.com.alternativa@ulusofona.pt
Organização: Mestrado de Comunicação Alternativa e Tecnologias de
Apoio da Escola de Comunicação, Artes e Tecnologias da Informação
(ECATI) da ULHT.
Programa:
09h00 - Recepção e Entrega de Documentação aos Participantes. 09h30 - Sessão de Abertura, com intervenções de: Representante da Organização do Evento. Representante da ECATI/ULHT. Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Dra. Idália Moniz. 10h00 - Pausa para Café.
10h15 - 1º Painel: Comunicação e Linguagem: Capacidade para Comunicar
e Interagir.
Coordenação: José A. Bragança de Miranda (FCSH/UNL e ECATI/ULHT).
Comunicações:
· "Tifloperceptibilidade Avançada vs Sociocomunicabilidade, Inclusão e Qualidade de Vida"
- Augusto Deodato Guerreiro (ECATI/ULHT e GRC/CML).
· "O Bebé Cego no Primeiro Ano de Vida:
Intervenção Precoce no seu Desenvolvimento e Interacção"
- Maria Manuela Cardoso (Educação Especial/Ministério da Educação). · "Factores de Risco no Desenvolvimento de uma Criança Cega ou com
Baixa Visão"
- Aquilino Rodrigues (Empresas Compensar - Necessidades Especiais Ldª
e Electrosertec - Tecnologia Acessível).
· "Desenvolvimento Linguístico da Criança Surda e Surdocega"
- António Rebelo (CAACF/Casa Pia de Lisboa, Instituto Piaget e ECATI/
ULHT).
· "Do Gestuário à Descoberta de Novas Oportunidades para a Língua
Gestual Portuguesa: Pátria da Comunidade das Pessoas Surdas"
- Adalberto Fernandes (Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.). · "Comunicar com Autismos"
- Edgar Pereira (ULHT e APPDA/Lisboa).
· "Afasia sem Fronteiras"
- Catarina Ramos (Terapia da Fala/Universidade Atlântica).
· "Linguagem e Comunicação Aumentativa/Alternativa:
Filogénese, Sociogénese e Ontogénese"
- Vítor da Fonseca (FMH/UTL e ECATI/ULHT).
12h15 - Debate.
13h00 - Almoço.
14h30 - 2º Painel: Vida Independente, Direito à Participação Social e
Cidadania, Qualidade de Vida e Novas Lógicas de Apoio
Coordenação: Manuel da Costa Leite (ECATI/ULHT).
Comunicações:
· "O Movimento Vida Independente e a História da Inclusão: Reflexos
Sociocomunicacionais de Conquista, Tecnologia, Empreendedorismo e
Inovação"
- Pedro Oliveira (Unidade de Produção-Consumo Sustentável do
Laboratório Nacional de Energia e Geologia).
· "Os Menores na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência das Nações Unidas: a Relevância da Comunicação"
- José Madeira Serôdio (Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.). · "Deficiência, Inclusão e Qualidade de Vida: Evolução Conceptual e Novas Lógicas de Apoio"
- Jorge Serrano (ESEAG/Grupo Lusófona, ECATI/ULHT e Instituto Piaget). · "Da Acessibilidade ao Ambiente Edificado à Acessibilidade
Electrónica: Interdependências e Complementaridades"
- Francisco Carvalho (FCSH/UNL e ECATI/ULHT).
· "O Papel da Comunicação como Suporte à Gestão da Qualidade em Organizações Prestadoras de Serviços"
- Sónia Ramos (Fundação AFID Diferença e Associação Nacional de
Famílias para a Integração da Pessoa Deficiente).
· "Parceiros de Comunicação: Ética e Humanização"
- Paula Vital (Terapia da Fala/Universidade Atlântica).
15h45 - Debate.
16h00 - Pausa para Café.
16h15 - 3º Painel
Comunicação: Tecnologias Adaptativas, Novo Paradigma de Inclusão e
Qualidade de Vida/Universalização de Conteúdos Digitais
Coordenação: António Machuco Rosa (ECATI/ULHT).
Comunicações:
· "A UMIC e o Desenvolvimento das Acessibilidades/Usabilidade em
Portugal"
- Luís Magalhães (Presidente da UMIC/Ministério da Ciência e
Tecnologia e do Ensino Superior).
· "Municípios Portugueses: o Estado da Acessibilidade dos Conteúdos On-
Line"
- Jorge Fernandes (Sociedade Portuguesa de Engenharia de Reabilitação
e Acessibilidade).
· "Apoio à Comunicação de Doentes com Esclerose Lateral Amiotrófica em
Portugal"
- Francisco Godinho (CERTIC e Engenharia de Reabilitação e
Acessibilidade Humanas/UTAD).
· "Sistematização de Tecnologias Aumentativas e Alternativas para
Pessoas com Limitações Visuais Severas"
- João Beirante (Empresa Ataraxia - Estudos e Serviços em Tecnologias
de Informação).
· "RoboBraille em Portugal e no Mundo"
- Benedita Lima (ISPA e ECATI/ULHT) e José Guerra (Informática
adaptada).
· "Universalização de Conteúdos Digitais: o Novo Paradigma de
Integração"
- Maria Romeiras (Bolseira Da FCT) e Rui Fontes (Empresa Tiflotecnia -
Consultoria e Distribuição de Tecnologias de Apoio).
17h30 - Debate.
18h00 - Encerramento/Conclusões, com as presenças e intervenções: Representante da Organização do Evento. Representante da ECATI/ULHT. Representante do Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P..
Dia 11 de Julho de 2009 - Auditório Pessoa Vaz da ULHT
Local
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) Auditório Pessoa Vaz Campo Grande, 376 Lisboa
Inscrições
o evento tem tradução simultânea em Língua Gestual Portuguesa.
Inscrições através do endereço de correio electrónico: mestrado.com.alternativa@ulusofona.pt
Organização: Mestrado de Comunicação Alternativa e Tecnologias de
Apoio da Escola de Comunicação, Artes e Tecnologias da Informação
(ECATI) da ULHT.
Programa:
09h00 - Recepção e Entrega de Documentação aos Participantes. 09h30 - Sessão de Abertura, com intervenções de: Representante da Organização do Evento. Representante da ECATI/ULHT. Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Dra. Idália Moniz. 10h00 - Pausa para Café.
10h15 - 1º Painel: Comunicação e Linguagem: Capacidade para Comunicar
e Interagir.
Coordenação: José A. Bragança de Miranda (FCSH/UNL e ECATI/ULHT).
Comunicações:
· "Tifloperceptibilidade Avançada vs Sociocomunicabilidade, Inclusão e Qualidade de Vida"
- Augusto Deodato Guerreiro (ECATI/ULHT e GRC/CML).
· "O Bebé Cego no Primeiro Ano de Vida:
Intervenção Precoce no seu Desenvolvimento e Interacção"
- Maria Manuela Cardoso (Educação Especial/Ministério da Educação). · "Factores de Risco no Desenvolvimento de uma Criança Cega ou com
Baixa Visão"
- Aquilino Rodrigues (Empresas Compensar - Necessidades Especiais Ldª
e Electrosertec - Tecnologia Acessível).
· "Desenvolvimento Linguístico da Criança Surda e Surdocega"
- António Rebelo (CAACF/Casa Pia de Lisboa, Instituto Piaget e ECATI/
ULHT).
· "Do Gestuário à Descoberta de Novas Oportunidades para a Língua
Gestual Portuguesa: Pátria da Comunidade das Pessoas Surdas"
- Adalberto Fernandes (Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.). · "Comunicar com Autismos"
- Edgar Pereira (ULHT e APPDA/Lisboa).
· "Afasia sem Fronteiras"
- Catarina Ramos (Terapia da Fala/Universidade Atlântica).
· "Linguagem e Comunicação Aumentativa/Alternativa:
Filogénese, Sociogénese e Ontogénese"
- Vítor da Fonseca (FMH/UTL e ECATI/ULHT).
12h15 - Debate.
13h00 - Almoço.
14h30 - 2º Painel: Vida Independente, Direito à Participação Social e
Cidadania, Qualidade de Vida e Novas Lógicas de Apoio
Coordenação: Manuel da Costa Leite (ECATI/ULHT).
Comunicações:
· "O Movimento Vida Independente e a História da Inclusão: Reflexos
Sociocomunicacionais de Conquista, Tecnologia, Empreendedorismo e
Inovação"
- Pedro Oliveira (Unidade de Produção-Consumo Sustentável do
Laboratório Nacional de Energia e Geologia).
· "Os Menores na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência das Nações Unidas: a Relevância da Comunicação"
- José Madeira Serôdio (Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.). · "Deficiência, Inclusão e Qualidade de Vida: Evolução Conceptual e Novas Lógicas de Apoio"
- Jorge Serrano (ESEAG/Grupo Lusófona, ECATI/ULHT e Instituto Piaget). · "Da Acessibilidade ao Ambiente Edificado à Acessibilidade
Electrónica: Interdependências e Complementaridades"
- Francisco Carvalho (FCSH/UNL e ECATI/ULHT).
· "O Papel da Comunicação como Suporte à Gestão da Qualidade em Organizações Prestadoras de Serviços"
- Sónia Ramos (Fundação AFID Diferença e Associação Nacional de
Famílias para a Integração da Pessoa Deficiente).
· "Parceiros de Comunicação: Ética e Humanização"
- Paula Vital (Terapia da Fala/Universidade Atlântica).
15h45 - Debate.
16h00 - Pausa para Café.
16h15 - 3º Painel
Comunicação: Tecnologias Adaptativas, Novo Paradigma de Inclusão e
Qualidade de Vida/Universalização de Conteúdos Digitais
Coordenação: António Machuco Rosa (ECATI/ULHT).
Comunicações:
· "A UMIC e o Desenvolvimento das Acessibilidades/Usabilidade em
Portugal"
- Luís Magalhães (Presidente da UMIC/Ministério da Ciência e
Tecnologia e do Ensino Superior).
· "Municípios Portugueses: o Estado da Acessibilidade dos Conteúdos On-
Line"
- Jorge Fernandes (Sociedade Portuguesa de Engenharia de Reabilitação
e Acessibilidade).
· "Apoio à Comunicação de Doentes com Esclerose Lateral Amiotrófica em
Portugal"
- Francisco Godinho (CERTIC e Engenharia de Reabilitação e
Acessibilidade Humanas/UTAD).
· "Sistematização de Tecnologias Aumentativas e Alternativas para
Pessoas com Limitações Visuais Severas"
- João Beirante (Empresa Ataraxia - Estudos e Serviços em Tecnologias
de Informação).
· "RoboBraille em Portugal e no Mundo"
- Benedita Lima (ISPA e ECATI/ULHT) e José Guerra (Informática
adaptada).
· "Universalização de Conteúdos Digitais: o Novo Paradigma de
Integração"
- Maria Romeiras (Bolseira Da FCT) e Rui Fontes (Empresa Tiflotecnia -
Consultoria e Distribuição de Tecnologias de Apoio).
17h30 - Debate.
18h00 - Encerramento/Conclusões, com as presenças e intervenções: Representante da Organização do Evento. Representante da ECATI/ULHT. Representante do Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P..
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Eventos
Até onde poderei sonhar!
O jornalista Mario Augusto, da SIC, por nós conhecido pelas entrevistas a estrelas de cinema, levou alguns anos a fazer uma reportagem a que chamou "Até onde poderei sonhar" que retrata a vida de pessoas com paralisia cerebral que conseguiram ultrapassar as suas limitações.
Para quem não teve possibilidade de a ver na televisão, aqui fica!
Para quem não teve possibilidade de a ver na televisão, aqui fica!
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Paralisia Cerebral,
vídeos
Fruição do Património: "Turismo para Surdos"
Realizou-se ontem a apresentação do Projecto Final de Curso da aluna Filipa Mourão Carvalho, no Instituto Politécnico de Tomar.
No âmbito da disciplina Projecto Integrado, com a orientação do Dr. Luís Mota, foi realizado um estudo sobre como tornar o património acessível à comunidade surda.
Vamos aguardar a sua divulgação!
No âmbito da disciplina Projecto Integrado, com a orientação do Dr. Luís Mota, foi realizado um estudo sobre como tornar o património acessível à comunidade surda.
Vamos aguardar a sua divulgação!
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Trabalhos Académicos
segunda-feira, 20 de Abril de 2009
Feira Internacional de Ajudas Técnicas e Novas Tecnologias para Pessoas com Deficiência
A AJUTEC - Feira Internacional de Ajudas Técnicas e Novas Tecnologias para Pessoas com Deficiência realiza-se de 7 a 10 de Maio de 2009 na EXPONOR. O maior evento nacional deste sector assume-se como a mostra de lançamento em Portugal das mais recentes novidades.
Para além da exposição de dezenas de stands, decorrem actividades paralelas em que o visitante poderá participar.
Para além da exposição de dezenas de stands, decorrem actividades paralelas em que o visitante poderá participar.
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Eventos
Esfera Inclusiva promove "Desporto Adaptado na Primavera"
A Esfera Inclusiva - Associação para a Promoção do Desenvolvimento e Inclusão Social, com apoio da Câmara Municipal do Seixal vem por este meio informar que no próximo mês de Maio irá decorrer um encontro desportivo inclusivo para crianças e jovens com e sem necessidades especiais: "Desporto Adaptado na Primavera-2009".
O programa "Desporto Adaptado na Primavera" decorrerá nos dias 16 e 17 de Maio (sábado e domingo) entre as 15h00 e as 17h30.
- Sábado à tarde: Actividade desportivas e de aventura no Parque da Verdizela
- Domingo à tarde: Actividade aquáticas e natação na Piscina Municipal de Corroios
A inscrição é GRATUITA e obrigatória. A coordenação é assegurada por Técnicos Superiores de Educação Especial e Reabilitação e participarão monitores estudantes universitários, com formação especializada, para dar apoio individualizado às crianças com necessidades especiais.
Vimos por este meio, convidar Vossas Excelências a participar na divulgação deste Programa.
Para mais informações: http://necessidadesespeciais.blogs.sapo.pt/
Enviar inscrições para:
Esfera Inclusiva
Av. Vale de Milhaços, 161
2855-388 Corroios
O programa "Desporto Adaptado na Primavera" decorrerá nos dias 16 e 17 de Maio (sábado e domingo) entre as 15h00 e as 17h30.
- Sábado à tarde: Actividade desportivas e de aventura no Parque da Verdizela
- Domingo à tarde: Actividade aquáticas e natação na Piscina Municipal de Corroios
A inscrição é GRATUITA e obrigatória. A coordenação é assegurada por Técnicos Superiores de Educação Especial e Reabilitação e participarão monitores estudantes universitários, com formação especializada, para dar apoio individualizado às crianças com necessidades especiais.
Vimos por este meio, convidar Vossas Excelências a participar na divulgação deste Programa.
Para mais informações: http://necessidadesespeciais.blogs.sapo.pt/
Enviar inscrições para:
Esfera Inclusiva
Av. Vale de Milhaços, 161
2855-388 Corroios
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segunda-feira, 30 de Março de 2009
sexta-feira, 27 de Março de 2009
Seminário de Investigação em Museologia dos Países de Língua Portuguesa e Espanhola

SEMINÁRIO DE INVESTIGAÇÃO EM MUSEOLOGIA DOS PAÍSES DE LÌNGUA PORTUGUESA E ESPANHOLA
SEMINARIO DE INVESTIGACIÓN EN MUSEOLOGÍA DE LOS PAÍSES DE HABLA PORTUGUESA Y ESPAÑOLA
12 a 14 de Outubro de 2009 / 12 - 14 de octubre de 2009
Local de realização / Lugar de realización: Universidade do Porto, Porto, Portugal
Período de realização / Período de realización: 12 a 14 de Outubro de 2009 / 12 al 14 de octubre de 2009
Duração em dias / Duración en días: 3
Idiomas do Seminário / Idiomas del seminario: Português e Espanhol/ portugués y español
1. Apresentação / Presentación
Ainda que diferentes ritmos e mudanças pluridimensionais – por vezes mesmo contraditórias – marquem o desenvolvimento de museus e da museologia, a sua crescente valorização cultural e científica é inegável. O poder reconhecido do património para mobilizar a opinião pública e afectar a vida social e política tem sido central para a consolidação da profissão museológica e dos estudos que têm como
objecto os seus contextos. Numa esfera mais societal observa-se a mobilização de esforços direccionados para o desenvolvimento e realização da missão social e cultural do museu; missão cada vez mais determinante para a emancipação e consolidação deste campo de estudo, profundamente transdisciplinar. Consciente, não só das lacunas de investigação nesta área em Portugal mas também da necessidade urgente de facilitar a construção de espaços colaborativos de formação e investigação, este Seminário pretende contribuir para o desenvolvimento de uma verdadeira comunidade de prática que inclua investigadores oriundos de países de língua espanhola e portuguesa. Os olhares da Sociologia, da Antropologia, da Arquitectura, da Educação e tantos outros que participam na permanente (re)construção deste campo de pesquisa serão, certamente, pivotais para o seu sucesso e incluem-se nas linhas de investigação / áreas científicas aqui propostas.
Aún cuando los diferentes ritmos y cambios pluridimensionales – a veces contradictorios – marcan el desarrollo de los museos y de la museología, su creciente valorización cultural y científica es innegable. El poder reconocido del patrimonio para movilizar la opinión publica y afectar la vida social y política ha sido central para la consolidación de la profesión museológica y de los estudios que tienen como objeto sus contextos. En un ámbito más social, se observa la movilización de los esfuerzos dirigidos hacia el desarrollo y la realización de la misión social y cultural del museo; una misión cada vez más determinante para la emancipación y consolidación de este campo de estudio profundamente
interdisciplinar.
Conscientes no sólo de las lagunas de la investigación en este campo en Portugal, sino también de la urgente necesidad de facilitar la creación de espacios de colaboración para la formación y la investigación, este Seminario pretende contribuir al desarrollo de una verdadera comunidad práctica que incluya investigadores oriundos procedentes de los países de habla portuguesa y española. Los puntos de vista de la Sociología, la Antropología, la Arquitectura, la Educación y tantos otros que participan en la permanente (re)construcción de este campo de investigación serán, ciertamente, ejes centrales para su éxito y se incluyen en las líneas de investigación / áreas científicas aquí propuestas.
2. Objectivos / Objetivos:
Este seminário tem como principal objectivo o aprofundamento da reflexão e das práticas de investigação no campo da museologia, envolvendo diferentes saberes e diferentes olhares, participando activamente na construção de uma comunidade de prática que apoie a discussão e o desenvolvimento de projectos de investigação comuns.
Este seminario tiene como principal objetivo la profundización de la reflexión y de las prácticas de investigación en el campo de la museología, envolviendo diferentes saberes y diferentes puntos de vista, participando activamente en la construcción de una comunidad de práctica que apoye la discusión y el desarrollo de proyectos de investigación comunes.
3. Destinatários / Destinatarios:
Destina-se, sobretudo, a investigadores e estudantes de formação pós-graduada em nível de mestrado e doutoramento (comunicações: doutoramento / pós doutoramento; poster: mestrado), de língua portuguesa e espanhola, que tenham o museu e os seus contextos como objecto de estudo.
Destinado, sobretodo, a investigadores y estudiantes de formación de postgrado a nivel de master y doctorado (presentaciones: doctorado / postdoctorado; póster: master) de habla portuguesa y española que tengan el museo y sus contextos como objeto de estudio.
4. Domínio científico: linhas de investigação / Dominio científico: líneas de investigación:
Museus, Património e Conservação Preventiva / Museos, Patrimonio y Conservación Preventiva
Museus, Colecções e Património / Museos, Colecciones y Patrimonio
Museus, Espaço e Comunicação / Museos, Espacio y Comunicación
Museus, Gestão e Empreendedorismo / Museos, Gestión y Emprendedorismo
Museus e Curadoria / Museos y Comisariato
Para mais informação consulte museologia.porto
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Eventos
Fórum - O deficiente visual e o envelhecimento no contexto social
Delegação de Lisboa da ACAPO
FÓRUM - “ O Deficiente Visual e o Envelhecimento no Contexto Social”
Data: 2 de Abril de 2009, quinta-feira
Hora: das 15h00 às 17h30
Local: Auditório do Instituto Nacional para a Reabilitação, IP, na Av. Conde de Valbom, nº 63, 1069-178 LISBOA
Intervenientes:
1- Dra. Maria da Conceição Luís, Directora do Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos (CRNSA), que fará uma breve descrição do Centro, quer em termos de enquadramento institucional, quer em termos de resposta; focará o rácio utente/idade, relativamente aos utentes em reabilitação durante o ano de 2008 e os entrados em 2009;
2- Dra. Ana Paula Silva, Terapeuta Ocupacional do CRNSA, responsável pelo encaminhamento das pessoas mais idosas, falará das dificuldades funcionais da pessoa cega idosa e das respostas existentes, bem como do contexto familiar;
3- Prof. Dr. António Castanheira Dinis, Director do Instituto de Oftalmologia, Dr. Gama Pinto, cujo tema a abordar será “Saúde da Visão: O envelhecer e a Deficiência Visual”;
4- Padre Prof. Dr. Vítor Melícias, com o tema “A Solidariedade no Contexto Social”.
INSCRIÇÕES – Delegação de Lisboa da ACAPO
Rua Rodrigues Sampaio, 146 – 2.º Esquerdo
1150 – 282 LISBOA
E-MAIL – sec-lisboa@acapo.pt
Telefone – 21 318 29 10
FÓRUM - “ O Deficiente Visual e o Envelhecimento no Contexto Social”
Data: 2 de Abril de 2009, quinta-feira
Hora: das 15h00 às 17h30
Local: Auditório do Instituto Nacional para a Reabilitação, IP, na Av. Conde de Valbom, nº 63, 1069-178 LISBOA
Intervenientes:
1- Dra. Maria da Conceição Luís, Directora do Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos (CRNSA), que fará uma breve descrição do Centro, quer em termos de enquadramento institucional, quer em termos de resposta; focará o rácio utente/idade, relativamente aos utentes em reabilitação durante o ano de 2008 e os entrados em 2009;
2- Dra. Ana Paula Silva, Terapeuta Ocupacional do CRNSA, responsável pelo encaminhamento das pessoas mais idosas, falará das dificuldades funcionais da pessoa cega idosa e das respostas existentes, bem como do contexto familiar;
3- Prof. Dr. António Castanheira Dinis, Director do Instituto de Oftalmologia, Dr. Gama Pinto, cujo tema a abordar será “Saúde da Visão: O envelhecer e a Deficiência Visual”;
4- Padre Prof. Dr. Vítor Melícias, com o tema “A Solidariedade no Contexto Social”.
INSCRIÇÕES – Delegação de Lisboa da ACAPO
Rua Rodrigues Sampaio, 146 – 2.º Esquerdo
1150 – 282 LISBOA
E-MAIL – sec-lisboa@acapo.pt
Telefone – 21 318 29 10

