quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Para pensar...
Quando não há infraestruturas adequadas, resta a simpatia das pessoas! Mas o que será que estas situações que não deixam de ser constrangedoras provocam nas pessoas com necessidades especiais, neste caso específico, com mobilidade reduzida? Como se sentiriam se tivessem de ser literalmente carregados sempre que quisessem aceder a determinado local?
quinta-feira, 22 de março de 2012
Desempregados vão ter entrada livre em Museus
Os desempregados podem, a partir de 27 de março, entrar gratuitamente nos museus, monumentos e palácios tutelados pelo governo e usufruir de descontos nos teatros nacionais, revelou a Secretaria de Estado da Cultura.
Numa nota divulgada este sábado, a secretaria de Estado da Cultura revela que, com esta medida, pretende que as pessoas que têm hábitos culturais não vejam "o seu acesso à cultura limitado por se encontrarem numa situação de desemprego".
Desta forma, a partir de 27 de março, Dia Mundial do Teatro, os desempregados passam a entrar gratuitamente nos museus, monumentos e palácios tutelados pela Secretaria de Estado da Cultura.
Na mesma data passam ainda a ter descontos nos Teatros Nacionais, Cinemateca e Companhia Nacional de Bailado (CNB), limitados a um número máximo por sessão definido pelos organismos.
Para entrar na Cinemateca, uma pessoa em situação de desemprego passa a pagar um bilhete fixo de 1,35 euros, enquanto que seis euros é quanto lhe vai custar o preço fixo para entrar no Teatro Nacional D. Maria II.
O desconto no Teatro Nacional de São João, no Porto, é de 50% do preço do bilhete.
Já os espetáculos da CNB e do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, têm desconto de 25%.
A estes descontos podem ter acesso todas as pessoas desempregadas, desde que apresentem um comprovativo de inscrição no Instituto de Emprego e Formação Profissional ou qualquer outro documento emitido pela Segurança Social que comprove a situação.
Fonte: JN Online, 22/03/2012
Numa nota divulgada este sábado, a secretaria de Estado da Cultura revela que, com esta medida, pretende que as pessoas que têm hábitos culturais não vejam "o seu acesso à cultura limitado por se encontrarem numa situação de desemprego".
Desta forma, a partir de 27 de março, Dia Mundial do Teatro, os desempregados passam a entrar gratuitamente nos museus, monumentos e palácios tutelados pela Secretaria de Estado da Cultura.
Na mesma data passam ainda a ter descontos nos Teatros Nacionais, Cinemateca e Companhia Nacional de Bailado (CNB), limitados a um número máximo por sessão definido pelos organismos.
Para entrar na Cinemateca, uma pessoa em situação de desemprego passa a pagar um bilhete fixo de 1,35 euros, enquanto que seis euros é quanto lhe vai custar o preço fixo para entrar no Teatro Nacional D. Maria II.
O desconto no Teatro Nacional de São João, no Porto, é de 50% do preço do bilhete.
Já os espetáculos da CNB e do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, têm desconto de 25%.
A estes descontos podem ter acesso todas as pessoas desempregadas, desde que apresentem um comprovativo de inscrição no Instituto de Emprego e Formação Profissional ou qualquer outro documento emitido pela Segurança Social que comprove a situação.
Fonte: JN Online, 22/03/2012
Jornal de Notícias - edição em Braille
São quase mil exemplares editados a cada dois meses com um 'digest' dos artigos publicados pelo Jornal de Notícias. A edição braille do JN edita-se desde 2000, demora 8 horas a imprimir, gasta mais de 12300 folhas de papel preparado para receber relevo e é lida por cegos em 14 países.
Veja o vídeo: http://www.jn.pt/Reportagens/Interior970.aspx?content_id=2376802
Veja o vídeo: http://www.jn.pt/Reportagens/Interior970.aspx?content_id=2376802
quinta-feira, 15 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Mais um blog sobre museologia acessível
Museum For All Blog --> http://museumforallblog.wordpress.com/
Uma visita "às escuras" ao criptopórtico romano da cidade de Coimbra
Para ouvir a entrevista: Uma visita "às escuras" ao criptopórtico romano da cidade de Coimbra
As profundezas do Museu Nacional Machado de Castro, onde se guarda o que foi há dois mil anos o berço da cidade de Coimbra. O museu está há oito anos em obras mas a do criptoportico pode ser visitada e tem agora um incentivo a que também quem não vê parta à descoberta do espaço. Antes de descer ao cripotopórtico, os invisuais têm à disposição uma maqueta que os ajuda a antecipar a visita. Pelo tacto ficam com noção da planta e previnem obstáculos.
As profundezas do Museu Nacional Machado de Castro, onde se guarda o que foi há dois mil anos o berço da cidade de Coimbra. O museu está há oito anos em obras mas a do criptoportico pode ser visitada e tem agora um incentivo a que também quem não vê parta à descoberta do espaço. Antes de descer ao cripotopórtico, os invisuais têm à disposição uma maqueta que os ajuda a antecipar a visita. Pelo tacto ficam com noção da planta e previnem obstáculos.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Os desafios da política de museus em tempos de crise
A situação actual vivida pelos museus portugueses, nos tempos de profunda crise financeira, económica e sobretudo social que Portugal atravessa, acrescida da degradação da política de museus ocorrida nos últimos dois anos e da conjuntura actual de mudança de Governo, sem que sejam ainda conhecidas medidas substantivas e pelo contrário haja anúncios de desenvolvimentos potenciais que causam a maior inquietação, levou a direcção da Comissão Nacional Portuguesa do ICOM a decidir actualizar e aprofundar a sua Declaração de Novembro de 2009, dando origem ao presente documento, intitulado "Os desafios da política de museus em tempos de crise", o qual resulta de ampla consulta ao conjunto dos Corpos Gerentes e a diversos outros colegas membros do ICOM.PT
A Declaração ICOM.PT “Os desafios da política de museus em tempos de crise", de Outubro de 2011, que actualiza e aprofunda Declaração anterior, de Novembro de 2009 constituirá o documento de referência para o debate a ter lugar no Museu da Electricidade, em Lisboa, no dia 9 de Novembro, pelas 18 horas.
São intervenientes convidados os presidentes das duas associações de museus existentes em Portugal (ICOM.PT e APOM), assim como alguns dos principais responsáveis pela concepção e aplicações das políticas de museus definidas em Portugal, na última década.
Entrada livre.
A Declaração ICOM.PT “Os desafios da política de museus em tempos de crise", de Outubro de 2011, que actualiza e aprofunda Declaração anterior, de Novembro de 2009 constituirá o documento de referência para o debate a ter lugar no Museu da Electricidade, em Lisboa, no dia 9 de Novembro, pelas 18 horas.
São intervenientes convidados os presidentes das duas associações de museus existentes em Portugal (ICOM.PT e APOM), assim como alguns dos principais responsáveis pela concepção e aplicações das políticas de museus definidas em Portugal, na última década.
Entrada livre.
Primeiras Olimpíadas do Braille

A ACAPO - Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, Instituição Particular de Solidariedade Social de âmbito nacional, que tem como fins estatutários a melhoria da qualidade de vida, a igualdade de oportunidades e a inclusão social dos cidadãos com deficiência visual portugueses, encontra-se a promover um concurso de Braille, denominado 1as Olimpíadas do Braille.
Este concurso pretende estimular e valorizar o correcto domínio do sistema Braille e criar, entre os seus utilizadores habituais e conhecedores - que por necessidade profissional ou interesse pessoal a ele se dedicam - um espírito de determinação para a sua aprendizagem e utilização constante.
O concurso realizar-se-á no próximo dia 3 de Dezembro - Dia Internacional das Pessoas com Deficiência – e terá lugar no Auditório da Estação de Metro do Alto dos Moinhos, em Lisboa, pelas 14h30. Compreenderá a participação de 4 escalões etários:
1º Escalão – concorrentes com deficiência visual e com idades compreendidas entre os oito e os doze anos;
2º Escalão – concorrentes com deficiência visual e com idades compreendidas entre os treze e os vinte anos;
3º Escalão – concorrentes com deficiência visual e com idade superior a vinte anos;
4º Escalão – concorrentes sem deficiência visual;
O prazo de inscrições decorrerá entre os dias 2 e 18 de Novembro. Para esse efeito, solicitamos aos interessados o preenchimento do formulário, disponível no website da ACAPO (www.acapo.pt), devendo o mesmo ser remetido para o e-mail inscricao@acapo.pt ou entregue pessoalmente nas Delegações da ACAPO.
Gostaríamos que colaborasse connosco, incentivando os alunos e professores da sua escola a participar!
Para esclarecimentos adicionais, contacte a equipa coordenadora do evento através do e-mail: ritapereira@acapo.pt, ou contacto telefónico: 213244500.
Encontro Ouvir a arte e a cultura – A audiodescrição na construção de produtos inclusivos

No dia 22 de Novembro, a Associação Íris Inclusiva promove, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, o Encontro Ouvir a arte e a cultura – A audiodescrição na construção de produtos inclusivos, a realizar no âmbito de um projecto já em curso, financiado pelo INR, I.P. Subprograma para Todos (consltar o programa aqui).
Encontro “OUVIR A ARTE E A CULTURA – A audiodescrição na construção de produtos inclusivos”
No próximo dia 22 de Novembro, a Associação Íris Inclusiva promove, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, o Encontro “Ouvir a arte e a cultura – A audiodescrição na construção de produtos inclusivos”, a realizar no âmbito de um projecto já em curso, financiado pelo INR, I.P. Subprograma para Todos.
De uma forma muito geral, a audiodescrição visa permitir o acesso da pessoa cega e com baixa visão a diferentes formas de expressão artística e cultural, contribuindo assim para a sua plena inclusão cultural, comunitária e social, em igualdade de circunstâncias com os demais cidadãos.
A iniciativa, desenvolvida em parceria com o projecto AUDIODESCRIÇÃO.PT – Ouço, logo vejo, da Companhia de Actores (Oeiras), com o Teatro O Cão Danado (Braga) e com a Câmara Municipal de Viana do Castelo, pretende dar a conhecer o recurso e contribuir para a construção de práticas mais inclusivas pelos diversos agentes culturais (associações, municípios, museus, estruturas ligadas às artes performativas, etc.), com especial enfoque naqueles que actuam no distrito de Viana do Castelo, por ser este o território de actuação da Associação promotora.
Ao longo do Encontro, os participantes terão oportunidade de percepcionar de que forma o serviço de audiodescrição pode ser integrado em dois produtos artístico-culturais distintos: uma exposição de fotografia e uma performance, que virão por certo enriquecer e complementar a intervenção dos vários convidados que farão do espaço que acolhe o evento um lugar essencialmente de partilha e de construção.
A inscrição no Encontro é gratuita, embora sujeita à disponibilidade da sala, e pode ser efectuada na página de internet www.irisinclusiva.pt ou através do e-mail geral@irisinclusiva.pt ou do telemóvel 962 697 074. No acto de inscrição, e caso o participante assim o deseje, deve ser indicada a necessidade de impressão do material do evento em Braille.
Segue o programa do evento:
9h00: Recepção dos participantes
9h30: Abertura do Encontro
Ana Paula Pereira (Presidente da Íris Inclusiva)
Ana Margarida Silva (Vereadora da Acção Social, Câmara Municipal de Viana do Castelo)
10h00: Apresentação do programa do Encontro
Isabel Barciela (Íris Inclusiva)
Anaísa Raquel (Projecto AUDIODESCRIÇÃO.PT)
Luís Rocha (Movimento de Expressão Fotográfica)
10h15: Audiodescrição - Imagens que se ouvem
Josélia Neves (Docente e investigadora, Instituto Politécnico de Leiria)
11h00: Pausa para café
11h30: Exibição de documentário sobre a exposição SENTI(N)DO
11h45: À Conversa sobre a audiodescrição
Moderação de Cláudia Semedo (actriz)
Intervenientes:
Josélia Neves (Docente e investigadora, Instituto Politécnico de Leiria)
Anaísa Raquel (Audiodescritora, projecto AUDIODESCRIÇÃO.PT)
Maria José Guerreiro (Vereadora da Cultura, Câmara Municipal de Viana do Castelo)
Maria João Dias Costa (Mosteiro de São Martinho de Tibães, DRCN)
Ricardo Teixeira (Conselheiro do projecto AUDIODESCRIÇÃO.PT)
12h30: Almoço (livre) / Abertura da exposição SENTI(N)DO
14h30: À Conversa sobre a audiodescrição – 2ª parte
15h15: Performance
Pelo Teatro O Cão Danado, a partir de Dias Felizes, de Samuel Beckett
15h30: Debate aberto ao público e conclusões
16h00: Encerramento do Encontro / Verde de Honra
19.30h: Encerramento da exposição SENTI(N)DO
Flores Para Mim

Encontra-se em exibição no Teatro Meridional a peça de Abel Neves, "Flores para mim", um trabalho sobre a imperfeição da condição humana, que apresenta os nossos defeitos como deficiências (leia notícia aqui).
A peça estará em palco até 11 de Dezembro.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
o Rei Leão adaptado a crianças com autismo
O Minskoff Theatre na Broadway, Nova Iorque, apresentou o espectáculo Lion King modificado para crianças com autismo e as suas famílias.
Noticia publica no The New York Times: http://artsbeat.blogs.nytimes.com/2011/10/03/parents-and-kids-say-they-appreciated-autism-friendly-lion-king-matinee/
Noticia publica no The New York Times: http://artsbeat.blogs.nytimes.com/2011/10/03/parents-and-kids-say-they-appreciated-autism-friendly-lion-king-matinee/
Workshop "Autismo - da Adolescência à Velhice"

PERTURBAÇÕES DO ESPECTRO DO AUTISMO
40 ANOS DE ASSOCIATIVISMO EM PORTUGAL
17 e 18 de Novembro de 2011
Autismo – da Adolescência à Velhice
Drª Patrícia Howlin
Workshop integrado nas comemorações dos 40 anos, no dia 18 de Novembro de 2011, das 14h às 17h e das 18h às 19h
Local: Auditório da Glaxo Smith Kline
A conferência será uma participação activa da audiência num debate orientado de acordo com os subtemas propostos previamente nas fichas de inscrição.
A Drª Patrícia Howlin é professora de Psicologia Clínica Infantil no Instituto de Psiquiatria em Londres e tem uma vasta experiência de investigação em autismo, tanto de programas de intervenção precoce como da transição da adolescência para o estado adulto. É Presidente do Scientific and Advisory Committee of Research Autism e do Scientific Review Panel for Autistica. Foi fundadora e é editora da revista Autism: The International Journal of Research and Practice. Tem vários livros publicados sendo o último Sage Handbook of Developmental Disorders com Tony Charman & Mohammad Ghaziuddin.
Co financiado pelo INR, I.P., Subprograma Incluir Mais
Encontro "Ouvir a Arte a Cultura: a Audiodescrição na Construção de Produtos Inclusivos"

No próximo dia 22 de Novembro, a Associação Íris Inclusiva promove, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, o Encontro “Ouvir a arte e a cultura – A audiodescrição na construção de produtos inclusivos”, a realizar no âmbito de um projecto já em curso, co-financiado pelo INR, I.P. Subprograma Para Todos.
De uma forma muito geral, a audiodescrição visa permitir o acesso da pessoa cega e com baixa visão a diferentes formas de expressão artística e cultural, contribuindo assim para a sua plena inclusão cultural, comunitária e social, em igualdade de circunstâncias com os demais cidadãos.
A iniciativa, desenvolvida em parceria com o projecto AUDIODESCRIÇÃO.PT – Ouço, logo vejo, da Companhia de Actores (Oeiras), com o Teatro O Cão Danado (Braga) e com a Câmara Municipal de Viana do Castelo, pretende dar a conhecer o recurso e contribuir para a construção de práticas mais inclusivas pelos diversos agentes culturais (associações, municípios, museus, estruturas ligadas às artes performativas, etc.), com especial enfoque naqueles que actuam no distrito de Viana do Castelo, por ser este o território de actuação da Associação promotora.
Ao longo do Encontro, os participantes terão oportunidade de percepcionar de que forma o serviço de audiodescrição pode ser integrado em dois produtos artístico-culturais distintos: uma exposição de fotografia e uma performance, que virão por certo enriquecer e complementar a intervenção dos vários convidados que farão do espaço que acolhe o evento um lugar essencialmente de partilha e de construção.
A inscrição no Encontro é gratuita, embora sujeita à disponibilidade da sala, e pode ser efectuada na página de internet www.irisinclusiva.pt ou através do e-mail geral@irisinclusiva.pt ou do telemóvel 962 697 074. No acto de inscrição, e caso o participante assim o deseje, deve ser indicada a necessidade de impressão do material do evento em Braille.
Adaptação de brinquedos oferecidos para crianças com deficiência motora

O Centro de Recursos para a Inclusão Digital (CRID) da ESECS - Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, do Instituto Politécnico de Leiria, lançaram a quarta edição da Campanha “Mil Brinquedos Mil Sorrisos”. Desde 2008 que o CRID-IPL se lançou nesta odisseia da fantasia. Recebemos brinquedos eletrónicos, novos ou usados que são adaptados pelos alunos e professores do curso de Engenharia Eletrotécnica ESTG- Escola Superior de Tecnologia e Gestão, do IPL, dedicando parte do seu tempo livre a uma tarefa tão nobre. Posteriormente são tratados, embrulhados e oferecidos às crianças que deles precisam, nomeadamente crianças com deficiências motoras
Quadro de Botticelli em versão táctil

Uma versão táctil da obra "O Nascimento de Vénus" de Botticelli foi inaugurada na Galeria Uffizi de Florença.
É graças a esta reprodução tridimensional (mais pequena que a original) que desde 5 de Outubro todos os invisuais podem tocar na famosa deusa clássica, que emerge das águas numa concha apresentando-se de forma esguia e com longos membros e traços harmoniosos.
Esta iniciativa foi recebida com grande entusiasmo por Antonio Quatraro, presidente da União Italiana de Cegos de Florença. Segundo este responsável, citado pelo jornal espanhol El Pais, esta versão táctil permite que todos aqueles que, como ele, não vêem, possam disfrutar do património artístico.
Dentro de algumas semanas estarão também disponíveis painéis com informações em braille em inglês e italiano. A experiência vai ser agora estendida a outros museus. "La Fornarina"de Rafael, da Galeria Nacional de Arte Antiga, do Palácio Barberini de Roma, será a próxima obra a ter uma reprodução tridimensional. Está em análise a possibilidade de algumas obras expostas no Palácio Real de Turim e no Museu Capodimonte de Nápoles também ganharem uma réplica em três dimensões.
Fonte DN Artes
I Encontro da Rede de Acessibilidade em Museus - Rio de Janeiro

O 1º Encontro da Rede de Acessibilidade em Museus terá lugar no Museu da República de Rio de Janeiro no da 17 de Outuro. Mais info em http://www.forumpermanente.org/.noticias/noticias-2011/1o-seminario-estadual-de-acessibilidade-de-museus-e-instituicoes-culturais-rj/
Carta de José Enrique (prof. com deficiência visual) a Steve Jobs
"Hola, Steve:
Quizás sea exagerado para algunos que un ciego como yo te
dé las gracias. Pero no. Ya veréis.
En primer lugar, tendría que darte las gracias por tu época
de joven ilusionado y luchador. Lo del garaje, ya sabes.
Aunque eso está más que repetido, hoy, en estos tiempos de
crisis económica y laboral, pienso que es un buen ejemplo
que nos dejas. Gracias por enseñar que se empieza como se
pueda, sin tener ni pedir, poniendo ideas, estudio, ilusión,
tenacidad. Y si fracasas una vez, quizás la próxima será la
del éxito.
También tendría que darte las gracias por tu lucha y
esfuerzos, con el cáncer a cuestas. Por tu gastarte
trabajando hasta el último mes, hasta el último día casi.
Gracias por no desfallecer y animar a muchos a no dejarse
vencer fácilmente.
Pero como ciego tengo un agradecimiento especial: gracias
por demostrar que se pueden diseñar los dispositivos
digitales de forma que sean accesibles para todos, ¡y sin
costar ni un céntimo más! Gracias por tus ipo's, iphone's e
ipad's de los últimos años. Gracias por demostrar que no
hacen falta aparatos diferentes, porque los ordinarios
sirven a todos.
Debería decir: gracias por escuchar a aquel grupo de
estudiantes ciegos de tu país, por tu decisión de ordenar a
los ingenieros que les escucharan y que sometieran los
prototipos a su evaluación.
Gracias por tu sensibilidad y buen hacer.
A partir de ti, nada debería ser igual en el mundo del
diseño industrial.
¡Ah!: y espero que ahora, desde arriba, desde ese lugar que
seguro te ganaste muy cerca del Inventor Supremo, te
dediques a recordarnos al oído a todos que las cosas se
pueden hacer mejor pensando en los que tienen dificultades
para ver, para oir, para tocar, niños, jóvenes, adultos o
ancianos. Recordándonos que es más fácil dar que recibir.
Hasta luego."
José Enrique
Sígueme en twitter como cotainas y por supuesto...
Visita mi blog y deja tus comentarios en
http://tiflohomero.blogspot.com
Saludos cariñosos
La amistad es luz en la oscuridad. Por eso tú eres la luz que amaina mi ceguera.
Uno no está solo cuando elige estarlo. La verdadera soledad estriba en no poder elegir.
Siempre adelante
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Coping with Cuts to Disability Services
Coping with Cuts to Disability Services by Claudia Wood
In October 2010, Demos published Destination Unknown, exploring the impact of the welfare benefit cuts announced in the Spending Review on disabled people. Our analysis of DWP caseloads revealed that, overall, the 3.5 million disabled people currently claiming disability-related benefits would lose about £9.2 billion of financial support by 2015 as a result of the Government’s announced changes.
But after publishing this report, we realised we knew little of what was going on ‘on the ground’ with local services. Disabled people are disproportionately reliant both on welfare benefits and public services – so we were only looking at one half of the coin when it came to the impact on disabled people of the government’s reforms. Because the fact was, in the very same Spending Review that saw such radical reforms to benefits, the government also announced budgetary cuts to local authorities that were truly game changing. A 28 per cent cut over a four year period. Councils were facing tough decisions – sacrifices had to be made, and many were placed in the unenviable position of choosing between refuse collection and library maintenance, play groups and elderly care.
Coping with the Cuts, has therefore attempted to throw light on how the government cuts to local authority budgets are affecting disabled people’s services across the country. We undertook the ambitious task of collating a range of data regarding front line care and support services from every local authority in England and Wales, sending out hundreds of FOI requests to gather the necessary information.
Once we had this to hand, we realised that there were disparities between the level of budgetary cuts local authorities were making to their social care budgets, and the changes being made to the front line of care and support. Some councils had very large care cuts – up to 22 per cent - but were not raising service user charges, or tightening eligibility criteria. They weren’t closing any services either. On the other hand, some councils were increasing care funding by up to 10 per cent, but reported closures, restrictions in eligibility and large increases in charges for things like meals on wheels and respite.
And it is this disparity which is at the heart of today’s report. We found that when it comes to coping with the cuts, it’s not always how much you have, but what you do with it that counts. We combined this front line information and created a ‘coping score’ to demonstrate this.
The results, published today and presented graphically at http://disability-cuts-map.demos.co.uk/, shows that local authorities are each coping with budgetary constraints in very different ways, and some better than others. By looking beyond how much funding councils had, to how this was affecting their front lines, we were able to avoid the very common criticism levelled at councils with big budget cuts. Some councils wielding large cuts are actually doing well in protecting disabled people's services – this measure acknowledges their hard work.
We were, for the first time, able to compare local authorities based on a set of objective and comparable data and present the information as a national picture. And it is a phenomenally complex picture, one which the government would do well to consider when assessing the impact of its local authority budget cuts.
But the key finding of this report is, perhaps, that there is no ‘magic bullet’ when it comes to coping with the cuts. We report how many local authorities are trying new things – from citizenship-based commissioning, to coproduction with disability user groups, to integrating their health and care systems – to get more for less. Each are at a different stage in the process, some were encountering greater obstacles than others, but it is still early days. Hopefully, local authorities will consider today’s coping score as a baseline – and take it as a challenge to improve and learn from the range of coping strategies already being pioneered across the country.
Seamus
The information on North Yorkshire suggests:
1). -9.04 per cent budget change to disabled children and families' care and support
2). 0.26 per cent budget change to adult care and support
3). -4.15 per cent budget change to older people's care and support
It states that North Yorkshire has increased the cost of specialist transport by 10 per cent and is no longer offering community meals services. We are rated as 'OK'
I have to query the data and the suppositions in your methodology. Some statements are plainly untrue... e.g. we are seeing an increase in the uptake of meals through our social enterprise models with WRVS and Age Concern in North Yorkshire. The fact that we have organised things differently and we are being more efficient does not then mean a reduction in front line services.
Likewise you rightly use the word 'change' when you refer to % in adult social care. However we are offering more people support and with a wider transformed range of services. Your headline 'Coping with Cuts' gives little credit to the successful efforts of Local Government to modernise and transform thus achieving greater efficiencies while producing better outcomes for people.
PS we continue to offer services at all levels of the FACs criteria.
Claudia
Seamus - we based our analysis on FOI responses from individual councils. All information we used came directly from them.
North Yorkshire told us "Meals on wheels - No longer provided. Number of people who accessed the service: 1,051". The FOI request allowed councils to give us additional information, but the response gave us no further details on this particular issue.
However - and more importantly - whilst closures and cessations of services was mentioned as "additional information" on the Disability Cuts website, closures are NOT included in the calculation of the council's coping score. We explain this on the website here http://disability-cuts-map.modernactivity.co.uk/how-we-made-the-coping-index/ and in the full report. We did not include closures and cessations for the very reason you imply here - it is too subjective an issue, and we are not in a position to judge whether the end of a service is done for a "good" or "bad" reason.
Therefore, the end (or not) of community meals in North Yorkshire does not affect North Yorkshire's score at all.
The increases in user charges in North Yorkshire in hourly home care, transport, day centre meals and older people's respite charges are taken into account, and DOES affect North Yorkshire's score.
However, the fact that eligibility criteria is (again according to the FOI response) "moderate, with the aim of meeting lower need where the risk to independence may be significant" counts in North Yorkshire's favour, as does the fact it does not apply an efficiency saving on personal budget allocations. Hence the overall placing of 67 out of 152 - above average.
Hope this clarifies. I would also suggest you read the full report, which very much focuses on the innovations of some councils in the list (not just the top copers) and distils some key things they have in common that other authorities could take on board.
The full report can be dowloaded here:http://www.demos.co.uk/publications/copingwiththecuts
Design Inclusivo de Exposições
Estão abertas as inscrições para o 6º Seminário Anual do GAM (Grupo para a Acessibilidade nos Museus) sobre a temática do Design Inclusivo de Exposições.
O programa e a ficha de inscrição estáão no blog http://gam-acessibilidade.blogspot.com.
Graças aos apoios da Fundação das Comunicações, da Fundação EDP, da Fundação Calouste Gulbenkian, do Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva e da Embaixada de França de Portugal, o seminário será gratuito.
Info: http://gam-acessibilidade.blogspot.com/2011/08/6-seminario-gam-17-de-outubro-de-2011.html
"Diferentes no Conceito, Únicos na Diferença”

A PsicoSoma Viseu, após a positiva experiência que fora o I Simpósio de Gerontologia, organizado em 2010, em Viseu, dedica este ano novamente esforços para a realização do II Simpósio de Gerontologia, igualmente em Viseu.
Este ano o tema subjacente ao simpósio irá assentar no Envelhecimento Activo e Actividades junto da Terceira Idade.
O II Simpósio de Gerontologia PsicoSoma, irá realizar-se em Viseu, Portugal, no próximo dia 5 de Novembro.
O papel do gerontólogo passa por garantir que o processo de envelhecimento seja um processo orientado e bem-assistido.
Torna-se desta feita indisponível que o aumento da expectativa de vida seja acompanhado por uma qualidade de vida, satisfação e bem-estar do idoso.
Actualmente, o papel do gerontólogo é dificultado por diversos factores, assim, proporcionar aos profissionais da área um espaço de divulgação de conhecimento e troca de experiência será sem dúvida uma mais-valia.
A diminuição da natalidade, o aumento da esperança de vida e o envelhecimento da população mundial são uma realidade, surgem cada vez mais novas respostas a esses fenómenos, como a criação de várias entidades de apoio social, dinamizando assim um sector de actividade.
É assente nas novas perspectivas de intervenção que a PsicoSoma decidiu desenvolver uma nova edição do simpósio de Gerontologia.
Ter na cidade de Viseu profissionais reconhecidos nas diversas áreas, profissionais e técnicos activos que contribuam cientificamente e socialmente para o sector, surge como o grande objectivo de modo a que possam ser expostas e debatidas várias temáticas, sejam feitas trocas de conceitos, experiências e estudos.
Deixamos em anexo press release acerca do assunto em questão, bem como o link do evento: https://simposiogerontologiapsicosoma.wordpress.com
Em nome das artes ou em nome dos públicos?

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL - TER 13, QUA 14, QUI 15 DE DEZEMBRO
"Em nome das artes ou em nome dos públicos? 3E – equipas, ética e erro: reflectindo sobre alguns conceitos da mediação cultural"
Pequeno Auditório da Culturgest
15€ por dia · Lotação limitada. Inscrição prévia obrigatória.
De que modo os museus e os centros culturais estão a lidar com as exigências e as necessidades dos seus públicos? A emancipação dos públicos é verdadeiramente promovida ou é sobre a falta dela que se constrói a mediação cultural na actualidade? Que grau de partilha e de participação é solicitado aos públicos dos museus? É a interpretação do público uma forma de completar o objecto artístico? E onde começa a prática artística com comunidades e termina a mediação cultural? É o mediador cultural um agente isento e transparente ou a sua presença condiciona a interpretação dos objectos? Partilha com os seus públicos dúvidas honestas ou, na maior parte das vezes, já tem as respostas?
Sem deixar de indagar mas sem respostas à vista, convidámos artistas, filósofos, críticos e profissionais de museus de diferentes países para, em conjunto com o público, reflectirem sobre a importância e a validade da mediação cultural nos espaços museológicos da actualidade. Para mote de discussão de cada dia elegemos os conceitos de equipa, ética e erro.
Às equipas nos museus devemos o reconhecimento de serem a alma comunicante da maior parte das instituições. À ética devemos a reflexão constante sobre as formas de captação e comunicação com os públicos. Ao erro devemos o privilégio da aprendizagem e do crescimento constantes.
E porque acreditamos na riqueza da comunicação sem rede, optámos por correr o risco de apresentar três dias preenchidos com debates abertos ao público, mesas redondas com um só porta-voz, speed meetings e workshops orientados por artistas.
How do museums deal with their audiences’ needs? How much are they called upon to participate and share? Where does artistic practice with communities begin and where does cultural mediation end? Are cultural mediators impartial agents or does their presence affect the interpretation of the objects? We have invited artists, philosophers, art critics and museum professionals to discuss for three days (in debates, round table discussions, speed meetings and workshops) on the importance of cultural mediation in present-day museums.
Colóquio “(More) Accessible Museums”

O ICOM Belgium organiza nos dias 24 e 25 de Novembro a conferência (More) Acessible Museums:
The accessibility of museums to disabled people has become a recurring subject among professionals in recent years. Whether it has something to do with the accessibility to buildings or the content itself of an exhibition or a permanent room, questions are numerous. How can an exhibition be made understandable for people with bad vision? What are the expectations of the disabled audience? How can accessibility and architectural restrictions of buildings be united? How can things be vulgarised without becoming superficial? How can interesting tools be offered to mentally disabled people? How can a strict budgetary policy be combined with arrangements specifically developed for a minority audience?
Due to these questions from the museum world and from representatives of disabled people, the national Belgian committee of the ICOM will organize a colloquium for exchanging experiences in Europe in this matter on November 24 and 25 2011.
Info: http://www.repere.be/accessiblemuseums/
Colóquio "Media e Deficiência"

Auditório Agostinho da Silva
Universidade Lusófona
Campo Grande, 376 - Lisboa
28 de Setembro de 2011
Entrada Livre
Inscrições até 26 de Setembro
ana.valente@gmcs.pt
Sítio do Colóquio
brevemente online
www.facebook.com/mediaedeficiencia
Contextualização
A imagem da deficiência na sociedade esteve muito tempo associada a uma conotação negativa, estigmatizada, onde a deficiência da pessoa era representada como a sua única característica e onde outros aspectos individuais como as emoções, os atributos intelectuais, o género, a religião, as competências e potencialidades eram muitas vezes desprezadas e ignoradas.
Os meios de comunicação social têm particulares responsabilidades na formação das mentalidades e dos comportamentos sociais, designadamente no que diz respeito aos conteúdos e imagens que veiculam sobre as pessoas com deficiência.
Não descurando a atenção e o contributo que alguns profissionais da comunicação social já dão às questões relacionadas com a deficiência, regra geral os media não prestam a devida atenção às pessoas com deficiência. A presença destas nos media é frequentemente esquecida ou praticamente invisível.
Todavia, os media podem e devem desempenhar um papel activo, relevante e determinante no tratamento não discriminatório de qualquer cidadão, e, por maioria de razão, dos cidadãos com necessidades especiais, devendo contribuir para superar os estereótipos, os preconceitos e o medo em relação ao que é “diferente”, contribuindo para a promoção dos direitos das pessoas com deficiência e para a sua efectiva integração na sociedade.
Por outro lado, há ainda um longo caminho a percorrer no que respeita à acessibilidade das pessoas com deficiência aos media, tornando-se necessário sensibilizar as empresas, órgãos e profisssionais do sector, incluindo os media online, para a disponibilização e transmissão dos seus conteúdos com os requisitos e funcionalidades técnicas necessários à sua acessibilidade por parte das pessoas com deficiência.
Atendendo ao papel fulcral que os media podem desempenhar na integração social das pessoas com deficiência, o GMCS, a Universidade Lusófona e o Grupo de Reflexão sobre "Media e Deficiência" vão organizar o Colóquio "Media e Deficiência", que terá lugar no Auditório Agostinho da Silva, da Universidade Lusófona, em Lisboa, no próximo dia 28 de Setembro. Dois temas principais estarão em análise e debate neste Colóquio:
•1. As acessibilidades aos media;
•2. A imagem das pessoas com deficiência nos media.
Cada um dos temas será abordado, em profundidade, por um perito de reconhecida competência, nacional e internacional, neste domínio, seguindo-se depois um painel constituído por conferencistas com actividade desenvolvida sobre o tema e no final um debate que se quer o mais participado e amplo possível por parte da assistência.
Oradores: Peter Looms e Josélia Neves.
Peter Looms é dinamarquês. Perito e consultor internacional em acessibilidade audiovisual, tem dedicado, nos últimos anos, a sua atenção à acessibilidade da televisão por parte das pessoas com deficiência. É actualmente presidente do "Focus Group sobre Acessibilidade dos Meios Audiovisuais" da União Internacional das Telecomunicações. Colabora com o grupo de investigação da Universidade Lusófona sobre a acessibilidade das pessoas com deficiência à televisão digital. É professor convidado da Universidade Técnica da Dinamarca e professor convidado da Universidade de Hong Kong e de outras universidades da Europa e da Ásia nas áreas dos media digitais e da acessibilidade aos media. Participou na criação do consórcio DTV4ALL (Digital Television for All) que apoiou a Comissão Europeia na promoção da info-inclusão e da televisão na Europa.
Josélia Neves tem um doutoramento em Estudos de Tradução, com uma tese sobre Tradução Audiovisual: Legendagem para Surdos, pela Universidade de Surrey Roehampton, em Londres; e um pós-doutoramento sobre Comunicação Inclusiva em Contexto Museológico, realizado no Imperial College London. É professora Adjunta no Instituto Politécnico de Leiria; tendo também, ao longo dos últimos anos, leccionado como professora convidada na Universidade de Coimbra, no âmbito dos Cursos de Mestrado e de Doutoramento em Estudos de Tradução e em vários cursos de Mestrado e de Doutoramento em outras Universidades nacionais e estrangeiras. Pertence ao grupo de investigação internacional TransMedia que agrega investigadores de Espanha, Bélgica, Alemanha, Reino Unido e Portugal, desempenhando um papel activo no debate das políticas de acesso à comunicação social em contexto europeu e nacional. Desde 2000 tem vindo a desenvolver projectos na área da comunicação acessível para públicos com necessidades especiais numa perspectiva inclusiva, eliminando barreiras e promovendo soluções "para todos".
A entrada no Colóquio é livre, embora sujeita a inscrição prévia que deverá ser enviada até ao dia 26 de Setembro para ana.valente@gmcs.pt.
Retirado de: http://www.gmcs.pt/index.php?op=cont&cid=1519&sid=1618
Falar Com as Mãos

"Falar com as mãos" é um livro de sensibilização à língua gestual portuguesa que inclui no final da história um alfabeto que nos ensina a compreender e a comunicar com pessoas surdas. Pode ser encomendado aqui.
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