Viver no Espaço não é o mesmo do que viver na Terra. Como respiram os astronautas? De onde vem a água que bebem? O que é preciso para nos tornarmos exploradores do Espaço? No dia 6 de Fevereiro, sábado, às 16h30, venha descobrir quais os principais desafios humanos à adaptação de vida no Espaço no colóquio Próxima paragem: Espaço! Desafios à vida fora da terra.
O investigador Manuel Paiva, da Agência Espacial Europeia, e Mário Ferreira, o 1.º turista espacial português, debatem com o público do Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva as suas experiências sobre expedições ao Espaço. No final do colóquio será realizado um sorteio de foguetões e naves espaciais e haverá uma sessão de autógrafos do livro Como respiram os astronautas do investigador Manuel Paiva.
Este colóquio insere-se no ciclo Expedições Extremas, que tem como ponto de partida a nova exposição interactiva EXTREMOS Viver no Limite. A entrada é gratuita.
Para as famílias também haverá “actividades extremas” durante todo o sábado. Das 11h30 às 13h e das 14h às 16h30 os mais novos poderão construir veículos lunares e foguetões de água. Poderão ainda descobrir os segredos do Universo no Planetário Portátil e explorar a exposição Extremos Viver no Limite.
Programa completo em: http://www.pavconhecimento.pt/download/programa_extremos.zip
Tradução simultânea em Língua Gestual Portuguesa – Inscrição obrigatória com uma semana de antecedência para acesso@pavconhecimento.pt
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Ministério da Cultura quer museus sob tutela das autarquias
Ministra da Cultura, Isabel Canavilhas, apresentou um plano para a área museológica e garantiu que um dos objectivos visa alcançar «boas práticas de gestão inovadora» em prol do desenvolvimento cultural» e como factor de atracção turística.
A ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, apresentou no Museu de Arte Popular, um documento que contempla algumas das novas orientações do Ministério da Cultura para a área museológica, entre elas, encontram-se: a passagem de Museus para tutelas municipais, o ensaio de um modelo de gestão, e a monitorização e avaliação do planeamento estratégico.
A ministra considerou que com tal aposta, pretende-se alcançar «boas práticas de gestão inovadora» não só como «instrumento para o desenvolvimento cultural»
como também factor de atracção turística.
Para os museus do século XXI, o documento estipula em quatro pontos as medidas a tomar, começando por um reenquadramento dos museus tutelados pelo Ministério através do Instituto de Museus e Conservação. Neste sentido, o documento prevê que alguns museus numa «transição faseada» passem para tutelas municipais ou sejam afectos às direcções regionais de Cultura.
Os museus serão seleccionados «com base em critérios patrimoniais e Museológicos» e essa transição de tutela é feita com base em contratos-programas. Gabriela Canavilhas pretende, assim, recuperar uma ideia lançada pela ex-ministra Isabel Pires de Lima: a efectivação de uma rede integrada de equipamentos culturais na zona de Ajuda/Belém, em Lisboa, implicando parcerias quer com a Câmara quer com a Associação de Turismo da capital. O documento prevê ainda a constituição de uma Rede Nacional de Reservas Arqueológicas.
Fonte: Café Portugal
A ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, apresentou no Museu de Arte Popular, um documento que contempla algumas das novas orientações do Ministério da Cultura para a área museológica, entre elas, encontram-se: a passagem de Museus para tutelas municipais, o ensaio de um modelo de gestão, e a monitorização e avaliação do planeamento estratégico.
A ministra considerou que com tal aposta, pretende-se alcançar «boas práticas de gestão inovadora» não só como «instrumento para o desenvolvimento cultural»
como também factor de atracção turística.
Para os museus do século XXI, o documento estipula em quatro pontos as medidas a tomar, começando por um reenquadramento dos museus tutelados pelo Ministério através do Instituto de Museus e Conservação. Neste sentido, o documento prevê que alguns museus numa «transição faseada» passem para tutelas municipais ou sejam afectos às direcções regionais de Cultura.
Os museus serão seleccionados «com base em critérios patrimoniais e Museológicos» e essa transição de tutela é feita com base em contratos-programas. Gabriela Canavilhas pretende, assim, recuperar uma ideia lançada pela ex-ministra Isabel Pires de Lima: a efectivação de uma rede integrada de equipamentos culturais na zona de Ajuda/Belém, em Lisboa, implicando parcerias quer com a Câmara quer com a Associação de Turismo da capital. O documento prevê ainda a constituição de uma Rede Nacional de Reservas Arqueológicas.
Fonte: Café Portugal
AP Magazine - Accessible Portugal
Agradeço à Accessible Portugal pela entrevista. Encontra-se disponível em: http://www.apmagazine.net/2010/January/interview.htm
Interview with…
Sónia Santos
Master degree in Museology, thesis entitled "Accessibilties in Museums"
By João Durão da Silva
Sónia Santos has been developing a career related with accessibility in cultural places, in particular, in museums. A subject she considers as “a truly gratifying work”, both in a professional and in a personal level.
After a graduation in Modern Languages and Literature, Sónia Santos took a pos-graduation and a Master Degree in Museology, at Faculdade de Letras do Porto, with her thesis entitled “Accessibilities in Museums”. During this period, in 2005, Sónia had the opportunity to make an internship in Museu do Papel Moeda, owned by Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, where she created a Manual of Accessibilities.
Today, she's still in the museum, working in the Educational Services Department, doing also several presentations for students and professionals of the field. Moreover, Sónia has its own blog (http://acessibilidadeemmuseus.blogspot.com - in Portuguese), where she approaches many subjects related with accessibility, a theme that she says that is part of her life since very soon. Let's know why…
How did you get involved with accessibility issues?
It happened very soon. I've a brother with cerebral palsy. Since my seven years old that I have been dealing closely with disability and I know how much it's difficult for people with special needs to achieve a “normal” life, having a job, accessing health care, accessing culture and leisure.
When I was in the second year of my pos-graduation in Museology, one proposed me to develop a Manual of Accessibilities for the Museu do Papel Moeda. I didn't have any doubt that it'll be a truly gratifying work, not only in an academic/professional level, but also in a more personal one. All these things are connected, so I ended to develop the thesis of my Master degree on this subject and, after that, working with people with special needs.
Personally, which are the major challenges that you find in this kind of work?
The great challenge is to create accessibilities in all the matters. Not only eliminating architectonical barriers, but also those ones related with contents and mostly with prejudice. People still have fear of everything that is different, everything that is not “normal”, and disability is just one of these cases. It's necessary to lose the fear of communication.
Lucky, there is already a concern in museums to arrange exhibitions for ALL. Even so, most of them think that accessibilities require huge costs, when comparing to the small percentage these visitors represent in annual statistics. This means that most of the times they ignore accessibilities or develop sporadic accessible projects. It's important to think in every citizen, but it has to be a constant concern if we want to achieve good results and even more confidence for this work keep going on.
In your opinion, which are the most important factors when we think to turn cultural places accessible?
There are several ones! Physical accessibility is fundamental and putting a ramp somewhere is not enough. We have to respect legislation and make efficient adaptations. Nowadays, we see unthinkable things like huge ramps, insurmountable doors and so many other alleged accessibilities that, in fact, they not only don't function as they should do, but also they turn themselves as disguised barriers.
At the same time, as I said before, it's important to eliminate fears and prejudices that many people still have from the different and promote communication… we must know how to communicate. Today, museums are changing, becoming increasingly distant from those elitists and closed ones that existed in the past, and accessibility is a vital issue in this process. Having accessible contents for all is fundamental. If we go to a museum and we come out from there without understand anything we saw or read, we won't certainly wish to repeat the experience.
Our society is more and more heterogeneous and I'm not referring only to disabled people. There are the elderly, tourists and many levels of alphabetization and culture. The challenge is attend all the people and for that we can't have a static and unchangeable communication, neither insurmountable physical/architectonical barriers.
There has been much discussion concerning the intervention in several cultural places, many of them considered national heritage, due to its age and architecture. How do you evaluate this problem?
It has to be a balance. It's true that many places can't be changed and we must respect that. We can't demand a total adaptation of some buildings, but we can search for solutions. I think multidisciplinary teams should be created, including people with special needs, and we have to put together all the efforts to find new solutions. They might not be the most desirable ones, but they should be minimally inclusive at least.
However, there are other buildings which support the necessary adaptations, without interfere with their integrity, and those ones must be adapted!
Do you consider that there is sensibility and desire from responsible authorities to face the problem?
I think this subject was a taboo for a very long time, but situations have been changing in the last years, in a slowly but progressively way. People are more receptive to this issue; now it's also necessary a huge will to address the problem and, for me, that will has to grow even more.
Back to your professional life, which are your next projects?
As much as you do, it's never enough… there is always more to do… there is always more to learn and that's the great challenge: do not stop! In this moment, the Museu do Papel Moeda (where I'm working) is already well accessible. There are ramps, elevator, adapted WC, Braille guides, amplified guides, tactical resources, software for reading and amplifying, software and hardware for support of people with neuromotor disabilities. Even the employees – from the receptionist to the technician of Educational Service – have formation [to work with deaf and visual impaired people], which was taken [respectively] in Associação de Surdos do Porto and in ACAPO-Porto.
Nevertheless, there is more to be done… there's always more! It's necessary to resume contacts, create new and attractive activities, disseminate information… well, it's necessary to open doors to all the audiences and make them feeling welcome and eager to return. Making links!
Just before we conclude this interview… Would you like to add something?
Yes… Museums are adopting competitive functions, broadening their horizons and skills. It's not enough to have some collections and preserve them. Visitors are acquiring a fundamental importance for the survival of cultural entities.
However, this search for visibility is also perverse because its features and its statistics are their visit card, when museums are trying to raise funds, sponsorships and patronages… When we focus on people with special needs, we conclude that guided visits can't present the same features than those with other groups. These visits are longer, require more dedication and can include a maximum of 10 participants. They can't compete, for example, with school visits with 30 students per session, but they equally worth it and should be stimulated and recognized by their value… Even if statistically they only represent an almost invisible target.
Thank you very much.
Interview with…
Sónia Santos
Master degree in Museology, thesis entitled "Accessibilties in Museums"
By João Durão da Silva
Sónia Santos has been developing a career related with accessibility in cultural places, in particular, in museums. A subject she considers as “a truly gratifying work”, both in a professional and in a personal level.
After a graduation in Modern Languages and Literature, Sónia Santos took a pos-graduation and a Master Degree in Museology, at Faculdade de Letras do Porto, with her thesis entitled “Accessibilities in Museums”. During this period, in 2005, Sónia had the opportunity to make an internship in Museu do Papel Moeda, owned by Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, where she created a Manual of Accessibilities.
Today, she's still in the museum, working in the Educational Services Department, doing also several presentations for students and professionals of the field. Moreover, Sónia has its own blog (http://acessibilidadeemmuseus.blogspot.com - in Portuguese), where she approaches many subjects related with accessibility, a theme that she says that is part of her life since very soon. Let's know why…
How did you get involved with accessibility issues?
It happened very soon. I've a brother with cerebral palsy. Since my seven years old that I have been dealing closely with disability and I know how much it's difficult for people with special needs to achieve a “normal” life, having a job, accessing health care, accessing culture and leisure.
When I was in the second year of my pos-graduation in Museology, one proposed me to develop a Manual of Accessibilities for the Museu do Papel Moeda. I didn't have any doubt that it'll be a truly gratifying work, not only in an academic/professional level, but also in a more personal one. All these things are connected, so I ended to develop the thesis of my Master degree on this subject and, after that, working with people with special needs.
Personally, which are the major challenges that you find in this kind of work?
The great challenge is to create accessibilities in all the matters. Not only eliminating architectonical barriers, but also those ones related with contents and mostly with prejudice. People still have fear of everything that is different, everything that is not “normal”, and disability is just one of these cases. It's necessary to lose the fear of communication.
Lucky, there is already a concern in museums to arrange exhibitions for ALL. Even so, most of them think that accessibilities require huge costs, when comparing to the small percentage these visitors represent in annual statistics. This means that most of the times they ignore accessibilities or develop sporadic accessible projects. It's important to think in every citizen, but it has to be a constant concern if we want to achieve good results and even more confidence for this work keep going on.
In your opinion, which are the most important factors when we think to turn cultural places accessible?
There are several ones! Physical accessibility is fundamental and putting a ramp somewhere is not enough. We have to respect legislation and make efficient adaptations. Nowadays, we see unthinkable things like huge ramps, insurmountable doors and so many other alleged accessibilities that, in fact, they not only don't function as they should do, but also they turn themselves as disguised barriers.
At the same time, as I said before, it's important to eliminate fears and prejudices that many people still have from the different and promote communication… we must know how to communicate. Today, museums are changing, becoming increasingly distant from those elitists and closed ones that existed in the past, and accessibility is a vital issue in this process. Having accessible contents for all is fundamental. If we go to a museum and we come out from there without understand anything we saw or read, we won't certainly wish to repeat the experience.
Our society is more and more heterogeneous and I'm not referring only to disabled people. There are the elderly, tourists and many levels of alphabetization and culture. The challenge is attend all the people and for that we can't have a static and unchangeable communication, neither insurmountable physical/architectonical barriers.
There has been much discussion concerning the intervention in several cultural places, many of them considered national heritage, due to its age and architecture. How do you evaluate this problem?
It has to be a balance. It's true that many places can't be changed and we must respect that. We can't demand a total adaptation of some buildings, but we can search for solutions. I think multidisciplinary teams should be created, including people with special needs, and we have to put together all the efforts to find new solutions. They might not be the most desirable ones, but they should be minimally inclusive at least.
However, there are other buildings which support the necessary adaptations, without interfere with their integrity, and those ones must be adapted!
Do you consider that there is sensibility and desire from responsible authorities to face the problem?
I think this subject was a taboo for a very long time, but situations have been changing in the last years, in a slowly but progressively way. People are more receptive to this issue; now it's also necessary a huge will to address the problem and, for me, that will has to grow even more.
Back to your professional life, which are your next projects?
As much as you do, it's never enough… there is always more to do… there is always more to learn and that's the great challenge: do not stop! In this moment, the Museu do Papel Moeda (where I'm working) is already well accessible. There are ramps, elevator, adapted WC, Braille guides, amplified guides, tactical resources, software for reading and amplifying, software and hardware for support of people with neuromotor disabilities. Even the employees – from the receptionist to the technician of Educational Service – have formation [to work with deaf and visual impaired people], which was taken [respectively] in Associação de Surdos do Porto and in ACAPO-Porto.
Nevertheless, there is more to be done… there's always more! It's necessary to resume contacts, create new and attractive activities, disseminate information… well, it's necessary to open doors to all the audiences and make them feeling welcome and eager to return. Making links!
Just before we conclude this interview… Would you like to add something?
Yes… Museums are adopting competitive functions, broadening their horizons and skills. It's not enough to have some collections and preserve them. Visitors are acquiring a fundamental importance for the survival of cultural entities.
However, this search for visibility is also perverse because its features and its statistics are their visit card, when museums are trying to raise funds, sponsorships and patronages… When we focus on people with special needs, we conclude that guided visits can't present the same features than those with other groups. These visits are longer, require more dedication and can include a maximum of 10 participants. They can't compete, for example, with school visits with 30 students per session, but they equally worth it and should be stimulated and recognized by their value… Even if statistically they only represent an almost invisible target.
Thank you very much.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Escola Superior de Educação de Coimbra celebra Dia do Interprete

Para marcar este dia, celebrado a 21 de Janeiro, a Escola Superior de Educação de Coimbra convidou profissionais da área de Língua Gestual Portuguesa: Joana Sousa e Rafaela Silva, intérpretes, e Ana Cláudia Nogueira, finalista do Curso de Língua Gestual Portuguesa na Escola Superior de Educação de Coimbra.
Esta emissão conta com a apresentação de “Um conto na Floresta”, um trabalho de Tânia Martins, licenciada em Língua Gestual Portuguesa pela ESEC, e uma interpretação musical de Rafaela Silva, do tema “Oh que calma vai caindo”, do grupo Quarto Minguante.
A Profissão e o Ensino foram discutidos neste programa, também traduzido para Língua Gestual Portuguesa, pela intérprete Neuza Santana.
Para ver na quarta-feira à noite na RTP2.
ESEC TV – Produção de Audiovisuais
Escola Superior de Educação de Coimbra
Praça Heróis do Ultramar – Solum
3030 - 329 Coimbra
Tel: 239793161 / Fax: 239401461
esectv@esec.pt, esectv@gmail.com
www.esec.pt/esec-tv
esec-tv.blogspot.com
Extremos - Viver no Limite
(clique na imagem para ampliar)
Programação dos colóquios Expedições Extremas no âmbito da exposição Extremos – Viver no limite. A partir de Fevereiro todos os colóquios irão ter tradução em língua gestual portuguesa (inscrição obrigatória com uma semana de antecedência.
Também a partir de Fevereiro, as visitas às exposições e participação em actividades terão o apoio de um monitor surdo quer para grupos quer para individuais (inscrição obrigatória com uma semana de antecedência).
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Rivelino - Nuestros Silencios

Lisboa é a primeira cidade europeia a acolher Nuestros Silencios, uma exposição de arte pública do escultor mexicano Rivelino que vai entrar em itinerância pela Europa, até 2011, passando por Madrid, Bordeaux, Bruxelas, Roma, Berlim e Londres. Em Lisboa, a exposição estará patente no Marquês de Pombal até 10 de Janeiro de 2010.
Trata-se de uma obra monumental que integra dez esculturas em bronze de 3.5 metros de altura, e que representa “tudo o que os seres humanos preferem não dizer”, segundo o seu autor. A mostra inclui uma peça em aço denominada cubo táctil, de dois metros de lado, que comporta no seu interior quatro esculturas, que poderão ser igualmente apreciadas através do tacto.
Em Lisboa, esta exposição é co-organizada pela Câmara Municipal e pela Embaixada do México em Portugal, no âmbito da XIX Cimeira Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo.
Rivelino nasceu em San José de Gracia, Jalisco, em 1973, e é formado pela Escola de Cerâmica do Instituto Nacional de Belas-Artes do México.
Rivelino - Nuestros Silencios
Até 10 Jan 10 - Praça Marquês de Pombal
Lisboa é o ponto de partida do percurso que 10 gigantes silenciosos irão realizar por diversas capitais europeias. Trata-se de um conjunto de esculturas com mais de 3m de altura, feitas em bronze pelo artista mexicano Rivelino. A mostra inclui ainda uma peça em aço, denominada Cubo Táctil, de 2m de lado, que comporta no seu interior quatro esculturas, que podem ser igualmente apreciadas através do tacto.
Notícia do New York Times sobre um fotógrafo cego

When the coming revival of William Gibson’s “Miracle Worker,” starring Alison Pill as Annie Sullivan and Abigail Breslin as Helen Keller, opens in March, a blind photographer will have helped bring it to Broadway.
John Dugdale, whose blindness came as the result of an AIDS-related stroke in 1993, works with an assistant, Dan Levin, who helps him shoot using an antique large-format camera.
“All I have to do is speak out loud with the slightest direction, and he makes the photographs with me in a way that I feel like I’m making them myself,” Mr. Dugdale said of Mr. Levin.
In this exclusive video, produced by Art Meets Commerce, a theatrical interactive agency, Mr. Dugdale talks about the challenges of being a blind photographer, and offers a look at his photo shoot with Ms. Pill and Ms. Breslin. (More information about Mr. Dugdale and his work is at his Web site.)
The hiring of Mr. Dugdale comes as protests have trailed the show. Last October, the Alliance for Inclusion in the Arts, an advocacy group for blind and deaf actors, among others, opposed a decision by the producers to not audition actresses for the role of Helen who shared her disabilities. (Readers’ comments on the controversy are here.)
In December, the producers announced that Kyra Ynez Siegel, a vision-impaired 10-year-old, would be Ms. Breslin’s understudy.
“The Miracle Worker” begins previews at Circle in the Square on Feb. 12 and opens on March 3.
Fonte: The New York Times
Soluções Especiais PT e TMN para pessoas com deficiências e incapacidades - Acessibilidade e Subsidiação

Tema: Soluções Especiais PT e TMN para pessoas com deficiências e incapacidades - Acessibilidade e Subsidiação
Local: Auditório do Instituto Nacional para a Reabilitação, Lisboa - Av. Conde de Valbom, 63
Data: 28 de Janeiro de 2010, QUINTA-FEIRA
Hora: das 15h00 às 17h30
O primeiro Fórum deste ano terá como dinamizadores o Eng. Luís Apolinário e Eng. Miguel Cavaco.
A entrada é livre, sem inscrição prévia e terá Serviço de Intérprete de Língua Gestual Portuguesa.
www.inr.pt - AGENDA
Controvérsia sobre acessibilidade na Web
Mais de 60 milhões de norte-americanos não são capazes de aceder à internet sem a ajuda de um leitor de ecrã, um teclado, ou rato especial. Paradoxalmente, os Estados Unidos, considerado uma das maiores potências mundiais, não tem legislação específica que obrigue as empresas a tornarem os seus sites acessíveis a pessoas com deficiência.
No entanto e felizmente, a discussão sobre a importância da acessibilidade da internet chama a atenção de cada vez mais programadores e web designers, assim como das grandes empresas que actuam na Web, e que pretendem tornar a experiência da rede mundial acessível à maior diversidade de usuários possível.
Segundo Cnet Judy Brewer, directora do núcleo de Iniciativas para Acessibilidade na Web da organização World Wide Web (W3C) (consórcio internacional que define padrões para a internet), existe cada vez maior preocupação e envolvimento em torno da temática da acessibilidade, especialmente por parte das grandes empresas. A garantia de acessibilidade para todos está a tornar-se uma premissa primária na construção e desenvolvimento de Web sites.
Uma nova linguagem padrão de programação para Web denominada Html 5 está a ser desenvolvida pelo núcleo de Judy Brewer na W3C e por outros núcleos do consórcio, tendo como principal objectivo conseguir um suporte para todas as necessidades de acessibilidade.
Segundo um artigo publicado pelo Cnet, duas das maiores empresas de internet, a Yahoo e a Google já tornaram a acessibilidade um factor fundamental no seu trabalho. O Yahoo, por exemplo, exige que todos os seus novos colaboradores tenham formação especial sobre acessibilidade e que os novos designers de livros electrónicos passem pelo Laboratório de Acessibilidade. Já a Google adicionou recentemente uma ferramenta ao YouTube que permite que os usuários adicionem automaticamente legendas aos seus vídeos, o que facilita o acesso para pessoas com problemas auditivos.
A internet está cada vez mais dinâmica, o que torna as exigências de acessibilidade mais aliciantes para os designers e programadores. Segundo a WebAim (organização ligada à Universidade de Utah), um dos equipamentos mais utilizados por deficientes visuais, os leitores de ecrã, encontram sérios problemas com a maioria das configurações dos sites existentes, já que a maioria das imagens e fotografias apresentadas nas páginas Web não possuem textos \ legendas que lhes correspondam, factor que impossibilita a correcta leitura pelo programa.
Fonte: ajudas.com
No entanto e felizmente, a discussão sobre a importância da acessibilidade da internet chama a atenção de cada vez mais programadores e web designers, assim como das grandes empresas que actuam na Web, e que pretendem tornar a experiência da rede mundial acessível à maior diversidade de usuários possível.
Segundo Cnet Judy Brewer, directora do núcleo de Iniciativas para Acessibilidade na Web da organização World Wide Web (W3C) (consórcio internacional que define padrões para a internet), existe cada vez maior preocupação e envolvimento em torno da temática da acessibilidade, especialmente por parte das grandes empresas. A garantia de acessibilidade para todos está a tornar-se uma premissa primária na construção e desenvolvimento de Web sites.
Uma nova linguagem padrão de programação para Web denominada Html 5 está a ser desenvolvida pelo núcleo de Judy Brewer na W3C e por outros núcleos do consórcio, tendo como principal objectivo conseguir um suporte para todas as necessidades de acessibilidade.
Segundo um artigo publicado pelo Cnet, duas das maiores empresas de internet, a Yahoo e a Google já tornaram a acessibilidade um factor fundamental no seu trabalho. O Yahoo, por exemplo, exige que todos os seus novos colaboradores tenham formação especial sobre acessibilidade e que os novos designers de livros electrónicos passem pelo Laboratório de Acessibilidade. Já a Google adicionou recentemente uma ferramenta ao YouTube que permite que os usuários adicionem automaticamente legendas aos seus vídeos, o que facilita o acesso para pessoas com problemas auditivos.
A internet está cada vez mais dinâmica, o que torna as exigências de acessibilidade mais aliciantes para os designers e programadores. Segundo a WebAim (organização ligada à Universidade de Utah), um dos equipamentos mais utilizados por deficientes visuais, os leitores de ecrã, encontram sérios problemas com a maioria das configurações dos sites existentes, já que a maioria das imagens e fotografias apresentadas nas páginas Web não possuem textos \ legendas que lhes correspondam, factor que impossibilita a correcta leitura pelo programa.
Fonte: ajudas.com
Pedido de colaboração - ICOM
A Comissão Nacional Portuguesa do ICOM está a preparar para 2010, em colaboração com o ICOM-Brasil, uma reunião em Lisboa das comissões nacionais do ICOM nos países de língua oficial portuguesa.
Um dos principais objectivos dessa reunião será a constituição de uma rede, contribuindo de forma significativa para o estabelecimento de Comissões Nacionais do ICOM nos países de língua portuguesa onde estas ainda não existem, nomeadamente Cabo Verde, Moçambique, São Tomé, Timor e Guiné.
Neste sentido, o ICOM-PT solicita a todos os membros que conheçam profissionais de museus nos países de expressão portuguesa (excepto Brasil), e que eventualmente estariam interessados em participar nesta reunião, que contactem:
Marta Lourenço
Secretária ICOM-PT
mclourenco@museus.ul.pt
Os contactos não precisam de ser membros do ICOM.
Para além dos contactos, todas as informações que disponham e que considerem relevantes são bem vindas.
Muito agradecemos a vossa colaboração.
Luís Raposo
Presidente do ICOM-Portugal
Um dos principais objectivos dessa reunião será a constituição de uma rede, contribuindo de forma significativa para o estabelecimento de Comissões Nacionais do ICOM nos países de língua portuguesa onde estas ainda não existem, nomeadamente Cabo Verde, Moçambique, São Tomé, Timor e Guiné.
Neste sentido, o ICOM-PT solicita a todos os membros que conheçam profissionais de museus nos países de expressão portuguesa (excepto Brasil), e que eventualmente estariam interessados em participar nesta reunião, que contactem:
Marta Lourenço
Secretária ICOM-PT
mclourenco@museus.ul.pt
Os contactos não precisam de ser membros do ICOM.
Para além dos contactos, todas as informações que disponham e que considerem relevantes são bem vindas.
Muito agradecemos a vossa colaboração.
Luís Raposo
Presidente do ICOM-Portugal
Prémios "Novo Norte" - CCDRN

Encerrará já a 15 de Fevereiro o período de candidaturas aos Prémios “NOVO NORTE”, iniciativa promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, o Jornal de Notícias e o “ON.2 – O Novo Norte” (Programa Operacional Regional do Norte), que visa distinguir boas práticas e realizações de excelência em seis temas prioritários do desenvolvimento da Região do Norte: Inovação, Criatividade, Empreendedorismo, Sustentabilidade, Cidades e Inclusão.
Toda a documentação e informação sobre a iniciativa está disponível no website www.ccdr-n.pt/premios e no portal www.jn.pt/dossies A submissão de candidaturas é realizada através do formulário disponível em http://norteemrede.inescporto.pt/planeamento-regional/norte-2015-boas-praticas-1/norte-2015-boas-praticas
O galardão “NOVO NORTE” visa distinguir pública e regularmente as iniciativas de desenvolvimento regional mais inovadoras, concretizadas nos últimos cinco anos, naquelas seis categorias seleccionadas, que apresentem efeito demonstrativo e potencial de transferibilidade.
Dos seis premiados, a anunciar no mês de Abril, um (o vencedor “NOVO NORTE”) será candidato pela Região do Norte aos prémios anuais da União Europeia “RegioStars” ou “European Enterprise Awards” (desde que se enquadre nos temas definidos pela Comissão Europeia), contando com o apoio técnico, logístico e de comunicação da CCDR-N e JN.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
GERA - Gabinete de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade em Portugal

O GERA foi criado em 2005 pela Ataraxia é o primeiro Gabinete de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade em Portugal, especializado na promoção da acessibilidade em locais de uso público para todos, independentemente da sua condição ou limitação.
O GERA é especializado no desenvolvimento de conceitos comunicativos, adaptados para todos, com vasta experiência de diagnóstico, projecto e intervenção no espaço físico quer sejam edifícios ou áreas exteriores públicas. .
Dada a cada vez maior importância de todos os espaços públicos – edifícios ou áreas exteriores – serem acessíveis a todos os cidadãos – mesmo com limitações temporárias ou permanentes – a Ataraxia disponibiliza os seguintes serviços:
- Diagnóstico de necessidades.
- Projecto de Acessibilidade Inclusiva.
- Intervenções no espaço físico.
Seminário "Serviços Educativos em Espaços Culturais"
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SEMINÁRIO: SERVIÇOS EDUCATIVOS EM ESPAÇOS CULTURAIS
O que são Serviços Educativos? Para que servem? Que actividades e que metodologias desenvolvem? A quem se dirigem? Como estão organizados? Como são formados os seus profissionais?
Nas últimas décadas e em muitos espaços culturais (museus, bibliotecas, teatros, monumentos e sítios, centros de ciência, …) foram estruturados Serviços Educativos com actividade permanente, dinamizados por profissionais que asseguram a mediação entre os programas científicos, culturais e artísticos e os diversos públicos, particularmente escolares. As visitas ao património histórico, a educação científica e ambiental, a estimulação de capacidades criativas, entre outras, integram também a programação desses espaços.
O Seminário “Serviços Educativos em Espaços Culturais” irá realizar uma reflexão retrospectiva sobre experiências portuguesas e analisar perspectivas evolutivas, convidando alguns dos mais experientes especialistas em serviços educativos, para conjuntamente com gestores e programadores, docentes e artistas, explicitarem pontos de vista, debaterem modelos conceptuais e metodologias, analisarem alguns.
Este Seminário dirige-se aos profissionais da cultura e da educação, da área pública e privada, professores e investigadores, gestores culturais e programadores, técnicos de projectos educativos, estudantes que pretendam formar e profissionalizar em serviços educativos.
Local: CENTRO CULTURAL DE LAGOS
27, 28 e 29 de Janeiro de 2010
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
A experiência de visita ao Museu
Título: A experiência de visita ao museu: visitas aos museus: expectativas e percepções, a experiência de consumo e factores críticos de satisfação
Autor: Matos, Joana Isabel Barreiro Alves de
Orientador: Vale, Rita Miguel Ramos Dias Coelho do
Data: Mar-2009
Editora: Instituto Superior de Economia e Gestão
Citação: Matos, Joana Isabel Barreiro Alves de. 2009. "A experiência de visita ao museu: visitas aos museus: expectativas e percepções, a experiência de consumo e factores críticos de satisfação". Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.
Resumo: Este estudo vem analisar a necessidade de aplicação do marketing aos museus, analisando e identificando um conjunto de factores críticos de satisfação e de experiência de visita. A experiência de visita aos museus analisada de acordo com as expectativas e percepções dos visitantes revela algumas oportunidades de gestão dos museus do ponto de vista da aplicação do marketing. Numa época em que as actividades de marketing cada vez mais condicionam e influenciam a resposta dos consumidores, é de extrema relevância que também instituições que habitualmente não seguem uma óptica puramente comercial comecem a utilizar estratégias de marketing para captarem o interesse dos consumidores. Neste estudo foram analisados um conjunto de factores tipicamente considerados críticos em serviços, como a tangibilidade, a fiabilidade, a compreensibilidade, a confiança e a empatia, bem como novos factores inovadores, dos quais se destacam as políticas de preços, as novas tecnologias, factores ambientais (infra-estrutura, o tamanho do museu), e actividades culturais e sociais. Através da análise de impacto na visita foi possível verificar que a empatia é o factor que mais contribui para a satisfação dos visitantes embora curiosamente não seja o mais importante em termos de expectativas. Os visitantes esperam poder confiar no serviço do museu, valorizam o seu ambiente, a política de preços onde se incluem as campanhas, e a gratuitidade das entradas. Ao fazermos análises separadas para participantes do sexo masculino e feminino, apercebemo-nos ainda que a nostalgia é um factor relevante para as mulheres mas insignificante para os homens. Os resultados mostram também que os factores identificados neste estudo permitem medir a satisfação, e que esta explica a lealdade, isto é, a intenção de repetição da visita. Finalmente, ao analisarmos a probabilidade de recomendação da visita identificámos que esta está condicionada conjuntamente pela satisfação experimentada e pelo nível de lealdade. A satisfação é um factor mediador e, por essa razão, só através dela é que é possível a lealdade explicar também a recomendação ("word-of-mouth"). Este estudo permitiu também encontrar diferenças na satisfação dos visitantes em função do seu género, bem como detectar diferenças entre a realidade dos museus nacionais e estrangeiros. As novas tecnologias contribuem para a satisfação dos visitantes no contexto dos museus estrangeiros, o que leva a crer que este aspecto possa constituir uma melhoria nos museus nacionais. Finalmente, este estudo veio realçar a importância da valorização da experiência de visita aos museus, contribuindo para a identificação de alguns factores inovadores para esta realidade.
Descrição: Mestrado em Marketing
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/718
Aparece nas colecções: DG - Teses de Mestrado
BISEG - Teses de Mestrado
Autor: Matos, Joana Isabel Barreiro Alves de
Orientador: Vale, Rita Miguel Ramos Dias Coelho do
Data: Mar-2009
Editora: Instituto Superior de Economia e Gestão
Citação: Matos, Joana Isabel Barreiro Alves de. 2009. "A experiência de visita ao museu: visitas aos museus: expectativas e percepções, a experiência de consumo e factores críticos de satisfação". Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.
Resumo: Este estudo vem analisar a necessidade de aplicação do marketing aos museus, analisando e identificando um conjunto de factores críticos de satisfação e de experiência de visita. A experiência de visita aos museus analisada de acordo com as expectativas e percepções dos visitantes revela algumas oportunidades de gestão dos museus do ponto de vista da aplicação do marketing. Numa época em que as actividades de marketing cada vez mais condicionam e influenciam a resposta dos consumidores, é de extrema relevância que também instituições que habitualmente não seguem uma óptica puramente comercial comecem a utilizar estratégias de marketing para captarem o interesse dos consumidores. Neste estudo foram analisados um conjunto de factores tipicamente considerados críticos em serviços, como a tangibilidade, a fiabilidade, a compreensibilidade, a confiança e a empatia, bem como novos factores inovadores, dos quais se destacam as políticas de preços, as novas tecnologias, factores ambientais (infra-estrutura, o tamanho do museu), e actividades culturais e sociais. Através da análise de impacto na visita foi possível verificar que a empatia é o factor que mais contribui para a satisfação dos visitantes embora curiosamente não seja o mais importante em termos de expectativas. Os visitantes esperam poder confiar no serviço do museu, valorizam o seu ambiente, a política de preços onde se incluem as campanhas, e a gratuitidade das entradas. Ao fazermos análises separadas para participantes do sexo masculino e feminino, apercebemo-nos ainda que a nostalgia é um factor relevante para as mulheres mas insignificante para os homens. Os resultados mostram também que os factores identificados neste estudo permitem medir a satisfação, e que esta explica a lealdade, isto é, a intenção de repetição da visita. Finalmente, ao analisarmos a probabilidade de recomendação da visita identificámos que esta está condicionada conjuntamente pela satisfação experimentada e pelo nível de lealdade. A satisfação é um factor mediador e, por essa razão, só através dela é que é possível a lealdade explicar também a recomendação ("word-of-mouth"). Este estudo permitiu também encontrar diferenças na satisfação dos visitantes em função do seu género, bem como detectar diferenças entre a realidade dos museus nacionais e estrangeiros. As novas tecnologias contribuem para a satisfação dos visitantes no contexto dos museus estrangeiros, o que leva a crer que este aspecto possa constituir uma melhoria nos museus nacionais. Finalmente, este estudo veio realçar a importância da valorização da experiência de visita aos museus, contribuindo para a identificação de alguns factores inovadores para esta realidade.
Descrição: Mestrado em Marketing
URI: http://hdl.handle.net/10400.5/718
Aparece nas colecções: DG - Teses de Mestrado
BISEG - Teses de Mestrado
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Acção de sensibilização em Design Inclusivo
OBJECTIVOS
- Reflectir sobre a dimensão ética do design inclusivo enquanto processo dirigido para a melhoria da qualidade de vida, considerando conceitos como: diversidade humana; envelhecimento; deficiência; sustentabilidade e exclusão social.
- Identificar oportunidades de projecto/negócio associadas às tendências demográficas e culturais relacionadas com o envelhecimento da população e com e valorização da diversidade humana.
DESTINATÁRIOS
- Profissionais de diferentes áreas com intervenção no património edificado, estudantes e docentes do Ensino Superior, técnicos das áreas dos transportes e das TIC.
CONTEÚDOS
1. Enquadramento social do design inclusivo.
1.1. Conceitos de homem ideal, de homem médio e de diversidade humana.
1.2. Dados demográficos e económicos que suportam a necessidade do design inclusivo.
1.3. Conceitos de deficiência, incapacidade e de desvantagem.
1.4. Modelos e preconceitos sobre a diversidade humana.
1.5. O Modelo Gap como forma de interpretação da exclusão pelo meio.
2. Diferentes abordagens ao design inclusivo.
2.1. Ética e responsabilidade social da profissão de designer.
2.2. Acessibilidade – Identificação de barreiras e definição de mínimos.
2.3. O conceito de design universal.
2.4. Os sete princípios do design universal.
2.5. O conceito de design inclusivo.
3. Desenho inclusivo e as TIC – A rede EDeAN
4. Estudos de caso
3.1. A dimensão funcional e simbólica no desenvolvimento de produtos inclusivos.
3.2. O design inclusivo enquanto factor de inovação.
3.3. O design inclusivo enquanto factor de sucesso económico.
METODOLOGIAS DE ENSINO / APRENDIZAGEM
O desenvolvimento dos trabalhos assentará:
1. Em momentos de exposição de conteúdos seguidos por períodos de debate com o grupo.
2. Em exercícios práticos em pequeno grupo que permitam aprofundar os conteúdos apresentados e sua apresentação e debate com a totalidade do grupo.
3. Em momentos de reflexão e debate entre pares sobre a aplicabilidade dos conhecimentos propostos às realidades específicas dos participantes
LOCAL
Auditório da sede do INR, IP
Av. Conde Valbom, 63, 1069 – 178 Lisboa
DATA/HORÁRIO
21 de Dezembro –9h30 às 13h00 – 14h00 às 17h30
PROGRAMA
9h30 – 13h00 – Enquadramento social do design inclusivo e diferentes abordagens ao design inclusivo.
13h00 – 14h00 – Almoço
14h00 – 17h30 – Desenho inclusivo e as TIC – A rede EDeAN e estudos de caso
FORMADORES
Doutor Renato Bispo
Dr. Carlos Pereira
CONTACTOS
Manuela Branco
manuela.s.branco@seg-social.pt
Tel. 21 792 95 00
Fax: 21 792 95 09
Catarina Pereira
catarina.pereira@seg-social.pt
Tel. 21 792 95 00
Fax: 21 792 95 09
- Reflectir sobre a dimensão ética do design inclusivo enquanto processo dirigido para a melhoria da qualidade de vida, considerando conceitos como: diversidade humana; envelhecimento; deficiência; sustentabilidade e exclusão social.
- Identificar oportunidades de projecto/negócio associadas às tendências demográficas e culturais relacionadas com o envelhecimento da população e com e valorização da diversidade humana.
DESTINATÁRIOS
- Profissionais de diferentes áreas com intervenção no património edificado, estudantes e docentes do Ensino Superior, técnicos das áreas dos transportes e das TIC.
CONTEÚDOS
1. Enquadramento social do design inclusivo.
1.1. Conceitos de homem ideal, de homem médio e de diversidade humana.
1.2. Dados demográficos e económicos que suportam a necessidade do design inclusivo.
1.3. Conceitos de deficiência, incapacidade e de desvantagem.
1.4. Modelos e preconceitos sobre a diversidade humana.
1.5. O Modelo Gap como forma de interpretação da exclusão pelo meio.
2. Diferentes abordagens ao design inclusivo.
2.1. Ética e responsabilidade social da profissão de designer.
2.2. Acessibilidade – Identificação de barreiras e definição de mínimos.
2.3. O conceito de design universal.
2.4. Os sete princípios do design universal.
2.5. O conceito de design inclusivo.
3. Desenho inclusivo e as TIC – A rede EDeAN
4. Estudos de caso
3.1. A dimensão funcional e simbólica no desenvolvimento de produtos inclusivos.
3.2. O design inclusivo enquanto factor de inovação.
3.3. O design inclusivo enquanto factor de sucesso económico.
METODOLOGIAS DE ENSINO / APRENDIZAGEM
O desenvolvimento dos trabalhos assentará:
1. Em momentos de exposição de conteúdos seguidos por períodos de debate com o grupo.
2. Em exercícios práticos em pequeno grupo que permitam aprofundar os conteúdos apresentados e sua apresentação e debate com a totalidade do grupo.
3. Em momentos de reflexão e debate entre pares sobre a aplicabilidade dos conhecimentos propostos às realidades específicas dos participantes
LOCAL
Auditório da sede do INR, IP
Av. Conde Valbom, 63, 1069 – 178 Lisboa
DATA/HORÁRIO
21 de Dezembro –9h30 às 13h00 – 14h00 às 17h30
PROGRAMA
9h30 – 13h00 – Enquadramento social do design inclusivo e diferentes abordagens ao design inclusivo.
13h00 – 14h00 – Almoço
14h00 – 17h30 – Desenho inclusivo e as TIC – A rede EDeAN e estudos de caso
FORMADORES
Doutor Renato Bispo
Dr. Carlos Pereira
CONTACTOS
Manuela Branco
manuela.s.branco@seg-social.pt
Tel. 21 792 95 00
Fax: 21 792 95 09
Catarina Pereira
catarina.pereira@seg-social.pt
Tel. 21 792 95 00
Fax: 21 792 95 09
MuMa realiza acção de formação - "Braille, acessibilidades e orientação em museus para deficientes visuais"
A MuMa-Rede de Museus de Matosinhos irá arrancar o ano de 2010 com a realização da acção de formação/sensiblização "Braille, acessibilidades e orientação em museus para deficientes visuais".
Esta iniciativa terá lugar no dia 4 de Janeiro (10h-12h), no Centro Municipal Joaquim Neves dos Santos (Rua Conde Alto Mearim, 385, 1º, Matosinhos) no âmbito do Dia Mundial do Braille.
A acção, orientada por técnicos da ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal), visa dar a conhecer as potencialidades do sistema de leitura Braille para invisuais nos museus, assim como abordar a problemática das barreiras arquitectónicas e respectivas soluções. Será também uma oportunidade para os participantes aprenderem dicas sobre como receber e orientar deficientes visuais nos espaços museológicos.
As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas até dia 30/12 para os seguintes mails (muma@cm-matosinhos.pt/luis.soares@cm-matosinhos.pt).
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Mensagem da Presidente da ENAT - European Network for Accessible Tourism

President's Message
Lilian Müller, ENAT President
Enabling access to tourism is our priority. First, some facts and figures. As a population we're both ageing rapidly and travelling more: older people who still want and are able to travel will soon make up 25% of the European population. Add to this the 50 million people with disabilities in Europe who want to holiday with family and friends, and we find that as many as 130 million people in Europe alone will benefit from improved access to travel and tourism services. Accessible tourism is not a niche market; it's a demographic explosion and we will all feel the effects. We have to improve access now.
Everyone in the tourism industry will know by now that people with access needs expect – and have the right to expect – the same services and opportunities as everyone else: independent travel, accessible facilities, trained staff, reliable information and inclusive marketing. Accessible tourism benefits everyone. More individuals enjoy the opportunity to travel; the tourism industry gets more visitors, longer seasons and new incomes. Society as a whole benefits from new job opportunities, more tax revenue and an accessible environment for both inhabitants and visitors.
The demand for accessible tourism, in its wide conception of tourism for all, is growing. It's now an opportunity rather than an obligation. If the tourism industry wants to maintain and develop quality, sustainability and competitiveness, it must support and develop tourism accessible for all.
ENAT, the European Network for Accessible Tourism, aims to meet these challenges. As an international network originally set up in 2006 by nine sponsor organisations with EU support, we aim to help make European tourism destinations, products and services accessible to all. We bring together all actors in the tourism sector – private, public and NGOs – to share experiences, learn from each other and collaborate in joint projects and partnerships.
We support the development and spread of good policies and practices as a means of raising awareness, knowledge and expertise on accessibility issues in European tourism.
We are a platform for all those who support accessibility in tourism, and a strong representative voice in European towards national institutions and organisations whose actions have a direct influence on the tourism sector.
ENAT started as a European Network, but we welcome members from all over the world to share in our activities and collaborate with our European members. We have only just begun our work but we have our sights clearly set on the path ahead and on the ultimate destination: accessible tourism for all.
Lilian Müller is President of ENAT and Manager of 'Tourism for All in Sweden'.
Fonte: ENAT
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Comemoração dos 200 Anos de Louis Braille no Museu da Ciência

Braille, 200 anos
3 a 13 de Dezembro
O dia 3 de Dezembro é, desde 1998, o "Dia Internacional das Pessoas com Deficiência".
Trata-se de uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas, com o objectivo de promover uma maior compreensão dos assuntos relacionados com a deficiência.
Para assinalar esta data, que ocorre no ano em que se celebram os 200 anos do nascimento de Louis Braille (1809-1852), o Museu da Ciência promove diversas iniciativas numa semana dedicada às pessoas invisuais, seus familiares, professores e educadores, mas também ao público em geral.
3 de Dezembro | 15h00
APRESENTAÇÃO DE UM TRADUTOR DE TEXTO COM ANOTAÇÕES MATEMÁTICAS PARA BRAILLE TÉCNICO
Miguel Filgueiras, Universidade do Porto
MATERIAIS INTERACTIVOS DE MATEMÁTICA PARA INVISUAIS
Manuel Arala Chaves e Ana Cristina Oliveira, Associação Atractor
No intuito de facilitar a produção de textos em Braille por parte de quem não conhece essa notação foi desenvolvido um programa que traduz textos com anotações matemáticas para Braille. Nesta sessão serão descritos o modo de usar o programa, as suas limitações e possíveis melhorias a introduzir.
A Associação Atractor - Matemática Interactiva planeou e construiu materiais interactivos de matemática para serem utilizados por alunos invisuais nas escolas e também por visitantes invisuais de exposições de matemática e adaptou outros, já existentes para alunos de visão normal.
Entre estes últimos, referimos alguns jogos frequentemente usados no Ensino Básico / Secundário, como o Jogo do 24 ou dominós de fracções e de geometria - que foram adaptados, por forma a poderem ser usados simultaneamente por alunos invisuais e alunos não invisuais.
Foi ainda criado material que permite veicular ideias sobre os diferentes tipos de simetria (translações, rotações, reflexões, ...) e sobre a sua utilização na classificação dos frisos e padrões.
10 de Dezembro | 17h00
APRENDER A EDUCAR CÃES-GUIAS PARA CEGOS
João Pedro Fonseca, Associação Beira Aguieira de Apoio ao Deficiente Visual
Um cão-guia para cegos é geralmente um labrador de raça retriever, educado durante dois anos para conduzir o seu dono em segurança nas suas deslocações. Ele evita que o seu dono choque com obstáculos, ajuda-o a encontrar a entrada dos locais onde pretende dirigir-se, procura um multibanco ou um telefone público, encontra a passadeira para peões e até impede que pise poças de água e excrementos de outros animais.
Nesta sessão, que conta com a presença de um cão guia, vamos aprender como se faz a sua educação e como cada um de nós pode participar directamente nessa formação.
13 de Dezembro | 11h00
DESCOBRE COMO É VER COM AS MÃOS
Manuel Arala Chaves e Ana Cristina Oliveira, Associação Atractor
Ana Cristina Abreu, Luís Barata e Lucília Vicente, Apoio Técnico-Pedagógico a Estudantes Deficientes (ATPED)
Sessão integrada no Programa Ciência em Família
Já alguma vez tentaste identificar um objecto apenas pelo tacto, sem usares a visão? Será que consegues distinguir só pelo toque um quadrado de um triângulo, um hexágono de um octógono, um ovo de uma esfera? E será que consegues distinguir só pelo tacto uma esferográfica de uma pen-drive, um baton de uma caneta de feltro? Uma pinha de um búzio? E será que consegues identificar padrões e simetrias se não puderes olhar para eles? Sabes o que é o alfabeto braille? Sabes como se escreve o teu nome em braille?
Nesta sessão serão ainda apresentados diversos materiais didácticos e jogos matemáticos que podem ser usados simultaneamente por visuais como invisuais.
3 a 13 de Dezembro
VER COM AS MÃOS - OBJECTOS DE HISTÓRIA NATURAL
Vem identificar objectos de história natural pelo tacto e descobre a relação que existe entre eles. Se souberes Braille a tarefa vai ser facilitada pois cada objecto tem uma legenda em relevo e um curto texto em Braille.
Revista Museologia.pt (nº3) e Museus e Património Imaterial: agentes, fronteiras, identidades.


Revista Museologia.pt n.º 3 e Museus e Património Imaterial Lançamento no Museu Nacional de Arte Antiga | 10 de Dezembro | 18h00
Hoje, 10 de Dezembro, terá lugar o lançamento das novas edições do IMC: Revista Museologia.pt (n.º 3) e Museus e Património Imaterial: agentes, fronteiras, identidades.
A sessão será presidida pelo Prof. Doutor João Carlos Brigola, Director do IMC, e terá lugar no Auditório do MNAA, pelas 18h00.
A apresentação pública das obras será efectuada, respectivamente, pela Prof. Doutora Natália Correia Guedes e pela Prof. Doutora Maria Cardeira da Silva (FCSH / UNL).
A sessão contará com a presença do Dr. Paulo M. Ramos, Presidente do Conselho de Administração da Softlimits, S.A., entidade responsável pela co-edição de Museus e Património Imaterial.
Constituindo o periódico de referência a nível nacional para a área da Museologia, o novo número da Revista Museologia.pt tem como tema central o dossiê “Museus e Inovação Tecnológica”.
O volume inclui ainda as rubricas “Projectos e Experiências”, “Exposições”, “História e Memórias” e “Internacional”, contando com a colaboração de 30 autores.
A edição "Museus e Património Imaterial. Agentes | Fronteiras | Identidades" inclui, por sua vez, um Volume de actas do Ciclo de seis Colóquios realizados pelo IMC em 2008 dedicados ao referido tema.
Amplamente ilustrado, o volume conta com textos de 33 autores, nas áreas da Museologia, Antropologia, Economia Agrária e Sociologia Rural, Etnomusicologia, Direito e Património.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Conferência "Os Direitos das Pessoas com Deficiência e as boas prácticas em Intervenção Precoce"

Conferência "Os Direitos das Pessoas com Deficiência e as boas práticas em Intervenção Precoce"
10/12/2009
Das 15h00 às 18h00
Auditório 3
Entrada livre
Os resultados do estudo aprofundado realizado no âmbito do projecto-piloto "Intervenção Precoce - Construção de Boas Práticas" vão ser apresentados numa conferência que terá lugar no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, a 10 de Dezembro, pelas 15h00.
O projecto-piloto "Intervenção Precoce - Construção de Boas Práticas" acompanhou, entre 2005 e 2008, cerca de cem crianças de idade inferior a seis anos com problemas de desenvolvimento, com o objectivo de desenvolver a sua autonomia.
Simultaneamente, houve um trabalho de capacitação junto das famílias daquelas crianças, para que pudessem assumir plenamente o seu papel na educação dos seus filhos e no apoio ao seu desenvolvimento.
Este projecto deu origem a um estudo mais aprofundado, que permitiu compilar algumas práticas recomendáveis em Intervenção Precoce, adaptadas à realidade portuguesa.
Programa:
Moderador: Daniel Sampaio, Faculdade de Medicina de Lisboa
"A Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência"
Alexandra Pimenta, Presidente do Instituto Nacional de Reabilitação
Hywel Ceri Jones, Co-presidente do Consorcio Europeu de Fundações para os Direitos das Pessoas com Deficiência
"Repensar a Deficiência no Século XXI"
Don Bailey, RTI - Research Triangle Institute
"Intervenção Precoce - o Processo de construção de boas práticas: resultados do projecto apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian"
Joaquim Gronita, Universidade Aberta
A importância da avaliação de programas para a promoção da qualidade da prestação de serviços: o estudo avaliativo do projecto
Júlia Serpa Pimentel, Insituto Superior de Psicologia Aplicada
Para mais informações contactar: pgdh@gulbenkian.pt
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
IME Pre-Conference Workshop: "Re-Presenting Disability" by Dr. Richard Sandell
Quem quiser também pode consultar o livro:
Re-Presenting Disability
Richard Sandell, Jocelyn Dodd, Rosemarie Garland-Thomson
Routledge
ISBN: 978-0-415-49473-1
£23,99
Profissionais de turismo aprendem língua gestual
Interagir com a comunidade surda, conhecendo sua cultura, eliminar estereótipos sobre o tema e facilitar a comunicação entre profissionais do turismo, surdos e deficientes auditivos. Esses são alguns dos temas propostos no curso básico de Libras (Língua Brasileira de Sinais), por iniciativa da Setur (Secretaria de Turismo), que começou ontem (segunda 03), com duas turmas, que assistiram a aulas inaugurais no Santuário de Santo Antônio do Valongo, no Centro Histórico, e no Aquário, na Ponta da Praia. Hoje (terça 04), das 19h às 21h, a terceira turma inicia o curso na sede da CSS (Congregação Santista de Surdos), entidade coordenadora das aulas, localizada na Rua Tocantins, 4, no Gonzaga.
Com 50 alunos inscritos, o curso é direcionado a recepcionistas bilíngues, monitoras do programa ‘Vovô Sabe Tudo’, da Seas (Secretaria de Assistência Social), e guias de turismo da Setur, além de profissionais autônomos. A carga horária é de quatro horas semanais, com encerramento previsto em dezembro.
Weslei da Silva Rocha, instrutor de Libras e professor da Seduc (Secretaria de Educação), ressalta a importância de estabelecer melhor reciprocidade na comunicação. No caso dos profissionais do ‘trade’, que mantém contato com pessoas de diversos países, o contato é realizado por meio de expressões faciais, corporais e mímicas, incorporados à língua de sinais, facilitando a comunicação entre surdos de diferentes nações. “Cada país tem seu idioma, com variações linguísticas”, afirma Rocha.
Mônica Tintore de Araújo, instrutora da CSS, explica alguns conceitos que julga importante para melhor compreensão da sociedade sobre o tema: “Na comunidade surda, fazemos uma diferenciação entre deficientes auditivos e surdos. Normalmente os primeiros são os indivíduos que perderam a audição, que não participam da comunidade surda, rejeitando aspectos culturais. Eles, por exemplo, rejeitam o uso das Libras, sendo que ela é um idioma, com aspectos linguísticos como gramática e morfologia”, disse.
A responsável da Seform (Seção de Formação Técnica dos Profissionais de Turismo), Maria Leopoldina do Patrocínio e Silva, afirmou já ter notado um aumento da demanda por parte do público com deficiências: “Temos constatado maior presença dessas pessoas fazendo turismo. A Lei de Acessibilidade determina o acesso a vários benefícios, como, por exemplo, o direito ao lazer”, afirmou.
A guia de turismo da Setur, Carina Souza, considerou proveitosa a aula inaugural: “O curso é importante para estabelecer melhor comunicação com os surdos. Já aprendi a utilizar algumas expressões de cumprimento, assim como dizer meu nome”, declarou. Já a recepcionista bilíngue Vanessa Almeida afirmou que estava realizando um antigo projeto: “Sempre tive interesse nesse curso, pois acredito que é uma boa maneira de fazer com que esse público se sinta incluído e bem-vindo à cidade”.
Fonte: Associação de Surdos de São Paulo
Com 50 alunos inscritos, o curso é direcionado a recepcionistas bilíngues, monitoras do programa ‘Vovô Sabe Tudo’, da Seas (Secretaria de Assistência Social), e guias de turismo da Setur, além de profissionais autônomos. A carga horária é de quatro horas semanais, com encerramento previsto em dezembro.
Weslei da Silva Rocha, instrutor de Libras e professor da Seduc (Secretaria de Educação), ressalta a importância de estabelecer melhor reciprocidade na comunicação. No caso dos profissionais do ‘trade’, que mantém contato com pessoas de diversos países, o contato é realizado por meio de expressões faciais, corporais e mímicas, incorporados à língua de sinais, facilitando a comunicação entre surdos de diferentes nações. “Cada país tem seu idioma, com variações linguísticas”, afirma Rocha.
Mônica Tintore de Araújo, instrutora da CSS, explica alguns conceitos que julga importante para melhor compreensão da sociedade sobre o tema: “Na comunidade surda, fazemos uma diferenciação entre deficientes auditivos e surdos. Normalmente os primeiros são os indivíduos que perderam a audição, que não participam da comunidade surda, rejeitando aspectos culturais. Eles, por exemplo, rejeitam o uso das Libras, sendo que ela é um idioma, com aspectos linguísticos como gramática e morfologia”, disse.
A responsável da Seform (Seção de Formação Técnica dos Profissionais de Turismo), Maria Leopoldina do Patrocínio e Silva, afirmou já ter notado um aumento da demanda por parte do público com deficiências: “Temos constatado maior presença dessas pessoas fazendo turismo. A Lei de Acessibilidade determina o acesso a vários benefícios, como, por exemplo, o direito ao lazer”, afirmou.
A guia de turismo da Setur, Carina Souza, considerou proveitosa a aula inaugural: “O curso é importante para estabelecer melhor comunicação com os surdos. Já aprendi a utilizar algumas expressões de cumprimento, assim como dizer meu nome”, declarou. Já a recepcionista bilíngue Vanessa Almeida afirmou que estava realizando um antigo projeto: “Sempre tive interesse nesse curso, pois acredito que é uma boa maneira de fazer com que esse público se sinta incluído e bem-vindo à cidade”.
Fonte: Associação de Surdos de São Paulo
Surdos têm guia especial no Museu Nacional de Arte Romana de Mérida
O novo serviço de "sinais-guias" para surdos do Museu Nacional de Arte Romana de Mérida, na Espanha, assegura a acessibilidade às coleções de suas instalações a mais de um milhão de pessoas surdas
Plano de acção para a integração das pessoas com deficiências ou incapacidades
Para aceder ao Plano de acção para a integração das pessoas com deficiências ou incapacidades, clique aqui!
Conteúdos:
1. Uma nova concepção de deficiência
2. Enquadramento internacional
3. Situação e desafios do sistema de integração das pessoas com deficiências ou incapacidade
4. Uma estratégia nacional para o sistema de integração das pessoas com deficiências ou incapacidade
5. Intervenção e estratégias para a qualidade de vida
6. Condições para a intervenção e execução do plano
Conteúdos:
1. Uma nova concepção de deficiência
2. Enquadramento internacional
3. Situação e desafios do sistema de integração das pessoas com deficiências ou incapacidade
4. Uma estratégia nacional para o sistema de integração das pessoas com deficiências ou incapacidade
5. Intervenção e estratégias para a qualidade de vida
6. Condições para a intervenção e execução do plano
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Convite para jantar de comemoração dos 15 anos do Espaço T

Ex.mos /as Senhores/as,
O Espaço t – Associação para Apoio à Integração social e Comunitária, é uma Instituição particular de solidariedade social, tutelada pelo Ministério da Saúde que promove a integração de um grupo muito heterogéneo de pessoas, utilizando a arte como processo de terapia.
Fundado em 1994, o Espaço t desenvolve o seu trabalho em três áreas distintas (área Social, Cultural e de Formação) cujo objectivo principal é a integração de pessoas com problemas através da arte, de forma a fomentar a auto-estima e auto-conceito de cada uma destas pessoas.
Ao longo deste período o Espaço t tem visto o seu trabalho reconhecido, pela atribuição de prémios, atribuição em 2006, do Prémio Igualdade é Qualidade, atribuída pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e Emprego, sendo de destacar, em 2007 a nomeação pela Fundação Calouste Gulbenkian para o prémio internacional Raymond Georis Price:The Mercator Found e a atribuição em 2008, do 3º. Prémio Hospital do Futuro, na Categoria de Serviço Social, entre outros.
No ano em que celebra 15 anos de existência, sob o mote “Somos a Fada que Transforma Homens Em “Príncipes” e a Bola de Neve onde Ideias se transformam em Projectos de Sonho, a convite do Hotel Infante Sagres, estamos a organizar um Jantar comemorativo de aniversário, no próximo dia 4 de Dezembro, no Hotel Infante Sagres.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Espectáculo de Dança | Plural Núcleo de Dança Contemporânea - Companhia de Dança Inclusiva | 4 DEZ | 21h30 | CCB

Um qualquer... é o novo espectáculo do Plural | Núcleo de Dança Contemporânea/ Companhia de Dança Inclusiva.
Resultado de uma parceria artística entre a Fundação LIGA e Escola Superior de Dança, este novo projecto é coreografado por Andreia Roque, Francisca Pinto e Mariana Pimentel. Explorar a fisicalidade, a presença e as relações entre os corpos foram os elementos impulsionadores deste processo. A criação de uma unidade através da expressão e das especificidades individuais foi um objectivo constante. A narrativa constrói-se a partir de objectos pessoais e de relações possíveis que vão surgindo ao longo do trabalho, o qual é uma partilha constante de histórias e momentos presentes em qualquer um de nós.
Sinopse
Por entre o que vejo estamos nós.
O que queres? Qualquer um que quer dar qualquer coisa.
Eu quero qualquer coisa...
Eu quero qualquer...
Eu quero...
Eu...descobri.
Coisas que tocam, que juntam, que sentem, que enchem, que explodem, que voltam, que começam.
Coreografia Andreia Roque, Francisca Pinto e Mariana Pimentel
Intérpretes Andreia Roque, Fernando Delgado, Francisca Pinto, Frederico Augusto, Mariana Pimentel, Miguel André Aguiar e Rita Pino
Desenho de Luz e Direcção Técnica Carlos Ramos
Fotografia Gonçalo Ribeiro
Consultoria Artística Carla Ribeiro e Francisco Pedro
Investigadora Sara Anjo
Coordenação Geral Cristina Passos
+ info» www.fundacaoliga.pt
Tel. 213 616 922
Preço | 10 €
Compre aqui o seu bilhete:
http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Danca/Pages/Danca.aspx#12
ou na Fundação LIGA e Escola Superior de Dança
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
O Sistema Braille: passado e futuro de um instrumento essencial
Seminário | Auditório da BNP | 02 Dezembro | 09h30 | Entrada livre
Seminário integrado nas comemorações dos 200 Anos do Nascimento de Louis Braille, celebrando o 40º aniversário da Área de Leitura para Deficientes Visuais da BNP e os 35 Anos de publicação da revista “Ponto e Som”.
PROGRAMA
09h30 - Recepção dos participantes
10h00 - SESSÃO DE ABERTURA
10h30 - LOUIS BRAILLE: O HOMEM E A OBRA
Moderador: representante do Instituto Nacional para a Reabilitação
• Louis Braille: o génio que supera o analfabetismo dos deficientes visuais
Augusto Deodato Guerreiro (CML) / Fernando Abreu Matos
• O Braille como meio natural de escrita e leitura para os deficientes visuais
Claudino Arieira Pinto (BNP)
• 40 anos ao serviço da promoção do Sistema Braille e outros meios complementares de acesso à leitura dos deficientes visuais
Isidro E. Rodrigues (BNP)
• A marca indelével do espírito tifloassociativo na afirmação da escrita e leitura Braille e no desenvolvimento de serviços de acesso às espécies bibliográficas destinadas às pessoas com deficiência visual
Carlos Lopes (ACAPO)
12h30 - Debate
13h00 - Intervalo para Almoço
14h30 - O SISTEMA BRAILLE NA ACTUALIDADE E NO FUTURO
Moderador: representante do Ministério da Educação
• A importância do Sistema Braille na educação das pessoas cegas
Vítor Rapoula Reino (Ministério da Educação, DREL)
• O Braille e as Tecnologias de Informação e Comunicação
Carlos Manuel dos Santos Ferreira
• Uma língua, uma grafia Braille: a importância da uniformização da grafia Braille nos países de expressão portuguesa
José Guerra (Câmara Municipal de Coimbra)
• O Braille na vida quotidiana
Ana Maria Fontes
• Domínio do sistema Braille como componente relevante na integração dos deficientes visuais em profissões de teor intelectual
Victor Calha / Carlos Jorge Barata Gonçalves
16h30 Pausa para café
17h00 Debate
17h30 SESSÃO DE ENCERRAMENTO
Organização
Área de Leitura para Deficientes Visuais da Biblioteca Nacional de Portugal, Instituto Nacional para a Reabilitação, Casa da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra, Gabinete de Dinamização Cultural da Direcção Municipal de Cultura da Câmara Municipal de Lisboa e Direcção Regional de Lisboa do Ministério da Educação.
Seminário integrado nas comemorações dos 200 Anos do Nascimento de Louis Braille, celebrando o 40º aniversário da Área de Leitura para Deficientes Visuais da BNP e os 35 Anos de publicação da revista “Ponto e Som”.
PROGRAMA
09h30 - Recepção dos participantes
10h00 - SESSÃO DE ABERTURA
10h30 - LOUIS BRAILLE: O HOMEM E A OBRA
Moderador: representante do Instituto Nacional para a Reabilitação
• Louis Braille: o génio que supera o analfabetismo dos deficientes visuais
Augusto Deodato Guerreiro (CML) / Fernando Abreu Matos
• O Braille como meio natural de escrita e leitura para os deficientes visuais
Claudino Arieira Pinto (BNP)
• 40 anos ao serviço da promoção do Sistema Braille e outros meios complementares de acesso à leitura dos deficientes visuais
Isidro E. Rodrigues (BNP)
• A marca indelével do espírito tifloassociativo na afirmação da escrita e leitura Braille e no desenvolvimento de serviços de acesso às espécies bibliográficas destinadas às pessoas com deficiência visual
Carlos Lopes (ACAPO)
12h30 - Debate
13h00 - Intervalo para Almoço
14h30 - O SISTEMA BRAILLE NA ACTUALIDADE E NO FUTURO
Moderador: representante do Ministério da Educação
• A importância do Sistema Braille na educação das pessoas cegas
Vítor Rapoula Reino (Ministério da Educação, DREL)
• O Braille e as Tecnologias de Informação e Comunicação
Carlos Manuel dos Santos Ferreira
• Uma língua, uma grafia Braille: a importância da uniformização da grafia Braille nos países de expressão portuguesa
José Guerra (Câmara Municipal de Coimbra)
• O Braille na vida quotidiana
Ana Maria Fontes
• Domínio do sistema Braille como componente relevante na integração dos deficientes visuais em profissões de teor intelectual
Victor Calha / Carlos Jorge Barata Gonçalves
16h30 Pausa para café
17h00 Debate
17h30 SESSÃO DE ENCERRAMENTO
Organização
Área de Leitura para Deficientes Visuais da Biblioteca Nacional de Portugal, Instituto Nacional para a Reabilitação, Casa da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra, Gabinete de Dinamização Cultural da Direcção Municipal de Cultura da Câmara Municipal de Lisboa e Direcção Regional de Lisboa do Ministério da Educação.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Olhos Vendados - Esculturas em papel machê - Adriana Rizkallah
Uma Experiência Tátil
A exposição individual da artista plástica faz homenagem aos 200 anos de nascimento de Louis Braille, criador do Sistema Braille - código de leitura para os deficientes visuais. O Departamento Filatélico dos Correios lançará na abertura da exposição, no próximo 5 de novembro, o Selo Comemorativo ao Bicentenário de Braille, em Cerimonial, com a participação da ADEVA, Associação dos Deficientes Visuais e Amigos.
O ponto de contato entre a obra da artista plástica Adriana Rizkallah e o método desenvolvido por Louis Braille, que propiciou a leitura aos deficientes visuais, é o papel. Some-se a ele a experiência tátil e sensorial. O papel é uma das matérias-primas do elemento com que a artista desenvolve suas esculturas e objetos, dando-lhes tanto o cerne quanto a textura, também a sugestão ao tato da mensagem que as obras enviam a quem com elas interage. No Sistema Braille, o papel recebe também texturas que podem ser relevo ou perfuração, como esculturas que transmitem o que se quer revelar na possibilidade de leitura para quem vê o mundo por um olhar que não pode passar pelos olhos.
A exposição OLHOS VENDADOS é mais que uma mostra de arte, é uma proposta de experiência tátil e sensorial, de pura beleza para quem enxerga com os olhos e, especialmente, para aqueles que enxergam através de um outro tipo de olhar. O trabalho de Adriana divide-se em concreto e em orgânico. O concreto que se transforma visualmente em aço, pedra, mármore, cerâmica, sem contudo perder a leveza - o monolítico dos primórdios em que as primeiras escritas foram cravadas. O orgânico revela a vida que pulsa no seu trabalho. As peças orgânicas reagem ao sol e à umidade, alterando autonomamente sua forma e textura:
a sensação do toque agora será outro, momentos mais tarde.
Sua obra transforma o espaço, fixando-se no chão, no teto, e em suportes, cria caminhos para um passeio tátil visual e sensorial. Depois, as esculturas orgânicas e concretas se fixam nas paredes, possibilitando a exploração do “olhar” através dos sentidos. Outra vertente do trabalho de Adriana são as esferas, sugerindo globos oculares, com orifícios para que o expectador explore a obra por meio de uma vivência tátil e lúdica. Ainda, uma quarta vertente constroe “livros”, fazendo referência ao Sistema Braille, estimulando o prazer pela leitura com as mãos.
OLHOS VENDADOS é uma experiência forte em que a realidade lúdica se aplica aos sentidos através de uma identidade abstrata e de intensa emotividade. Os símbolos são grandes círculos, vazados, esferas que imitam a órbita ocular - a bola que roda para qualquer lugar como uma grande pupila, enxergando tudo ao redor, a refração da luz que irrompe e atende à visão não como atividade, mas como a libido, de olhar e ser olhado pelo toque das mãos, conferindo o desejo pelo objeto, pelas cores e pela vida.
A exposição OLHOS VENDADOS abre com Cerimonial do departamento Filatélico dos Correios para o lançamento do Selo do Bicentenário de Louis Braille. Quatro personalidades convidadas receberão o selo em estojo de couro que será marcado com o carimbo de prata. O Selo Comemorativo ficará disponível ao público em todas as agências dos Correios do país.
A exposição aliada ao lançamento do Selo Louis Braille marca uma data de grande importância para os deficientes visuais. Para o diretor-presidente da ADEVA, Associação dos Deficientes Visuais e Amigos, Markiano Charan Filho, “a importância dessa exposição, associada ao lançamento do Selo Comemorativo Louis Braille, é que o tato é um sentido vital para as pessoas com deficiência visual. É por meio do toque ou do tato que o cego participa da evolução do mundo.
Já o selo tem grande importância, pois marca o bicentenário de nascimento de alguém que pode ser considerado um gênio. Louis Braille tirou as pessoas cegas da escuridão da ignorância e da segregação social”, diz.
A exposição OLHOS VENDADOS será aberta no próximo 5 de novembro e vai até 30 de novembro de 2009, no Casarão Brasil, à rua Frei Caneca, nº 1.057, próximo à estação Consolação do Metrô, em São Paulo - Capital. O horário de visita é de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h, com entrada gratuita. Informações no fone (11) 3171-3739.
Artista Plástica: ADRIANA RIZKALLAH - contato:
adrianarizkallah@uol.com.br. Site: http://www.adrianarizkallah.com.br/
Curadoria do evento: Robert Richard, presidente da ABAPC - Associação Brasileira dos Artistas Plásticos e de Colagem. Contato:
aapc@aapc.com.br.
ADEVA - Associação dos Deficientes Visuais e Amigos - contato: Casarão Brasil – contato@casarãobrasil.com.br.
Fonte: Ler Para Ver
A exposição individual da artista plástica faz homenagem aos 200 anos de nascimento de Louis Braille, criador do Sistema Braille - código de leitura para os deficientes visuais. O Departamento Filatélico dos Correios lançará na abertura da exposição, no próximo 5 de novembro, o Selo Comemorativo ao Bicentenário de Braille, em Cerimonial, com a participação da ADEVA, Associação dos Deficientes Visuais e Amigos.
O ponto de contato entre a obra da artista plástica Adriana Rizkallah e o método desenvolvido por Louis Braille, que propiciou a leitura aos deficientes visuais, é o papel. Some-se a ele a experiência tátil e sensorial. O papel é uma das matérias-primas do elemento com que a artista desenvolve suas esculturas e objetos, dando-lhes tanto o cerne quanto a textura, também a sugestão ao tato da mensagem que as obras enviam a quem com elas interage. No Sistema Braille, o papel recebe também texturas que podem ser relevo ou perfuração, como esculturas que transmitem o que se quer revelar na possibilidade de leitura para quem vê o mundo por um olhar que não pode passar pelos olhos.
A exposição OLHOS VENDADOS é mais que uma mostra de arte, é uma proposta de experiência tátil e sensorial, de pura beleza para quem enxerga com os olhos e, especialmente, para aqueles que enxergam através de um outro tipo de olhar. O trabalho de Adriana divide-se em concreto e em orgânico. O concreto que se transforma visualmente em aço, pedra, mármore, cerâmica, sem contudo perder a leveza - o monolítico dos primórdios em que as primeiras escritas foram cravadas. O orgânico revela a vida que pulsa no seu trabalho. As peças orgânicas reagem ao sol e à umidade, alterando autonomamente sua forma e textura:
a sensação do toque agora será outro, momentos mais tarde.
Sua obra transforma o espaço, fixando-se no chão, no teto, e em suportes, cria caminhos para um passeio tátil visual e sensorial. Depois, as esculturas orgânicas e concretas se fixam nas paredes, possibilitando a exploração do “olhar” através dos sentidos. Outra vertente do trabalho de Adriana são as esferas, sugerindo globos oculares, com orifícios para que o expectador explore a obra por meio de uma vivência tátil e lúdica. Ainda, uma quarta vertente constroe “livros”, fazendo referência ao Sistema Braille, estimulando o prazer pela leitura com as mãos.
OLHOS VENDADOS é uma experiência forte em que a realidade lúdica se aplica aos sentidos através de uma identidade abstrata e de intensa emotividade. Os símbolos são grandes círculos, vazados, esferas que imitam a órbita ocular - a bola que roda para qualquer lugar como uma grande pupila, enxergando tudo ao redor, a refração da luz que irrompe e atende à visão não como atividade, mas como a libido, de olhar e ser olhado pelo toque das mãos, conferindo o desejo pelo objeto, pelas cores e pela vida.
A exposição OLHOS VENDADOS abre com Cerimonial do departamento Filatélico dos Correios para o lançamento do Selo do Bicentenário de Louis Braille. Quatro personalidades convidadas receberão o selo em estojo de couro que será marcado com o carimbo de prata. O Selo Comemorativo ficará disponível ao público em todas as agências dos Correios do país.
A exposição aliada ao lançamento do Selo Louis Braille marca uma data de grande importância para os deficientes visuais. Para o diretor-presidente da ADEVA, Associação dos Deficientes Visuais e Amigos, Markiano Charan Filho, “a importância dessa exposição, associada ao lançamento do Selo Comemorativo Louis Braille, é que o tato é um sentido vital para as pessoas com deficiência visual. É por meio do toque ou do tato que o cego participa da evolução do mundo.
Já o selo tem grande importância, pois marca o bicentenário de nascimento de alguém que pode ser considerado um gênio. Louis Braille tirou as pessoas cegas da escuridão da ignorância e da segregação social”, diz.
A exposição OLHOS VENDADOS será aberta no próximo 5 de novembro e vai até 30 de novembro de 2009, no Casarão Brasil, à rua Frei Caneca, nº 1.057, próximo à estação Consolação do Metrô, em São Paulo - Capital. O horário de visita é de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h, com entrada gratuita. Informações no fone (11) 3171-3739.
Artista Plástica: ADRIANA RIZKALLAH - contato:
adrianarizkallah@uol.com.br. Site: http://www.adrianarizkallah.com.br/
Curadoria do evento: Robert Richard, presidente da ABAPC - Associação Brasileira dos Artistas Plásticos e de Colagem. Contato:
aapc@aapc.com.br.
ADEVA - Associação dos Deficientes Visuais e Amigos - contato: Casarão Brasil – contato@casarãobrasil.com.br.
Fonte: Ler Para Ver
Nokia cria serviço de SMS para cegos

A Nokia desenvolveu um novo serviço de SMS em Braille para pessoas com dificuldades visuais. A tecnologia destina-se aos telemóveis com ecrã táctil da fabricante.Criado pelos Nokia Labs, o serviço consiste num leitor de SMS que consegue traduzir os textos escritos para Braille.
Dado que não é possível criar um texto em Braille directamente no ecrã do telemóvel, este serviço funciona através de vibrações que indicam ao utilizador qual é o caracter da mensagem.
Uma das diferenças em relação a outros serviços semelhantes, criados para outros dispositivos que lêem a mensagem em voz alta, é o facto de este ser silencioso, o que pode ser útil para manter a privacidade do SMS, caso esta seja inconveniente num determinado local.
O aplicativo pode ser descarregado em Nokia Beta Labs
Fonte: Jornal Sol
Novo site cria rede online com 10 mil museus e galerias

Um site online dedicado à arte contemporânea, Blablart.com, acaba de ser criado para dar acesso a 10 mil museus e galerias de todo o mundo e promover a informação e comunicação na comunidade e o público interessado.
Os fundadores do projecto são três: a jornalista portuguesa Maria Manuel Stocker, a curadora madrilena Helena Tatay e o «web master» catalão Alberto Lucas, que apostaram em construir «um site útil e actual», com informação sobre o sector proveniente de uma centena de países.
Maria Manuel Stoker justificou que esta iniciativa resultou da constatação de que «não havia um único site na internet onde fosse possível visitar o mundo da arte contemporânea na sua globalidade».
«Há muitos sites de arte contemporânea mas estão orientados por zonas geográficas, ou com um grande foco nos dois lados do Atlântico - Londres, Nova Yorque, Paris - ou então concentrados apenas no mercado americano», observou.
Maria Manuel Stocker comentou que «todo o desenvolvimento do mercado da arte contemporânea na Índia, China, Coreia, Japão, Austrália, Brasil e Médio Oriente não tem grande repercusão nos sites existentes, que se concentram em divulgar apenas as grandes galerias internacionais com representação em Deli ou em Pequim». Verificada esta «falha de informação organizada» no sector da arte contemporânea, o grupo procurou soluções que conjugassem simplicidade e, ao mesmo tempo, «um máximo de interactividade entre os utentes e o uso das tecnologias de imagem sofisticadas, dado que a imagem é fundamental na arte».
O grupo decidiu criar o Blablart.com - de acesso gratuito para quem nele se inscreva - que permitisse «a qualquer pessoa visitar as galerias e museus do mundo sem sair do sofá, e com poucos cliques». É dirigido sobretudo a profissionais da arte, galeristas, curadores, artistas, que poderão comunicar entre si dentro da plataforma e dar conhecimento à comunidade global das suas exposições, eventos e obras.
O Blablart é composto por um directório (intitulado «The Art World») com museus e galerias de cerca de uma centena de países, que demorou dois anos a criar. Contém ainda uma rede de comunicação («Who´s On») entre todas as galerias e museus que fazem parte do directório, mas também aberta a artistas, coleccionadores ou qualquer pessoa interessada em arte.
O «Talk Art» está aberto a quem quiser debater a arte contemporânea online, em qualquer línguia, tal com o site, que tem a possibilidade de ler lido em tradução Google em dezenas de idiomas. A primeira página do Blabart tem também uma secção de notícias actualizadas regularmente que cobre galerias, museus, colecções e também artes performatiivas.
Maria Manuel Stocker considera que o sector da arte contemporânea pode beneficiar da forma como o sítio está organizado, «dado o crescimento global do mercado e o interesse também óbvio do público pela cultura».
«O Blablart permite a alguém no sul da Índia visitar os museus do Canadá, as colecções brasileiras ou as galerias de Berlim, sem ter que as procurar uma a uma em sites díspares», exemplificou.
Segundo a jornalista portuguesa, o projecto começou sem financiamento, mas no ano passado a empresa Energies Nouvelles deu um apoio à execução e o site foi concretizado.
Actualmente, o grupo procura patrocínios e publicidade de empresas e serviços desde as energias limpas às seguradoras ou telecomunicações e empresas ligadas ao turismo, «com mais vocação para se anunciarem nas páginas das cidades».
Fonte: Diário Digital / Lusa
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Língua Gestual Portuguesa

Ao contrário do que se possa pensar, a língua gestual é diferente em cada país e mesmo a nível nacional é possível encontrar variações dialectais correspondentes às escolas onde se desenvolveram. Por exemplo, em Portugal existem variações entre Lisboa, Porto, Algarve ou ilhas.
Calcula-se que sejam cerca de 30 mil os falantes nativos de LGP, pessoas com uma surdez mais acentuada que vão para as escolas de surdos, um número que pode ser multiplicado por quatro para obter o total de pessoas que falam esta língua.
A LGP, como outras línguas gestuais do mundo, surgiu a partir do momento em que se registou uma concentração de surdos, normalmente numa escola. A sua origem está ligada à criação da escola Jacob Rodrigues Pereira (da Casa Pia), em 1823.
Em 1998, foram criadas as unidades de apoio a alunos surdos, uma lei clarificada em 2008 quando foi assumida a educação dos surdos como bilingue, com a LGP como primeira língua e a língua portuguesa como segunda, e definido o seu programa curricular.
Mariana Martins, linguista da Unidade de Língua Gestual Portuguesa da Associação Portuguesa de Surdos, explicou que as escolas de referência devem ter formadores de LGP e intérpretes (estes a partir do 5. ano).
Existem dois cursos de LGP ministrados pelas duas associações nacionais, uma em Lisboa e outra no Porto.
Além dos surdos, que naturalmente utilizam a LGP para comunicar, há uma "diversidade imensa de pessoas a procurar os cursos", afirmou a linguísta.
Pais de crianças surdas, professores, estudantes universitários, psicólogos, polícias e enfermeiros procuram a Associação Portuguesa de Surdos para aprender a LGP.
A Associação, acreditada para dar formação nesta área, também responde a solicitações de instituições ou empresas que pretendam um curso de LGP e a especialista refere os exemplos da Loja do Cidadão, Segurança Social, Holmes Place ou El Corte Inglés.
Na lei que assume a educação bilingue dos alunos surdos, é apontada a criação de escolas de referência para este grupo e Mariana Martins especifica que o objectivo é haver "cada vez menos escolas de surdos para que estejam cada vez mais concentrados".
Fonte: SIC Online
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Workshop sobre Interpretação Sensorial
O Museu do Papel Moeda e o Museu D. Diogo de Sousa, no âmbito da semana em que se comemora o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, vão realizar o Workshop sobre Interpretação Sensorial.
Workshop sobre Interpretação Sensorial
Após o sucesso do workshop no Algarve e em Lisboa, a ACAPO pretende realizar mais dois no norte de Portugal ainda este ano. É uma oportunidade de juntar-se com outros profissionais que se interessam pela interpretação sensorial e descobrir o potencial para comunicação que existe do seu museu. De uma maneira prática e participativa, são analisadas as estratégias para criar vivências aos visitantes, sempre respeitando a missão dos museus.
O papel da ACAPO é de apresentar boas práticas e fomentar a troca de experiências e ideias entre profissionais. A sessão inclui trabalho prático de grupo que reflecte a realidade dos museus nacionais.
Datas e locais:
Em Braga no dia 04 de Dezembro no Museu D. Diogo de Sousa, Rua dos Bombeiros Voluntários, 4700-025 Braga;
No Porto no dia 10 de Dezembro no Museu do Papel-Moeda, Av. Da Boavista nº 4245, 4100-140 Porto.
Horário
10h00-17h30 (com pausa livre para almoço)
Formador:
Peter Colwell, técnico de Acessibilidade da ACAPO que colabora regularmente com o IMC e em acções de formação da Rede Portuguesa de Museus.
Inscrições (8-16 participantes):
Sócios cooperantes: 20€
Estudantes: 25€
Outros: 40€
* Contacte a ACAPO para saber como se tornar sócio cooperante.
Dados para Inscrição:
- Nome
- Idade
- Profissão
- Local de trabalho
- Telefone
- E-mail
- (Fotocópia do cartão de estudante ou nº de sócio cooperante da ACAPO)
Os dados para a inscrição, bem como a taxa de inscrição, deverão ser enviados para a respectiva delegação da ACAPO até ao dia 30 de Novembro.
ACAPO Delegação de Braga ACAPO Delegação do Porto
Rua do Matadouro Velho, 51 Rua do Bonfim, 215
4700-035 Braga 4300-069 Porto
braga@acapo.pt porto@acapo.pt
Telefone: 253267766 Telefone: 225899100
Fax: 253267768 Fax: 225105924
Para mais informações sobre os conteúdos do workshop contacte petercolwell@acapo.pt
Workshop sobre Interpretação Sensorial
Após o sucesso do workshop no Algarve e em Lisboa, a ACAPO pretende realizar mais dois no norte de Portugal ainda este ano. É uma oportunidade de juntar-se com outros profissionais que se interessam pela interpretação sensorial e descobrir o potencial para comunicação que existe do seu museu. De uma maneira prática e participativa, são analisadas as estratégias para criar vivências aos visitantes, sempre respeitando a missão dos museus.
O papel da ACAPO é de apresentar boas práticas e fomentar a troca de experiências e ideias entre profissionais. A sessão inclui trabalho prático de grupo que reflecte a realidade dos museus nacionais.
Datas e locais:
Em Braga no dia 04 de Dezembro no Museu D. Diogo de Sousa, Rua dos Bombeiros Voluntários, 4700-025 Braga;
No Porto no dia 10 de Dezembro no Museu do Papel-Moeda, Av. Da Boavista nº 4245, 4100-140 Porto.
Horário
10h00-17h30 (com pausa livre para almoço)
Formador:
Peter Colwell, técnico de Acessibilidade da ACAPO que colabora regularmente com o IMC e em acções de formação da Rede Portuguesa de Museus.
Inscrições (8-16 participantes):
Sócios cooperantes: 20€
Estudantes: 25€
Outros: 40€
* Contacte a ACAPO para saber como se tornar sócio cooperante.
Dados para Inscrição:
- Nome
- Idade
- Profissão
- Local de trabalho
- Telefone
- (Fotocópia do cartão de estudante ou nº de sócio cooperante da ACAPO)
Os dados para a inscrição, bem como a taxa de inscrição, deverão ser enviados para a respectiva delegação da ACAPO até ao dia 30 de Novembro.
ACAPO Delegação de Braga ACAPO Delegação do Porto
Rua do Matadouro Velho, 51 Rua do Bonfim, 215
4700-035 Braga 4300-069 Porto
braga@acapo.pt porto@acapo.pt
Telefone: 253267766 Telefone: 225899100
Fax: 253267768 Fax: 225105924
Para mais informações sobre os conteúdos do workshop contacte petercolwell@acapo.pt
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – Implementação na União Europeia
APD - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DEFICIENTES
CONFERÊNCIA EUROPEIA
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – Implementação na União Europeia
16 de Novembro de 2009
PROGRAMA PROVISÓRIO
10.00h - Abertura do Secretariado
10.30h - Sessão de Abertura
· Presidente da Assembleia da República
· Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social
· Confederação Nacional dos Organismos dos Deficientes
· Associação Portuguesa de Deficientes
11.00h - Pausa para café
11.30h - Painel A - Ratificação da Convenção - Efeitos nas políticas e instrumentos europeus
Moderador – João José Fernandes - Oikos
• Procuradoria-Geral da República
• Comissão Europeia
• Ordem dos Arquitectos
12.30h - Almoço
15.00h - Painel B - O papel das ONG na monitorização da Convenção
Moderador – Plataforma Portuguesa das ONG
• Centro Regional de Informação das Nações Unidas
• Escritório da OIT em Portugal
• Fórum de Estudos da Educação Inclusiva
• Associação Portuguesa de Deficientes
16.30h - Pausa para café
17.00h - Debate
17.30h - Encerramento
Contactos: info-sede@apd.org.pt , delegacoes-sede@apd.org.pt Tel : 213 889 883
CONFERÊNCIA EUROPEIA
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – Implementação na União Europeia
16 de Novembro de 2009
PROGRAMA PROVISÓRIO
10.00h - Abertura do Secretariado
10.30h - Sessão de Abertura
· Presidente da Assembleia da República
· Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social
· Confederação Nacional dos Organismos dos Deficientes
· Associação Portuguesa de Deficientes
11.00h - Pausa para café
11.30h - Painel A - Ratificação da Convenção - Efeitos nas políticas e instrumentos europeus
Moderador – João José Fernandes - Oikos
• Procuradoria-Geral da República
• Comissão Europeia
• Ordem dos Arquitectos
12.30h - Almoço
15.00h - Painel B - O papel das ONG na monitorização da Convenção
Moderador – Plataforma Portuguesa das ONG
• Centro Regional de Informação das Nações Unidas
• Escritório da OIT em Portugal
• Fórum de Estudos da Educação Inclusiva
• Associação Portuguesa de Deficientes
16.30h - Pausa para café
17.00h - Debate
17.30h - Encerramento
Contactos: info-sede@apd.org.pt , delegacoes-sede@apd.org.pt Tel : 213 889 883
II Fórum Ibérico de Museologia da Educação
Últimos dias para inscrições no II FÓRUM IBÉRICO DE MUSEOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Até ao próximo dia 15 de Novembro ainda é possível efectuar inscrições e propostas de comunicações para o "II FÓRUM IBÉRICO DE MUSEOLOGIA DA EDUCAÇÃO", que se realizará em Fevereiro próximo, na cidade vianense, no Auditório Professor Lima de Carvalho do Instituto Politécnico de Viana do Castelo [IPVC].
O Fórum destina-se a todos as pessoas implicadas na preservação e estudo da herança educativa, em Portugal e Espanha, investigadores, estudantes (de licenciatura, mestrado e doutoramento), a conservadores e técnicos superiores de museus, a professores de qualquer nível de ensino, a técnicos e responsáveis autárquicos dos domínios da educação e da cultura, que tenham a conservação da herança educativa e a museologia como centro de interesse, de estudo ou de preocupação.
Após a realização do I Fórum Ibérico de Museologia da Educação, Museísmo pedagóxico en España e Portugal: itinerários, experiências e perspectivas, Santiago de Compostela, Novembro de 2001 e a assinatura da Declaração de Compostela seria de esperar um desenvolvimento e reforço das acções então em curso. Porém, contextos e dificuldades diversas marcaram estes últimos oito anos, marcados por esperanças mas também por incertezas e frustrações.
É num clima de dificuldades acrescidas, em que os gastos com os bens culturais correm o risco de ser considerados supérfluos, que nos arrojamos a reiniciar o debate então encetado sobre os caminhos da museologia ibérica.
Apesar do reconhecimento e interesse social crescente pela herança educativa, o estudo e conservação dos diversos patrimónios que a constituem enfrentam dificuldades. Por esse facto o II Fórum definiu como objectivos: analisar o contexto legal que enquadra a museologia em ambos os Estados; reflectir sobre a relação entre Museologia e História da Educação e dar início a uma análise comparativa sobre o património escolar edificado. Promover a apresentação de estudos sobre aspectos da cultura material escolar; estimular a apresentação de projectos, iniciativas e experiências realizadas ou em curso, que possam servir de estímulo a outras pessoas ou entidades, são outros dos objectivos a alcançar.
Em suma, pretende-se, com a realização do II Fórum Ibérico de Museologia da Educação, criar um espaço de debate e reflexão, incentivador de iniciativas e promotor da presença dos dois países nas redes internacionais de museologia escolar.
Nesse sentido o fórum irá desenrolar-se com a temática "Herança Educativa em Portugal e Espanha: entre esperanças e incertezas - sustentado nos seguintes eixos temáticos:
1. Legislação e normativas quanto ao património da educação em Portugal e Espanha
2. Estado actual, uso e funcionalidade dos edifícios escolares custeado pelos emigrantes (Portugal e Espanha)
3. Mobiliário escolar, manuais, material didáctico e jornais escolares
4. Museologia da Educação e História da Educação: que relação?
5. Apresentação de experiências emergentes e novas iniciativas no âmbito da Herança Educativa
As Instituições Promotoras são Núcleo de Educação, História e Museologia do Centro de Investigação e Intervenção Educativas-CIIE, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade da UP, estando a realização a cargo do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
Toda a informação sobre esta iniciativa, bem como ficha de inscrição e formulário de submissão de propostas de comunicações, encontra-se disponível no site do Fórum em www.fime2009.ipvc.pt
Até ao próximo dia 15 de Novembro ainda é possível efectuar inscrições e propostas de comunicações para o "II FÓRUM IBÉRICO DE MUSEOLOGIA DA EDUCAÇÃO", que se realizará em Fevereiro próximo, na cidade vianense, no Auditório Professor Lima de Carvalho do Instituto Politécnico de Viana do Castelo [IPVC].
O Fórum destina-se a todos as pessoas implicadas na preservação e estudo da herança educativa, em Portugal e Espanha, investigadores, estudantes (de licenciatura, mestrado e doutoramento), a conservadores e técnicos superiores de museus, a professores de qualquer nível de ensino, a técnicos e responsáveis autárquicos dos domínios da educação e da cultura, que tenham a conservação da herança educativa e a museologia como centro de interesse, de estudo ou de preocupação.
Após a realização do I Fórum Ibérico de Museologia da Educação, Museísmo pedagóxico en España e Portugal: itinerários, experiências e perspectivas, Santiago de Compostela, Novembro de 2001 e a assinatura da Declaração de Compostela seria de esperar um desenvolvimento e reforço das acções então em curso. Porém, contextos e dificuldades diversas marcaram estes últimos oito anos, marcados por esperanças mas também por incertezas e frustrações.
É num clima de dificuldades acrescidas, em que os gastos com os bens culturais correm o risco de ser considerados supérfluos, que nos arrojamos a reiniciar o debate então encetado sobre os caminhos da museologia ibérica.
Apesar do reconhecimento e interesse social crescente pela herança educativa, o estudo e conservação dos diversos patrimónios que a constituem enfrentam dificuldades. Por esse facto o II Fórum definiu como objectivos: analisar o contexto legal que enquadra a museologia em ambos os Estados; reflectir sobre a relação entre Museologia e História da Educação e dar início a uma análise comparativa sobre o património escolar edificado. Promover a apresentação de estudos sobre aspectos da cultura material escolar; estimular a apresentação de projectos, iniciativas e experiências realizadas ou em curso, que possam servir de estímulo a outras pessoas ou entidades, são outros dos objectivos a alcançar.
Em suma, pretende-se, com a realização do II Fórum Ibérico de Museologia da Educação, criar um espaço de debate e reflexão, incentivador de iniciativas e promotor da presença dos dois países nas redes internacionais de museologia escolar.
Nesse sentido o fórum irá desenrolar-se com a temática "Herança Educativa em Portugal e Espanha: entre esperanças e incertezas - sustentado nos seguintes eixos temáticos:
1. Legislação e normativas quanto ao património da educação em Portugal e Espanha
2. Estado actual, uso e funcionalidade dos edifícios escolares custeado pelos emigrantes (Portugal e Espanha)
3. Mobiliário escolar, manuais, material didáctico e jornais escolares
4. Museologia da Educação e História da Educação: que relação?
5. Apresentação de experiências emergentes e novas iniciativas no âmbito da Herança Educativa
As Instituições Promotoras são Núcleo de Educação, História e Museologia do Centro de Investigação e Intervenção Educativas-CIIE, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade da UP, estando a realização a cargo do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
Toda a informação sobre esta iniciativa, bem como ficha de inscrição e formulário de submissão de propostas de comunicações, encontra-se disponível no site do Fórum em www.fime2009.ipvc.pt
Jogos para leitura e escrita - Aplicação prática dos jogos
A APPDA- Setúbal, ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA AS PERTURBAÇÕES DO DESENVOLVIMENTO E AUTISMO organiza o "Jogos para leitura e escrita - Aplicação prática dos jogos"
Local: Av. Cova dos Vidros, lote 2367 R/C 2975-333 Quinta do Conde.
Contactos da APPDA - Setúbal:
Telefone / Fax: 265501681, Telemóvel: 917640469, Email: appda-setubal@sapo.pt
NIB: 003507740013867853088 da Caixa Geral de Depósitos
PROGRAMA
“Jogos para leitura e escrita - Aplicação prática dos jogos”
09h30 – Recepção dos participantes
10h00 – Aplicação de jogos para treino das pré-aptidões, que estão na base da aprendizagem da leitura e da escrita (Parte I):
- Nome de letras;
- Sons de Letras;
- Sequência Alfabética;
- Segmentação Silábica;
- Reconstrução Silábica;
11h30 – Coffe Break
12h00 – Aplicação de jogos para treino das pré-aptidões, que estão na base da aprendizagem da leitura e da escrita (Parte II):
- Segmentação Fonémica;
- Reconstrução Fonémica;
- Identificação de Rimas;
- Identificação do Fonema Inicial;
- Identificação do Fonema Final;
13h00 – Pausa para almoço
14h30 – Aplicação de oito jogos para a aprendizagem e o treino das da leitura e de escrita: descodificação e codificação (Parte I)
15h30 – Intervalo
15h45 – Aplicação de oito jogos para a aprendizagem e o treino da leitura e de escrita: descodificação e codificação (Parte II)
17h30 – Encerramento
Todas as actividades apresentadas serão abordadas de forma prática em pares ou pequenos grupos. Todos os participantes poderão experimentar a aplicação das actividades, tanto no papel de mediatizador, como no papel da criança que beneficia da actividade.
Local: Av. Cova dos Vidros, lote 2367 R/C 2975-333 Quinta do Conde.
Contactos da APPDA - Setúbal:
Telefone / Fax: 265501681, Telemóvel: 917640469, Email: appda-setubal@sapo.pt
NIB: 003507740013867853088 da Caixa Geral de Depósitos
PROGRAMA
“Jogos para leitura e escrita - Aplicação prática dos jogos”
09h30 – Recepção dos participantes
10h00 – Aplicação de jogos para treino das pré-aptidões, que estão na base da aprendizagem da leitura e da escrita (Parte I):
- Nome de letras;
- Sons de Letras;
- Sequência Alfabética;
- Segmentação Silábica;
- Reconstrução Silábica;
11h30 – Coffe Break
12h00 – Aplicação de jogos para treino das pré-aptidões, que estão na base da aprendizagem da leitura e da escrita (Parte II):
- Segmentação Fonémica;
- Reconstrução Fonémica;
- Identificação de Rimas;
- Identificação do Fonema Inicial;
- Identificação do Fonema Final;
13h00 – Pausa para almoço
14h30 – Aplicação de oito jogos para a aprendizagem e o treino das da leitura e de escrita: descodificação e codificação (Parte I)
15h30 – Intervalo
15h45 – Aplicação de oito jogos para a aprendizagem e o treino da leitura e de escrita: descodificação e codificação (Parte II)
17h30 – Encerramento
Todas as actividades apresentadas serão abordadas de forma prática em pares ou pequenos grupos. Todos os participantes poderão experimentar a aplicação das actividades, tanto no papel de mediatizador, como no papel da criança que beneficia da actividade.
Cartaz 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. /INR, I.P. decidiu lançar o concurso “Cartaz 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência” no valor de 500 euros.
Este concurso tem por objectivo premiar o trabalho gráfico que melhor represente a mensagem subjacente à comemoração deste dia, nomeadamente celebrar os direitos humanos das pessoas com deficiência.
Com esta iniciativa pretende-se igualmente envolver todos os cidadãos, pelo que poderão concorrer ao concurso cidadãos, instituições públicas e privadas, escolas e estabelecimentos do ensino superior, associações da sociedade civil ou quaisquer outras entidades nacionais.
O cartaz vencedor servirá para promover a campanha relativa à comemoração, a nível nacional, do dia 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
Os trabalhos submetidos a concurso deverão ser enviados para o Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. situado em Lisboa até dia 1 de Julho de 2008.
Esta é uma oportunidade para todos participarmos na criação de uma sociedade que valoriza a Pessoa e respeita as Diferenças.
Regulamento
ARTIGO 1
O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR, I.P.) cria um concurso destinado a premiar o melhor cartaz alusivo à comemoração do dia 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
ARTIGO 2
Podem concorrer ao concurso todos os cidadãos, individual ou colectivamente, e todas as entidades públicas ou privadas nacionais, com excepção dos funcionários do INR, I.P.
ARTIGO 3
Os trabalhos apresentados deverão obedecer aos seguintes requisitos:
1. Os trabalhos deverão ter como tema “Dia 3 de Dezembro 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência”.
2. Os trabalhos deverão ser apresentados em formato A2 (42x60cm).
3. Os trabalhos submetidos a concurso têm que ser inéditos.
4. Um mesmo candidato poderá apresentar até 3 trabalhos a concurso.
5. Deverá constar no cartaz o logótipo do INR, I.P.
ARTIGO 4
Os trabalhos a concurso deverão ser entregues, em mão ou via correio registado, no Instituto Nacional para a Reabilitação, até ao dia 1 de Julho de 2008, com o seguinte endereço:
Concurso 3 de Dezembro de 2008/DIPD
Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Av. Conde de Valbom, 63
1069-178 Lisboa
ARTIGO 5
Não serão aceites trabalhos cuja data de entrega ou de carimbo dos correios seja posterior à data limite. Para efeitos da recepção dos trabalhos a concurso, o horário de funcionamento do INR, I.P. é das 9h00 às 19h00.
ARTIGO 6
1. Os trabalhos devem ser entregues embalados e devidamente selados, constando no exterior o endereço referido no artigo 4.
2. No envelope deverá constar uma cópia do trabalho em tamanho original, uma cópia em tamanho A4 e um CD com o cartaz a concurso em formato digital de alta resolução – JPG com tamanho 24X60 cm, com 300 dpi’s de resolução.
3. O concorrente deverá ainda enviar o seu contacto.
ARTIGO 7
1. Os trabalhos submetidos a concurso serão avaliados por um júri constituído por 3 pessoas a designar pela directora do INR, I.P.
2. Os membros do júri serão dados a conhecer oportunamente.
3. Os critérios de apreciação serão a criatividade, mérito artístico e adequação ao tema, mensagem.
4. A atribuição do prémio será feita conforme deliberação unânime ou maioritária dos membros do júri.
5. Da decisão do júri não haverá lugar a recurso.
6. Os resultados do concurso serão comunicados directamente aos candidatos e anunciados no site do INR, I.P./ www.inr.pt, no dia 15 de Setembro de 2008.
ARTIGO 8
O prémio do Concurso “Cartaz 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com
Deficiência” é no montante de global de 500 euros a atribuir ao vencedor. Poderão ser ainda atribuídas menções honrosas.
ARTIGO 9
1. Os trabalhos apresentados a concurso serão propriedade do INR, I.P. e poderão ser expostos publicamente. Estes trabalhos não serão devolvidos aos seus autores, excepto se estes solicitarem expressamente a sua devolução.
2. O autor do trabalho vencedor autorizará a divulgação e utilização do trabalho premiado, de forma gratuita, em toda e qualquer actividade promovida pelo INR, I.P.
ARTIGO 10
Caberá ao INR, I.P. decidir sobre qualquer situação omissa neste regulamento.
Lisboa, 3 de Dezembro de 2007
Luísa Portugal
Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Fonte: Ler Para Ver
Este concurso tem por objectivo premiar o trabalho gráfico que melhor represente a mensagem subjacente à comemoração deste dia, nomeadamente celebrar os direitos humanos das pessoas com deficiência.
Com esta iniciativa pretende-se igualmente envolver todos os cidadãos, pelo que poderão concorrer ao concurso cidadãos, instituições públicas e privadas, escolas e estabelecimentos do ensino superior, associações da sociedade civil ou quaisquer outras entidades nacionais.
O cartaz vencedor servirá para promover a campanha relativa à comemoração, a nível nacional, do dia 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
Os trabalhos submetidos a concurso deverão ser enviados para o Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. situado em Lisboa até dia 1 de Julho de 2008.
Esta é uma oportunidade para todos participarmos na criação de uma sociedade que valoriza a Pessoa e respeita as Diferenças.
Regulamento
ARTIGO 1
O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR, I.P.) cria um concurso destinado a premiar o melhor cartaz alusivo à comemoração do dia 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
ARTIGO 2
Podem concorrer ao concurso todos os cidadãos, individual ou colectivamente, e todas as entidades públicas ou privadas nacionais, com excepção dos funcionários do INR, I.P.
ARTIGO 3
Os trabalhos apresentados deverão obedecer aos seguintes requisitos:
1. Os trabalhos deverão ter como tema “Dia 3 de Dezembro 2008/Dia Internacional das Pessoas com Deficiência”.
2. Os trabalhos deverão ser apresentados em formato A2 (42x60cm).
3. Os trabalhos submetidos a concurso têm que ser inéditos.
4. Um mesmo candidato poderá apresentar até 3 trabalhos a concurso.
5. Deverá constar no cartaz o logótipo do INR, I.P.
ARTIGO 4
Os trabalhos a concurso deverão ser entregues, em mão ou via correio registado, no Instituto Nacional para a Reabilitação, até ao dia 1 de Julho de 2008, com o seguinte endereço:
Concurso 3 de Dezembro de 2008/DIPD
Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Av. Conde de Valbom, 63
1069-178 Lisboa
ARTIGO 5
Não serão aceites trabalhos cuja data de entrega ou de carimbo dos correios seja posterior à data limite. Para efeitos da recepção dos trabalhos a concurso, o horário de funcionamento do INR, I.P. é das 9h00 às 19h00.
ARTIGO 6
1. Os trabalhos devem ser entregues embalados e devidamente selados, constando no exterior o endereço referido no artigo 4.
2. No envelope deverá constar uma cópia do trabalho em tamanho original, uma cópia em tamanho A4 e um CD com o cartaz a concurso em formato digital de alta resolução – JPG com tamanho 24X60 cm, com 300 dpi’s de resolução.
3. O concorrente deverá ainda enviar o seu contacto.
ARTIGO 7
1. Os trabalhos submetidos a concurso serão avaliados por um júri constituído por 3 pessoas a designar pela directora do INR, I.P.
2. Os membros do júri serão dados a conhecer oportunamente.
3. Os critérios de apreciação serão a criatividade, mérito artístico e adequação ao tema, mensagem.
4. A atribuição do prémio será feita conforme deliberação unânime ou maioritária dos membros do júri.
5. Da decisão do júri não haverá lugar a recurso.
6. Os resultados do concurso serão comunicados directamente aos candidatos e anunciados no site do INR, I.P./ www.inr.pt, no dia 15 de Setembro de 2008.
ARTIGO 8
O prémio do Concurso “Cartaz 3 de Dezembro de 2008/Dia Internacional das Pessoas com
Deficiência” é no montante de global de 500 euros a atribuir ao vencedor. Poderão ser ainda atribuídas menções honrosas.
ARTIGO 9
1. Os trabalhos apresentados a concurso serão propriedade do INR, I.P. e poderão ser expostos publicamente. Estes trabalhos não serão devolvidos aos seus autores, excepto se estes solicitarem expressamente a sua devolução.
2. O autor do trabalho vencedor autorizará a divulgação e utilização do trabalho premiado, de forma gratuita, em toda e qualquer actividade promovida pelo INR, I.P.
ARTIGO 10
Caberá ao INR, I.P. decidir sobre qualquer situação omissa neste regulamento.
Lisboa, 3 de Dezembro de 2007
Luísa Portugal
Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Fonte: Ler Para Ver
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Um exemplo notável...
Carta aberta para governantes, gestores e empresarios - pedido de apoio para jovem recém-doutorado com paralisia cerebral
Fernando Lobo - fernando.lobo@gmail.com - http://w3.ualg.pt/~flobo
DEEI-FCT, Universidade do Algarve
Campus de Gambelas
8005-139 Faro
27 de Outubro de 2009
O meu nome é Fernando Lobo e sou professor no Departamento de Engenharia
Electrónica e Informática da Universidade do Algarve. Escrevo esta carta aberta para
sensibilizar a sociedade portuguesa e apelar para que seja dado apoio a um jovem que tem paralisia cerebral e que concluiu o doutoramento na Universidade do Algarve. O jovem chama-se Paulo Condado. A sua tese de doutoramento é intitulada Quebra de Barreiras de Comunicação para Portadores de Paralisia Cerebral e foi defendida no dia 14/Abr/2009.
O Paulo Condado realizou um trabalho brilhante durante o doutoramento, tendo contribuído de forma signicativa para o avanço do estado da arte na àrea das acessibilidades.
Especicamente, desenvolveu um sistema informático denominado de EasyVoice (disponível gratuitamente através do endereço http://w3.ualg.pt/~pcondado/easyvoice/)
que permite que pessoas com deficiências na fala possam efectuar chamadas telefónicas
utilizando uma voz artificial gerada pelo computador. Trata-se do primeiro sistema a
nível mundial que permite a comunicação à distância usando síntese de voz. O trabalho
foi publicado nas mais conceituadas conferências mundiais na àrea de Computers
and Accessibility e foi alvo dos maiores elogios por parte de cientistas de renome internacional.
A título de exemplo, deixo um apontador para um testemunho dado por Jim
Fruchterman a propósito do EasyVoice (ver http://benetech.blogspot.com/2008/07/
austria-conference-on-access-technology.html). O artigo que descreve a essência do EasyVoice foi publicado em 2008 na International Conference on Computers Helping People with Special Needs (ICCHP-2008) e pode ser lido em http://w3.ualg.pt/~pcondado/papers/easyvoice-icchp2008.pdf
A história de vida do Paulo Condado, bem como o trabalho de investigação que realizado no âmbito do doutoramento foi alvo de uma reportagem que passou no Jornal da SIC do dia 27 de Junho de 2007. Um excerto da reportagem pode ser visto na Internet no endereço http://videos.sapo.pt/LrQnBm8lkzyLbvGPyVDP
O sonho do Paulo Condado é poder continuar a fazer investigação na àrea das acessibilidades, contribuindo assim para a melhoria a vida de muitos deficientes. Actualmente o Paulo Condado não tem trabalho. Tenho feito tudo o que está ao meu alcance para ajudá-lo mas atá ao momento não tenho tido sucesso.
Falei com um dos Vice-Reitores da Universidade do Algarve para que fosse criado
um Gabinete de Acessibilidade dentro da Universidade cuja missão seria dar apoio e
aconselhamento aos estudantes com deficiências, bem como aconselhar os professores
em como lidar com esses alunos, indicando tecnologias de acessibilidade apropriadas
a cada caso. O Paulo Condado poderia perfeitamente trabalhar num gabinete desse
tipo, podendo conciliar essas tarefas com trabalho de investigação no campo das
acessibilidades. A resposta que obtive é que a universidade não tem verba.
Escrevi no dia 8/Maio ao Ministro do Trabalho e da Segurança Social, José Vieira da
Silva, pedindo apoio. Sugeri que o Paulo Condado poderia trabalhar para o ministério
como especialista/consultor na àrea das acessibilidades. Nessa mesma data, escrevi
também para o Presidente da UMIC | Agência para a Sociedade do Conhecimento,
pedindo apoio. Em ambos os casos não obtive qualquer resposta.
Escrevi ainda à Fundação Champalimaud há cerca de 1 mês, mas também ainda não
recebi resposta.
Recentemente, soube atravás do jornal Expresso que a Microsoft celebrou
um acordo com a Associação Salvador (http://aeiou.expresso.pt/
windows-7-candidato-a-imperador-a-merce-dos-subditos=f542865), e que
está prevista uma colaboração estreita para promover o desenvolvimento de novas
tecnologias de reconhecimento de fala e síntese de texto. Penso que o Paulo Condado
tem o perfil ideal para trabalhar no âmbito deste projecto. Acabo de contactar quer
a Microsoft, quer a Associação Salvador, para que lhe seja dada uma oportunidade
de trabalho. Espero que desta vez o meu pedido seja bem sucedido.
Custa-me ver um jovem tão talentoso não ter oportunidade de colocar em prática os
elevados conhecimentos técnicos que possui. A única coisa que tenho conseguido arranjar para o Paulo são bolsas esporádicas ao abrigo de projectos de investigação. Tratam-se de bolsas com uma duração limitada e que não lhe garantem o mínimo de segurança para o futuro, sendo apenas uma solução de curto prazo. Para agravar a situação, a mãe do Paulo tem tido problemas de saúde graves. Esta situação vem reforçar a necessidade urgente de proporcionar ao Paulo Condado alguma estabilidade financeira.
Apesar do sonho do Paulo ser fazer uma carreira de investigação na área das acessibilidades, está disposto a trabalhar na área da informática em empresas/instituições (de preferência na região do Algarve onde tem o apoio familiar, mas não excluindo a possibilidade de ir para outros locais do país.) O Paulo Condado domina várias àreas da informática, desde a programação, bases de dados, redes de computadores, desenvolvimento de interfaces.
Poderá encontrar informação adicional sobre o Paulo em http://w3.ualg.pt/~pcondado.
O seu Curriculum Vitae está disponível em http://w3.ualg.pt/~pcondado/vitae-pcondado2009.pdf
A história do Paulo é um exemplo notável. Uma vida de sacrifício, de luta permanente
contra os preconceitos. Conseguiu andar pela primeira vez aos 5 anos. A sua mãe teve
de lutar contra ventos e marés para que o aceitassem no ensino regular. Inicialmente não o queriam aceitar, queriam mandá-lo para uma turma especial com crianças com atraso mental. Mas o Paulo nunca teve atraso mental: teve e tem apenas uma deficiência física que lhe afecta a fala e a coordenação de movimentos. Foi ultrapassando barreiras atrás de barreiras. Ainda em criança apaixonou-se pelos computadores, entusiasmado com as possibilidades que lhe proporcionavam na forma de se expressar e comunicar com o mundo que o rodeava. Conseguiu terminar a licenciatura em Informática e não parou por aí. Com o mesmo entusiasmou dedicou-se à investigação e fez um doutoramento, dando contribuições científicas que beneficiam outras pessoas na mesma condição.
Não sei se haverá mais alguém em Portugal que tenha paralisia cerebral e que tenha
conseguido realizar um doutoramento. Provavelmente é um caso único. Ainda mais nobre
é o facto de ele se ter especializado precisamente no campo das acessibilidades, uma àrea tão sensível na qual Portugal não tem praticamente especialistas doutorados.
Não consigo compreender como é que a Universidade do Algarve não aproveita uma
pessoa com estas qualidades para formar um Gabinete de Acessibilidade. Não consigo
entender também a falta de resposta por parte do Ministério para o Trabalho e Segurança Social, aparentando uma preocupante falta de interesse pelo assunto.
Gostaria de ver Portugal à altura da doutrina que apregoa. Uma doutrina socialista
onde haja protecção para os mais desfavorecidos, sobretudo que proteja aqueles que remam contra a maré e que fazem de tudo para não serem uma sobrecarga para o Estado. Portugal deve não só proteger como também publicitar pessoas como o Paulo, fazendo delas exemplo que possa inspirar outros na mesma situação.
A todos os leitores desta carta, e especialmente aos governantes, gestores e empresários de Portugal, apelo para que seja dado ao Paulo Condado aquilo que ele merece: uma oportunidade de trabalho condigna que potencialize as suas capacidades. Só assim é que outros como ele vão ver que os sacrificios e a perseverança valem a pena.
Grato pela atenção,
Fernando Lobo
Fernando Lobo - fernando.lobo@gmail.com - http://w3.ualg.pt/~flobo
DEEI-FCT, Universidade do Algarve
Campus de Gambelas
8005-139 Faro
27 de Outubro de 2009
O meu nome é Fernando Lobo e sou professor no Departamento de Engenharia
Electrónica e Informática da Universidade do Algarve. Escrevo esta carta aberta para
sensibilizar a sociedade portuguesa e apelar para que seja dado apoio a um jovem que tem paralisia cerebral e que concluiu o doutoramento na Universidade do Algarve. O jovem chama-se Paulo Condado. A sua tese de doutoramento é intitulada Quebra de Barreiras de Comunicação para Portadores de Paralisia Cerebral e foi defendida no dia 14/Abr/2009.
O Paulo Condado realizou um trabalho brilhante durante o doutoramento, tendo contribuído de forma signicativa para o avanço do estado da arte na àrea das acessibilidades.
Especicamente, desenvolveu um sistema informático denominado de EasyVoice (disponível gratuitamente através do endereço http://w3.ualg.pt/~pcondado/easyvoice/)
que permite que pessoas com deficiências na fala possam efectuar chamadas telefónicas
utilizando uma voz artificial gerada pelo computador. Trata-se do primeiro sistema a
nível mundial que permite a comunicação à distância usando síntese de voz. O trabalho
foi publicado nas mais conceituadas conferências mundiais na àrea de Computers
and Accessibility e foi alvo dos maiores elogios por parte de cientistas de renome internacional.
A título de exemplo, deixo um apontador para um testemunho dado por Jim
Fruchterman a propósito do EasyVoice (ver http://benetech.blogspot.com/2008/07/
austria-conference-on-access-technology.html). O artigo que descreve a essência do EasyVoice foi publicado em 2008 na International Conference on Computers Helping People with Special Needs (ICCHP-2008) e pode ser lido em http://w3.ualg.pt/~pcondado/papers/easyvoice-icchp2008.pdf
A história de vida do Paulo Condado, bem como o trabalho de investigação que realizado no âmbito do doutoramento foi alvo de uma reportagem que passou no Jornal da SIC do dia 27 de Junho de 2007. Um excerto da reportagem pode ser visto na Internet no endereço http://videos.sapo.pt/LrQnBm8lkzyLbvGPyVDP
O sonho do Paulo Condado é poder continuar a fazer investigação na àrea das acessibilidades, contribuindo assim para a melhoria a vida de muitos deficientes. Actualmente o Paulo Condado não tem trabalho. Tenho feito tudo o que está ao meu alcance para ajudá-lo mas atá ao momento não tenho tido sucesso.
Falei com um dos Vice-Reitores da Universidade do Algarve para que fosse criado
um Gabinete de Acessibilidade dentro da Universidade cuja missão seria dar apoio e
aconselhamento aos estudantes com deficiências, bem como aconselhar os professores
em como lidar com esses alunos, indicando tecnologias de acessibilidade apropriadas
a cada caso. O Paulo Condado poderia perfeitamente trabalhar num gabinete desse
tipo, podendo conciliar essas tarefas com trabalho de investigação no campo das
acessibilidades. A resposta que obtive é que a universidade não tem verba.
Escrevi no dia 8/Maio ao Ministro do Trabalho e da Segurança Social, José Vieira da
Silva, pedindo apoio. Sugeri que o Paulo Condado poderia trabalhar para o ministério
como especialista/consultor na àrea das acessibilidades. Nessa mesma data, escrevi
também para o Presidente da UMIC | Agência para a Sociedade do Conhecimento,
pedindo apoio. Em ambos os casos não obtive qualquer resposta.
Escrevi ainda à Fundação Champalimaud há cerca de 1 mês, mas também ainda não
recebi resposta.
Recentemente, soube atravás do jornal Expresso que a Microsoft celebrou
um acordo com a Associação Salvador (http://aeiou.expresso.pt/
windows-7-candidato-a-imperador-a-merce-dos-subditos=f542865), e que
está prevista uma colaboração estreita para promover o desenvolvimento de novas
tecnologias de reconhecimento de fala e síntese de texto. Penso que o Paulo Condado
tem o perfil ideal para trabalhar no âmbito deste projecto. Acabo de contactar quer
a Microsoft, quer a Associação Salvador, para que lhe seja dada uma oportunidade
de trabalho. Espero que desta vez o meu pedido seja bem sucedido.
Custa-me ver um jovem tão talentoso não ter oportunidade de colocar em prática os
elevados conhecimentos técnicos que possui. A única coisa que tenho conseguido arranjar para o Paulo são bolsas esporádicas ao abrigo de projectos de investigação. Tratam-se de bolsas com uma duração limitada e que não lhe garantem o mínimo de segurança para o futuro, sendo apenas uma solução de curto prazo. Para agravar a situação, a mãe do Paulo tem tido problemas de saúde graves. Esta situação vem reforçar a necessidade urgente de proporcionar ao Paulo Condado alguma estabilidade financeira.
Apesar do sonho do Paulo ser fazer uma carreira de investigação na área das acessibilidades, está disposto a trabalhar na área da informática em empresas/instituições (de preferência na região do Algarve onde tem o apoio familiar, mas não excluindo a possibilidade de ir para outros locais do país.) O Paulo Condado domina várias àreas da informática, desde a programação, bases de dados, redes de computadores, desenvolvimento de interfaces.
Poderá encontrar informação adicional sobre o Paulo em http://w3.ualg.pt/~pcondado.
O seu Curriculum Vitae está disponível em http://w3.ualg.pt/~pcondado/vitae-pcondado2009.pdf
A história do Paulo é um exemplo notável. Uma vida de sacrifício, de luta permanente
contra os preconceitos. Conseguiu andar pela primeira vez aos 5 anos. A sua mãe teve
de lutar contra ventos e marés para que o aceitassem no ensino regular. Inicialmente não o queriam aceitar, queriam mandá-lo para uma turma especial com crianças com atraso mental. Mas o Paulo nunca teve atraso mental: teve e tem apenas uma deficiência física que lhe afecta a fala e a coordenação de movimentos. Foi ultrapassando barreiras atrás de barreiras. Ainda em criança apaixonou-se pelos computadores, entusiasmado com as possibilidades que lhe proporcionavam na forma de se expressar e comunicar com o mundo que o rodeava. Conseguiu terminar a licenciatura em Informática e não parou por aí. Com o mesmo entusiasmou dedicou-se à investigação e fez um doutoramento, dando contribuições científicas que beneficiam outras pessoas na mesma condição.
Não sei se haverá mais alguém em Portugal que tenha paralisia cerebral e que tenha
conseguido realizar um doutoramento. Provavelmente é um caso único. Ainda mais nobre
é o facto de ele se ter especializado precisamente no campo das acessibilidades, uma àrea tão sensível na qual Portugal não tem praticamente especialistas doutorados.
Não consigo compreender como é que a Universidade do Algarve não aproveita uma
pessoa com estas qualidades para formar um Gabinete de Acessibilidade. Não consigo
entender também a falta de resposta por parte do Ministério para o Trabalho e Segurança Social, aparentando uma preocupante falta de interesse pelo assunto.
Gostaria de ver Portugal à altura da doutrina que apregoa. Uma doutrina socialista
onde haja protecção para os mais desfavorecidos, sobretudo que proteja aqueles que remam contra a maré e que fazem de tudo para não serem uma sobrecarga para o Estado. Portugal deve não só proteger como também publicitar pessoas como o Paulo, fazendo delas exemplo que possa inspirar outros na mesma situação.
A todos os leitores desta carta, e especialmente aos governantes, gestores e empresários de Portugal, apelo para que seja dado ao Paulo Condado aquilo que ele merece: uma oportunidade de trabalho condigna que potencialize as suas capacidades. Só assim é que outros como ele vão ver que os sacrificios e a perseverança valem a pena.
Grato pela atenção,
Fernando Lobo
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
1º Encontro Nacional de Técnicos que enquadram as pessoas com deficiência no desenvolvimento do seu processo artístico
A Associação Nacional de Arte e Criatividade de e para Pessoas com Deficiência, ANACED, Instituição Particular de Solidariedade Social que promove anualmente iniciativas de inclusão que dão visibilidade às reais potencialidades das pessoas com deficiência e que visam contribuir para o alcance de uma sociedade na qual todos se sintam respeitados e reconhecidos nas suas diferenças, organiza no próximo dia 19 de Novembro, no Auditório da Companhia Farmacêutica GlaxoSmithKline, sito na Rua Dr. António Loureiro Borges, n.º 3, Arquiparque – Miraflores, o EN’Arte – 1º Encontro Nacional de Técnicos que enquadram as pessoas com deficiência no desenvolvimento do seu processo artístico.
O objectivo é proporcionar um espaço de partilha, debate e reflexão sobre as estratégias, métodos e técnicas utilizadas pelos referidos técnicos, enquanto instrumentos para o desenvolvimento emocional, social e intelectual das pessoas com deficiência e para a visibilidade da sua criação artística junto dos diferentes públicos, tendo em vista a sua inclusão social.
Neste sentido, vimos por este meio convidá-lo (a) a participar neste Encontro, e a enriquecê-lo com o seu contributo. Para tal enviamos o Programa em anexo.
As inscrições são gratuitas e devem ser efectuadas através do preenchimento da Ficha em anexo.
As mesmas serão aceites por ordem de chegada até ao limite máximo de capacidade do auditório e só serão consideradas válidas depois de confirmadas pela organização.
Data limite para a inscrição: 9 de Novembro
Com os melhores cumprimentos,
Pela organização
Cristina Fontes
Programa:
9h00 Recepção aos Participantes e entrega de documentação
9h30 SESSÃO DE ABERTURA
Representante do Governo *
Alexandra Pimenta
Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação
Inês d’Orey
Presidente da ANACED
Miguel Guilherme
Encenador e Actor
10h00 ABERTURA DOS TRABALHOS
PAINEL ARTES PLÁSTICAS
Daniela Lisboa Gomes
Professora de Expressão Plástica da CERCICA
Desenvolvimento e Integração na Deficiência Mental
Sílvia Maria Garcia Perloiro
Coordenadora da Oficina de Expressão Plástica da APPDA de Lisboa
Toolkit – Ferramenta de Trabalho para Pessoas com Autismo
Vítor Pi e Conchita Feijó
Coordenadores do Ligarte – Atelier de Artes Plásticas da Fundação LIGA
LIGARTE | Atelier – 15 Anos na Criatividade
11h00 INTERVALO
11h30 PAINEL TEATRO
Francisco Brás
Actor e Encenador do Grupo CRINABEL Teatro
Do Teatro da Diferença, à Diferença do Teatro
PAINEL MÚSICA
Paulo Ramos Jacob
Professor e Musicoterapeuta na APCC
A Intervenção Musical na APCC
Zélia Marques, Miguel Cruz e Tiago Soares
Professores e Técnico de Música da CERCIAG
ZABUMBAR
PAINEL DANÇA
Sara Espírito Santo e Ana Isabel Dias
Técnicas Responsáveis pelo Grupo de Dança Inclusiva Korpus da Cooperativa de S. Pedro
Residências Artísticas Korpus 2009
Rafael Alvarez e Carla Ribeiro
Coordenador Artístico e Professora de Dança Inclusiva do Plural | Núcleo de Dança
Contemporânea – Fundação Liga
Identidade e Criação Artística
13h00 ALMOÇO LIVRE
14h30 GRUPO DE TRABALHO 1 | ARTES PLÁSTICAS
Moderador: Leonor Coutinho
Artista Plástica
GRUPO DE TRABALHO 2 | DANÇA
Moderador: Inês d’ Orey
Presidente da ANACED e Mestre em Relações Interculturais
GRUPO DE TRABALHO 3 | MÚSICA
Moderador: Ana Teresa Nascimento
Professora Doutora em Educação Especial
GRUPO DE TRABALHO 4 | TEATRO
Moderador: Adalberto Fernandes
Técnico Superior do Instituto Nacional para a Reabilitação
16h30 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DOS GRUPOS DE TRABALHO
DEBATE
18h00 ENCERRAMENTO DO ENCONTRO
Mais informação:
Telefone 213636836
E-mail anaced@net.sapo.pt
O objectivo é proporcionar um espaço de partilha, debate e reflexão sobre as estratégias, métodos e técnicas utilizadas pelos referidos técnicos, enquanto instrumentos para o desenvolvimento emocional, social e intelectual das pessoas com deficiência e para a visibilidade da sua criação artística junto dos diferentes públicos, tendo em vista a sua inclusão social.
Neste sentido, vimos por este meio convidá-lo (a) a participar neste Encontro, e a enriquecê-lo com o seu contributo. Para tal enviamos o Programa em anexo.
As inscrições são gratuitas e devem ser efectuadas através do preenchimento da Ficha em anexo.
As mesmas serão aceites por ordem de chegada até ao limite máximo de capacidade do auditório e só serão consideradas válidas depois de confirmadas pela organização.
Data limite para a inscrição: 9 de Novembro
Com os melhores cumprimentos,
Pela organização
Cristina Fontes
Programa:
9h00 Recepção aos Participantes e entrega de documentação
9h30 SESSÃO DE ABERTURA
Representante do Governo *
Alexandra Pimenta
Directora do Instituto Nacional para a Reabilitação
Inês d’Orey
Presidente da ANACED
Miguel Guilherme
Encenador e Actor
10h00 ABERTURA DOS TRABALHOS
PAINEL ARTES PLÁSTICAS
Daniela Lisboa Gomes
Professora de Expressão Plástica da CERCICA
Desenvolvimento e Integração na Deficiência Mental
Sílvia Maria Garcia Perloiro
Coordenadora da Oficina de Expressão Plástica da APPDA de Lisboa
Toolkit – Ferramenta de Trabalho para Pessoas com Autismo
Vítor Pi e Conchita Feijó
Coordenadores do Ligarte – Atelier de Artes Plásticas da Fundação LIGA
LIGARTE | Atelier – 15 Anos na Criatividade
11h00 INTERVALO
11h30 PAINEL TEATRO
Francisco Brás
Actor e Encenador do Grupo CRINABEL Teatro
Do Teatro da Diferença, à Diferença do Teatro
PAINEL MÚSICA
Paulo Ramos Jacob
Professor e Musicoterapeuta na APCC
A Intervenção Musical na APCC
Zélia Marques, Miguel Cruz e Tiago Soares
Professores e Técnico de Música da CERCIAG
ZABUMBAR
PAINEL DANÇA
Sara Espírito Santo e Ana Isabel Dias
Técnicas Responsáveis pelo Grupo de Dança Inclusiva Korpus da Cooperativa de S. Pedro
Residências Artísticas Korpus 2009
Rafael Alvarez e Carla Ribeiro
Coordenador Artístico e Professora de Dança Inclusiva do Plural | Núcleo de Dança
Contemporânea – Fundação Liga
Identidade e Criação Artística
13h00 ALMOÇO LIVRE
14h30 GRUPO DE TRABALHO 1 | ARTES PLÁSTICAS
Moderador: Leonor Coutinho
Artista Plástica
GRUPO DE TRABALHO 2 | DANÇA
Moderador: Inês d’ Orey
Presidente da ANACED e Mestre em Relações Interculturais
GRUPO DE TRABALHO 3 | MÚSICA
Moderador: Ana Teresa Nascimento
Professora Doutora em Educação Especial
GRUPO DE TRABALHO 4 | TEATRO
Moderador: Adalberto Fernandes
Técnico Superior do Instituto Nacional para a Reabilitação
16h30 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DOS GRUPOS DE TRABALHO
DEBATE
18h00 ENCERRAMENTO DO ENCONTRO
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Telefone 213636836
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