quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Câmara de Leiria recebe Bandeira de Ouro da Mobilidade


A câmara de Leiria voltou a receber, pelo segundo ano consecutivo, a Bandeira de Ouro da Mobilidade pela "eliminação das barreiras urbanísticas na área de intervenção".
O galardão foi entregue pela Appla - Associação Portuguesa de Planeadores do Território - que "congratula" o município leiriense pelo trabalho desenvolvido na sequência da sua adesão à Rede Nacional de Cidades e Vilas com Mobilidade para Todos.
Desde a adesão à rede, foram realizadas intervenções ao nível da correcção de várias barreiras, nomeadamente com o rebaixamento de passadeiras, redimensionamento dos passeios, construção de passadeiras niveladas, regularização dos pavimentos, relocalização de sinalética e candeeiros e controlo do estacionamento abusivo, faz saber a autarquia numa nota informativa.
"Leiria já evidencia, desde a sua adesão à rede, exemplos de requalificação do espaço público, eliminando barreiras que, de forma generalizada, se espalhavam pela cidade", lê-se no relatório da Appla, divulgado pela câmara de Leiria, que destaca o trabalho autárquica "sem, contudo, se afastar da sua identidade paisagística e urbana".
No relatório, a Appla destaca ainda "a utilização dos materiais que, ao longo dos tempos, foram acompanhando a história deste local, mas, simultaneamente, introduzindo-lhe sinais claros de contemporaniedade".
Na nota informativa, o município adianta que, para além da eliminação dos obstáculos diagnosticados na área de adesão, "tem vindo a desenvolver projectos de desenho urbano e gestão de tráfego e tem complementado as indicações do projecto da Rede", nomeadamente a criação de um grupo interdepartamental, reuniões de trabalho com as associações de pessoas portadoras de deficiência (Associação Portuguesa de Deficientes e ACAPO - Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal), participação em conferências e palestras relacionadas com a mobilidade e outros projectos de requalificação do espaço público.
Em 2008, a câmara leiriense tinha sido igualmente galardoada, "pela materialização de um conjunto de medidas e recomendações que tiveram um impacto positivo na melhoria das acessibilidades e na mobilidade dos cidadãos na cidade de Leiria", pode ler-se na nota informativa.

Fonte: Diário de Leiria

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Fechar os olhos e experimentar

A Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) assinalou os seus 20 anos de existência realizando em Lisboa actividades que desafiaram quem vê a viver o quotidiano dos invisuais.

Esta iniciativa teve lugar no Centro Comercial Colombo entre as 10h00 e as 22h00 e visou dar a conhecer a missão da associação, permitindo a todos vivenciar varias componentes quotidianas da vida de uma cego.

Uma das actividades foi um workshops sobre o Alfabeto Braille, onde os participantes escreveram o seu nome em Braille num postal que levaram para casa.

No Espaço dedicado às Novas Tecnologias e Emprego esteve disponível um computador e telefone com software de voz, teclado amplificado, onde as pessoas poderão testar a acessibilidade das páginas Web e até navegar na internet com os olhos vendados.

O objectivo, segundo a associação, foi conseguir que o visitante perceba que, com ajudas técnicas, a pessoa com deficiência visual pode estudar e trabalhar.

Fechar os olhos e experimentar

"Quisemos assinalar a data demonstrando à população que actividades e serviços a ACAPO disponibiliza e ao mesmo tempo convidar as pessoas a "fecharem os olhos" e vivenciarem algumas experiências, como por exemplo aceder a uma página de Internet sem verem o teclado do seu computador", explicou Carlos Lopes, presidente da ACAPO.

No Espaço de Estimulação Sensorial e Acessibilidade, o visitante, de olhos vendados, pode "arrumar" na despensa vários produtos (frascos, embalagens, etc), pintar desenhos em alto-relevo, adivinhar alimentos e objectos através do tacto e do olfacto ou reconhecer notas e moedas em circulação.

Entre as 18h00 e as 19h00 foi a hora do conto. Daniela Santiago, jornalista da RTP, é a autora do livro "O Caramelo da Leonor", lançado em Setembro, com a particularidade de ter uma versão em Braille. O conto foi lido pela autora e por uma criança cega.

Fonte: Expresso


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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Visitas cantadas no Museu do Fado



Durante o mês de Outubro o Museu promove Visitas Cantadas ao seu circuito expositivo com a participação especial de Ricardo Ribeiro e Ana Sofia Varela que interpretarão temas do repertório de Amália Rodrigues.

Dias 3, 17 e 24 - Ana Sofia Varela

Dias 4, 18 e 25 - Ricardo Ribeiro

Dias 10 e 11 - Pedro Galveias

Museu do Fado, 17h00, mediante marcação prévia

Fonte: Museu do Fado

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Fundação de Serralves mais acessível


A Fundação de Serralves passará a disponibilizar equipamentos informáticos que permitem que o público cego ou com baixa visão aceda à colecção de obras de arte contemporânea de Serralves.

Fonte: PPorto dos Museus

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Campanha “Um olhar por quem não vê”

A campanha “Um olhar por quem não vê” marcou as comemorações do Dia Mundial da Bengala Branca, assinalado a 15 de Outubro, no Algarve.

A campanha da delegação do Algarve da Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) visou angariar fundos para a instituição e sensibilizar a sociedade civil para a problemática da deficiência visual, ao nível de acessibilidades e do ponto de vista da integração socioprofissional desta população.

As actividades agendadas para dia 15 de Outubro decorreram em Faro e incluiram, no Museu Municipal, a exposição e demonstração de ajudas técnicas para a deficiência visual (10h00), uma sessão de esclarecimento sobre a mobilidade das pessoas com deficiência visual (15h00), a apresentação da campanha de angariação de fundos “Um olhar por quem não vê” (15h45) e o “Percurso dos sentidos” (16h30), onde pessoas com visão serão ‘cegas’ por uns minutos ao experimentarem a utilização de uma bengala branca, num percurso entre o museu e a Câmara Municipal.

À noite, o Auditório da Fundação Pedro Ruivo recebeu, a partir das 21h30, um espectáculo de música e poesia, organizado pelo Lions Clube, cujo valor do bilhete de entrada (5 euros) reverteu a favor da ACAPO.

Fonte: Observatório do Algarve

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Póvoa de Lanhoso: descobrir as plantas pelo cheiro


(Fotografia: Neptuna)

Sentir o cheiro e descobrir as diversas plantas aromáticas e medicinais através do toque foi a proposta do Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos para assinalar o Dia Mundial da Bengala Branca.

Alfazema, erva-príncipe, alecrim, caril, tomilho, absinto, cidreira, hipericão e coentros, foram algumas das ervas estudadas pelos cerca de 20 utentes da Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga (AADVDB), com sede na Póvoa de Lanhoso, a quem se dirigiu a actividade.

A ‘oficina dos sentidos’ teve como principal objectivo dar a conhecer aos invisuais as diferenças entre as várias plantas existentes na bordadura do centro. Para isso, “tentamos ao máximo que os invisuais utilizassem todos os sentidos nesta actividade, dando-lhes a conhecer as propriedades de cada uma das plantas, que são muito mais do que os próprios cheiros, toque e paladar”, disse aos jornalistas Melissa Costa, responsável pelo centro.

A jornada, que se insere no programa anual de actividades do Centro do Carvalho de Cal-vos, culminou, à tarde, com a criação de saquinhos de cheiro, onde foram servidas infusões de ervas para que os invisuais pudessem sentir o paladar das plantas que tocaram e sentiram durante a visita ao centro de interpretação.

A iniciativa teve um impacto “muito positivo, não só para os participantes como para os próprios técnicos”, acrescentou a responsável, afirmando que “de agora em diante vamos olhar para as plantas de outra forma porque apercebemo-nos de pormenores que eles (cegos) nos deram a conhecer, através da sua própria experiência”.

Em resultado das muitas perguntas levantadas pelos invisuais chegou-se à conclusão de que “andamos muitas vezes à procura de medicamentos nas farmácias quando podemos ter a solução à porta de casa”.

É objectivo do centro fazer chegar a ‘oficina dos sentidos’ aos restantes utentes da associação de deficientes visuais.

Fonte: Correio do Minho

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Exposição de fotografia em relevo para invisuais


Uma exposição de fotografia dirigida a pessoas invisuais parece ser uma brincadeira de mau gosto. Mas está bem longe de o ser.
A mostra «Fotografia em Relevo», de Paulo Abrantes, foi especialmente criada para este público e pode ser visitada no edifício da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDRA) até ao dia 29 de Outubro.

O fotógrafo usou uma técnica que assenta em imagens a preto e branco e recorre a um papel especial que adquire relevo ao ser impresso. O preto corresponde às zonas com maior relevo e o branco à ausência deste, com os cinzentos a adquirir alturas diferentes, conforme a sua intensidade. A legenda da fotografia também está inscrita em Braille.

A iniciativa foi lançada no Dia Mundial da Visão, que se celebra a 8 de Outubro. Numa sessão muito participada, já que foram muitos os alunos da Universidade do Algarve presentes, Paulo Abrantes, que já há cerca de seis anos se dedica a projectos nesta área, foi muito crítico no seu discurso.

Segundo o fotógrafo, quando revelou a sua ideia ao mundo, apenas foi incentivado a avançar pela Acapo- Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal. «Se não fosse a Acapo, nada disto existia», garantiu.

Paulo Abrantes, ainda que sem lançar nomes, disse que, quando deu a conhecer a ideia, não viu «grande entusiasmo das pessoas ligadas à fotografia, arte e cultura», nem «por parte das entidades».

Mais tarde, acabou por encontrar um entusiasta no comissário de Coimbra Capital da Cultura 2003, que lhe abriu as portas do evento. Esteve também na Faro Capital da Cultura, em 2005, com a sua mostra «Luz Táctil».

O facto de, por ocasião da inauguração desta exposição, estarem juntos na mesma sala os responsáveis pelo Governo Civil, pelas direcções regionais de Educação e de Cultura e pela Administração Regional de Saúde do Algarve (ARSA), esta última a organizadora do evento, significa, para Paulo Abrantes, «que algo já mudou no Algarve».

O artista vê as exposições que promove nesta área, que já o levaram a Espanha e ao Brasil, como «uma oportunidade de juntar as pessoas e aproximar a sociedade em geral dos que vivem directamente os problemas da visão e da cegueira».

Ricardo Martins, dirigente da Acapo a nível regional, também partilha desta visão. Até porque considera que a associação que representa, «além do dever de reabilitação e integração profissional e social» que tem para com os seus associados, também tem interesse «em estar junto da sociedade em geral».

«É neste tipo de iniciativa que a palavra inclusão está escrita com todas as letras e das quais nos sentimos orgulhosos», revelou.

«Eu já vi, em tempos, pelo que tenho noção da imagem. Mas para os que nunca viram, esta é uma experiência que certamente lhes ficará marcada na memória. Será uma oportunidade única para muitos deles», considerou Ricardo Martins.

O presidente da ARSA Rui Lourenço frisou ainda que o entendimento da entidade que dirige, em termos de saúde, «é mais lato do que a maioria das pessoas pensa».

«A saúde é também um recurso para o desenvolvimento pessoal e bem-estar da comunidade», considerou.

hugo rodrigues


Fonte: Ler Para Ver

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Acessibilidade na Web: Custo ou Benefício?

Inclusão Social

20º aniversário da ACAPO


20º Aniversário da ACAPO: De olhos bem fechados ­- experiências no Centro Colombo.

Dia 20 de Outubro, a ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal) assinala o seu vigésimo aniversário, com a dinamização de várias actividades abertas ao público em geral, no Centro Colombo, entre as 10h e as 22h, no espaço ACAPO situado no Praça Equador no piso 1. O objectivo desta iniciativa é dar a conhecer a missão da Associação e permitir que as pessoas possam experienciar várias componentes quotidianas da vida de um cego.

Carlos Lopes, presidente da ACAPO afirma "Quisemos assinalar a data demonstrando à população que actividades e serviços a ACAPO disponibiliza e ao mesmo tempo convidar as pessoas a "fecharem os olhos" e a vivenciarem algumas experiências, como por exemplo aceder a uma página de internet sem verem o teclado do seu computador."

O stand da ACAPO estará organizado por áreas diversas. Durante o dia 20, serão realizados workshops sobre o Alfabeto Braille, onde os participantes podem escrever o seu nome e uma dedicatória em Braille num postal que podem levar para casa. No Espaço Novas Tecnologias e Emprego, estará disponível um computador e telefone com software de voz, teclado ampliado, onde as pessoas poderão testar a acessibilidade das páginas Web e até navegar na internet com os olhos vendados. O objectivo é que o visitante perceba que, com ajudas técnicas, a pessoa com deficiência visual pode estudar e trabalhar sem restrições.

No Espaço de Estimulação Sensorial e Acessibilidade, o visitante, de olhos vendados poderá "arrumar" na despensa vários produtos (frascos, embalagens, etc), pintar desenhos em alto-relevo, adivinhar alimentos e objectos através do tacto e do olfacto ou reconhecer notas e moedas em circulação.

A Mascote da Associação Nacional de Desporto para Deficientes Visuais vai "ajudar" a divulgar esta iniciativa da ACAPO, apelando que os transiuntes visitem as iniciativas no Centro Comercial Colombo, nomeadamente as actividades físicas mais comuns que o deficiente visual pratica.

Entre as 18h e as 19h, é a hora do conto. Daniela Santiago, jornalista da RTP, é a autora do livro "O Caramelo da Leonor", lançado em Setembro, com a particularidade de ter uma versão em Braille. O conto será lido pela autora e por uma menina cega.

Para as 19h está marcado o momento de cantar os Parabéns à ACAPO. Estão convidados algumas entidades institucionais e algumas figuras públicas para o corte do bolo.

Fonte: ACAPO

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Opening the Door to the Entire Community. How Museums are using Permanent Collections to Engage Audiences


Summary:
Museums can better serve their communities and attract a more diverse mix of visitors by using their permanent collections more creatively. This Wallace-commissioned report, the first in a three-part series, shows how careful research and informed strategic planning helped several museums to reframe their permanent collections, launch innovative programming and take an active role in issues that affect their audiences’ neighborhoods.

Published: November 1998, 37 pages

Publishing Organization: The Wallace Foundation

Document Type: Report

Descarregue PDF aqui!

Services to People: Challenges and Rewards. How Museums Can Become More Visitor-Centered


Summary:
This Wallace-commissioned report, the last in a series of three, explains how museums can provide a welcoming, satisfying environment that attracts large numbers of visitors without compromising high standards of presentation and scholarship. It examines how museums have reorganized operations or created new departments, trained staff to interact with people, upgraded ticket and admission services, improved training and used audience research to make themselves desirable places for first-time and return visits.

Published: April 2001, 67 pages

Publishing Organization: The Wallace Foundation

Document Type: Report

Descarregue PDF aqui!

Engaging the Entire Community: A New Role for Permanent Collections


Summary:
Museums may be able to increase their audiences if they respond to their communities through new activities and innovative programs. This Wallace-commissioned report, the second in a three-part series, profiles four museums that augmented their permanent collections with pioneering outreach efforts — such as teen councils, local business partnerships and public art projects — to attract new regular visitors. Such strategies can help museums increase satisfaction among their staff and the public, enhance their offerings and cultivate donor support.


Published: February 1999, 33 pages

Publishing Organization: The Wallace Foundation

Document Type: Report

Descarregue PDF aqui!

Programa Salvador - 19 de Out. 2009


rtp1 > 19-10-2009 | 21:18 | Episodio 2 de 13 - Bento Amaral

Neste Programa:
Convidado: Bento Amaral
Campeão do mundo de vela adaptada e recordista mundial de velocidade na neve, Bento Amaral tem 40 anos, é casado e tem uma carreira de sucesso. Aos 25 anos foi apanhado numa onda e ficou tetraplégico. Neste programa, Salvador vai desafiá-lo a superar novos limites e a fazer parapente.

Fonte: RTP

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Tecnologias de informação voltadas para pessoas com deficiência visual - Daniela Ragazzi dos Santos

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO VOLTADAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL

Museus para todos - Josélia Neves

NEVES_2006_Museus Para Todos

Acessibilidade - Siga essa ideia



Mais info sobre a campanha "Acessibilidade, siga essa ideia" em http://acessibilidade.sigaessaideia.org.br/

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO: “O Direito e os Direitos de Pessoas com Deficiência”

O Instituto de Ciências Jurídico-Políticas vai organizar, para o presente ano lectivo, um curso pós-graduado sobre “Direito e Direitos de Pessoas com deficiência”.

O curso destina-se a quaisquer pessoas interessadas nestas matérias, independentemente da respectiva área de formação superior.

Coordenação: Prof.ª Doutora Carla Amado Gomes e Mestre Jaime Valle

1.ª sessão – Dia 6 de Novembro
Sessão inaugural com a presença do Prof. Jorge Miranda, Presidente do ICJP e do Secretário de Estado da Reabilitação

Conferência pelo Dr. Laborinho Lúcio: Diversidade e direitos

2.ª sessão – Dia 13 de Novembro
Perspectiva e enquadramento constitucional dos direitos fundamentais das pessoas com deficiência
Mestre António Araújo

3.ª sessão – Dia 20 de Novembro
As pessoas com deficiência como sujeitos de direitos e deveres. Incapacidades e suprimento – a visão do Sociólogo
Prof.ª Doutora Paula Campos Pinto

4.ª sessão – Dia 27 de Novembro
As pessoas com deficiência como sujeitos de direitos e deveres. Incapacidades e suprimento – a visão do Jurista
Prof. Doutor Jorge Duarte Pinheiro

5.ª sessão – Dia 4 de Dezembro
As convenções internacionais sobre os direitos de pessoas com deficiência
Mestre Jaime Valle

6.ª sessão – Dia 11 de Dezembro
O Direito Comunitário e os direitos das pessoas com deficiência
Prof.ª Doutora Ana Fernanda Neves

7.ª sessão – Dia 18 de Dezembro
Administração Pública e discriminação positiva das pessoas com deficiência
Dr. José Manuel Madeira Serôdio

8.ª sessão – Dia 8 de Janeiro
A discriminação positiva das pessoas com deficiência na sua relação com a administração fiscal
Mestre Guilherme d'Oliveira Martins

9.ª sessão – Dia 15 de Janeiro
A supressão de barreiras arquitectónicas e a promoção da acessibilidade de edifícios públicos, vias públicas e equipamentos colectivos – a visão do Arquitecto
Arq.º José Pedro Martins Barata

10.ª sessão – Dia 22 de Janeiro
A supressão de barreiras arquitectónicas e a promoção da acessibilidade de edifícios públicos, vias públicas e equipamentos colectivos – a visão do Jurista
Mestre André Folque

11.ª sessão – Dia 29 de Janeiro
Os instrumentos de planeamento urbanístico como meio de execução de políticas de inclusão
Mestre André Folque

12.ª sessão – Dia 5 de Fevereiro
Regime jurídico de acesso ao trabalho, de protecção dos direitos das pessoas com deficiência e respectiva execução
Prof. Doutor Pedro Romano Martinez

13ª sessão – Dia 12 de Fevereiro
Desporto e cidadãos com deficiência
Prof. Doutor José Manuel Meirim

Ficam ressalvadas eventuais alterações ao programa do curso

Informações:
As sessões realizam-se às sextas-feiras das 18h30m às 20h30.
Local: Faculdade de Direito de Lisboa, no Anfiteatro 4.
Propina: 700,00 Euros. (pagando-se 50% no momento da inscrição e 50% até dia 8 de Janeiro de 2010).
Para quem efectuar o pagamento integral do curso no acto da inscrição haverá uma redução de 10% no valor total do curso.
Inscrições: de 1 a 30 de Outubro de 2009
Avaliação: apresentação de um trabalho escrito, com dimensão nunca superior a 20 páginas A4, espaçamento 1,5, caracter 12, sobre um tema ou subtema do Curso.
Informações: Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
Contactos: Dra. Telma Oliveira, 2.ª a 6.ª feira das 11h30 às 13h30 e das 14h30 às 19h30.
Telefone: 217 820 265 – Tml.: 933 469 330
E-mail: icjp@fd.ul.pt

Mais info. em http://www.icjp.pt

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Centro de Memória Dorina Nowill / Fundação Dorina Nowill para Cegos


Programa de Orientação para Museus Acessíveis

O Centro de Memória Dorina Nowill foi criado em 2002, na FDNC - Fundação Dorina Nowiill para Cegos, com o objetivo de preservar a história da inclusão da pessoa com deficiência visual no Brasil.

O Centro de Memória também é acessível às pessoas com deficiência física. E desde 2003, vem ampliando sua atuação em prol da inclusão, com a criação do Programa de Orientação para Museus Acessíveis. O programa faz visitas de sensibilização e ministra workshops de formação sobre acessibilidade para pessoas com deficiência visual.

"Durante as visita, estamos na companhia de pessoas videntes que nos descrevem com detalhes o local, além do que, utilizamos as escadas; rampas (quando existem); sentimos sinais pódo-táteis (quando os mesmos estão lá); verificamos se existem publicações acessíveis (folhetos em braille, catálogos digitais etc) e recursos sensoriais (maquetes, réplicas, etc), além de áreas de descanso, e principalmente, se os monitores foram treinados", explica Antonio Carlos, um dos voluntários do programa.

Coordenados pela especialista em acessibilidade em museus, Viviane Panelli Sarraf, os voluntários do programa (em sua maioria pessoas com deficiência visual) já estiveram no Museu de Zoologia da USP; Museu de Geociências da USP, Museu Lasar Segall; Espaço Cultural do Banco Real; Museu do Instituto Biológico; Museu Biológico; Museu de Microbiologia do Instituto Butantã; Museu da Bíblia; MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo; Museu do Instituto Adolfo Lutz; Museu de Arte Brasileira da FAAP; e exposições na OCA; (Parque do Ibirapuera), todos no município de São Paulo.

"Os museus que efetivamente implantam programas acessíveis começam a receber mais visitas", comenta Viviane. Desde abril de 2005, a exposição "Fundação e Suas Muitas Histórias" do Centro de Memória Dorina Nowill recebeu aproximadamente 1.200 pessoas com deficiência acompanhadas de educadores. Segundo a especialista, esse número é maior ainda, somado aos visitantes espontâneos.

Para Viviane, "a acessibilidade torna o museu mais atrativo para um maior número de visitantes potenciais. As rampas para pessoas em cadeiras de rodas também são úteis para carrinhos de bebê; e sinalizações e identificações de peças em letras grandes também facilitam a leitura de crianças e de pessoas da terceira idade, por exemplo. No entanto, o grande desafio hoje é tornar a informação acessível e eliminar as barreiras mais difíceis, as atitudinais (o pré-conceito de cada indivíduo)".

Para tornar ou criar ambientes convidativos a todas as pessoas, é preciso unir forças e trabalhar em conjunto. Parcerias eficazes e de baixo custo com ONGs, instituições, órgãos públicos, escolas e universidades, centros culturais, empresas privadas, e profissionais é o melhor caminho para levar cultura a todos. Os museus são um dos melhores exemplos de como é possível que a arte esteja ao alcance de todos.
Basta querer!

Antonio Carlos e Marieta são voluntários do programa de acessibilidade em museus da FDNC. Saibam o que eles pensam sobre o assunto e conheça um pouco mais sobre o trabalho que realizam, clicando em seus nomes.


*Leandra Migotto Certeza é paulista, deficiente física, Produtora Editorial, Jornalista há oito anos (MTb 40546), Repórter e colunista voluntária da Rede SACI e do Site Sentidos. Participa da Rede de Ativistas de Direitos Humanos do Hemisfério Sul e Rede Diálogo DH da Conectas - Direitos Humanos. É Diretora de Divulgação Voluntária da ABOI - Associação de Osteogeneis Imperfecta, e voluntária do Conselho Municipal da Pessoa Deficiente de SP. Foi uma das quatro brasileiras premiadas no concurso de periodismo Sociedad Para Todos na Colômbia, e ficou em segundo lugar no "Sexto Congresso Internacional Prazeres Dês-Organizados - Corpos, Direitos e Culturas em Transformação", promovido pela IASSCS - Associação Internacional para o Estudo da Sexualidade, Cultura e Sociedade, em Lima no Peru na Categoria: apresentação de pôster sobre o projeto "Fantasias Caleidoscópicas" (ensaio fotográfico sensual de pessoas com deficiência) sobre o tema: Sexualidad y Mujeres con Discapacidad, em 2007. Desenvolve o projeto, Caleidoscópio Comunicações - Consultoria em Inclusão Social, realizando palestras, treinamentos e assessoria técnica em empresas, escolas e ONGs. Informações: inclusaosocial@yahoo.com.br e Tel: 55 (0xx11) 3453-5370 ou 8697-9067.


*Viviane Panelli Sarraf é Especialista em Acessibilidade em Museus, Pesquisadora da ECA - USP na área de Políticas Culturais de Acessibilidade em Museus, e Diretora da Museus Acessíveis Serviços Museológicos e Culturais, que presta serviços para a Fundação Dorina Nowill para Cegos, além de outros museus e/ou centros culturais. Informações: vsarraf@gmail.com.

Fonte: Sentidos

Link para a FundaçãoDorina Nowill: http://www.fundacaodorina.org.br

Tese - O Museu como espaço de Inclusão e Acessibilidade por Ana Cristina Alves

O Museu como Espaço de Inclusão e Acessibilidade. Ana Cristina Alves.

Temas de Museologia. Museus e Acessibilidade


Autor(es):Peter Colwell, Elisabete Mendes
Lisboa, IPM, 2004
ISBN:972-776-229-8
24x21,5 cm; 94 pp.; 14 il. cor e 19 il. p/b; capa mole; ed. port.
Disponível:Sim
PVP:€ 15.00
O segundo título da colecção Temas de Museologia tem como principal objectivo contribuir para tornar os museus e as suas colecções mais acessíveis a todos. Deste modo, analisam-se os obstáculos à plena fruição do nosso património cultural móvel, traça-se um diagnóstico inicial das situações mais graves, apontam-se recomendações e dão-se exemplos de boas práticas.

Fonte: IMC

ACESSIBILIDADE. MUSEOLOGIA 8, Série Museologia: Roteiros Práticos




editor. RESOURCE: The Council for Museums, Archives and Libraries

Coleção Série Museologia
ISBN 10: 85-314-4086-6
ISBN 13: 978-85-314-4086-1
Formato: 19,5 x 26,8 cm
Nº de Páginas: 120 pp.
Peso: 310 g

Este volume da Série Museologia trata de um tema da mais alta relevância: como garantir o acesso de todos os cidadãos aos bens culturais, particularmente os que estão disponíveis em museus, arquivos e bibliotecas do país. Segundo estimativas feitas no Reino Unido e no Brasil, os portadores de deficiências são uma parcela expressiva da população, usuários potenciais dos espaços culturais. A publicação é destinada principalmente aos profissionais prestadores de serviços que operam em áreas culturais, na forma de um guia prático e objetivo com importantes informações sobre conceitos, características e necessidades relativas às pessoas com deficiência. È uma contribuição importante para a conscientização profissional dos prestadores de serviços nessas áreas, e também para a ampliação e melhoria do atendimento, e do acesso físico, sensorial e intelectual aos bens culturais.

Fonte: EDUSP

Para fazer o download do livro clique aqui!

Projecto "Dialogue boxes on street Windows"



Invasão do centro histórico de Faro com Arte Pública made by UAlg “foi um sucesso”

Na terceira edição do programa Art Allgarve, em 2009, foi pela primeira vez integrada uma componente regional, para a qual contribuíram docentes e alunos de Artes Visuais da UAlg – os primeiros enquanto curadores, os segundos enquanto artistas. O projecto Dialogue boxes on street Windows, composto por dez instalações produzidas por quatro artistas de renome e dez estudantes da UAlg, esteve nas ruas do centro histórico de Faro durante três meses, desde Junho até ao final de Setembro, e segundo os curadores e docentes de Artes Visuais da UAlg, Mirian Tavares e Alexandre Barata, foi “a exposição mais vista do Allgarve”.

O balanço final não podia ser mais positivo: os curadores do projecto Dialogue Boxes on Street Windows, Mirian Tavares e Alexandre Barata, estão muito satisfeitos com os resultados obtidos com a participação no programa Art Allgarve. Ambos consideram que esta “foi a exposição mais vista do Allgarve, já que as pessoas circulavam pelas ruas da baixa e do centro histórico de Faro e a arte estava ali, ao lado delas”, sublinhando que “projectos como este são importantes para que as pessoas tenham consciência de que nem tudo que está exposto na via pública é arte”.

Mirian Tavares e Alexandre Barata frisam que para criar esta exposição contaram com quatro grandes artistas – António Costa Pinheiro, Ana Vidigal, Susanne Themlitz e Manuel Baptista – que criaram projectos originais para a exposição. “Todos se envolveram bastante com o projecto, mesmo aqueles que nunca tinham experimentado arte pública, e gostaram do resultado, o que a nós, enquanto curadores, nos dá uma grande satisfação”, assinalam. Aliás, dado o sucesso do projecto, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Faro desde o primeiro momento, os curadores acreditam que “este poderia ser um trabalho mais continuado para que Faro, e outras cidades, pudessem sentir como a arte é capaz de transformar o espaço que a rodeia e criar novos itinerários dentro da mesma cidade.”

Este projecto proporcionou ainda um momento único de aprendizagem para os alunos da licenciatura em Artes Visuais da UAlg bem como para os recém-formados em Artes Visuais que participaram na exposição enquanto artistas, pois “aprenderam a trabalhar em condições complicadas, em superfícies inovadoras e a criar algo para uma exposição site specific, o que não é uma tarefa fácil”. E, dizem os curadores e docentes, “saíram-se todos muito bem”.

Jovens artistas/estudantes na UAlg marcam o coração de Faro

“Na raiz do projecto Dialogue boxes on street Windows reside o conceito de arte pública”, explica Mirian Tavares, sendo o objectivo, por um lado, “recuperar a ideia inicial da arte pública como um processo de invasão do espaço urbano, promovendo a sua reconfiguração” e, por outro lado, “aproximar a arte do público que, em geral, não está habituado a ir a locais de exposição convencionais como galerias, centros de arte e museus”.

Andreia Filipe, Alexandre Lima, Guilherme Gonçalves, Gustavo de Jesus, Joana Bárbara, Mara Barth, Paulo Quaresma, Tatiana Barreiros, Tiago Custódio e Úrsula Mestre são os dez jovens artistas e estudantes recém-licenciados do curso de Artes Visuais da UAlg que invadiram o centro histórico de Faro no dia 20 de Junho, interpelando os transeuntes com várias abordagens artísticas.

Segundo Alexandre Barata, “os trabalhos dos alunos da licenciatura em Artes Visuais seguem caminhos muito diversos, desde a utilização de uma linguagem de banda desenhada, onde as personagens espreitam das janelas das casas para a rua que as envolve, até à presença de noivas suicidas, enquadradas num espaço real que se converte em espaço cénico”.

As técnicas utilizadas são as mais variadas, “passando por pinturas realizadas directamente sobre a superfície das casas até ao trabalho realizado sobre materiais, como telas e madeiras, e posteriormente colocado nas fachadas”, continua o curador.
Além dos trabalhos, que estiveram visíveis nas fachadas de algumas casas do percurso, estiveram ainda expostas peças tridimensionais que ocuparão o passeio e os largos e que abrigaram, em muitos casos, performances dos alunos/artistas, que tiveram lugar ao longo do Verão, aos sábados à noite, dando assim uma dimensão ainda mais dinâmica e intensa à relação da arte com o espaço público.

Foi o caso, por exemplo, de Úrsula Mestre, com a instalação performativa “Saia que gritas”, que aborda as questões de género no Séc. XXI através de três peças, três saias das quais três mulheres se tentam libertar, e de Paulo Quaresma, que no contexto do projecto “O meu abrigo é o meu templo” instalou um abrigo e encarnou a personagem de um sem-abrigo nas ruas de Faro uma vez por semana durante três meses.

Proposta curatorial da UAlg integra obras de quatro artistas de renome

“Nestas intervenções a arte afirmar-se-á como um espaço de promoção do diálogo entre as pessoas, envolvendo-as e questionando-as. Será um convite ao olhar crítico, à participação activa no processo de construção de uma cidade de cultura e, obviamente, para a cultura”, sublinha Mirian Tavares. A exposição Dialogue boxes on street Windows reúne, além das contribuições de estudantes da UAlg, obras de quatro criadores convidados. São eles António Costa Pinheiro, Ana Vidigal, Susanne Themlitz e Manuel Baptista, todos, de alguma forma, relacionados com o contexto algarvio.

Para Dialogue boxes on street Windows, António Costa Pinheiro decidiu recuperar parte da sua obra realizada entre 1967 e 1975, Citymobil – Arte-Projecto, que está integrada na fase conceptual do artista. “Neste trabalho ele utilizou objectos que se organizam em narrativas dentro de uma cidade que é, permanentemente, transformada pelos seus habitantes, ideia que se encaixa perfeitamente na proposta curatorial deste projecto e que continua a ser inovadora e instigante, mesmo após tantos anos”, frisa Alexandre Barata.

Ana Vidigal decidiu explorar o espaço público através de um olhar, ao mesmo tempo, perverso e infantil, ao explorar as figuras que parecem saídas de ilustrações dos anos 50. “Os painéis da artista colocam o público na incómoda posição de voyeur, que participa, voluntariamente ou não, de uma série de jogos propostos por duas meninas, especulares, mas de tamanhos diferentes – o que marca uma relação de poder e submissão”, continua o curador. As janelas abrem-se de par em par e deixam que o público invada, completamente, o espaço privado, e sagrado, da inocência infantil.

Segundo Mirian Tavares, “neste projecto, Susanne Themlitz desenvolve um trabalho inquietante, onde um edifício deixa de ter fronteiras entre o espaço de fora e o espaço de dentro – ambos passam a conviver, lado a lado, numa superfície externa”. Não é preciso espreitar para dentro das janelas, a casa, como que esventrada, é exposta ao olhar de todos. Os elementos, que convivem na superfície do edifício, estão também eles fora do tempo e do espaço apropriados, remetendo-nos para o universo onírico da artista.

Já Manuel Baptista trabalha a dualidade entre as superfícies, a ideia de bidimensionalidade e de tridimensionalidade que se cruzam e se complementam, criando um efeito ornamental e decorativo, sem deixar de ser provocador. “Uma provocação que evoca a Pop Art, recheada de ironia e bom humor, tornando o espaço público atraente e vivo, buscando atrair também o olhar do público que passa e que já não vê o espaço que o circunda”, conclui a curadora.

Contactos:
Mirian Tavares: miriantavar@gmail.com
Alexandre Barata: abarata@ualg.pt

Fonte: Universidade do Algarve

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Convite da Associação Salvador


CONVITE
A Associação Salvador e as Pousadas de Portugal têm o prazer de convidar para, no próximo dia 1 de Novembro (Domingo), passar um dia especial em Queluz. O programa começará pelas 11h com uma visita guiada ao Palácio Nacional de Queluz, seguida... de almoço na Sala Dourada do Restaurante Cozinha Velha. Nesse dia, contaremos com a companhia e o testemunho de vida dos conhecidos actores Silvia Rizzo e Paulo Azevedo e com outras surpresas que irão tornar esse dia inesquecível. A participação neste evento é gratuita e destina-se exclusivamente a pessoas com deficiência motora/ mobilidade reduzida e respectivo acompanhante. Entre no site www.associacaosalvador.com e envie-nos a sua ficha de inscrição.
Apresse-se a fazer a sua reserva porque os convites de que dispomos são limitados! As inscrições estão abertas até dia 23 de Outubro. Contamos consigo!


E para convencer os que ainda não sabem se querem ir.. ou não... deixo uma imagem do Palácio de Queluz!


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Workshop de acessibilidade realizado pela ACAPO


Análise das necessidades dos visitantes com deficiência visual num jardim público e as potencialidades da interpretação sensorial para o público em geral; das adaptações necessárias para tornar visitas temáticas acessíveis para pessoas com deficiência visual; das boas práticas em relação ao atendimento das pessoas com deficiência visual e discussão dos potenciais conflitos que estas criam com a conservação do acervo do jardim.

Na parte prática, aplicação dos novos conhecimentos na adaptação de visitas (ou partes delas) representativas do leque de visitas oferecidas pelo Serviço de Extensão Pedagógica do Jardim Botânico.

Sábado, 24 de Outubro de 2009, 10h – 13h e 14:30h – 17:30h - Jardim Botânico da Universidade de Lisboa
50€
Informações e marcações: jbactividades@museus.ul.pt


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Seminário "O Destino do Braille nos Dias de Hoje"



21 de Outubro em Coimbra - Entrada Livre

Organização: Universidade de Coimbra (Gabinete de Apoio ao Estudante com Deficiência), Departamento da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra (Biblioteca Municipal) e ACAPO ­ Delegação de Coimbra.

Programa:
9h00 – 9h30 – Recepção dos participantes e entrega de documentação
9h30 – 10h.00 - Sessão de abertura
Dr.ª Idália Moniz - Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação
Prof. Doutor António Gomes Martins – Vice-Reitor da Universidade de Coimbra
Dr. Mário Nunes - Vereador da Cultura, Câmara Municipal de Coimbra
ACAPO

1.º Painel
Ensinar Braille… Quando? Como? Onde?

1.º Mesa

Moderadora: Professora Doutora Maria do Rosário Pinheiro (Professora Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da U.C)
10h00 – 10h30 “O Braille como meio natural da leitura e escrita dos deficientes visuais”
Professor Doutor Augusto Deodato Guerreiro (Escola de Comunicação, Artes e Tecnologias da Informação da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias)
10h30 – 11h00 “O ensino e utilização do Braille nas escolas “
Mestre Fernando Correia (Professor de Educação Especial da Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas do Porto)
11h00 -11h15 Pausa para o Café


2.ª Mesa

Moderadora – Dr.ª Maria José Miranda (Directora da Biblioteca Municipal de Coimbra)
11h15 – 11h40“ Iniciação da escrita e leitura Braille aos adultos cegos recentes e a sua importância no processo de reabilitação”
Dr.ª Teresa Maia (Professora de Braille)
11h40 – 12h15 “ A importância do Braille no meu percurso Académico”
Dr.ª Sara Esteves Tadeu (Ex aluna do ATPED)
12h30 – 13h00 Debate

Almoço livre


2.º Painel - O Braille no presente e no futuro

Moderador – Professor Doutor Jorge Henriques (Professor do Departamento de Informática da U.C.)
14h30 – 15h00“ O Braille e as Tecnologias de Informação e Comunicação”
Dr. Jorge Fernandes (responsável pelo Unidades de Acesso da UMIC)
15h00 – 15h30 “ A Utilização do Braille na Vida Quotidiana”
Dr. José Guerra (Responsável pelo serviço de Leitura para deficientes Visuais da BMC)
15h30 – 16h00 “ Núcleo para o Braille e meios complementares de leitura”
Dr. Carlos Lopes Presidente da Direcção Nacional da ACAPO
16.30h – 17.00h Debate

17.00h – Sessão de Encerramento

Entrada Livre
Organização: Universidade de Coimbra (Gabinete de Apoio ao Estudante com Deficiência), Departamento da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra (Biblioteca Municipal) e ACAPO – Delegação de Coimbra.
Data: 21 de Outubro de 2009
Local: Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra
Confere certificado de presença


Objectivos:
No ano do Bicentenário do Nascimento de Louis Braille, a Universidade de Coimbra, através do Gabinete de Apoio ao Estudante com Deficiência, o Departamento da Cultura da Câmara Municipal da Cultura, através do Serviço de Leitura para Deficientes Visuais da Biblioteca Municipal e a Delegação de Coimbra da ACAPO, levam a efeito o Seminário “ O Destino do Braille nos dias de Hoje”, com os seguintes objectivos:

- Contribuir para uma maior divulgação do sistema Braille, como meio natural da escrita e leitura de pessoas cegas;
- Sensibilizar entidades competentes para a necessidade de expansão das matérias de leitura em Braille;
- Sensibilizar alunos, professores e outros agentes no processo educativo sobre as vantagens de utilização do Sistema Braille na formação e informação das pessoas cegas;
- Contribuir para uma adequada articulação entre a utilização do sistema Braille e a utilização das novas tecnologias;
- Referenciar a utilidade do Braille na vida quotidiana das pessoas com deficiência visual

A Ficha de inscrição deve conter: Nome / Profissão /Instituição / Morada e ser enviada para:
Universidade de Coimbra: 2398507000 (ext.391/ 395)
e-mail: atped@dtp.uc.pt
C.M.C – 239702630 (ext. 2304)
e-mail – josé.guerra@cm-coimbra.pt
ACAPO/COIMBRA –Luís André - 239792180
e-mail – ac-coimbra@acapo.p


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Dia Mundial da Bengala Branca - 15 de Outubro de 2009


Dia Mundial da Bengala Branca - 15 de Outubro de 2009
A ACAPO no âmbito do Dia Mundial da Bengala Branca tem a honra de convidar todos os associados e amigos da Associação para a apresentação do Projecto de Reconstrução do seu Edifício Sede que pretendemos venha a ser um edifício modelo de acessibilidade para as pessoas com deficiência visual. Vamos também apresentar a nova página de internet da associação e a nova newsletter. Não faltem. Dia 15, pelas 18h00, nas actuais instalações da Sede, Av. D. Carlos I, n.º 126, 9.º andar Lisboa. Confirmar presença para o telf. 213244500.


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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Programa "Salvador" - Hoje, RPT1, 21H00


Quais são os nossos limites? Quanto vale um sonho? O que é ser diferente?

SALVADOR é um programa sobre desafios, experiências e emoções.
Um programa inédito que desafia um convidado com deficiência a superar os seus limites através de uma aventura radical.

Conduzido por Salvador Mendes de Almeida, cada episódio, com cerca de 20 minutos, vai dar a conhecer histórias exemplares de pessoas para quem o dia-a-dia se faz a vencer obstáculos mas, também, a celebrar a vida.

SALVADOR é o programa sobre coragem, optimismo e integração que vai marcar a diferença.

É o primeiro de treze episódios.
Passa na RTP1, às 21H00.

Seminário de Investigação em Museologia dos Países de Língua Portuguesa e Espanhola



Fundação Dr. António Cupertino de Miranda
De 12 a 14 de Outubro


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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Jornadas Museos y Buenas Prácticas. MUSEOS: CULTURA Y BUENAS PRÁCTICAS.



Jornadas Museos y Buenas Prácticas. MUSEOS: CULTURA Y BUENAS PRÁCTICAS.
04/11/2009 - 06/11/2009

Los días 4, 5 y 6 de noviembre tendrán lugar las primeras jornadas de Museos y Buenas Prácticas “Museos: cultura y buenas prácticas”. Estas jornadas de accesibilidad e inclusión social se organizan conjuntamente entre el Museo, la ONCE y la Fundación ONCE en primicia a todo el Estado Español.

Estas primeras jornadas están pensadas en clave de accesibilidad general, tanto bajo el punto de vista de discapacidades físicas, psíquicas y sensoriales, como de las personas que quedan fuera de la cultura por motivos de riesgo de exclusión social. Además, se hace desde un enfoque global de la cultura que comprende también bibliotecas, parques naturales y equipamientos culturales en general. También se trata la accesibilidad bajo el punto de vista del diseño, de la tecnología, etc.

La voluntad de estas jornadas es convertirse en un espacio y un tiempo de reflexión, de formación y de conocimiento de nuevas experiencias de buenas prácticas para avanzar hacia una cultura inclusiva que tiene en cuenta las necesidades e inquietudes de las personas con discapacidad respecto la cultura, expresadas a través de las instituciones que las representan.

Preu: 116,00 €

Departament de Comunicació
Museu Marítim de Barcelona
T. 933 429 920
www.mmb.cat

Para mais informação clique aqui!


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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Third International Conference on the Inclusive Museum

** Third International Conference on the Inclusive Museum **
29 June-2 July 2010
Yildiz Technical University, Istanbul, Turkey
www.Museum-Conference.com

** Call for Papers **
If you intend to present a paper at the Conference, your participation begins with submission of a paper proposal. For information on proposals, presentation types, and other options, see: http://onmuseums.com/conference-2010/call-for-papers/#ppt. To submit a proposal, see: http://onmuseums.com/conference-2010/call-for-papers/. If your proposal is accepted, you will then need to register for the Conference.

** Registration **
Those who submit paper proposals should register following the acceptance of the proposal. Conference delegates who do not intend to present may register at any time. For registration options or to register for the 2010 Inclusive Museum Conference, see: http://onmuseums.com/conference-2010/register/.

** Themes **
http://onmuseums.com/ideas/themes/

** Conference Dinner **
The Conference Dinner will be held at the Istanbul Modern Cafe & Restaurant, located in the Istanbul Museum of Modern Art. With views of the Bosphorus and the Old City, the dinner will be a night to enjoy with colleagues and new friends alike. For more information or to reserve a place for the dinner, see: http://onmuseums.com/conference-2010/activities-and-extras/.

** Conference Tours **
See Royal Istanbul and cross the Galata Bridge into the Old City or tour the Bosphorus on a private boat cruise on one of our two Conference Tours. For more information or to reserve a spot on one or both of the tours, please see: http://onmuseums.com/conference-2010/activities-and-extras/.

** Accommodation **
http://onmuseums.com/conference-2010/accommodation/

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Solistas da Metropolitana nos Museus do IMC



Foi estabelecida uma parceria entre o Instituto dos Museus e da Conservação e a Orquestra Metropolitana de Lisboa com o objectivo de levar aos museus expressões artísticas musicais, começando um ciclo de concertos já no próximo dia 26 de Setembro e que termina em Março de 2010.
Os Solistas da Metropolitana farão um percurso cultural por quatro espaços museológicos onde, com apresentações de música de câmara ou recitais, se aproximarão ainda mais dos públicos e onde uma ambiência de partilha particularmente significativa se fará sentir no Palácio Nacional da Ajuda, Museu da Música, Museu Nacional de Etnologia e Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves.
Um ciclo de música nos museus será pois a perfeita síntese entre o conteúdo e a forma, entre o som e o cenário que o recebe, fazendo a ligação entre o presente e o passado, a história e as suas evoluções artísticas.
Espaços bem diferentes, que se abrem aos visitantes para concertos de entrada gratuita (até ao limite da lotação disponível) sempre à tarde, às sextas-feiras ou aos sábados.

Consulte a programação em www.imc-ip.pt

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Congresso Internacional de Reabilitação e Inclusão


A AVAPE promove bienalmente o Congresso Internacional de Reabilitação e Inclusão, fórum de caráter interdisciplinar, voltado aos profissionais da iniciativa pública, privada, organizações não governamentais e fundações, que atuam em ações nas áreas de reabilitação e inclusão de pessoas com deficiência, gestão de organizações sociais, diversidade, responsabilidade social e programas sustentáveis.
O encontro proporciona aos participantes o intercâmbio de conhecimentos, o contraste de experiências profissionais, a disseminação de modelo de rede socialbem como o debate de tendências, e a consolidação do trabalho integrado entre empresas privadas, órgãos públicos e organizações do terceiro setor, na construção de iniciativas responsáveis, sustentáveis, inovadoras e transformadoras, gerando oportunidades igualitárias e solidárias para a sociedade global.
O Congresso conta com participação de renomados especialistas, executivos de alta performance, representantes de organizações e órgãos financiadores, nacionais e internacionais, que apresentam temas voltados à tecnologia de reabilitação, capacitação e colocação profissional, com foco em responsabilidade social e desenvolvimento sustentável e inclusivo.
Para mais informação clique aqui!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Exposição "Olha por mim"


(vídeo sobre a exposição)

Caros Amigos
Deixo-vos aqui um convite muito especial: a visita à exposição de pintura “olha por Mim” da jovem artista Tânia Bailão Lopes (http://www.bailaolopes.com).

Esta exposição é especial por muitas razões:
1. Os quadros são de uma enorme sensibilidade e beleza.
2. A venda eventual de obras irá reverter para a angariação de fundos para a um projecto de apoio a pessoas idosas com problemas de demência.
3. A exposição foi concebida com cuidados de inclusão: É UMA EXPOSIÇÃO QUE PODE TAMBÉM SER VISTA POR CEGOS. Para tal foi criado um áudioguia com características únicas (são muitas as surpresas acústicas…); a artista oferece-nos uma experiência táctil (sim! A ponta dos dedos também vêem); e outros pequenos nadas prometem fazer esta experiência única.


Convido-vos para a inauguração da exposição no dia 17, pelas 18 horas na Biblioteca José Saramago (campus 2 do Instituto Politécnico de Leiria, junto ao Hipermercado Continente). Caso não possam estar connosco nesse dia, fica o convite a que nos visitem de 17 de Setembro a 2 de Outubro 2009.
Esta exposição é mais um “tubo de ensaio”. Com ela queremos testar soluções novas que ofereçam novas formas de ver a arte e a cultura. Só a participação de muitos poderá promover acções deste género. Conto com a presença daqueles amigos que sempre estiveram comigo nestas coisas de “fazer o mundo um pouquinho melhor”. E peço-vos que divulguem o evento para que ele chegue ao maior número de pessoas possível.

Josélia
Instituto Politécnico de Leiria
Rua General Norton de Matos, Apartado 4133, 2411-901 Leiria – PORTUGAL
Tel.: (+351) 244 830 010 | Fax: (+351) 244 813 013

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Telemóveis com teclado em Braille

Enviaram-me este link que achei interessante... Principalmente, porque não tinha conhecimento de telemóveis com teclado em Braille.

Para mais informação pode consultar o link: http://www.yankodesign.com/2009/09/14/blind-phone-with-fashion/

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Projecto Próxima Paragem: Cultura


O Metro do Porto e o Metropolitano de Lisboa apresentaram esta quarta-feira, dia 9 de Setembro, às 19h30, na Estação de S. Bento - Porto, o projecto "Próxima Paragem Cultura".
Esta é uma iniciativa de promoção cultural, que consiste na utilização dos títulos de transporte do Metro do Porto e de Lisboa e para a divulgação dos trabalhos de jovens artistas portugueses. A ideia de usar títulos de transporte como meio de divulgação de conteúdos já tem sido testada em várias grandes cidades do Mundo, mas é a primeira vez, a nível mundial, que se usa este suporte alternativo para a promoção de jovens artistas - revelação.

Durante o evento de apresentação do "Próxima Paragem: Cultura" estiveram em exposição as obras de arte seleccionadas, na presença dos seus autores. Esta iniciativa foi presidida pela Secretária de Estado dos Transportes, Eng. Ana Paula Vitorino.

Quem utilizar o Metro de Lisboa e do Porto usufruirá de imagens de pintura, desenho e fotografia da autoria de jovens artistas nacionais.
O projecto incluirá cerca de 20 obras de outros tantos autores, mas a primeira fase avançará com a emissão nos títulos de viagem de cinco imagens e também em placards electrónicos colocados nas estações. Para já, serão reproduzidas obras de Domingos Loureiro, Joana Rego, Pedro Pires, Mónica Oliveira e Ana Sério.

Futures Places no Porto - Digital Media and Local Cultures



What is Future Places?
Six days of exhibitions and events addressing the potential and the impact of digital media on local cultures.
October 13-17, 2009, in Porto, Portugal.
A project of the UT Austin|Portugal

The FUTURE PLACES Festival is an international competition celebrating digital media work. FUTURE PLACES explores the potential of Digital Media when applied to specific cultural and social environments.

The festival features exhibitions, conferences, workshops, concerts, performances and parties. We are interested in creative and new languages for interactive and media expression, and their impact on local cultures, society and public space.

We want to reach a generation of creators who are breaking conventions. We are addressing this call to those who are blurring the lines not only between disciplines, but also between the real and the virtual and between the commercial, the artistic, and the academic arenas. Mainly, we want to explore the impact of new technologies in "real life". How can new technology build local communities, create new identities, new narratives, and new forms of public interaction?

Para mais informação, clique aqui!

Seminário Novas Tecnologias em Museus



Nos dias 1 e 2 de Outubro, em Santarém, decorrerá o seminário "Novas Tecnologias em Museus". Este, surge de uma parceria entre o Museu Municipal de Santarém e do Museu da Presidência da República, no âmbito das Comemorações das Jornadas Europeias do Património.

Para consultar o programa, clique aqui!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Comitiva do European Museum Fórum vem conhecer os museus portugueses selecionados para a Edição do Prémio EMYA 2010

De 21 a 24 de Setembro estarão em Portugal dois juízes do comité do European Museum Fórum, o Dr. Virgil Nitulescu, da Roménia, e a Dra. Danièle Wagner do Luxemburgo, para visitar os museus seleccionados para a Edição do Prémio EMYA 2010:
Museu de Arte Contemporânea da Fundação Serralves,
Museu Municipal de Penafiel,
Museu do Oriente,
Museu de S. Roque,
Museu Arqueológico Municipal do Fundão,
Museu de Portimão

O Fórum Europeu de Museus é um organismo internacional, sem fins lucrativos e que atribui anualmente, três prémios:
EMYA o Prémio do Museu do Ano,
Prémio do Museu do Ano do Conselho da Europa,
Prémio Micheletti, destacando assim os Museus que melhor contribuem para o desenvolvimento cultural na sua área e para o diálogo europeu.

Programa:
21 de Setembro
12.00h Museu Arqueológico do Fundão

22 de Setembro
10.00h Museu de Arte Contemporânea de Serralves
16.00h Museu Municipal de Penafiel

23 de Setembro
12.00h Museu do Oriente
16.30h Museu de São Roque

24 de Setembro
15.00h Museu de Portimão

Fonte: No Mundo dos Museus

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Portal "Cultura Online"


Foi lançado um novo portal de cultura: Cultura Online. O site apresenta-se como “um conceito inovador no panorama nacional”, uma rede social participada pelo Ministério da Cultura.
O investimento de 700 mil euros “pretende assumir-se como motor para a mudança de paradigma da divulgação cultural em Portugal”. Inclui visita visituais a espaços e infra-estruturas culturais, através de conteúdos digitais tridimensionais, notícias e informação sobre eventos, agenda, espaços educativos, dedicados à língua e tradições portuguesas, para crianças e pretende desenvolver uma comunidade online cultural.
Para aceder ao portal clique aqui!

Fonte: Fugas

4º Seminário Anual do GAM - Para que lado é que vamos agora? Sinalização Acessível


4º SEMINÁRIO ANUAL do GAM - PARA QUE LADO É QUE VAMOS AGORA? SINALIZAÇÃO ACESSÍVEL
26 de Outubro de 2009 | Auditório do Museu Oriente, Lisboa

9.00– 9.30 Recepção e abertura
9.30 – 9.45 Abertura
Representante da Fundação Oriente
Representante do GAM

9.45 – 10.15 Introdução
Luísa Barreto (ESAD)
VAI POR AÍ QUE VAIS NO BOM CAMINHO

10.15 – 11.15 Painel 1
Moderadora: Maria Vlachou
António Gomes (Barbara says)
O TATUADOR DAS ÁRVORES - PROJECTO DE SINALÉTICA DESENVOLVIDO NO ÂMBITO DA EQUALIFICAÇÃO DO JARDIM DOS SANTOS

Patrícia Lourenço (CAD – Companhia de Arquitectura e Design)
WAYFINDING – SISTEMA DE ORIENTAÇÃO INTUITIVA

Eduardo Corte-Real (IADE)
ANÁLISE INTERDISCIPLINAR DE SISTEMAS DE SINALÉTICA E
ORIENTAÇÃO EM EDIFÍCIOS HOSPITALARES

11.15 – 11.45 Pausa

11.45 – 12.45 Painel 2
Moderadora: Margarida Filipe
João Calvão (Fundação Oriente) e Nuno Gusmão (P07)

A SINALÉTICA DO MUSEU DO ORIENTE
Artur Rebelo e Liza Ramalho (R2 Design)

REFLEXÕES SOBRE SINALIZAÇÃO DE ESPAÇOS - EXEMPLOS
Rui Cunha (Câmara Municipal da Batalha)

ECOPARQUE PIA DO URSO - EXPERIMENTE SENSAÇÕES MÁGICAS!
12.45 – 13.15 Debate

13.15 – 15.00 Almoço

15.00- 16.30 Painel 3
Moderadora: Ana Isabel Apolinário
Manuel Paulo Teixeira (Metro do Porto)
TRANSPORTES INCLUSIVOS

Patrícia Valinho (Y Dreams)
SINALÉTICA URBANA – NOVOS PARADIGMAS DE UTILIZAÇÃO E
INTERACÇÃO

Aquilino Rodrigues (Electrosertec)
ORIENTAÇÃO E INFORMAÇÃO ACESSÍVEL: O PRIMADO DO BOM SENSO

Comentadores
Peter Colwell (ACAPO)
Hélder Duarte (Federação Portuguesa das Associações de Surdos)
16.30 – 17.00 Debate

17.00 Encerramento

Para mais informações:
Ana Isabel Apolinário – 938 427 007
Margarida Filipe – 919 975 871
Maria Vlachou – 917 247 970

The future of museums - Part 1

A panel discussion with Frank Howarth, Director of the Australian Museum; Associate Professor Angelina Russo from the Faculty of Design at Swinburne University; and Louise Douglas, General Manager, Audiences and Programs at the National Museum of Australia. We also hear from the Director General of the International Council of Museums, Julien Anfruns.

Antony Funnell: OK we're ready for our tour of the Louvre; I've got a flat white for you and a cappuccino for me, and I'll grab some croissants as well.

Woman: Thank you. Such a beautiful day.

Antony Funnell: I think we should get right into it.

Woman: Sure, OK, I've got the laptop open, let's do it. Where should we start?

Antony Funnell: I think we should just click through the home page and go straight to the Egyptian artefacts.

Woman: And if we've got time can we check out the virtual tour of the Pyramid? I want to see if they've got an online gift shop.

Antony Funnell: Let's do it.

Antony Funnell: Yes, that was a set-up of course, and it may offend some museum purists to hear this, but the fact is that many of the world's top museums now get far more visitors through their websites than they do through the front doors.
The way we interact with museums and their collections is changing fast, and so too is the way they're now engaging with us.

Hello, Antony Funnell here, and welcome to Future Tense.
Over the next two programs we'll explore some of that change. This week we'll go big picture and then in part two, we'll look at a few of the many innovative ways in which those involved in the industry are positioning their institutions for the future. Now, having started with a bit of a Parisian theme, let's here from Frenchman Julien Anfruns. Mr Anfruns is the Director-General of the International Council of Museums, headquartered in Paris, and he says despite the global economic downturn, it is an exciting time for the museum sector, as it grapples to reposition itself in the 21st century.

Julien Anfruns: Today, museums are much more globalised than they used to be. They do have more international exhibitions, moving all around the world, attracting collections from all the museums of other origins, as well as new territories for museums, and especially today in Asia and in the Middle East.
At the same time, museums as well are moving forward with new technologies in order to create somehow a better understanding of their collections through modern audioguides, through tactile galleries, for instance, through new 3D possibilities in order to understand their collections in every respect, so that's quite a challenge for museums today.

Antony Funnell: So the days of the static display, the static museum display, they're long gone?

Julien Anfruns: I think so. Today it's very much about how to be interactive. Many museums try to create events in their galleries. The Louvre museum has created different night events for a younger audience, and you can listen to music, you can have theatre plays, and all of that in correspondence with the current collections.

Antony Funnell: Now you mentioned there that there's an emphasis on Asia as a growing area of interest for museums. Are we seeing more museums popping up in cities around the world?

Julien Anfruns: So regarding Asia, I'm just going to give you one example regarding Shanghai, which is very specific. The Mayor of Shanghai wants to develop the museums for the city by 60% within three years, which is enormous. And actually the Chinese authorities want to offer the same cultural ratio to city people as there is in major cities in Australia, in Europe, or in the United States, so they want to have like a catch-up somehow ratio for that.

Antony Funnell: What does that mean in terms of the international governance of museums?

Julien Anfruns: So it's a very important question that you raise. When you make a comparison with what's going on today about economics, we do see that there is a need of global governance or global regulation. That's pretty much the same for museums. Because if you do have new territory somehow, with new standards, it's very difficult to have an exchange for an exhibition, and then for instance, a premium that you have to pay for insurance are going to be very difficult to bear. So I do believe that we need to endeavour and to strengthen the dialogue between all the museums, and to have standards of ethics and of methodology among different experts.
One of the ways is to share the code of ethics that the International Council of Museums has developed over the years which is a very good reference for museums in 155 countries. But more than that as well is how to implement those kinds of standards, and for this you need a lot of training, you need a lot of dialogue with experts, because unfortunately, many parts of the world do not have the adequate training for their museum people.

Antony Funnell: Well thank you very much for your time.

Julien Anfruns: Thank you very much for inviting me.

Antony Funnell: Julien Anfruns, the Director-General of the International Council of Museums and a former Director at the Louvre in Paris.
Now let's pick up on that idea of building interactivity, which Mr Anfruns spoke about and which certainly seems to be at the very heart of the change that's going on. And to help us explore that theme, we're joined by:

Louise Douglas, the General Manager, Audience and Programs at the National Museum of Australia in Canberra

Frank Howarth, the Director of the Australian Museum in Sydney and Associate Professor Angelina Russo, from the Faculty of Design at Swinburne University in Melbourne.

Anthony Funnell: Angelina Russo, to you first. You've been researching some of the changes in the museum sector over the last few years. Why don't you kick us off. How would you assess the state of museums at the moment?

Angelina Russo: Thank you very much Antony. I think that museums aren't necessarily what they used to be, and we're currently in the process of sorting out what they will be. We've been working over the past 18 months with three major Australian museums and the Cooper-Hewitt National Design Museum, which is part of the Smithsonian, to explore the impact of social media on museum learning and communication. So what we're looking at is the rise of social media technologies, like Twitter, Facebook, YouTube and Flickr and how these change the relationship between audiences and institutions as people create, upload, combine imagery and text, to create their own types of visits.

Antony Funnell: So I take it from what you're saying there, that I guess the core focus of museums in a way used to be about preservation and education, but that's changing.

Angelina Russo: Sure. Early museums were set up to give people an opportunity to learn about existing cultures and practices, and to explore the impact of technologies. You know, the Great Exhibitions which Louise can talk to you about quite succinctly, were so much part of the 19th century, and they were underpinned by a desire to demonstrate the innovations and developments to ordinary people and they were built on people's curiosity, delivering experiences which were wondrous and extraordinary. And museums built on this curiosity by exhibiting their taxonomical research, often in the form of minerals, astronomy, and the wild and exotic animals. And so that connection between museums and dinosaurs, both physical and metaphorical, was born. And to an extent museums today still struggle with this image of themselves as dusty institutions that you visit on a school trip and return to when you're looking for something to do with the kids on a wet day. And yet funnily enough, whether by force or choice, curiosity remains an integral part of the museum visit.

Antony Funnell: Now Frank Howarth, you've just come back from America, where you talked to people from other international museums. Give us a bit of an idea of the sort of discussions that are going on over there.

Frank Howarth: There were two big issues running around. One was mundane and financial, the impact of the global financial crisis, and that has hit a lot of American museums, much more so than here, but put that one aside.
The other one that was far more interesting to talk about was the R-word, Relevance, and the big debate was, how do we become more relevant? And the sub-set of that one was amongst some of our colleagues, a sort of low-level fear about loss of authority, and is this going to challenge the role of museum expert. How do we maintain our authority positions when moving in to a social media world that is all about debates and forums? I think that's by far the most exciting area of museum development, this duality of museums as authoritative sources of information, in our case things like climate change, and at the same time, provide forums for debates, either on our own websites or on third party social media sites.

Antony Funnell: You're no longer the gatekeepers that you were?

Frank Howarth: No, gatekeeper in the sense of we meted out the information in a way that we thought the audience could digest. You know, we sat on top of the mountain and handed down tablets of wisdom. Now we're managing forums where people will debate, and in many cases will say things we don't actually agree with. It's the whole sort of Wiki commons idea that it's OK for somebody to say something you don't agree with; somebody else will probably come in and correct that. So how do we manage these forums, and the authority?

Antony Funnell: Louise Douglas, at your museum, the National Museum of Australia, how are you managing this change?

Louise Douglas: Museums actually have been quite responsive in the business of communication, and particularly over the last 30 or 40 years in terms of responding to the growth of communication techniques. So one of the ways we have seen that in museums is the introduction of where there were only curators, they were really the only kind of professionals, now of course there's public programs, there's education, there's public affairs, there's marketers, so the whole idea of communicating with our audiences I think has been there for quite some time, and this is something we looked at very closely in the early years of the museum. And we experimented with a number of programs, some web-based, some in the institution. So for example, we have a broadcast studio which was built around the idea that we would have a two-way communication link with our audiences, now we're reviewing exactly how we use the broadcast studio.
We also had some very, very early web-based programs which you would now describe as social media, a program called MyMuseum, where we invited our web visitors to work with content that we provided and create their own kind of programs and mini-exhibitions. So we've been responding I think from the beginning. But I think what's happened is that the speed of change that's happening now is so fast that we've really got to review how organisationally we are ready for this.

Antony Funnell: Now we've gone from the situation where we've had a scarcity of information to an abundance of information. In order to deal with that change and to remain relevant, Frank Howarth, do some museums have to reinvent themselves, and become less generalist in their approach?

Frank Howarth: Yes. There's two things, both the focus of the museum and that's responding to what people want to know about and want to talk about, as distinct to giving them what we think is good for them, and for a natural sciences museum that's been the philosophy for a long time, so we're turning that round.
In terms of less or more, it's interesting. The way we're looking at it at our place, we have about 350,000 people walk through the front door, but we have about 21-million people spending about 4 minutes or more on our websites. So our reach to people in terms of contact hours, however you want to measure it, is vastly higher in the virtual world than it is in the (if I can put it in inverted commas) 'real world', but there's a good duality, they feed off each other, it's not one at the expense of the other.
The harder issue for our staff is moving to a different way of doing things, moving from, say, having very specialist curators who are highly knowledgeable on the small slice of our collections, to people whose primary focus is unlocking the collections and engaging our stories, collections, whatever, with communities. A very different set of skills, and that change is a bit threatening for some people.

Antony Funnell: Louise, is that an issue that you find with staff at your museum?

Louise Douglas: It's really what I was saying before, that we have got to start looking at the roles in the way we describe what it is we expect our staff to do, and one of the great topics of discussion inside our organisation is just that. What does this new way of engaging with and interacting with our audiences, particularly online, and for a national museum the online world is perhaps even more important than for museums such as Frank's who have a very, very large population base, physically co-located with them, we really have a much more sort of abstracted audience in a sense, because we speak to a national audience. Our mandate is to do that.
We're terrific at doing exhibitions, and we're terrific now at doing publications around them. So the old sort of school products are definitely something we can do without thinking about it. But really, doing co-created kind of products, what that means for the role of a curator, the role of an educator, the role of the public programs person, is something that we're addressing at the moment.

Antony Funnell: And presumably, that co-created, that brings us to the whole idea of user-generated content, not just engaging with people online, but accepting that perhaps they have a role in building what is there online, in shaping part of the museum's displays. How do you factor that in effectively?

Frank Howarth: We want to have a play with crowd-curated exhibitions, although that was with a bit 'Let's see what happens and no great expectations'. It can go horribly wrong, in the sense of a crowd can give you a perfectly-formed lowest common denominator that's equally boring to everyone. Or it could come up with something that's really fantastic. But the user-generated content, there's been a couple of spectacular examples where people have thought it went horribly wrong.
The Tate Modern ran a beautiful vodcast of the performance artist Mark Wallinger, who was in an interview lasting about 10 minutes, half the time he was sitting in the chair talking, the other half of the time the footage is of him walking around the Tate in a bear outfit, which he does. Somebody appropriated that YouTube video and put their own voiceover on top of it, a total piss-take of the whole concept of performance art, as if it was coming out of his mouth. That stirred an interesting group of possums at the Tate.
The other one Brooklyn Museum ran some beautiful one-minute videos, they just asked people to make of an experience visiting the Museum. One of them was these three guys who came in wearing black masks and everything, and literally measured up a painting as if they were about to steal it. And that caused the security people at Brooklyn Museum to go berserk. So you take risks, but at the end of the day everybody thought 'Well, what came out of that is better than what was'.

Antony Funnell: And Louise, your perspective?

Louise Douglas: I think we've got to be unafraid and really be open to the creative energy, helping interpret our collections in a way that we perhaps haven't been before. And I think attitudes are shifting within our organisations. I think there is a lot more openness now to the idea that our web visitors of all ages, and clearly one of the big issues for us coming into the future, is the way our audiences are changing from the baby-boomers who are reasonably techno-literate, but a younger generation - this is absolutely what they want to do create their own

Antony Funnell: What about their expectations? I read an article recently that was from the Centre for the Future of Museums, and it talked about what was called the My Culture trend, where young people apparently want their museum experience to be personalised for them, to be a very personal experience, in the same way that social media has given them the ability to personalise their music, say, or their online endeavours.

Louise Douglas: And this is in a way it's not a new idea for museums, or for social history museums in particular, and we in fact started out saying 'Come to our museum and see yourself in our museum'. So the idea of having that personal connection between some aspect of the stories, or the experiences that are in museum exhibitions and programs, is not a new one, but I think the change is that visitors want to create something for themselves out of the material that we have on display or on our websites.

Antony Funnell: Angelina, is that something you've picked up in your research?

Angelina Russo: Yes, absolutely. In July, I was lucky enough to attend a talk, a sold-out talk at the London School of Economics which had the two heavyweights of museum directors. We've got the other heavyweight here of course with Frank. But Nick Serota from the Tate, and Neil McGregor from the British Museum, and they were talking about the museum of the 21st century, and they actually said a couple of things which are quite relevant to our conversation.
One of them had to do with museums looking more towards broadcasters as a sort of role model, if you like, for their future practices. And the other had to do with curators sort of looking to their role as becoming much more like cultural producers, and I think that social media gives us an opportunity to do that, because increasingly, we do give our opinion in very public ways, when someone has a good museum experience, they might upload images to Flicker or a video to YouTube, or they might write a blog post, or Twitter about it.
And each time one person uses this technology to provide their thoughts and express the meaning of their experience, hundreds and possibly thousands depending on how many people they have in their network, receive that update. And so depending on who that person is, their thoughts and opinions can become extremely influential.
And I think that if we're able to actually tap in to that, and look at how we can work with our audiences, to really connect that desire that comes from curiosity, and that the curiosity that's actually built in the way that social media itself operates, then we actually have quite a nice fit between the technology and the collection and then the knowledge institution.

Antony Funnell: Frank, can I just come back to you. You mentioned at the beginning of the program, and then we put it to the side, the financial crisis. How much of an effect has that had on the ambitions of museums to change and to try and do the sorts of things that a couple of years ago they thought they wanted to do in terms of relevancy to future audiences?

Frank Howarth: Well it's forced us to really hone in on the things that have impact, and that demonstrate that relevance, and that means putting (mixing metaphors) putting some sacred cows out to graze. And really putting some things aside, that people said was really, really important, and I think in our case, it's probably shifting more resources into opening up and unlocking and changing the nature of our websites to really adopt Web 2, ways of doing things, and probably cutting back on what some people would have said was core business for a natural sciences museum a few years ago.
The second string is we're becoming much, much more commercial. I think all of us, right around the world in the museum community, realise that unless we're to die a death of a thousand cuts, we need to raise more of our own money, and that comes back to the relevance issue again. We have got to be relevant for people.

Antony Funnell: And Louise, what about co-operation between museums, given money is tight everywhere, are we seeing a focus on trying to do exhibitions together?

Louise Douglas: I think that's been around for some time. It may well accelerate as a principle upon which we have to work, and particularly in the business of bringing international exhibitions to Australia, which is a vastly expensive process. There are certainly discussions on the go about being more cooperative in that regard.
I think the economic situation that we all face is certainly putting an additional pressure on the whole question of how we resolve the deployment of resources inside our institutions. We have to keep doing the conventional things, as Frank has said, the core business has to continue, but it's really about how to perhaps integrate some of these new processes into existing products.
So, for example, with exhibitions, we are now starting to look at the idea with an exhibition we're doing on the History of the Irish in Australia, using social media, using blogging, to help the research process be undertaken for that, and to help identify where there are stories and collections around the country that might form part of that exhibition. So I guess from a resources point of view, we're looking at what are we doing already, that might be more core business products such as exhibitions, and how do we bring social media processes and the idea of co-creation into those development processes?

Antony Funnell: And what's the future for I guess what we know as the blockbuster exhibition?

Frank Howarth: What it means is we get really hard-nosed about the business model for those. And they have to make economic sense. And the lending institutions have got an eye to what they can raise by lending out either whole exhibitions or their collection materials. I don't think we can do a blockbuster in Australia unless it's a partnership with other institutions any more, because the freight costs and the insurance costs are simply too high. But it really takes a very commercial edge, and much more risk management.

Antony Funnell: Now from the stellar if you like, to the particular, and to families and communities. I mean we've seen I think a trend towards the museum as a social space. Is that going to continue?

Angelina Russo: As a social physical space?

Antony Funnell: Yes, that's right.

Angelina Russo: Yes, oh, absolutely, and in fact I think there's evidence to suggest that the global economic downturn has been in fact very good for museums that are free, perhaps not so much those that have an admission charge. But for those that are free, there's certainly been an increase in the ways we see families using museums as social space, as a space to have rich experiences that don't cost anything. So that's a very fundamental point I think, about the way families might be looking at museums as part of their kind of leisure timetable.

Antony Funnell: And, Frank, your experience here? I understand you had experience in California recently along these sorts of lines.

Frank Howarth: Yes, at the Australian Museum, rightly or wrongly we charge entry here in Sydney, and we haven't seen any decline in that as a result of the global financial crisis. The experience in California is the new California Academy of Sciences, which is in any other sense a natural sciences museum in San Francisco, and they now charge $24 a head, and they get 3.2-million visitors in their first year of operation.
Even more than that, every Thursday night they close at 5, reopen at 6, with a minimum age of 21, no kids, they get 2,700 people, they sell out every week, paying $10 a head to come into that place. They have two discos, about 5 bars, the whole museum is open, and I was lucky enough to see that in action a few weeks ago. It's truly fantastic, it's the biggest disco in town, the biggest bar in town, the biggest pick-up joint in town. It's a different sense of relevance, but it's there.

Antony Funnell: Angelina Russo from Swinburne University, now are museums in a very good position to pick up on that social capital if you like, to integrate themselves more into the community's activities?

Angelina Russo: Absolutely. I think they are perfectly positioned, particularly at this moment where technology is finally at a point where we can have these discussions in public in real time. And if we think about the fact that ordinary people like you and me are curious about big issues that affect us, things like climate change, population explosion, conservation, our research indicates that museums are actually well-placed to innovate and explore contemporary issues in partnership with their audiences.
It's like for instance the Environment Minister Peter Garret announced the establishment of the Coral Sea Conservation Zone, just recently. You know some of the questions that I'd be asking around that, is what role do museums research play in that review and will scientific collections institutions be asked to contribute be asked to contribute and will new partnerships and research arise from this assessment and how will this involve ordinary people? The very things that we're all worried about at the moment actually have a spatial temporal history in the museum research records.
Museum Victoria for instance have the water-smart home, which is a website that sort of looks to inspire and educate the public in ways that they can reduce, re-use and re-value water in their daily lives. And it encourages that sort of clustered conversation around how to make decisions to save water. And I think it's a great example of how we can actually tap into the curiosity and the big issues out there in the community, and work in partnership with audiences to actually explore these issues and ensure that that relevance touches us every day.

Louise Douglas: Anthony, most of the museums these days actually frame themselves as a place for debates. The other point I wanted to make about particularly families coming to museums, as part of the broader community, is that somehow we have to offer them experiences that they won't get anywhere else. So a point of debate I think in museums, is the extent to which our exhibitions are filled with screens, and there's a sense in which some parents are starting to feel the screen dominates the home environment so much that they are less inclined to go to institutions where they sense that the screen is paramount.

Frank Howarth: One of the things that's coming true is a statement I saw in I think The Australian newspaper now about six or seven years ago, referring to the hook of the reel, the yin and yang of the virtual and the real, and I strongly believe that the more the world gets virtual, the more families want to see real things, they want to touch real things. We're doing much more where people pick up and engage and touch, and much less of the Don't Touch.

Antony Funnell: Louise and Angelina, let's wrap on that. I mean that idea that people will still want to touch things, that tactile side of museums is still very relevant today.

Louise Douglas: There's an incredible paradox here at work isn't there? I mean as we get more kind of enmeshed in technology, it's actually good for museums, because in fact the idea of something authentic, something real, starts to have much more power and that is something that we really believe is going to sustain us into the future. So I think we're all finding ways to provide much greater access to the physical object, and touching collections is something that now we are just going to have to find ways to make happen.

Antony Funnell: And Angelina?

Angelina Russo: Yes look, having just taken my niece and nephew to the National Gallery on the weekend have them sort of pore over the Egyptian artworks, or at least through the glass, I can absolutely say that wanting to touch the real is still very much part of the experience.
But I have to say that as far as museum professionals go, this is one of the issues that we discuss a fair bit on one of the professional networking sites that we run as part of this particular project which is Museum 3.0 Ning site. And it's interesting to see how different audiences actually respond to that idea of the virtual and the real, and how central that still is an argument whereas when we'd speak with a lot of technologists, we've moved beyond the virtual and the real, it's now about how to make the virtual more accessible, you know, what copyright issues there are, etc. etc. But actually that fundamental concern about being able to access the real, and to embellish or interpret through the virtual, is something that continues to really extend debate around the world.

Antony Funnell: Well Angelina Russo, Louise Douglas and Frank Howarth, thank you very much.


Esta entrevista foi retirada do Future Tence, onde pode ser ouvida na integra.